Teus olhos contas escuras, são duas Avé Marias, dum rosário d’amarguras, que eu rezo todos os dias. - Fernando Pessoa

quarta-feira, 19 de dezembro de 2018

Woodstock (3) – Country Joe & The Fish

Por aqui pelo “Pacto”, durante algum tempo, as músicas que encantaram, ou não, a juventude nascida nos finais dos anos 40 e na década de 50, durante o grandioso “Festival de Woodstock”, realizado nos Estados Unidos, na fazenda de Max Yasgur, cidade de Bethel, estado de New York, entre 15 e 18 de Agosto de 1969.
Encontraremos grupos e composições que muitos de nós reconhecerão como agradáveis e de imediato, e outras nem tanto assim, como algumas de género Rock Psicadélico, Hard Rock, Blues Rock, Acid Rock, Blues, R and B (Rhythm and Blues). O exemplo mais flagrante deste conjunto de géneros, será o guitarrista Jimi Hendrix, considerado por muitos, um dos melhores do Mundo e de sempre.
Este Festival foi, principalmente, um levantar de questões à sociedade, à liberdade de expressão e à guerra entre os povos. Isto tudo, tendo como base os problemas da sociedade americana da altura e as suas condições sociais, e ainda, a famigerada guerra do Vietnam que deixou marcas indeléveis nos EUA.
Tal como o Vietnam, as guerras são meramente negócio para alguns, não trazem absolutamente nada de benéfico para a humanidade. Isso todos os portugueses puderam comprovar, cronologicamente antes, com a guerra das Colónias, guerra em África ou guerra do Ultramar, consoante o quadrante politico de cada um de nós.

Hoje ouviremos, já aqui embaixo:

Country Joe and The Fish - Rock e Soul Music


... Vietnam song / I Feel Like I'm Fixin' to Die Rag


terça-feira, 18 de dezembro de 2018

Charada 7.º Arte - Anthony Minghella (2)

Fotos e nomes correctos: Juliette Binoche e Colin Firth

1- Catarina: Juliette Binoche e Colin Firth, no filme "O Paciente Inglês"

2- Janita: Juliette Binoche e Colin Firth, no filme "O Paciente Inglês" 

3- Pedro Coimbra: Juliette Binoche e Colin Firth, no filme "O Paciente Inglês"

4- Rui Espírito Santo: Juliette Binoche e Colin Firth, no filme "O Paciente Inglês"

5- Quase Cinderela: Juliette Binoche e Colin Firth, no filme "O Paciente Inglês"

6- Teresa: Juliette Binoche e Colin Firth, no filme "O Paciente Inglês"

7- Afrodite: Juliette Binoche e Colin Firth, no filme "O Paciente Inglês"

8- Manuela: Juliette Binoche e Colin Firth, no filme "O Paciente Inglês"

Muito Obrigado a Todos Vós pela participação e pelos acertos, que todos conseguiram. 
A ideia não é ser difícil, mas sim despertar as pessoas a verem bom cinema. Abraço !!!

Próximo realizador, o americano Victor Fleming, dia 6 de Janeiro!... 

segunda-feira, 17 de dezembro de 2018

Charada 7.ª Arte – Anthony Minghella

Realizador Anthony Minghella

Charada com comentários NÃO moderados. Por favor, não coloquem aqui a solução, enviem-na para o meu email: ricardosantos1953@gmail.com

O que têm de fazer:

Em baixo, descobrirem e dizerem-me (mail), ambos os nomes da actriz e do actor e em que filme (pelo menos um!) no qual tenham participado. . Não é obrigatório que tenham participado no mesmo filme.

Ajudas: O número de letras do nome a encontrar, e uma foto um pouco alterada.

Somente aceitarei os nomes correctos com as fotos.

Têm 48 horas para "matar a charada" e três palpites por actriz e outros três por actor.

Depois de amanhã, dia 19, pelas 20:00 publico a solução, bem como os seus participantes.

