Teus olhos contas escuras, são duas Avé Marias, dum rosário d’amarguras, que eu rezo todos os dias. - Fernando Pessoa

quarta-feira, 29 de agosto de 2018

Jazz Standards (173)

(Dados Biográficos In Wikipédia e In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

(Sobre o tema em questão, algumas palavras retiradas de “in
http://www.jazzstandards.com/compositions/index.htm” - adaptação e tradução por Ricardo Santos)

Don't Worry 'Bout Me (#177) - Música de Rube Bloom e Letra de Ted Koehler
O sucesso escrito pelo pianista e compositor Rube Bloom e o letrista Ted Koehler foi apresentada pelo vocalista e chefe de banda Cab Calloway na parade do Cotton Club, em 1939. A versão de Hal Kemp chegou às tabelas no mesmo ano:

Hal Kemp e orquestra (1939, Bob Allen, vocal, N.º 5)
Frank Sinatra (1954, vocal, N.º 17)

O letrista veterano do Cotton Club, Ted Koehler, juntou-se a Rube Bloom para a parade do Cotton Club, em 1939. Os dois haviam colaborado com sucesso na sua revisão feita pela dois em 1935, com as composições “Dinah Lou”, “Cotton” e “Truckin'”, sendo gravados com sucesso pela “Mills Blue Rhythm Band”, Fats Waller (“Truckin'”) e Duke Ellington (“Cotton” e “Truckin'”). Na revista de 1939, no entanto, apenas "Don't Worry 'Bout Me" faria sucesso.

Billie Holiday (Filadélfia, EUA, 07-04-1915 — New York, EUA, 17-07-1959) – Billie é acompanhada por Milt Hinton (contrabaixo), Osie Johnson (bateria), Barry Galbraith (guitarra), Janet Putname (harpa), Hank Jones (piano), Gene Quill (saxohone alto), Jimmy Cleveland (trombone), e Harry Edison (trompete).  Gravação de 4 de Março de 1959, New York City, para a etiqueta “Verve Records”.


Frank Sinatra (Hoboken, EUA, 12-12-1915 — Los Angeles, EUA, 14-05-1998) – Ao vivo em Las Vegas, decorria o ano de 1978.


Joni Mitchell (Fort Macleod, Canadá, 07-11-1943)


Curtis Stigers (Boise, Idaho, EUA, 18-10-1965) – com a “Danish Radio Big Band” numa nova gravação, ao vivo, “One More for the Road” (2017), para a etiqueta “Concord”.


Letra

Don't worry 'bout me
I'll get along
Forget about me
Just be happy my love
Let's say that our little show is over
And so the story ends
Why not call it a day the sensible way
And still be friends
Look out for yourself
That should be the rule
Give your heart and your love
To whomever you love
Darlin' don't be a fool
Why do we cling to this old faded thing
That used to be
So if you can forget
Then don't worry 'bout me
Why should we cling to some old faded thing
That used to be
So if you can forget
Then you don't worry 'bout me

Lamento, algumas eventuais falhas nas letras, encontradas na Internet, devido à própria improvisação dada pelos seus intérpretes, e muitas vezes de difícil entendimento. (Ricardo Santos).

domingo, 26 de agosto de 2018

Belo Canto e Vozes (I) - Tenor

(In Wikipédia - Todos os excertos foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos) e ainda (In http://www.priberam.pt/dlpo/default.aspx).

Esta a primeira de três publicações que fiz para o meu anterior blogue “Mudam-se os Tempos, Mudam-se as Vontades” (já apagado!), irão passar aqui de seguida. Deveriam ter vindo antes das que fiz sobre ópera, mas como “mais vale tarde que nunca”. E vamos começar por uma breve introdução e explicação.

Não sou ignorante em termos de música, mas não aprendi teoria sobre o belo canto, e sobre uma das disciplinas/artes mais bonitas que existem que é o cultivo da voz humana. Não sei muito e pesquisei sobre o belo canto e as suas vozes, para vos levar e dar, e aí sim, é esse o meu principal intuito, a conhecer e a frequentar, pelo menos uma vez, uma ida ao teatro para ouvirem e verem um espectáculo de ópera.

