Teus olhos contas escuras, são duas Avé Marias, dum rosário d’amarguras, que eu rezo todos os dias. - Fernando Pessoa

quinta-feira, 30 de maio de 2019

Charada 7.ª Arte – António Pedro Vasconcelos

Realizador António Pedro Vasconcelos


O que têm de fazer:


Ajudas: O número de letras do nome a encontrar, e uma foto um pouco alterada.

Somente aceitarei os nomes correctos com as fotos.

Têm 68 horas para "matar a charada" e três palpites por actriz e outros três por actor.

Depois de amanhã, dia 01, pelas 20:00 publico a solução, bem como os seus participantes.


Actriz, duas palavras (13 letras):
_ _ _ _ _ _    _ _ _ _ _ _ _














Actor, duas palavras (16 letras):
_ _ _ _ _ _ _   _ _   _ _ _ _ _ _ _













Obrigado

quarta-feira, 29 de maio de 2019

7.ª Arte - António Pedro Vasconcelos

Breves palavras sobre o que é para mim, o Cinema.

Durante os anos da minha juventude houve algo que me despertou o interesse e fez com que a minha ligação com os audiovisuais se tornasse, desde então, preponderante na minha vida. Esse algo foi o Cinema. A chamada 7.ª arte (arte da imagem) que quando dado o nome e na minha modesta opinião, ela reflectia somente a realidade do cinema mudo, por isso “arte da imagem”. Posteriormente a 7.ª arte tornou-se em algo muito mais complexo. A obra/filme tornou-se num conjunto de várias e ricas variáveis: a imagem, o texto, a cenografia, o som, o guarda-roupa, a interpretação, etc.. Tudo isso conglomerado e orientado de alguma maneira, por uma pessoa na arte de dirigir, o realizador.

Um bom filme, é como uma boa música ou um bom livro, é algo que deve ser visto mais que uma vez, para que nos apercebamos de coisas que numa só, é impossível. Um amante de cinema vê um filme duas, três vezes, para que nele possa visualizar todas essas variáveis de que falei anteriormente.

Vão passar por aqui alguns realizadores que fizeram e fazem parte do meu imaginário de cinéfilo. Nessa época, quando frequentei as salas de cinema em Lisboa, as filmografias de eleição eram: a italiana, a francesa, a alemã, a sueca, a espanhola, a nipónica, a americana. Mas passarão também, e obviamente, realizadores brasileiros e portugueses

Esta nova publicação intitulada 7.ª Arte, será muito de uma pequena mostra do que se via cinematograficamente em Lisboa, nos finais da década de 60 e 70, mas não só, porque teremos filmes muito mais actuais !!!
Tal qual, como todos vós, me reconhecem como um melómano amador, eu também sou um cinéfilo amador. O que vou trazer aqui foram/são obras que gostei/gosto e vi/revejo, e as minhas escolhas são apenas opiniões e gostos, livres de qualquer pretensiosismo !!!

No nome do realizador (se estrangeiro) e na maioria dos títulos dos filmes existem “links” para a Wikipedia (versão inglesa), por ser a plataforma mais abrangente e mais completa. Se pretenderem, na coluna esquerda dessas mesmas páginas, em baixo, tem normalmente, a escolha da tradução para a língua portuguesa.

(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In Imdb - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

Do cinema português trago-vos António Pedro Vasconcelos (10-03-1939), realizador com uma obra pequena mas excelente, com 21 películas, atá agora. Dele escolhi a apresentação (trailer) de 7 filmes que vi, embora para além destes tenha visto outros.



(1981) Oxalá




(1999) Jaime


(2003) Os Imortais


(2007) Call Girl




(12-06-2018) Entrevista com António Pedro Vasconcelos

terça-feira, 28 de maio de 2019

Raúl Solnado (15)

O grande Raúl Solnado. Embora nunca o tenha conhecido pessoalmente, foi alguém porque quem sempre nutri muita carinho e admiração. Acompanhei a sua carreira de humorista e vi-o algumas vezes no Teatro. Recordo as duas vezes que me lembro melhor. A peça “O Vison Voador” (1969) no desaparecido Teatro Laura Alves, e uma revista, no também desaparecido, Teatro Monumental, chamada “Prá Frente Lisboa”. Lembro-me de uma música que se chamava “Malmequer”, que fez um sucesso estrondoso na época. Também na RTP o segui. Destaco o grande “Zip Zip” (1969) com o Fialho Gouveia e o Carlos Cruz, e o excelente concurso “A Visita da Cornélia” (1977).

