Teus olhos contas escuras, são duas Avé Marias, dum rosário d’amarguras, que eu rezo todos os dias. - Fernando Pessoa

terça-feira, 16 de outubro de 2018

Charada 7.ª Arte – Werner Herzog


Realizador Werner Herzog


O que têm de fazer:


Ajudas: O número de letras do nome a encontrar, e uma foto um pouco alterada.

Somente aceitarei os nomes correctos com as fotos.

Têm 48 horas para "matar a charada" e três palpites por actriz e outros três por actor.

Depois de amanhã, dia 18, pelas 20:00 publico a solução, bem como os seus participantes.


Actriz, duas palavras (14 letras):
_ _ _ _ _ _ _ _   _ _ _ _ _ _














Actor, duas palavras (11 letras):
_ _ _ _ _    _ _ _ _ _ _













Obrigado

domingo, 14 de outubro de 2018

7.ª Arte - Werner Herzog

Breves palavras sobre o que é para mim, o Cinema.

Durante os anos da minha juventude houve algo que me despertou o interesse e fez com que a minha ligação com os audiovisuais se tornasse, desde então, preponderante na minha vida. Esse algo foi o Cinema. A chamada 7.ª arte (arte da imagem) que quando dado o nome e na minha modesta opinião, ela reflectia somente a realidade do cinema mudo, por isso “arte da imagem”. Posteriormente a 7.ª arte tornou-se em algo muito mais complexo. A obra/filme tornou-se num conjunto de várias e ricas variáveis: a imagem, o texto, a cenografia, o som, o guarda-roupa, a interpretação, etc.. Tudo isso conglomerado e orientado de alguma maneira, por uma pessoa na arte de dirigir, o realizador.

Um bom filme, é como uma boa música ou um bom livro, é algo que deve ser visto mais que uma vez, para que nos apercebamos de coisas que numa só, é impossível. Um amante de cinema vê um filme duas, três vezes, para que nele possa visualizar todas essas variáveis de que falei anteriormente.

Vão passar por aqui alguns realizadores que fizeram e fazem parte do meu imaginário de cinéfilo. Nessa época, quando frequentei as salas de cinema em Lisboa, as filmografias de eleição eram: a italiana, a francesa, a alemã, a sueca, a espanhola, a nipónica, a americana. Mas passarão também, e obviamente, realizadores brasileiros e portugueses

Esta nova publicação intitulada 7.ª Arte, será muito de uma pequena mostra do que se via cinematograficamente em Lisboa, nos finais da década de 60 e 70, mas não só, porque teremos filmes muito mais actuais !!!
Tal qual, como todos vós, me reconhecem como um melómano amador, eu também sou um cinéfilo amador. O que vou trazer aqui foram/são obras que gostei/gosto e vi/revejo, e as minhas escolhas são apenas opiniões e gostos, livres de qualquer pretensiosismo !!!

No nome do realizador (se estrangeiro) e na maioria dos títulos dos filmes existem “links” para a Wikipedia (versão inglesa), por ser a plataforma mais abrangente e mais completa. Se pretenderem, na coluna esquerda dessas mesmas páginas, em baixo, tem normalmente, a escolha da tradução para a língua portuguesa.

(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In Imdb - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

Do cinema alemão trago-vos Werner Herzog (05-09-1942), realizador com uma obra notável. O realizador do Novo Cinema Alemão. Com 64 películas (longas, curtas, documentários, séries de televisão) e uns quantos galardões. Dele escolhi 3 filmes marcantes que vi, mas tem uma vasta obra para ser descoberta.

(1972) Aguirre, der Zorn GottesAguirre, o Aventureiro. Outro que também tenho a certeza ter visto no Consulado Alemão, por volta de 73.


(1979) Nosferatu: Phantom der NachtNosferatu: O Fantasma da Noite


(1979) WoyzecWoyzec


(2012) Entrevista com Werner Herzog

sábado, 13 de outubro de 2018

Faz Hoje Anos (42) – Art Tatum e (43) Lee Konitz

Faz hoje 109 anos... Parabéns !!!

Art Tatum (13-10-1909 – 05-11-1956) – a composição “Someone to Watch Over Me” composta musicalmente por George Gershwin, com letra de Ira Gershwin, seu irmão.


Faz hoje 91 anos... Parabéns !!!

Lee Konitz (13-10-1927) – No Heineken Concerts 1999, Teatro Alfa, São Paulo, com Lee Konitz e Zimbo Trio (Lee Konitz – saxofone; Amilton Godoy – piano; Luiz Chaves – contrabaixo e Rubens Barsotti – bateria). A composição é “Samba de Uma Nota Só”  de António Carlos Jobim e Newton Mendonça

quinta-feira, 11 de outubro de 2018

Billboard Top 100 - Lugar n.º 100 - Foreigner / Waiting for a Girl Like You

Esta rúbrica trará algumas das 100 melhores músicas consideradas pela “Billboard” (https://www.billboard.com/).

