Dá a surpresa de ser

Dá a surpresa de ser É alta, de um louro escuro. Faz bem só pensar em ver Seu corpo meio maduro.

Seus seios altos parecem (Se ela estivesse deitada) Dois montinhos que amanhecem Sem ter que haver madrugada.

E a mão do seu braço branco Assenta em palmo espalhado Sobre a saliência do flanco Do seu relevo tapado.

Apetece como um barco. Tem qualquer coisa de gomo. Meu Deus, quando é que eu embarco? Ó fome, quando é que eu como?

10-9-1930 - Poesias. Fernando Pessoa. (Nota explicativa de João Gaspar Simões e Luiz de Montalvor.) Lisboa: Ática, 1942 (15ª ed. 1995) - 123.

Mostrar mensagens com a etiqueta Cinema Brasil. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Cinema Brasil. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 8 de junho de 2022

7.ª Arte - Carlos Diegues

Breves palavras sobre o que é para mim, o Cinema.

Durante os anos da minha juventude houve algo que me despertou o interesse e fez com que a minha ligação com os audiovisuais se tornasse, desde então, preponderante na minha vida. Esse algo foi o Cinema. A chamada 7.ª arte (arte da imagem) que quando dado o nome e na minha modesta opinião, ela reflectia somente a realidade do cinema mudo, por isso “arte da imagem”. Posteriormente a 7.ª arte tornou-se em algo muito mais complexo. A obra/filme tornou-se num conjunto de várias e ricas variáveis: a imagem, o texto, a cenografia, o som, o guarda-roupa, a interpretação, etc.. Tudo isso conglomerado e orientado de alguma maneira, por uma pessoa na arte de dirigir, o realizador.

Um bom filme, é como uma boa música ou um bom livro, é algo que deve ser visto mais que uma vez, para que nos apercebamos de coisas que numa só, é impossível. Um amante de cinema vê um filme duas, três vezes, para que nele possa visualizar todas essas variáveis de que falei anteriormente.

Vão passar por aqui alguns realizadores que fizeram e fazem parte do meu imaginário de cinéfilo. Nessa época, quando frequentei as salas de cinema em Lisboa, as filmografias de eleição eram: a italiana, a francesa, a alemã, a sueca, a espanhola, a nipónica, a americana. Mas passarão também, e obviamente, realizadores brasileiros e portugueses

Esta nova publicação intitulada 7.ª Arte, será muito de uma pequena mostra do que se via cinematograficamente em Lisboa, nos finais da década de 60 e 70, mas não só, porque teremos filmes muito mais actuais !!!

Tal qual, como todos vós, me reconhecem como um melómano amador, eu também sou um cinéfilo amador. O que vou trazer aqui foram/são obras que gostei/gosto e vi/revejo, e as minhas escolhas são apenas opiniões e gostos, livres de qualquer pretensiosismo !!!

No nome do realizador (se estrangeiro) e na maioria dos títulos dos filmes existem “links” para a Wikipedia (versão inglesa), por ser a plataforma mais abrangente e mais completa. Se pretenderem, na coluna esquerda dessas mesmas páginas, em baixo, tem normalmente, a escolha da tradução para a língua portuguesa.

Do cinema brasileiro trago-vos Carlos Diegues (19-05-1940), realizador fundador do Cinema Novo. Com 33 películas e uns quantos galardões. Dele escolhi 1 filme que vi, embora talvez tenha visto mais um ou dois.

(1979) Bye, Bye Brasil

(2015) Entrevista com Carlos Diegues

segunda-feira, 9 de setembro de 2019

Charada 7.º Arte – Arnaldo Jabor (2)

Fotos e nomes correctos: Fernanda Pinheiro Torres  e Jayme Monjardim Matarazzo Filho

1- Janita: (Fernanda Torres, em “Eu Sei Que Vou Te Amar” e Jayme Matarazzo Filho em “Suprema Felicidade”

2- Elvira: (Fernanda Torres, em “Eu Sei Que Vou Te Amar” e Jayme Matarazzo Filho em “Suprema Felicidade”

3- Manuela: (Fernanda Torres, em “Eu Sei Que Vou Te Amar” e Jayme Matarazzo Filho em “Suprema Felicidade”

4- Gabriela: (Fernanda Torres, em “Eu Sei Que Vou Te Amar” e Jayme Matarazzo Filho em “Suprema Felicidade”

5- Pedro Coimbra: (Fernanda Torres, em “Eu Sei Que Vou Te Amar” e Jayme Matarazzo Filho em “Suprema Felicidade”

6- Clara: (Fernanda Torres, em “Eu Sei Que Vou Te Amar” e Jayme Matarazzo Filho em “Suprema Felicidade”

Muito Obrigado a Todos Vós pela participação e pelos acertos, que todos conseguiram. A ideia não é ser difícil, mas sim despertar as pessoas a verem bom cinema. Abraço !!!