Raúl Solnado (19-10-1929 – 08-08-2009) – É um actor, humorista português e apresentador de televisão. Foi galardoado com a Ordem do Infante D. Henrique (OIH)

Pra' Frente Lisboa (Teatro)

domingo, 26 de maio de 2019

Vida de Reformado - Interacção Humorística (186)

Em 07-02-2013. Obrigado.

Vida de Reformado…

As pessoas que ainda trabalham, perguntam-me muitas vezes, o que é que eu faço todos os dias, agora que estou reformado. Bem, por exemplo, outro dia eu fui ao centro da cidade tratar de um assunto no meu banco, não demorei muito, foi uma questão de cinco minutos. Quando saí, um Polícia estava preenchendo uma multa por estacionamento indevido. Eu, rapidamente aproximei-me dele e disse-lhe:

- Vá lá, senhor guarda, eu não demorei mais que cinco minutos...! Deus irá recompensá-lo se tiver um pequeno gesto para com um reformado...

Ele ignorou-me completamente e continuou a preencher o formulário. A verdade é que eu passei-me um pouco e disse-lhe que devia ter vergonha.

Ele olhou-me friamente e começou a preencher outra infracção alegando que também não tinha a vinheta comprovativa do seguro.

Então eu levantei a minha voz para lhe dizer que já tinha percebido que estava a lidar com um polícia idiota, e que nem compreendia como é que ele tinha sido admitido na polícia de trânsito...

Ele terminou de autuar pela segunda infracção, colocando-a no pára-brisas, e começou com um terceiro preenchimento.

Eu já o estava a chatear há mais de 20 minutos, chamando-o de tudo... Ele, a cada insulto, respondia com uma nova infracção e consequente preenchimento da respectiva multa acompanhada de um sorriso que reflectia uma satisfação de vingança...

Depois da décima violação... eu disse-lhe:

 - Tenho pena senhor guarda, mas tenho que me ir embora... vem ali o meu Autocarro!

Desde que me reformei, estou testando as minhas capacidades para ter um pouco mais de diversão.

Na minha idade há que fazer alguma coisa... para não me aborrecer!

sexta-feira, 24 de maio de 2019

Woodstock (9) – Joan Baez

Por aqui pelo “Pacto”, durante algum tempo, as músicas que encantaram, ou não, a juventude nascida nos finais dos anos 40 e na década de 50, durante o grandioso “Festival de Woodstock”, realizado nos Estados Unidos, na fazenda de Max Yasgur, cidade de Bethel, estado de New York, entre 15 e 18 de Agosto de 1969.
Encontraremos grupos e composições que muitos de nós reconhecerão como agradáveis e de imediato, e outras nem tanto assim, como algumas de género Rock Psicadélico, Hard Rock, Blues Rock, Acid Rock, Blues, R&B (Rhythm and Blues). O exemplo mais flagrante deste conjunto de géneros, será o guitarrista Jimi Hendrix, considerado por muitos, um dos melhores do Mundo e de sempre.
Este Festival foi, principalmente, um levantar de questões à sociedade, à liberdade de expressão e à guerra entre os povos. Isto tudo, tendo como base os problemas da sociedade americana da altura e as suas condições sociais, e ainda, a famigerada guerra do Vietnam que deixou marcas indeléveis nos EUA.
Tal como o Vietnam, as guerras são meramente negócio para alguns, não trazem absolutamente nada de benéfico para a humanidade. Isso todos os portugueses puderam comprovar, cronologicamente antes, com a guerra das Colónias, guerra em África ou guerra do Ultramar, consoante o quadrante politico de cada um de nós.

Hoje ouviremos, já aqui embaixo:

Joan Baez - Drug Store Truck Drivin' Man


Joan BaezJoe Hill. Mais tarde dedicaria a canção ao povo iraniano durante o seu concerto no “Merrill Auditorium”, Portland, Maine, EUA, em 31 de Julho de 2009.





quinta-feira, 23 de maio de 2019

O Livrinho Vermelho do Galo de Barcelos (10)

O Livrinho Vermelho do Galo de Barcelos / Ex-citações de Mau de Zé y Chunga:
2ª. edição. Colaboração dos Anarkas (e não só...) deste País;
Fotos de: José Teixeira, Avelãs Coelho, Lourenço Pereira e José Teixeira;
Capa de: Acácio Campos.
Digitalizações gentilmente cedidas pela Afrodite.

Notas introdutórias:



Hoje:


terça-feira, 21 de maio de 2019

CinemaScope (25)

Retomo uma rúbrica que existia neste blogue, em rodapé e que possivelmente passou despercebida a muitos que me visitavam, por estar mesmo lá no fim da minha página.