Dizia eu, em 7 de Julho de 2008 (blogue anterior !), a propósito do meu primeiro artigo sobre óperas e o belo canto, e focando a “Carmen” de Georges Bizet:

O meu Pai foi, sem dúvida, o causador de eu gostar um “pouco” de ópera. Durante a minha juventude, fez-me ouvir alguma música erudita e deu-me a conhecer grandes obras, de grandes compositores. Pelos finais dos anos 60, início dos 70, existia em Lisboa, uma temporada anual de ópera, levada à cena no Teatro da Trindade e interpretada por cantores portugueses. Essa temporada, eu costumava frequentar, os preços eram acessíveis para a época.
Para quem nunca ouviu ópera, posso dizer que é diferente de tudo o resto, e nesta diferença com qualidade é que está o nosso ganho. É como o jazz, ou outro género musical qualquer, deve-se ouvir com atenção, tentar entender, e não ouvir só para distrair. Não sejamos superficiais. É aquele fugir à rotina que vos venho falando desde o início deste blogue, a procura do diferente, não se esqueçam.
Não foi com "Carmen" que me estreei a ouvir ópera (foi com o "Barbeiro de Sevilha" de Giacomo Rossini), mas penso que "Carmen" é um bom exemplo para nos iniciarmos neste género musical.
Explicar-vos tecnicamente, o que é este género musical, ou o que são, os tenores, os sopranos, os barítonos e os baixos, não vou ter essa veleidade. Sou um mero melómano, curioso, como muitos de vocês, e infelizmente não tenho suficientes conhecimentos musicais para esse tipo de explicação científica.
No entanto, sei que as vozes masculinas se dividem em tenores (vozes mais agudas), barítonos (vozes intermédias) e baixos (vozes mais graves). As vozes femininas dividem-se, em sopranos (vozes mais agudas) e meio-sopranos e/ou contraltos (vozes mais graves). Depois entre cada tipo de voz existem subdivisões, por exemplo, os tenores podem ser líricos, dramáticos, absolutos, ou os sopranos podem líricos e dramáticos, os baixos podem ser “bufos”, etc.. E fiquemos por aqui…
”.

Primeiro que tudo vamos aprender o termo tessitura que é importante para continuarmos esta explicação:

Tessitura, substantivo feminino
1. Música -  Disposição das notas musicais para se acomodarem a certa voz ou instrumento.
2. Figurado - Contextura; organização.

Tenor (ô), substantivo masculino
1. Voz de homem mais alta que a de barítono; 2. Cantor que tem esta voz.

Então vamos aqui descrever como estão definidos os tenores, que são a grosso modo, as vozes mais agudas que os homens podem ter:

Tenorino -  é um tipo de Tenor Ligeiro que apresenta pouca força de timbre e facilidade incrível para alcançar notas altas. É a forma mais aguda do tenor ligeiro, podendo atingir tons muito agudos sem recorrer a falsete. Difere-se do Tenor Ligeiro por não possuir uma boa sustentação de notas. Em geral crianças e adultos do sexo masculino que possuem voz fina, mesmo ao falar, são tenorinos.

Tenor Ligeiro - é o timbre de tenor de voz mais leve e menos viril, de pouca intensidade e tessitura muito aguda, também é o mais ágil entre os tenores, devido à falta de intensidade ele é compensado com uma grande facilidade de agilidade e flexibilidade. É o tipo de tenor encontrado em óperas de Bellini, Donizetti e Rossini. Sua tessitura usual é do Dó2 ao Ré4
(Fá4).

Tenor Lírico Ligeiro - é o timbre intermediário entre o Tenor Ligeiro e o Tenor Lírico uma voz redonda e suave de menor consistência e com uma qualidade sonora agradável e acariciante. Esse timbre é muito cotado para papéis bufos e cómicos. Sua tessitura usual é do Dó2 ao Ré4.