Actriz, duas palavras (15 letras):
_ _ _ _ _ _ _ _   _ _ _ _ _ _ _


Actor, duas palavras (10 letras):
_ _ _ _ _     _ _ _ _ _


Obrigado

sábado, 15 de dezembro de 2018

7.ª Arte - Anthony Minghella

Breves palavras sobre o que é para mim, o Cinema.

Durante os anos da minha juventude houve algo que me despertou o interesse e fez com que a minha ligação com os audiovisuais se tornasse, desde então, preponderante na minha vida. Esse algo foi o Cinema. A chamada 7.ª arte (arte da imagem) que quando dado o nome e na minha modesta opinião, ela reflectia somente a realidade do cinema mudo, por isso “arte da imagem”. Posteriormente a 7.ª arte tornou-se em algo muito mais complexo. A obra/filme tornou-se num conjunto de várias e ricas variáveis: a imagem, o texto, a cenografia, o som, o guarda-roupa, a interpretação, etc.. Tudo isso conglomerado e orientado de alguma maneira, por uma pessoa na arte de dirigir, o realizador.

Um bom filme, é como uma boa música ou um bom livro, é algo que deve ser visto mais que uma vez, para que nos apercebamos de coisas que numa só, é impossível. Um amante de cinema vê um filme duas, três vezes, para que nele possa visualizar todas essas variáveis de que falei anteriormente.

Vão passar por aqui alguns realizadores que fizeram e fazem parte do meu imaginário de cinéfilo. Nessa época, quando frequentei as salas de cinema em Lisboa, as filmografias de eleição eram: a italiana, a francesa, a alemã, a sueca, a espanhola, a nipónica, a americana. Mas passarão também, e obviamente, realizadores brasileiros e portugueses

Esta nova publicação intitulada 7.ª Arte, será muito de uma pequena mostra do que se via cinematograficamente em Lisboa, nos finais da década de 60 e 70, mas não só, porque teremos filmes muito mais actuais !!!
Tal qual, como todos vós, me reconhecem como um melómano amador, eu também sou um cinéfilo amador. O que vou trazer aqui foram/são obras que gostei/gosto e vi/revejo, e as minhas escolhas são apenas opiniões e gostos, livres de qualquer pretensiosismo !!!

No nome do realizador (se estrangeiro) e na maioria dos títulos dos filmes existem “links” para a Wikipedia (versão inglesa), por ser a plataforma mais abrangente e mais completa. Se pretenderem, na coluna esquerda dessas mesmas páginas, em baixo, tem normalmente, a escolha da tradução para a língua portuguesa.

(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In Imdb - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

Do cinema inglês trago-vos Anthony Minghella (06-01-1954 – 18-03-2008), realizador e chairman da administração do British Film Institute. Com 9 películas e alguns prémios. Dele escolhi 1 films que vi.

(1996) The English PatientO Paciente Inglês


Entrevista com Anthony Minghella

sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

Faz Hoje Anos (47) – Clark Terry

Faz hoje 98 anos... Parabéns !!!

Clark Terry (14-12-1920 – 21-02-2015) – A composição é “Pennies from Heaven” e o grupo, é um sexteto de “peso”. Clark Terry (trompete), Oscar Peterson (piano), Ronnie Scott (saxofone tenor), Niels-Henning Ørsted Pedersen (contrabaixo), Joe Pass (guitarra), Bobby Durham (bateria) e Milt Jackson (vibrafone). Ao vivo no “Montreux Jazz Festival” de 1977.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

O Livrinho Vermelho do Galo de Barcelos (6)

O Livrinho Vermelho do Galo de Barcelos / Ex-citações de Mau de Zé y Chunga:
2ª. edição. Colaboração dos Anarkas (e não só...) deste País;
Fotos de: José Teixeira, Avelãs Coelho, Lourenço Pereira e José Teixeira;
Capa de: Acácio Campos.
Digitalizações gentilmente cedidas pela Afrodite.


