Teus olhos contas escuras, são duas Avé Marias, dum rosário d’amarguras, que eu rezo todos os dias. - Fernando Pessoa

quinta-feira, 25 de abril de 2019

Jazz Standards (181)

(Dados Biográficos In Wikipédia e In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

(Sobre o tema em questão, algumas palavras retiradas de “in
http://www.jazzstandards.com/compositions/index.htm” - adaptação e tradução por Ricardo Santos)

Blue Monk (#185) - Música e Letra de Theolonious Monk
Era a composição favorite de Monk, de acordo com Laurent de Wilde em “Monk”, e ele gravou-a muitas vezes. Numa entrevista de 1963, onde çlhe foi pedido um nome de um música que ele gostasse em especial, Thelonious citou de imediato “Blue Monk” com o Trio. Ele gravou-a pela primeira vez em 22 de Setembro de 1954, com Art Blakey (bateria) e Percy Heath (contrabaixo). O filme “Jazz on a Summer Day” mostra a sua actuação com esta mesma canção, no Festival de Newport, em 1958.

Thelonious Monk (Rocky Mount, EUA, 10-10-1917 — Weehawken, New Jersey, EUA, 17-02-1982) – Blue Monk com Paul Jeffrey (saxofone tenor), Thelonious Monk (piano), Larry Ridley (contrabaixo) e Lenny McBrowne (bateria).


Abbey Lincoln (Chicago, Illinois, EUA, 06-08-1930 - New York, New York, EUA, 14-08-2010) – Do álbum “Abbey Sings Abbey” de 2007, para a Verve Records.


Herbie Hancock (Chicago, EUA, 12-04-1940) e Ron Carter (Ferndale, Michigan, EUA, 04-05-1937) – No concerto inaugural do “Monk Institute” apelidado de "A Tribute to Thelonious Monk", em 1986.


Hank Jones (Vicksburg, Mississippi, EUA, 31-07-1918 – Manhattan, New York, EUA, 16-05-2010), Sadao Watanabe (Utsunomiya, Japão, 01-02-1933), Chick Corea (Chelsea, Massachusetts, EUA, 12-06-1941), Hiromi Uehara (Hamamatsu, Shizuoka, Japão, 28-03-1979), Austin Peralta (Los Angels, EUA, 25-10-1990 - Los Angels, EUA, 21-11-2012) – No “Tokyo Jazz 2006”.


Letra

Going' alone, life is your own, but the cost sometimes is dear
Being complete, knowing defeat, keeping on from year to year
It takes some doing, monkery's the blues you hear, keeping on from year to year
Life is a school, less' your a fool, but the learning brings you pain
Knowing at once, you're just a dunce, trail and error loss and gain
It takes some doing, monkery's a slow slow train, trail and error loss and gain
Finding your one Place in the sun, doesn't come the easy way
Shallow or deep, nothing is cheap, measured by the dues you pay
It takes some doing, Monkery's a blue highway, measured by the dues you pay

Lamento, algumas eventuais falhas nas letras, encontradas na Internet, devido à própria improvisação dada pelos seus intérpretes, e muitas vezes de difícil entendimento. (Ricardo Santos).

quarta-feira, 24 de abril de 2019

Faz Hoje Anos (55) – Barbra Streisand, (56) – Joe Henderson

Faz hoje 77 anos... Parabéns !!!

Barbra Streisand (24-04-1942) - What Are You Doing The Rest Of Your Life?, escrita por Alan Bergman e Marilyn Bergman, em 1969.


Faz hoje 82 anos... Parabéns !!!

Joe Henderson (24-04-1937 – 30-06-2001) – Desafinado, música de António Carlos Jobim, e editada em 1963.

terça-feira, 23 de abril de 2019

Ida ao Talho - Interacção Humorística (185)

Em 31-01-2013. Obrigado.

Ida ao Talho

Diz um galo para o outro:

- Vamos ao talho ?

Com um ar aterrorizado, o outro pergunta aflito:

- Fazer o quê ???

- Dahhhh….ver as galinhas nuas !!!

domingo, 21 de abril de 2019

Fausto Dias – Nascidos Aqui (21)

(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

Fausto Bordalo Dias (site oficial) (26-11-1948) – Escolhi quatro composições, e três delas talvez do seu álbum mais representativo e que fez um sucesso estrondoso quando editado. Digno de um espectáculo, no Coliseu dos Recreios que não vi. Ainda hoje posso dizer que “torço a orelha e não deito sangue” por não ter assistido a essa apresentação do álbum “Por Este Rio Acima”, na década de 80.

Olha o Fado, do álbum “Por Este Rio Acima”, de 1982.


Lembra-me um Sonho Lindo, do álbum “Por Este Rio Acima”, de 1982.


