Dá a surpresa de ser

Dá a surpresa de ser É alta, de um louro escuro. Faz bem só pensar em ver Seu corpo meio maduro.

Seus seios altos parecem (Se ela estivesse deitada) Dois montinhos que amanhecem Sem ter que haver madrugada.

E a mão do seu braço branco Assenta em palmo espalhado Sobre a saliência do flanco Do seu relevo tapado.

Apetece como um barco. Tem qualquer coisa de gomo. Meu Deus, quando é que eu embarco? Ó fome, quando é que eu como?

10-9-1930 - Poesias. Fernando Pessoa. (Nota explicativa de João Gaspar Simões e Luiz de Montalvor.) Lisboa: Ática, 1942 (15ª ed. 1995) - 123.

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quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Uma pessoa importante na minha vida – Américo Lima

O meu falecido padrinho, foi sem sombra de dúvida uma pessoa importante na minha vida. Não vou aqui enumerar o porquê de o ser, mas relembro que foi ele que escolheu o meu primeiro nome, Ricardo, quando do meu baptismo, o que para mim teve bastante importância, porque gosto do nome porque sou chamado.

Américo Lima passou a sua vida, basicamente, no meio artístico, dedicando-se ao canto, em grupo e a solo. Em 1958, juntamente com Paulo Alexandre, Nuno d'Almeida e Fernando La Rua, formam o "Conjunto vocal 4 de Espadas", que é um sucesso da altura, com imensas actuações, nomeadamente, no Teatro, mas também na Televisão (RTP). Dotado de uma magnífica voz, aqui fica a minha pequena homenagem a alguém que me foi querido e influente.

“Conjunto Vocal 4 Espadas”, explicado por Paulo Alexandre e Nuno d’Almeida

... História


… na Televisão


… no Teatro


Américo Lima, a solo, no fado/balada de Coimbra que cantava com maestria !

“Balada” e “Fado da Mentira” (2’30”)


“Sonhando” e “São tão lindos os teus olhos” (2’37”)

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Grupo Coral Contraponto

Estes não ganham milhões e, desculpem-me, são tão importantes e tão bons, ou mais, para divulgar o nome de Portugal. 

Ouçam quem ainda não ouviu, a Qualidade sem fífias!!!

Vídeo realizado pela “Pêra Doce” (Produções Áudio Visuais), para Contraponto – Coro de Câmara.
Cinematografia, Pós-produção vídeo e Animação Gráfica: Nuno Cristiano Ribeiro
Câmara e Assistente de Realização: Mário Coutinho
Arranjo: Nuno Gaião
Áudio: GAM Estúdio

Contraponto

Sopranos:
Ana Filipa Silva, Catarina Francisco, Diana Gomes e Maria João Amorim.

Contraltos:
Ana Catarina Paula, Diana Leitão, Margarida Teixeira e Rita Passos.

Tenores:
Duarte Leitão, João Terleira, Nuno Gaião, Pedro Alves e Ricardo Fernandes.

Baixos:
Fernando Correia, Pedro Fonte e Pedro Miranda.

Percussão/Vocal/Beatboxer: Ana Beatriz Silva.



Obrigado e continuem!!!

sábado, 25 de fevereiro de 2012

O Zeca continua por cá...

O Zeca continua por cá, comigo/connosco, e recordo-o aqui mais uma vez, após terem-se completado 25 anos que Ele nos deixou fisicamente.
Esperam que tenham visto o excelente programa que a RTP 1 levou nessa mesma Quinta-Feira, 23, sobre a sua vida, obra e a desmistificação política sobre este Homem Bom e Excelente Artista.
De vez em quando tenho o grande prazer de o trazer aqui, para nunca nos esquecermos dele…         
              
        
             
                  
                
(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)             
                  
José Manuel Cerqueira Afonso dos Santos (Aveiro, 02-08-1929 — Setúbal, 23-02-1987) - Também conhecido por Zeca Afonso, foi um cantor e compositor português. Nasceu no dia 2 de Agosto de 1929, na Freguesia de Glória, em Aveiro. Viveu nesta localidade até aos três anos, numa casa do Largo das Cinco Bicas, com a tia Gé e o tio Xico. Com aquela idade foi levado para Angola, onde o pai havia sido colocado como delegado do Procurador da República, em 1930.             
                  