Tenor Lírico - é timbre típico do tenor: é apaixonado, expressivo e sensual, aveludado e redondo que lembra o timbre do violoncelo. Possui uma notável igualdade de registos e uma beleza extraordinária nos “legatos” (limites), cuja emissão se torna espontânea. Sua tessitura usual é do Dó2 ao Dó4.

Tenor Lírico “Spinto” - é timbre lírico com características do tipo de voz “Spinto” [do italiano “spingere” (empurrar)], que lhe permite cantar passagens dramáticas e de orquestração pesada sem desgaste, embora não seja um Tenor Dramático. É de timbre mais denso e encorpado, com registo central intenso e geralmente amplo em volume. Embora possua características próximas da do Tenor Lírico, a cor do timbre é mais escura ou metálica e, pelo volume e “squillo” (anel) da voz, pode cantar linhas vocais vigorosas. É o típico tenor dos heróis de Verdi e seus contemporâneos e do verismo (*) italiano, geralmente sendo usado em papéis que exigem grande carga expressiva ou caracterizados pelo vigor ou pujança. Sua tessitura usual é do Lá1 ao Dó4.

(*) Verismo, (francês vérisme), substantivo feminino
Nome dado em Itália à escola literária e musical que, como a escola realista, reivindica o direito de representar a realidade integral.

Tenor Lírico Dramático - é o timbre intermediário entre o Tenor Lírico e o Tenor Dramático. Isto é, mantém as características dos dois timbres, distinto do Lírico-“Spinto” que nada mais é que um lírico mais encorpado e pujante. É mais intenso que o Lírico-“Spinto”, mais metálico, mantém uma nuance mais austera e uma grande extensão, um timbre de cor escura e possui uma naturalidade madura. O timbre do Lírico-Dramático causa uma grande confusão com o Lírico-“Spinto”, por possuir mais ou menos as mesmas cores e cantar quase sempre o mesmo repertório. Dos dois timbres os papéis exigem passagens líricas e dramáticas, evidentemente os Lírico-“Spintos” tem maior facilidade nas passagens líricas e maior propensão ao “legato” (limite) e nuances líricas, como o papel de Cavaradosi que exige muito lirismo nas suas árias. Já o Lírico-Dramático tem maior propensão e passagens declamativas e de dramatismo irrompidos como Radamés em Aída, ou Calaf em Turandot. Sua tessitura usual é do Lá1 ao Si3 (Dó4).

Tenor Dramático - é um timbre raro e muito intenso de cor metálica robusta, às vezes um pouco áspera, uma voz com muito volume e uma extensão excepcional, assim como o soprano pode apresentar diferentes padrões de vozes como uma voz metálica com grande potência no registo agudo, chamado de Tenor Dramático “Squillante” como Jussin Björling e Richard Tauber, é também o tipo mais ágil nomeado às vezes de Tenor Dramático “d’agilitá” (agilidade), também temos uma voz mais aveludada e redonda, com um timbre escuro e de grande amplidão sonora no registo central, chamado de Tenor “di Forza”. Sua tessitura usual é do Lá1 ao Si3 (Dó4).

Tenor Absoluto é um tipo de tenor que possui grande extensão e facilidade de interpretação de todo repertório para tenor. Como Plácido Domingo que já cantou inúmeros papéis para tenor, desde o repertório para Tenor Ligeiro como o Conde de Almaviva no “O Barbeiro de Sevilha” até aos papéis de Heldentenor, como “Siegfried e Parsifal”.
Na maioria das vezes os tenores que se arriscam nessa categoria são Tenores Líricos e Lírico-“Spintos” maduros, com anos de experiência em palco. Este tipo de tenor deve ter a sensibilidade para interpretar papéis tão complexos e de diferentes caracteres, deve ter no mínimo os principais papéis Italianos de Puccini e Verdi, os papéis franceses de Gonoud, Bizet e os papéis alemães de Wagner, Strauss, Weber. Também há alguns que se arriscam no repertório russo de Tchaickovski, Glincka, Moussorgsky. E os papéis de agilidade de Mozart, Donizetti, Bellini e Rossini. Cita-se Plácido Domingo porque as suas interpretações são sempre convincentes independentemente do repertório, o seu timbre é muito amplo e a cor baritonal. A tessitura usual é quase sempre do Sol1 ao Dó4.