A Voar Por Cima Das Águas, do álbum “Por Este Rio Acima”, de 1982. Soube mais tarde que no Coliseu este composição pôs o pessoal a dançar... .


Foi Por Ela, do álbum “Para além das Cordilheiras”, de 1987.

sexta-feira, 19 de abril de 2019

Homenagem a Fernando Abreu de Carvalho Araújo



O médico Fernando Carvalho Araújo foi o meu médico “pediatra” e clínico geral que acompanhou o meu crescimento. Tinha consultório em Moscavide, e era lá que eu ia às consultas normais de criança e até mesmo de jovem. Era o médico da família. Lembro-me de nessa altura em Moscavide haver outro médico, o Dr. Catela que nunca atendia as chamadas telefónicas à noite quando as pessoas precisavam de ajuda médica. O Carvalho Araújo veio modificar isso em Moscavide. Ele atendia os telefonemas e ia com a sua mulher, ver os doentes, nem que eles fossem nos “ciganos” e vivessem em “barracas”. Um excelente médico e ser humano. Não me lembro de algum diagnóstico falhado e até foi ele que contribui, decisivamente, para o nascimento da minha filha.
Obrigado Professor Doutro Fernando Carvalho Aráujo, vamos sentir a sua falta !!!

Texto abaixo, de Francisco Antunes, Especialista em Doenças Infecciosas e Medicina Tropical, Instituto de Saúde Ambiental, Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa

In memoriam – Prof. Fernando Abreu de Carvalho Araújo (1922-2017)

Faleceu em 11 de Setembro de 2017, aos 95 anos de idade, o Professor Carvalho Araújo, Professor Catedrático Jubilado da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa e ex-Director do Serviço de Doenças Infecciosas do Hospital de Santa Maria (1968-1992).

As Doenças Infeciosas estão de luto, pelo falecimento do Prof. Fernando Abreu de Carvalho Araújo, no dia 11 de Setembro de 2017, por complicações relacionadas com doença renal, aos 95 anos de idade. A identidade das Doenças Infeciosas, em Portugal, ficou a dever, e muito, ao Prof. Carvalho Araújo, tendo sido ele o obreiro do reconhecimento na Ordem dos Médicos da Especialidade, da criação da Sociedade Portuguesa de Doenças Infecciosas (actualmente Sociedade Portuguesa de Doenças Infecciosas e de Microbiologia Clínica) e da Revista Portuguesa de Doenças Infecciosas, em 1985, tendo sido o seu primeiro Director.

O Prof. Fernando Abreu de Carvalho Araújo licenciou-se, em 1950, em Medicina e Cirurgia pela Faculdade de Medicina de Lisboa, tendo-se doutorado em 1965 com a tese “Contribuição para o estudo da toxoplasmose em Portugal”, levantando, neste trabalho, a hipótese, pela primeira vez, da possibilidade da existência de uma forma de resistência de Toxoplasma gondii, a qual foi identificada mais tarde e, por outro lado, de ter confirmado, pela primeira vez, um caso de toxoplasmose adquirida em Portugal. Na altura do doutoramento, o Prof. Carvalho Araújo era 1º Assistente da Cadeira de Clínica de Doenças Infecto-Contagiosas da Faculdade de Medicina de Lisboa. Em 1968 foi nomeado Director do Serviço de Doenças Infecto-Contagiosas do Hospital de Santa Maria, em 1970 Professor Auxiliar e em 1973 fez concurso de provas públicas para obtenção do título de Professor Agregado de Medicina Interna da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, mais tarde foi Professor Associado e, finalmente, Professor Catedrático desta Faculdade.

O Prof. Carvalho Araújo foi um seguidor da escola francesa de Doenças Infecciosas e as diversas visitas que fez a alguns estabelecimentos franceses de investigação científica e de assistência médica em Doenças Infeciosas, nomeadamente ao Instituto Pasteur de Paris (Departamento de Investigação Virológica e Departamento de Estudos em Micologia), ao Hospital de Claude Bernard, “o maior bastião francês, célebre em toda a Europa, na luta contra as doenças infecto-contagiosas”, ao Hospital de Saint Vincent de Paul e, mais tarde, ao Serviço de Reanimação do Hospital de Claude Bernard permitiram-lhe dar forma aos planos de criação de um modelo para um Serviço de Doenças Infecciosas autónomo e formatado para receber doentes com doenças infeciosas correntes nos anos 70, do século passado. Foi um trabalho hercúleo que só atingiu os objectivos pretendidos devido à visão e à capacidade de trabalho do Prof. Carvalho Araújo – remodelação do Arquivo e da Biblioteca, que passou a estar enriquecida com os principais livros e revistas sobre doenças infeciosas, criação da Consulta Externa do Serviço de Doenças Infecciosas “que representou uma economia de mais de 1.000 dias/cama/ano”, oficialização da Urgência Interna e criação da ambicionada Unidade de Tratamento Intensivo de Doentes Infecciosos, a que foi dada o seu nome, pelo reconhecimento do esforço, da dedicação, do espírito dinamizador e do elevado sentido das realidades do Grande Mestre da Infecciologia em Portugal. Para além do mais lançou as bases para a criação, no Serviço de Doenças Infecto-Contagiosas, do Laboratório de Microbiologia Aplicada.