É música claro ! O que estavam à espera ?

São composições que me dizem muito, porque sou um romântico e um eterno apaixonado por música, pelas outras artes, pela humanidade, pelos amigos que encontrei na blogosfera, pela Natureza, pela vida, no fundo, pelas coisas boas desta sociedade em que vivemos.

Desta vez os registos, enquanto não apagados ou eliminados do Youtube, ficarão por cá, com uma única etiqueta “CinemaScope”.

Paul McCartney (18-06-1942) & Michael Jackson (29-08-1958 - 25-06-2009) – Say, Say, Say (1983)

segunda-feira, 20 de maio de 2019

Faz Hoje Anos (57) – Joe Cocker

Faz hoje 75 anos... Parabéns !!!

Ouvi-o pela primeira vez nos anos 60 e logo de seguida no Festival de Woodstock, onde tem uma excelente interpretação da composição dos Beatles, “With a Littlke Help From My Friends”. Excelente intérprete com a sua voz rouca. Um poço de energia ! Aqui a música é outra. Quem se lembra do filme "Nove Semanas e Meia" ?

John Robert Cocker (20-04-1944 – 22-12-2014) – You Can Leave Your Hat On

sábado, 18 de maio de 2019

Eyes Thru Glass (37) - Alcobaça

Aqui neste blogue e no “Eyes thru Glass“ mostro aquilo que os meus olhos vêem, através da objectiva.

Aqui ficarão somente as fotos, sem texto ficcional e sem música, apenas uma breve introdução, onde são tiradas e quando, e eventualmente alguma especificação técnica.

Nos dias 19 de Setembro de 2016 e 30 de Agosto de 2018, vagueei por Alcobaça e “bati” bastantes fotos e deixo aqui apenas uma pequena mostra.














quinta-feira, 16 de maio de 2019

Jazz Standards (182)

(Dados Biográficos In Wikipédia e In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

(Sobre o tema em questão, algumas palavras retiradas de “in
http://www.jazzstandards.com/compositions/index.htm” - adaptação e tradução por Ricardo Santos)

Groovin' High (#186) - Música e Letra Dizzy Gillespie
Dizzy Gillespie levou o sextet ao estúdio em 9 de Fevereiro de 1945, e gravou duas novas composições. “Groovin’ High”, uma canção a meio tempo, baseada na mudança de cordas de “Whispering” (escrita em 1920), e “Blue ‘N’ Boogie”. No seu livro “Dizzy: The Life and Times of John Birks Gillespie”, Donald Maggin diz que “Dizzt criou um arranjo complexo para “Groovin’ High”, que se tornou num dos maiores e mais duradouros sucessos.

Phil Woods (Springfield, Massachusetts, EUA 2-11-1931 - East Stroudsburg, Pennsylvania, EUA, 29-09-2015), Frank Wess (Kansas City, Missouri, EUA, 28-03-1956 - Manhattan, New York, EUA 30-10-2013), Jon Faddis (Oakland, Califórnia, EUA, 24-07-1953) & BJO (Barcelona Jazz Orquestra)  (1996) – Com Maestro: Dani Alonso; Saxofones: Víctor DeDiego, Juli Aymí, Xavier Figuerola, Pepino Pascual, Lluc Casares; Trompetes: Matthew Simon, Ivó Oller, Alberto Pérez, Jaume Peña; Trombones: Dani Alonso, Jordi Giménez, Josep Tutusaus, Sergi Vergès; Piano: Ignasi Terraza; Contrabaixo: Giorgos Antonius e Bateria: Esteve Pi.


Arturo Sandoval (Artemisa, Cuba, 06-11-1949) – No programa “Good Morning America Show”. Do album “Danzon” de 1993.


Chick Corea (Chelsea, Massachusetts, EUA, 12-06-1941) e (Al)wyn Lopez Jarreau (Milwaukee, EUA,12-03-1940 - Los Angels, EUA, 12-02-2017) – Em 1979, com Garry Burton (vibraphone) e Tom Bretchlein (bateria). Obrigado Al Jarreau por esta soberba interpretação !


Dizzy Gillespie (Cheraw, South Carolina, EUA, 21-10-1917 – Englewood, New Jersey, EUA, 06-01-1993) Sexteto – Com Dizzy Gillespie (trompete), Dexter Gordon (saxofone tenor), Frank Paparelli (piano), Chuck Wayne (guitarra), Murray Shipinski (contrabaixo) e Shelly Manne (bateria).