Vamos aos exemplos, não para todos os timbres da voz de Tenor, mas o suficiente e talvez o mais importante.

Primeiramente, vamos ouvir um Tenor Lírico numa excelente ária de ópera, da ópera “La Bohême”, de Giacomo Puccini (1858-1924), interpretada por Robert Alagna, a célebre ária “Che Gelida Manina” (Que mão gelada ou que mão tão fria), gravada em Dezembro de 1995, no teatro Ópera da Bastilha, em Paris, e onde o personagem Rudolfo (poeta) pega na mão de Mimi “…che gelida manina”, conta-lhe quem é, o que faz, e se apaixona por ela.

Roberto Alagna (07-06-1963) é um tenor lírico descendente de italianos. Nasceu em Clichy-sous-Bois, Seine-saint-Denis, em França.
Nasceu de uma família de emigrantes sicilianos e quando novo cantava e ganhava à gorjeta em “cabarets” parisienses. Influenciado por filmes do grande tenor Mario Lanza, mas também por muitas gravações de tenores históricos, ele trocou o canto “pop” pelo canto de ópera, mas ao princípio muito auto-didacta.


De seguida, o exemplo de um Tenor Absoluto numa ária de ópera, da ópera “Os Palhaços”, de Ruggero Leoncavalo (1858-1919), interpretada por Luciano Pavarotti, a célebre ária “Vesti La Giubba”, onde Cânio, director da companhia ambulante, fala dele próprio e se diz Palhaço em vez de Homem que enfarinha a cara e veste o gibão, para que o público ria e pague e se o Arlequim te rouba a Columbina, ri, ri, Palhaço, que todos te aplaudirão.

Luciano Pavarotti (Módena, 12-10-1935 — Módena, 06-09-2007) foi um cantor tenor absoluto italiano, grande intérprete das obras de Donizetti, Puccini e Verdi, de entre outras no seu grande repertório. É reconhecido como o tenor que popularizou mundialmente a ópera. Pavarotti nasceu em Módena, no norte da Itália, filho de Adele Venturi e de Fernando Pavarotti. Em 1943, no decorrer da Segunda Guerra, a família mudou-se para o interior, dedicando-se à agricultura. O seu gosto musical foi directamente influenciado pelo seu pai, que ouvia Beniamino Gigli, Giovanni Martinelli, Tito Schipa e Enrico Caruso.


O terceiro exemplo é mais um Tenor Absoluto, o grande tenor espanhol Placido Domingo que canta aqui a ária da ópera “Carmen” de Georges Bizet (1838-1875) “La fleur que tu m’avais jetée”. Aqui o militar D. José (da brigada dos dragões de Almanza) se confessa loucamente apaixonado por Carmen (cigana). Esta para mim será a ópera ideal para quem começar a ouvir este estilo musico, porque tem uma história não desactualizada, belíssimas passagens de canto e alguns coros. Este excerto pertence a uma representação no Teatro Nacional da Ópera de Paris, com coros e orquestra do mesmo Teatro, dirigidos pelo maestro Pierre Dervaux, em 14 de Maio de 1980.

José Plácido Domingo Embil (Madrid, 21-01-1941) é um tenor e maestro espanhol. Plácido Domingo nasceu em Madrid, filho dos cantores de zarzuelas Plácido Domingo e Pepita Embil. Conhecido na sua família como "El Granado", por cantar desde muito pequeno a canção Granada, de Agustín Lara. Em 1949, a sua família mudou-se para a Cidade do México a fim de trabalhar onde iniciou os seus estudos de piano. Tempos depois, foi admitido na Escola Nacional de Artes e no Conservatório Nacional de Música da capital mexicana, estudando piano e regência.