O seu interesse pela toxoplasmose motivou a constituição, por parte do Ministério da Saúde e Assistência, em 1969, de um Centro de Estudos da Toxoplasmose, o qual foi enquadrado, por acordo com o Dr. Arnaldo Sampaio, ao tempo Inspector Superior de Saúde, nas instalações do futuro Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge.

O Prof. Carvalho Araújo deixou uma vasta obra de trabalhos publicados, para além de ter criado, em 1968, a revista Medicina Hoje “destinada aos médicos recém-formados e àqueles outros que vivem longe dos grandes centros médicos”. À data era a única revista de informação médica, editada em Portugal, contendo exclusivamente, trabalhos científicos originais de médicos portugueses. Nesta revista publicaram artigos, de entre outros, Ducla Soares, Arsénio Cordeiro, Fernando de Pádua, Celestino da Costa, Jorge Horta, Gouveia Monteiro, Ramos Lopes, Thomé Villar, Armando Porto, Girão do Amaral, Sales Luís, Palma Carlos, Pinto Correia, Norton Brandão, Mário Marques, Nazaré Vaz, Carneiro Chaves, Balcão Reis, Carneiro de Moura, Óscar Candeias e Rui Proença. Todos eles grandes figuras do Ensino Médico, em Portugal.

Um dos projectos mais ambiciosos do Prof. Carvalho Araújo foi a criação de um “Centro de Investigação privativo da Clínica de Doenças de Infecto-Contagiosas da Faculdade de Medicina de Lisboa”, projecto esse que se veio a concretizar mais tarde, 40 anos depois, com a criação do Centro de Investigação Clínica e de Tratamento Integrado da Infecção VIH/sida e Hepatites, no Serviço de Doenças Infecciosas, do Hospital de Santa Maria, em 2011.

O Prof. Carvalho Araújo foi louvado pelo Enfermeiro-Mor dos Hospitais Civis de Lisboa, em 1953, pelos serviços prestados no Hospital de Santa Marta e pelo Director-Geral da Saúde, em 1968, pela colaboração prestada durante o surto de febre tifóide ocorrido em Alhandra.

O Prof. Carvalho Araújo foi sempre muito grato a todos aqueles que o dirigiram e orientaram na sua formação, mas, também, nunca esqueceu aqueles que com ele compartilharam a vida profissional no Serviço de Doenças Infecto-Contagiosas, mais tarde designado Serviço de Doenças Infecciosas, de que foi Director durante 24 anos (1968-1992). A este propósito afirmou “Orgulho-me de ter tão excelente equipa, uma equipa unida, consciente e esclarecida, altamente especializada e extremamente eficiente, com a qual dá muita satisfação trabalhar”.

O Prof. Carvalho Araújo regia-se por princípios éticos e profissionais muito rigorosos, no desempenho das suas funções médicas e docentes e, a propósito do seu pedido de demissão de professor da Escola de Enfermagem do Hospital Escolar de Santa Maria, em 1970, afirmou “Cabe aqui dizer que no meu pedido de demissão, de tais funções, pesou muito, também, a minha oposição, quase frontal, ao programa anacrónico que, ano após ano, me foi imposto e a minha discordância, por mera questão de princípios, do sistema de retribuição pelos serviços, efectivamente, prestados, retribuição muito pouco dignificante para quem ensina, mas muito menos, ainda, para a Instituição que a pratica”.

Todos aqueles que beneficiámos dos ensinamentos e do convívio com o Prof. Carvalho Araújo devemos-lhe um sentimento de gratidão e a certeza de que o reconhecimento que têm as Doenças Infeciosas em Portugal é devido ao legado que nos deixou e que procuramos honrar.

quarta-feira, 17 de abril de 2019

Eyes Thru Glass (36) – Notre Dame de Paris

Este é um Eyes Thru Glass diferente dos habituais, para dar imagem a esta maravilhosa obra de arte da humanidade.