Próximo realizador, o norte-americano Steven Spielberg, que anunciarei na Newsletter a data de publicação.

sábado, 7 de setembro de 2019

Charada 7.ª Arte – Arnaldo Jabor



Realizador Arnaldo Jabor

Charada com comentários NÃO moderados. Por favor, não coloquem aqui a solução, enviem-na para o meu email: ricardosantos1953@gmail.com

O que têm de fazer:


Ajudas: O número de letras do nome a encontrar, e uma foto um pouco alterada.

Somente aceitarei os nomes correctos com as fotos.

Têm 48 horas para "matar a charada" e três palpites por actriz e outros três por actor.

Depois de amanhã, dia 9, pelas 20:00 publico a solução, bem como os seus participantes.

Actriz, duas palavras (14 letras):
_ _ _ _ _ _ _ _   _ _ _ _ _ _















Actor, duas palavras (14 letras):
_ _ _ _ _    _ _ _ _ _ _ _ _ _















Obrigado

quinta-feira, 5 de setembro de 2019

7.ª Arte – Arnaldo Jabor

Breves palavras sobre o que é para mim, o Cinema.

Durante os anos da minha juventude houve algo que me despertou o interesse e fez com que a minha ligação com os audiovisuais se tornasse, desde então, preponderante na minha vida. Esse algo foi o Cinema. A chamada 7.ª arte (arte da imagem) que quando dado o nome e na minha modesta opinião, ela reflectia somente a realidade do cinema mudo, por isso “arte da imagem”. Posteriormente a 7.ª arte tornou-se em algo muito mais complexo. A obra/filme tornou-se num conjunto de várias e ricas variáveis: a imagem, o texto, a cenografia, o som, o guarda-roupa, a interpretação, etc.. Tudo isso conglomerado e orientado de alguma maneira, por uma pessoa na arte de dirigir, o realizador.

Um bom filme, é como uma boa música ou um bom livro, é algo que deve ser visto mais que uma vez, para que nos apercebamos de coisas que numa só, é impossível. Um amante de cinema vê um filme duas, três vezes, para que nele possa visualizar todas essas variáveis de que falei anteriormente.

Vão passar por aqui alguns realizadores que fizeram e fazem parte do meu imaginário de cinéfilo. Nessa época, quando frequentei as salas de cinema em Lisboa, as filmografias de eleição eram: a italiana, a francesa, a alemã, a sueca, a espanhola, a nipónica, a americana. Mas passarão também, e obviamente, realizadores brasileiros e portugueses

Esta nova publicação intitulada 7.ª Arte, será muito de uma pequena mostra do que se via cinematograficamente em Lisboa, nos finais da década de 60 e 70, mas não só, porque teremos filmes muito mais actuais !!!
Tal qual, como todos vós, me reconhecem como um melómano amador, eu também sou um cinéfilo amador. O que vou trazer aqui foram/são obras que gostei/gosto e vi/revejo, e as minhas escolhas são apenas opiniões e gostos, livres de qualquer pretensiosismo !!!

No nome do realizador (se estrangeiro) e na maioria dos títulos dos filmes existem “links” para a Wikipedia (versão inglesa), por ser a plataforma mais abrangente e mais completa. Se pretenderem, na coluna esquerda dessas mesmas páginas, em baixo, tem normalmente, a escolha da tradução para a língua portuguesa.

(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In Imdb - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

Do cinema brasileiro trago-vos Arnaldo Jabor (12-12-1940), realizador com 10 películas, duas delas curtas-metragens e uns quantos galardões. Dele escolhi 1 filme que vi, embora para além deste tenha visto mais um ou dois, que me lembre.