No último exemplo, temos um Tenor Dramático, numa das mais belas passagens de canto de todos os tempos. Falo-vos da ária “Celeste Aida”, da ópera “Aída” de Giuseppe Verdi (1813-1901). Ouvi esta mesma ária, que aqui vamos trazer, pela primeira em disco há mais de 30 anos. No papel de Radamés, capitão da guarda no antigo Egipto, está um fabuloso tenor canadiano Jon Vickers.

Jonathan Stewart Vickers (29-10-1926 - 10-07-2015) é mais conhecido com o nome profissional Jon Vickers, é um tenor aposentado. Nasce em Prince Albert, Saskatchewan, Canadá. Em 1950 ganha uma bolsa para estudar ópera no Conservatório Real de Música em Toronto. Em 1957, Vickers associa-se ao Royal Opera House, Covent Garden e em 1960 ao Metropolitan Opera. Ele torna-se mundialmente famoso pelas suas performances de papéis Alemães, Franceses e Italianos. Ele tinha uma voz de tenor dramático muito poderosa, que era muito bem usada em papéis Wagnerianos.

sexta-feira, 24 de agosto de 2018

Conversa num “Chat” ! - Interacção Humorística (174)

Em 02-11-2012. Obrigado.

Conversa num “Chat” !

Ele:    
Olá, quero conhecer-te melhor, tenho 38 anos, sou deputado há 10 anos e sou honesto !

Ela:    
Olá, muito prazer, tenho 30 anos, sou prostituta há 15 anos e sou virgem !!!

quinta-feira, 23 de agosto de 2018

Arte e Pregos

Charada 7.º Arte - Alfred Hitchcock (2)

Foto e nomes correctos: Kim Novak e Cary Grant.

1- Rui: Kim Novak, "Vertigo", Cary Grant, "Suspeita".

2- Janita: Kim Novak, "A Mulher que viveu duas vezes", Cary Grant, "Difamação".

3- Afrodite: Kim Novak, "Vertigo", Cary Grant, "Notorious".

4- Manuela: Kim Novak, "Vertigo", Cary Grant, "Suspicion".

5- Catarina: Kim Novak, "Vertigo", Cary Grant, "Notorious".

6- Pedro Coimbra: Kim Novak, "Pyscho", Cary Grant, "Ladrão de Casaca".

7- Teresa: Kim Novak, "Vertigo", Cary Grant, "North by Northwest".

Muito Obrigado a Todos Vós pela participação e pelos acertos, que todos conseguiram. A ideia não é ser difícil, mas sim despertar as pessoas a verem bom cinema. Abraço !!!

Próximo realizador, o alemão Wim Wenders, dia 4 de Setembro !

terça-feira, 21 de agosto de 2018

Charada 7.ª Arte – Alfred Hitchcock

Realizador Alfred Hitchcock

Charada com comentários NÃO moderados. Por favor, não coloquem aqui a solução, enviem-na para o meu email: ricardosantos1953@gmail.com

O que têm de fazer:

Em baixo, descobrirem e dizerem-me (mail), ambos os nomes da actriz e do actor e em que filme (pelo menos um!) no qual tenham participado. Não é obrigatório que tenham participado no mesmo filme.

Ajudas: O número de letras do nome a encontrar, e uma foto um pouco alterada.

Somente aceitarei os nomes correctos com as fotos.

Têm 48 horas para "matar a charada" e três palpites por actriz e outros três por actor.

Depois de amanhã, dia 23, pelas 20:00 publico a solução, bem como os seus participantes.

Actriz, duas palavras (8 letras):
 _ _ _    _ _ _ _ _


Actor, duas palavras (9 letras):
_ _ _ _     _ _ _ _ _


 Obrigado

sábado, 18 de agosto de 2018

7.ª Arte - Alfred Hitchcock

Breves palavras sobre o que é para mim, o Cinema.