No dia 4 de Agosto de 2010, com a minha HP 850 Photosmart fotografei esta maravilhosa catedral. Possivelmente um dos monumentos religiosos mais conhecidos em todo o Mundo. Infelizmente “Notre Drame” sofreu um incêndio devastador, anteontem dia 15 (15-04-2019), que começou pelas 18 horas e que a destruiu quase por completo. Neste momento a catedral estava a sofrer obras de restauro e pensa-se que alguma falha de segurança nos estaleiros da obra, tenha desencadeado este lamentável incêndio. O património arquitectónico da humanidade foi despojado de um dos mais belos e icónicos monumentos de todos os tempos.

Quero recordá-la como ela era !!!





































segunda-feira, 15 de abril de 2019

Festival Eurovisão da Canção 2019 – Opinão pessoal e as minhas 8 preferidas !

Pois o Festival da Eurovisão de Canções de 2019, é já para o mês que vem (Maio). Estive a ouvi-las, como tem sido hábito nos últimos 3 anos. São no geral, uma desilusão. 

Este Festival deixou de ser um Festival de Canções e passou a ser um espectáculo multimédia dos mais completos que existe, na Televisão. Um palco, efeitos especiais de alto nível, bailados, etc., etc. As canções penso que já vão sendo secundárias ! 😞

Deveria passar a chamar-se “Festival Multimédia Mundial”. Multimédia pelo que disse no parágrafo anterior. E mundial porque nem Israel e muito menos a Austrália estão na Europa. Assim estendiam o Festival a muitos mais países e dava para fazer por eliminatórias. Podia durar o ano inteiro e quando acabasse começavam logo a preparar outro. Assim os proventos seriam muito maiores, para as muitas empresas que trabalham nisto. 

Infelizmente, uma coisa eu receio. Que nos ponham todos um dia, a gostar da mesma música já programada em computador, com receita mais que comprovada para agradar.
Fio-me no meu “faro” como melómano amador e vou tentar não cair nessa ! 😊

Termino este pequeno texto dizendo que para além destas 8 músicas de que gostei, existiam muito outras que basicamente são batuque e muito barulho. Vivemos uma época de decibéis excessivos, com vozes que cantam altíssimo, como se isso fosse sinónimo de grande voz !... Já não consigo ouvir !
Em relação à música portuguesa deste ano, ela vai na continuação da israelita que ganhou o ano passado !!! 😞😞😞

Aqui ficam as minhas escolhas, por  ordem de preferência ! De todas elas gostava que ganhasse a da Irlanda ou a da Macedónia. Agora ouçam, se quiserem claro !

Macedónia - Tamara TodevskaProud – Um tema bonito, muito bem cantado, com uma boa voz !


Irlanda - Sarah McTernan22 – Excelente tema “Pop”, voz algumas vezes parecida com Melanie Safka ou Norah Jones !


Látvia / Letónia – Carousel - That Night – Uma voz diferente, fazendo lembrar um pouco Suzanne Vega neste tema bastante original, com uma viola baixo por base instrumental !


Dinamarca – Leonora - Love is Forever – Um “teenager” chamada Leonora que cantou muito bem, mas com uma fífia (01:00) que quase passou despercebida ao meu ouvido. Uma canção muito agradável com um “pizzicato” instrumental !


República Checa - Lake Malawi - Friend of a Friend – uma música que já alguém me perguntou porque gostei dela. Gostei pronto !... perfeitamente normal em relação a muitas outras, mas gosto do ritmo. A interpretação é bem razoável, faz lembrar de alguma maneira Jamiroquai !


Bélgica – Eliot - Wake Up – Muito boa interpretação, canção original. Fez lembrar de alguma maneira a música electrónica !


Grécia - Katerine Duska - Better Love – Uma música como a da Letónia, mais séria. Voz parecida com a da Cher, forte e uma música com muita personalidade.


Israel - Kobi MarimiHome – Diferente do habitual e bem cantada por uma boa voz. A interpretação desta é um Freddie Mercury israelita !
E todos já esqueceram (graças a Deus !) a música (?) que Israel levou o ano passado e que ganhou. A deste ano é muito boa !

sábado, 13 de abril de 2019

CinemaScope (22)

Retomo uma rúbrica que existia neste blogue, em rodapé e que possivelmente passou despercebida a muitos que me visitavam, por estar mesmo lá no fim da minha página.

É música claro ! O que estavam à espera ?

São composições que me dizem muito, porque sou um romântico e um eterno apaixonado por música, pelas outras artes, pela humanidade, pelos amigos que encontrei na blogosfera, pela Natureza, pela vida, no fundo, pelas coisas boas desta sociedade em que vivemos.

Desta vez os registos, enquanto não apagados ou eliminados do Youtube, ficarão por cá, com uma única etiqueta “CinemaScope”.

Simone (25-12-1949) – Paixão (1983),  do álbum “Delírios e Delícias” !