Letra

Be silent
And listen
The summer night has got something to say
Honey be silent
And listen
A little whisper like a preacher would pray
Honey be silent
And listen
Slow down a moment we been talkin' all day
What wonderful story it's tellin'
We'll hear it if we stop yellin'
So Honey be silent
And listen
The night'll whisper little things in your ear
Be silent,
And listen,
It's gonna whisper something you wanna hear
Honey be silent
And listen
And when you've heard it and it's ever so clear
Define every meanin'
Cause I will be dreamin' away
Hey don't scream
That way
Whispering while you cuddle near me
Whispering so so no one hear me
Each little whisper seems to cheer me
I know it's true dear
There's no one but you
Won't you keepâ?¦
Whisper why…

Lamento, algumas eventuais falhas nas letras, encontradas na Internet, devido à própria improvisação dada pelos seus intérpretes, e muitas vezes de difícil entendimento. (Ricardo Santos).

terça-feira, 14 de maio de 2019

Rui Veloso – Nascidos Aqui (22)

(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

Rui Veloso (30-07-1957) – Nascido na capital, mas criado no Porto desde tenríssima idade. Um dos melhores do panorama musical português, leiam, ouçam, pouco mais há para dizer deste Artista com letra Grande.
Escolhi quatro músicas menos conhecidas. A segunda é uma das que mais gosto.

Saíu Para a Rua, do álbum “Ar de Rock” de 1980. Aqui com Manuel Paulo (Piano, teclados e acordeão), Miguel Mascarenhas (Guitarra acústica), Zé Nabo (Baixo), André Rocha (Percussão), Alexandre Frazão (Bateria)  e ainda Paulo Ramos, Berg, Sandra e Dora Fidalgo (Vozes).


Embalagem de Damas, do álbum “Mingos e Samurais” de 1990.


Zira, do álbum “Mingos e Samurais” de 1990.


Limpa Corações, do album de 1998, “Avenidas

domingo, 12 de maio de 2019

Billboard Top 100 - Lugar n.º 85 - Shania Twain / You’re Still the One

Esta rúbrica trará algumas das 100 melhores músicas consideradas pela “Billboard” (https://www.billboard.com/).

Virão somente aqui aquelas que gosto. Não gosto de “Rap” ou “Hip-Hop”, por isso, as que aqui, do género, aparecerem, é porque gostei de ouvir. Também alguma música, como disse o Salvador Sobral “de plástico”, com “batucada” irritante (para mim, claro !!!), não a mostrarei.
No entanto, deixarei os links do Youtube para quem quiser ouvir as que não colocar aqui, com indicação do Lugar n.º / Intérprete / Composição / Link.


sexta-feira, 10 de maio de 2019

Woodstock (8) – Jimi Hendrix, Gypsy Sun & Rainbows

Por aqui pelo “Pacto”, durante algum tempo, as músicas que encantaram, ou não, a juventude nascida nos finais dos anos 40 e na década de 50, durante o grandioso “Festival de Woodstock”, realizado nos Estados Unidos, na fazenda de Max Yasgur, cidade de Bethel, estado de New York, entre 15 e 18 de Agosto de 1969.
Encontraremos grupos e composições que muitos de nós reconhecerão como agradáveis e de imediato, e outras nem tanto assim, como algumas de género Rock Psicadélico, Hard Rock, Blues Rock, Acid Rock, Blues, R&B (Rhythm and Blues). O exemplo mais flagrante deste conjunto de géneros, será o guitarrista Jimi Hendrix, considerado por muitos, um dos melhores do Mundo e de sempre.
Este Festival foi, principalmente, um levantar de questões à sociedade, à liberdade de expressão e à guerra entre os povos. Isto tudo, tendo como base os problemas da sociedade americana da altura e as suas condições sociais, e ainda, a famigerada guerra do Vietnam que deixou marcas indeléveis nos EUA.
Tal como o Vietnam, as guerras são meramente negócio para alguns, não trazem absolutamente nada de benéfico para a humanidade. Isso todos os portugueses puderam comprovar, cronologicamente antes, com a guerra das Colónias, guerra em África ou guerra do Ultramar, consoante o quadrante politico de cada um de nós.