Virão somente aqui aquelas que gosto. Não gosto de “Rap” ou “Hip-Hop”, por isso, as que aqui, do género, aparecerem, é porque gostei de ouvir. Também alguma música, como disse o Salvador Sobral “de plástico”, com “batucada” irritante (para mim, claro !!!), não a mostrarei.
No entanto, deixarei os links do Youtube para quem quiser ouvir as que não colocar aqui, com indicação do Lugar n.º / Intérprete / Composição / Link.


terça-feira, 9 de outubro de 2018

Jazz Standards (174)

(Dados Biográficos In Wikipédia e In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

(Sobre o tema em questão, algumas palavras retiradas de “in
http://www.jazzstandards.com/compositions/index.htm” - adaptação e tradução por Ricardo Santos)

Imagination (#178) - Música de Jimmy Van Heusen e Letra de Johnny Burke

Na publicação “Great Men of American Popular Song”, David Ewen conta como a canção “Imagination” do compositor Jimmy Van Heusen o trouxe para Hollywood. Mark Sandrich, produtor dos musicais de Fred Astaire e Ginger Rogers, ouviu a música, apaixonou-se por ela e gritou para um de seus assistentes: Procura-me aquele tipo”, referindo-se a Jimmy Van Heusen.
O letrista Johnny Burke, que escreveu a letra para “Imagination”, já estava estabelecido em Hollywood como um dos principais letristas dos filmes de Bing Crosby. A dupla trabalhou em várias canções do filme “Estrada”, com Bing Crosby, Bob Hope e Dorothy Lamour.

Ella Fitzgerald (Newport News, EUA, 25-04-1917 — Beverly Hills, EUA, 15-06-1996) – com a orquestra de Nelson Riddle, extraída do album “Ella Swings Gently With Nelson” de 1962.


Chet Baker (Yale, Oklahoma, EUA, 23-12-1929 – Amsterdão, Holanda, 13-05-1988) – do album Chet Baker Quarter gravado em Paris, França, de Janeiro a Maio de 1987 com Chet Baker (trompete), Frank Strazzeri (piano), Nicola Stilo (guitarra), John Leftwich (contrabaxio) e Ralph Penland (bateria).


Keely Smith (Norfolk, Virginia, EUA, 09-03-1928 - Palm Springs, California, EUA, 16-12-2017) – Do album de 1957 para a “Capitol”, “I Wish You Love”.


Illinois Jacquet (Broussard, Louisiana, EUA, 31-10-1922 - Queens, New York, EUA, 22-07-2004)


Letra

Imagination is funny, it makes a cloudy day sunny
Makes a bee think of honey just as I think of you
Imagination is crazy, your whole perspective gets hazy
Starts you asking a daisy "What to do, what to do?"
Have you ever felt a gentle touch and then a kiss
And then and then, find it's only your imagination again?
Oh, well
Imagination is silly, you go around willy-nilly
For example I go around wanting you
And yet I can't imagine that you want me, too

Lamento, algumas eventuais falhas nas letras, encontradas na Internet, devido à própria improvisação dada pelos seus intérpretes, e muitas vezes de difícil entendimento. (Ricardo Santos).

domingo, 7 de outubro de 2018

Patchworks of Music Glued (11)

É aqui que eu vivo. Foi por aqui que entrei na minha cidade em 1953, um Sábado, 21 de Novembro. Foi aqui que chegou a nave onde eu vinha e foi aqui que uma voz me disse:

“É nesta cidade que tu vais viver, crescer e morrer ! Ela vai ser o teu berço, é por ela que deves lutar, como muitos já lutaram para a deixar incólume para as gerações vindouras ! Nunca te esqueças disso. Preserva-a e estima-a porque ela vai dar-te tudo para seres feliz !”

Assim o tenho tentado fazer. E no dia em que a nave me vier buscar, estarei aqui neste cais para partir !



Foto minha, "batida" no dia 19 de Abril de 2014, no “Cais das Colunas”, Praça do Comércio Lisboa.

Música, do "Pat Metheny Group", extraída do álbum “We Live Here” de 1995, para a etiqueta “Geffen”. A composição “We Live Here”, composta por Pat Metheny. O álbum ganhou um “Grammy Award for Best Contemporary Jazz Album” em 1996.

sexta-feira, 5 de outubro de 2018

Raúl Solnado (5)

(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

O grande Raúl Solnado. Embora nunca o tenha conhecido pessoalmente, foi alguém porque quem sempre nutri muita carinho e admiração. Acompanhei a sua carreira de humorista e vi-o algumas vezes no Teatro. Recordo as duas vezes que me lembro melhor. A peça “O Vison Voador” (1969) no desaparecido Teatro Laura Alves, e uma revista, no também desaparecido, Teatro Monumental, chamada “Prá Frente Lisboa”. Lembro-me de uma música que se chamava “Malmequer”, que fez um sucesso estrondoso na época. Também na RTP o segui. Destaco o grande “Zip Zip” (1969) com o Fialho Gouveia e o Carlos Cruz, e o excelente concurso “A Visita da Cornélia” (1977).

Raúl Solnado (19-10-1929 – 08-08-2009) – É um actor, humorista português e apresentador de televisão. Foi galardoado com a Ordem do Infante D. Henrique (OIH)

Concerto de Violino