Notas introdutórias:




Hoje:


quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

Raúl Solnado (8)

(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

O grande Raúl Solnado. Embora nunca o tenha conhecido pessoalmente, foi alguém porque quem sempre nutri muita carinho e admiração. Acompanhei a sua carreira de humorista e vi-o algumas vezes no Teatro. Recordo as duas vezes que me lembro melhor. A peça “O Vison Voador” (1969) no desaparecido Teatro Laura Alves, e uma revista, no também desaparecido, Teatro Monumental, chamada “Prá Frente Lisboa”. Lembro-me de uma música que se chamava “Malmequer”, que fez um sucesso estrondoso na época. Também na RTP o segui. Destaco o grande “Zip Zip” (1969) com o Fialho Gouveia e o Carlos Cruz, e o excelente concurso “A Visita da Cornélia” (1977).

Raúl Solnado (19-10-1929 – 08-08-2009) – É um actor, humorista português e apresentador de televisão. Foi galardoado com a Ordem do Infante D. Henrique (OIH)

O Repuxo

segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

Jazz Standards (177)

(Dados Biográficos In Wikipédia e In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

(Sobre o tema em questão, algumas palavras retiradas de “in
http://www.jazzstandards.com/compositions/index.htm” - adaptação e tradução por Ricardo Santos)

It Never Entered My Mind (#181) - Música de Richard Rodgers e Letra de Lorenz Hart
O espectáculo da Broadway de 1940, “Higher and Higher”, que teve 108 exibições, apresentou a música de Rodgers e Hart, “It Never Entered My Mind”. A peça foi moderadamente bem-sucedida. Uma variação da história da Cinderela e estreou com Shirley Ross, que cantou a música e gravou-a com a orquestra de Larry Clinton. Mais tarde em Hollywood fez-se um filme de “Higher and Higher”, com Michele Morgan e os cantores Frank Sinatra e Mel Torme, mas contou com uma nova banda sonora de Jimmy McHugh e Harold Adamson.

Miles Davis (Alton, Illinois, EUA, 26-05-1926 — Santa Monica, California, EUA, 28-09-1991) Quinteto – com Miles Davis (trompete), John Coltrane (saxofone tenor), Red Garland (piano), Paul Chambers (contrabaixo) e Philly Joe Jones (bateria), do álbum “Workin with the Miles Davis Quintet”, de 15 de Setembro de 1956, para a etiqueta “Prestige Records”.


Sarah Vaughan (Newark, EUA, 27-03-1924 — Los Angeles, EUA, 03-04-1990) - com a orquestra de Hal Mooney e gravado para a “Mercury Records”, em 1958.


Julie London (Santa Rosa, EUA, 26-09-1926 - Encino, EUA, 18-10-2000)


Katharine McPhee (Los Angeles, California, USA, 25-03-1984) – do álbum “I Fall in Love Too Easily” de Novembro de 2017, para a “Capitol Records”.


Letra

I don't care if there's powder on my nose
I don't care if my hairdo is in place
I've lost the very meaning of repose
I never put a mud pack on my face
Oh, who'd have thought that I'd walk in a daze
Now I never go to shows at night but just to matinees
Now I see the show and home I go
Once I laughed when I heard you saying
That I'd be playing solitaire
Uneasy in my easy chair
It never entered my mind
Once you told me I was mistaken
That I'd awaken with the sun
And order orange juice for one
It never entered my mind
You have what I lack myself
And now I even have
To scratch my back myself
Once you warned me that if you scorned me
I'd sing the maiden's prayer again
And wish that you were there again
To get into my hair again, it never entered my mind

Lamento, algumas eventuais falhas nas letras, encontradas na Internet, devido à própria improvisação dada pelos seus intérpretes, e muitas vezes de difícil entendimento. (Ricardo Santos).