Hoje ouviremos, já aqui embaixo:

Jimi Hendrix, Gypsy Sun & Rainbows - Star Spangled Banner





Jimi Hendrix, Gypsy Sun & Rainbows - Voodoo Chile (Slight Return) Stepping Stone


quarta-feira, 8 de maio de 2019

A Sopa do Pacto (5), músicas

Luísa SobralO Melhor Presente, de 2018


José Mário BrancoMudam-se os Tempos, Mudam-se as Vontades, do álbum com o mesmo nome de




DelfinsNasce Selvagem, uma das suas músicas mais emblemáticas, do álbum “Desalinhados” de 1990

terça-feira, 7 de maio de 2019

A Sopa do Pacto (5), solução



Quem participou:

1 – Elvira: José Mário Branco, Madredeus, Luísa Sobral com “Maria do Mar” e Delfins com “Nasce Selvagem”

2 – Janita: José Mário Branco, Madredeus, Luísa Sobral com “O Melhor Presente” e Delfins com “Nasce Selvagem”

3 – Rui Espírito Santo: José Mário Branco com “Mudam-se os Tempos, Mudam-se as Vontades, Madredeus com “O Pastor”, Luísa Sobral com “Maria do Mar” e Delfins

4 – Pedro Coimbra: José Mário Branco, Madredeus com “O Pastor”, Luísa Sobral com “Amar Pelos Dois” e Delfins 

5 – Clara: José Mário Branco, Madredeus com “Haja o que Houver”, Luísa Sobral com “Not There Yet” e Delfins

Somente com 3 acertos:

6 – Maria Araújo: José Mário Branco, Madredeus com “Haja o que Houver”, Luísa Sobral com “O Melhor Presente”

domingo, 5 de maio de 2019

A Sopa do Pacto (5)

“A Sopa do Pacto” é a nova rúbrica, baseada basicamente no passatempo “Sopa de Letras”. Conterá sempre um quadrado, como figura geométrica, de 7x7, 8x8, 9x9 ou 10x10, e as palavras a adivinhar estarão colocados nas posições utilizadas na “sopa de letras”, horizontal, vertical e diagonal, em ambos os sentidos.
A “sopa” serão sempre 4 artistas do foro musical: uma voz feminina; uma voz masculina e duas bandas. Os artistas terão sempre dois nomes, pelos quais são mais conhecidos, mas as bandas poderão ter só um nome, pela qual é conhecida.

Terão de me enviar por mail (ricardosantos1953@gmail.com) o puzzle totalmente solucionado ou o que conseguiram encontrar até ao final do prazo limite, indicando onde se encontram as duas vozes e as duas bandas. Cada um de vós acrescentará, e somente, duas canções interpretadas por um dos artistas do puzzle à escolha, uma de um e uma de outro.

O tempo limite para resolverem a “sopa”, os artistas no puzzle e escolherem as duas canções será de 68 horas. Dúvidas serão aqui respondidas nos comentários.

Terminadas as 68 horas, publicarei as respostas e as composições, de quem completou totalmente ou parcialmente. Sou eu que escolho as canções por vós indicadas. Não serão, necessariamente, da pessoa que me deu a resposta do puzzle resolvido mais rapidamente.

A “Sopa do Pacto” número 5, é com artistas portugueses e peço desculpa porque esta "Sopa" contem uma falha que foge às regras, dado que um dos grupos deveria ter o nome por inteiro e ele encontra-se separado !


Na data limite 07-05-2019 às 20:00, publicarei as soluções; No dia 08-05-2019 às 00:00, publicarei as músicas

sábado, 4 de maio de 2019

Charada 7.º Arte – Terence Fischer (2)

Fotos e nomes correctos: Senta Berger e Christopher Lee 

1- Janita – Senta Berger e Christoper Lee, “Sherlock Holmes e o Colar Mortal”

2- Teresa – Christopher Lee, “Prince of Darkness”; Senta Berger, “Sherlock Holmes e o Colar Mortal”

3- Rui Espírito Santo - Senta Berger, “Sherlock Holmes e o Colar Mortal”; Christopher Lee, “O Horror de Drácula”

4- Clara – Senta Berger e Christoper Lee, “Sherlock Holmes e o Colar Mortal”

5- Pedro Coimbra – Christopher Lee, “Dracula”; Senta Berger, “Sherlock Holmes e o Colar Mortal”

6- Manuela – Christopher Lee, “Dracula”; Senta Berger, “Sherlock Holmes e o Colar Mortal”

7- Catarina – Christopher Lee, “Dracula”; Senta Berger, “Sherlock Holmes e o Colar Mortal”

Muito Obrigado a Todos Vós pela participação e pelos acertos, que todos conseguiram. A ideia não é ser difícil, mas sim despertar as pessoas a verem bom cinema. Abraço !!!

Próximo realizador, o António Pedro Vasconcelos, que anunciarei na Newsletter a data de publicação.