(1973) Toda Nudez Será Castigada (filme complete)


(2007) Entrevista com Arnaldo Jabor

terça-feira, 6 de novembro de 2018

Charada 7.º Arte - Anselmo Duarte (2)

Fotos e nomes correctos: Glória Menezes e Leonardo Villar

1- Janita: Glória Menezes e Leonardo Villar em "O Pagador de Promessas"

2- Afrodite: Glória Menezes e Leonardo Villar em "O Pagador de Promessas"

3- Pedro Coimbra: Glória Menezes em "O Pagador de Promessas" e Leonardo Villar "Zé do Burro"

4- Catarina: Glória Menezes e Leonardo Villar em "O Pagador de Promessas"

5- Teresa Dias: Glória Menezes e Leonardo Villar em "O Pagador de Promessas"

6- Adélia: Glória Menezes e Leonardo Villar em "O Pagador de Promessas"

7- Rui Espírito Santo: Glória Menezes e Leonardo Villar em "O Pagador de Promessas"

8- Manuela: Glória Menezes e Leonardo Villar em "O Pagador de Promessas"

Muito Obrigado a Todos Vós pela participação e pelos acertos, que todos conseguiram. A ideia não é ser difícil, mas sim despertar as pessoas a verem bom cinema. Abraço !!!

Próximo realizador, o americano Walt Disney, dia 25 de Novembro!... MAS NÃO HÁ CHARADA !

domingo, 4 de novembro de 2018

Charada 7.ª Arte – Anselmo Duarte

Realizador Anselmo Duarte


O que têm de fazer:


Ajudas: O número de letras do nome a encontrar, e uma foto um pouco alterada.

Somente aceitarei os nomes correctos com as fotos.

Têm 48 horas para "matar a charada" e três palpites por actriz e outros três por actor.

Depois de amanhã, dia 6, pelas 20:00 publico a solução, bem como os seus participantes.


Actriz, duas palavras (13 letras):
_ _ _ _ _ _    _ _ _ _ _ _ _



Actor, duas palavras (14 letras):
_ _ _ _ _ _ _ _    _ _ _ _ _ _













Obrigado

sexta-feira, 2 de novembro de 2018

7.ª Arte - Anselmo Duarte

Breves palavras sobre o que é para mim, o Cinema.

Durante os anos da minha juventude houve algo que me despertou o interesse e fez com que a minha ligação com os audiovisuais se tornasse, desde então, preponderante na minha vida. Esse algo foi o Cinema. A chamada 7.ª arte (arte da imagem) que quando dado o nome e na minha modesta opinião, ela reflectia somente a realidade do cinema mudo, por isso “arte da imagem”. Posteriormente a 7.ª arte tornou-se em algo muito mais complexo. A obra/filme tornou-se num conjunto de várias e ricas variáveis: a imagem, o texto, a cenografia, o som, o guarda-roupa, a interpretação, etc.. Tudo isso conglomerado e orientado de alguma maneira, por uma pessoa na arte de dirigir, o realizador.

Um bom filme, é como uma boa música ou um bom livro, é algo que deve ser visto mais que uma vez, para que nos apercebamos de coisas que numa só, é impossível. Um amante de cinema vê um filme duas, três vezes, para que nele possa visualizar todas essas variáveis de que falei anteriormente.

Vão passar por aqui alguns realizadores que fizeram e fazem parte do meu imaginário de cinéfilo. Nessa época, quando frequentei as salas de cinema em Lisboa, as filmografias de eleição eram: a italiana, a francesa, a alemã, a sueca, a espanhola, a nipónica, a americana. Mas passarão também, e obviamente, realizadores brasileiros e portugueses

Esta nova publicação intitulada 7.ª Arte, será muito de uma pequena mostra do que se via cinematograficamente em Lisboa, nos finais da década de 60 e 70, mas não só, porque teremos filmes muito mais actuais !!!
Tal qual, como todos vós, me reconhecem como um melómano amador, eu também sou um cinéfilo amador. O que vou trazer aqui foram/são obras que gostei/gosto e vi/revejo, e as minhas escolhas são apenas opiniões e gostos, livres de qualquer pretensiosismo !!!

No nome do realizador (se estrangeiro) e na maioria dos títulos dos filmes existem “links” para a Wikipedia (versão inglesa), por ser a plataforma mais abrangente e mais completa. Se pretenderem, na coluna esquerda dessas mesmas páginas, em baixo, tem normalmente, a escolha da tradução para a língua portuguesa.

(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In Imdb - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

Do cinema brasileiro trago-vos Anselmo Duarte (21-04-1920 – 07-11-2009), Com 18 películas e uns quantos galardões. Dele escolhi 1 filme que vi, embora para além destes tenha visto outros.



Entrevista com Anselmo Duarte