Durante os anos da minha juventude houve algo que me despertou o interesse e fez com que a minha ligação com os audiovisuais se tornasse, desde então, preponderante na minha vida. Esse algo foi o Cinema. A chamada 7.ª arte (arte da imagem) que quando dado o nome e na minha modesta opinião, ela reflectia somente a realidade do cinema mudo, por isso “arte da imagem”. Posteriormente a 7.ª arte tornou-se em algo muito mais complexo. A obra/filme tornou-se num conjunto de várias e ricas variáveis: a imagem, o texto, a cenografia, o som, o guarda-roupa, a interpretação, etc.. Tudo isso conglomerado e orientado de alguma maneira, por uma pessoa na arte de dirigir, o realizador.

Um bom filme, é como uma boa música ou um bom livro, é algo que deve ser visto mais que uma vez, para que nos apercebamos de coisas que numa só, é impossível. Um amante de cinema vê um filme duas, três vezes, para que nele possa visualizar todas essas variáveis de que falei anteriormente.

Vão passar por aqui alguns realizadores que fizeram e fazem parte do meu imaginário de cinéfilo. Nessa época, quando frequentei as salas de cinema em Lisboa, as filmografias de eleição eram: a italiana, a francesa, a alemã, a sueca, a espanhola, a nipónica, a americana. Mas passarão também, e obviamente, realizadores brasileiros e portugueses

Esta nova publicação intitulada 7.ª Arte, será muito de uma pequena mostra do que se via cinematograficamente em Lisboa, nos finais da década de 60 e 70, mas não só, porque teremos filmes muito mais actuais !!!
Tal qual, como todos vós, me reconhecem como um melómano amador, eu também sou um cinéfilo amador. O que vou trazer aqui foram/são obras que gostei/gosto e vi/revejo, e as minhas escolhas são apenas opiniões e gostos, livres de qualquer pretensiosismo !!!

No nome do realizador (se estrangeiro) e na maioria dos títulos dos filmes existem “links” para a Wikipedia (versão inglesa), por ser a plataforma mais abrangente e mais completa. Se pretenderem, na coluna esquerda dessas mesmas páginas, em baixo, tem normalmente, a escolha da tradução para a língua portuguesa.


(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In Imdb - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

Do cinema inglês trago-vos Alfred Hitchcock (13-08-1899 – 20-04-1980), realizador com uma obra notável. O mestre do “suspense”, com 57 películas e 22 aparições nos seus próprios filmes. Um Oscar (Prémio Memorial Irving G. Thalberg) em 1968; um Globo de Ouro na realização de “Frenzy”, etc. Dele escolhi a apresentação (trailer) de 9 filmes que vi, embora para além destes tenha visto outros, bem como a fabulosa série televisiva “Twilight Zone”.

(1954) Rear WindowJanela Indiscreta


(1954) Dial M For Murder Chamada para a Morte



(1956) The Man Who Knew Too MuchO Homem Que Sabia Demais


(1958) VertigoVertigo


(1959) North by NorthwestIntriga Internacional


(1960) PsychoPsico


(1963) The BirdsOs Pássaros


(1969) TopazTopázio


(1972) FrenzyFrenzy


(1972) Entrevista com Alfred Hitchcock

quinta-feira, 16 de agosto de 2018

Juca Chaves (piadas 5)

(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

Embora muitas das piadas e composições do Juca Chaves (Jurandyr Czaczkes Chaves) estejam dirigidas para o público brasileiro e com assuntos relativos ao Brasil, fica aqui a minha homenagem, enquanto vivo, de um dos melhores humoristas brasileiros de todos os tempos. Homem polémico, perseguido muitas vezes pelo poder institucional, com uma graça extrema e algumas vezes ousada.
Aqui ficam algumas das suas mais famosas piadas, do álbum ““Ninguém Segura este Nariz” de 1974”.


Juca Chaves (22-10-1938) – É um compositor, músico e humorista brasileiro...

Sicília "lupara"


Garotas de 7, 6 e 5 anos


Restaurante Comendador Sdrwus

Charada 7.º Arte - Woody Allen (2)

Fotos e nomes correctos: Mia Farrow e José Ferrer

1- Rui Espírito Santo: 
Mia Farrow, Jose Ferrer e "Comédia Sexual Numa noite de Verão".

2- Janita: 
Mia Farrow, "Hannah and Her Sisters", Jose Ferrer, "Sonhos Eróticos de uma Noite de Verão". 

3- Catarina: 
Mia Farrow, "Alice", Jose Ferrer, "Comédia Sexual Numa noite de Verão".

4- Afrodite: 
Mia Farrow, Jose Ferrer e "A Midsummer Night's Sex Comedy".

5- Lis: 
Mia Farrow, "Rosa Púrpura do Cairo", Jose Ferrer, "Sonhos Eróticos de Uma Noite de Verão".

6- Pedro Coimbra: 
Mia Farrow, "A Rosa Púrpura do Cairo", Jose Ferrer, "Sonhos Eróticos numa Noite de Verão.

7- Teresa: 
Mia Farrow, Jose Ferrer e "A Midsummer Night's Sex Comedy".

8- Luísa: 
Mia Farraw e José Ferrer, "Comédia sexual numa noite de verão".

Manuela comentou !


Muito Obrigado a Todos Vós pela participação e pelos acertos, que todos conseguiram. Não era difícil ! Abraço !!!

Próximo Realizador, Alfred Hitchcock, dia 19, próxima Segunda-Feira às 20:00 !

quarta-feira, 15 de agosto de 2018

Faz Hoje Anos (38) – António Pinho Vargas, (39) – Oscar Peterson

Faz hoje 67 anos... Parabéns !!!

António Pinho Vargas (15-08-1951) (sítio oficial) – Um nome que faz parte do meu imaginário. Um dos meus pianistas preferidos (hoje até são dois !!!). António interpreta aqui a composição “Tom Waits”, por si escrita para o álbum “As Folhas Novas Mudam de Cor” de 1987.


Versão de estúdio e do álbum:



Faz hoje 93 anos... Parabéns !!!

Oscar Peterson (15-08-1925 – 23-12-2007) (sítio oficial) – Tal como disse, Oscar Peterson é um dos meus pianista preferidos, tal como o APV. Aqui temos Oscar Peterson (piano), e os dois contrabaixistas Ray Brown e Niels-Henning Ørsted Pedersen, no Festival Jazz Montreux 1977. A composição é "You Look Good To Me", composta por Seymour Lefco e Clement Wells, de 1965 (?).

segunda-feira, 13 de agosto de 2018

Charada 7.ª Arte – Woody Allen


Realizador Woody Allen

Charada com comentários NÃO moderados. Por favor, não coloquem aqui a solução, enviem-na para o meu email: ricardosantos1953@gmail.com

O que têm de fazer:

Em baixo, descobrirem e dizerem-me (mail), ambos os nomes da actriz e do actor e em que filme (pelo menos um!) no qualy tenham participado. Não é obrigatório que tenham participado no mesmo filme.


Ajudas: O número de letras do nome a encontrar, e uma foto um pouco alterada.

Somente aceitarei os nomes correctos com as fotos.

Têm 48 horas para "matar a charada" e três palpites por actriz e outros três por actor.

Dia 16, pelas 00:00 publico a solução, bem como os seus participantes. 

Actriz, duas palavras (9 letras):
_ _ _     _ _ _ _ _ _


 Actor, duas palavras (10 letras):
_ _ _ _     _ _ _ _ _ _


Obrigado

sexta-feira, 10 de agosto de 2018

7.ª Arte – Woody Allen

Breves palavras sobre o que é para mim, o Cinema.

Durante os anos da minha juventude houve algo que me despertou o interesse e fez com que a minha ligação com os audiovisuais se tornasse, desde então, preponderante na minha vida. Esse algo foi o Cinema. A chamada 7.ª arte (arte da imagem) que quando dado o nome e na minha modesta opinião, ela reflectia somente a realidade do cinema mudo, por isso “arte da imagem”. Posteriormente a 7.ª arte tornou-se em algo muito mais complexo. A obra/filme tornou-se num conjunto de várias e ricas variáveis: a imagem, o texto, a cenografia, o som, o guarda-roupa, a interpretação, etc.. Tudo isso conglomerado e orientado de alguma maneira, por uma pessoa na arte de dirigir, o realizador.

Um bom filme, é como uma boa música ou um bom livro, é algo que deve ser visto mais que uma vez, para que nos apercebamos de coisas que numa só, é impossível. Um amante de cinema vê um filme duas, três vezes, para que nele possa visualizar todas essas variáveis de que falei anteriormente.

Vão passar por aqui alguns realizadores que fizeram e fazem parte do meu imaginário de cinéfilo. Nessa época, quando frequentei as salas de cinema em Lisboa, as filmografias de eleição eram: a italiana, a francesa, a alemã, a sueca, a espanhola, a nipónica, a americana. Mas passarão também, e obviamente, realizadores brasileiros e portugueses

Esta nova publicação intitulada 7.ª Arte, será muito de uma pequena mostra do que se via cinematograficamente em Lisboa, nos finais da década de 60 e 70, mas não só, porque teremos filmes muito mais actuais !!!
Tal qual, como todos vós, me reconhecem como um melómano amador, eu também sou um cinéfilo amador. O que vou trazer aqui foram/são obras que gostei/gosto e vi/revejo, e as minhas escolhas são apenas opiniões e gostos, livres de qualquer pretensiosismo !!!

No nome do realizador (se estrangeiro) e na maioria dos títulos dos filmes existem “links” para a Wikipedia (versão inglesa), por ser a plataforma mais abrangente e mais completa. Se pretenderem, na coluna esquerda dessas mesmas páginas, em baixo, tem normalmente, a escolha da tradução para a língua portuguesa.


(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In Imdb - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

Do cinema norte-americano trago-vos Woody Allen (01-12-1935), realizador com uma obra notável. Com 65 películas e escritor de 12 peças para o teatro da Broadway. Dele escolhi a apresentação (trailer) de 14 filmes que vi, embora para além destes tenha visto outros.

(1969) Take the Money and RunInimigo Público


(1971) BananasBananas




(1977) Annie HallAnnie Hall


(1978) InteriorsIntimidade


(1979) ManhattanManhattan


(1982) A Midsummer Night's Sex ComedyUma Comédia Sexual Numa Noite de Verão


(1983) ZeligZelig


(1985) The Purple Rose of CairoRosa Púrpura do Cairo


(1986) Hannah and Her SistersAna e as Suas Irmãs


(1987) Radio DaysOs Dias da Rádio


(1990) AliceAlice


(2011) Midnight in ParisMeia-Noite em Paris


(2012) To Rome with LovePara Roma com Amor


(2017) Entrevista com Woody Allen

Charada 7.ª Arte – Akira Kurosawa (2)

Fotos e nomes correctos: Yoko Yaguchi e Toshiro Mifune

1- Rui Espírito Santo: 
Yoko Tsukasa, Toshiro Mifune, "O Guarda Costas" (Yojimbo).

2- Afrodite: 
Yoko Tsukasa, Toshiro Mifune, "O Guarda Costas" (Yojimbo).

3- Janita: 
Miki Odagiri, "Ikiru", Toshiro Mifune, "Os Sete Samurais".

4- Teresa: Machiko Kyo, Toshito Mifune, "Rashomon", de 1950.

Comentou ainda a Manuela.

Obrigado a Todos pela participação. 
Próxima charada dia 13, a responder ao realizador que publicarei dentro em pouco (21:00), e já com as regras correctas e coerentes.