A Mulher Da Erva, do álbum “Cantigas Do Maio” (1971)            
                
          
                 
Utopia, do álbum “Como Se Fora Seu Filho” (1983)              
                
              
                   
O País Vai De Carrinho, do álbum “Como Se Fora Seu Filho” (1983)         
                   

sábado, 19 de março de 2011

De facto Boa Música – Vocal Portuguesa (V)

(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

Pedro Abrunhosa (Porto, 20-12-1960 - 20xx) – É um cantor e compositor português. Inicia cedo os estudos musicais. Termina o Curso de Composição do Conservatório de Música do Porto, após o que estuda e trabalha com os professores Álvaro Salazar e Jorge Peixinho. Faz o Curso de Pedagogia Musical com Jos Wuytack.
Começa a sua carreira como docente aos 16 anos na Escola de Música do Porto. Dá igualmente aulas no ensino oficial, na “Escola do Hot Clube”, em Lisboa, e na “Escola de Música Caiús”. Desenvolve os estudos de Contrabaixo. Funda a “Escola de Jazz do Porto” e a Orquestra da mesma, que dirige e para a qual escreve.
Trabalha nesta área por toda a Europa com Wallace Rooney (trompete), Gerry Niewood (saxofone), Steve Brown (guitarra), Todd Coolman (baixo), Billy Hart (bateria), Bill Dobbins (vocal e compositor), Dave Schnitter (clarinete), Jack Walrath (trompete), Boulou Ferré (guitarra), Elios Ferré (guitarra), Frankie Rose (bateria), Vicent Penasse e Tommy Halferty.
Em 1994 é editado o álbum “Viagens”, conjuntamente com os “Bandemónio”. Atinge vendas recorde de 243.000 unidades atingindo a marca de tripla platina. Neste álbum conta com a participação do saxofonista de James Brown, Maceo Parker. Faz mais de duzentos espectáculos em apenas dois anos. Apresenta-se ainda nos Estados Unidos, Canadá, Brasil, Macau, França, Suíça, Espanha, Luxemburgo, França, Itália e outros.

7 Álbuns, um deles ao vivo, 3 EP’s e 1 DVD.

Tema “Eu Não Sei Quem Te Perdeu”, de 2002, do álbum “Momento”. “Momento é por definição o instante irrepetível. A música é pois, ainda que de forma estranhamente paradoxal, a arte de tornar perene o momento, estruturada que é no conceito de tempo e da repetição encantatória deste. Assim construí eu este disco. Uma maneira de tornar eternos os meus instantes, de os lançar como nuvens invisíveis sobre o céu carregado das melodias que me ensombram. Aqui habitam todos os fantasmas, as obsessões, as loucuras possíveis e todas as outras que não cheguei ainda a pronunciar. Das palavras faço canções que me fintam e se perdem por entre a harmonia seca de um piano qualquer. São as esquinas da cidade que me seduzem, mulheres vestidas de maquilhagem carregada, vultos escorregadios que tecem a noite como pássaros silenciosos, madrugadas encantadas entre as pegadas de um areal molhado pela chuva imprecisa. Os meus momentos são banais e por isso os canto. Esta vontade que tenho de tornar o real numa canção que repito até que outra canção me surja do sonho. Elas são o mundo a pulsar a cada piscar de olhos, o lento crescer de um lírio num deserto de cetim e cimento, as letras esbatidas de um jornal que ninguém lerá. Este é o meu Momento. Assim se cumprirão nas vossas mãos os meus instantes irrepetíveis. Pedro Abrunhosa.



Tema “Se Eu Fosse Um Dia O teu Olhar”, de 1996, do álbum “Tempo”. “A música é a mágica fronteira que nos une. É o território infinito de sons e silêncios. Às vezes é o deserto, às vezes um frenético rio que palpita veloz por entre as margens das nossas mãos. Este disco é uma gosta de espuma que me ficou esquecida nos dedos. Ele só foi possível porque tu o fizeste. Contigo cantei, cresci e aprendi. Trago na memória o perfume distante dos concertos que levei pelo país e onde deixei sempre um pouco de mim. Contigo descobri o pulsar do meu coração, a luz das palavras, o mistério dos sons e dos olhares que tantas vezes cantamos e onde tudo fica por dizer. Ardendo no desejo e sorrindo de cumplicidade, a custo nos fornos despedindo. Hoje conheço-te, como se pode conhecer alguém que chora as mesmas lágrimas que nós. Se te sentires presente em algum compasso, acorde ou palavras que aqui te trago, é porque és tu de quem falo em tais momentos. Agarra as rédeas deste cavalo que cavalga selvagem e se bate livre dentro de mim. Procura-me por entre as vagas melodias das canções, ou nos concertos em que o palco é o céu e o chão maré. As vossas vozes são ondas e revoltas que dirigem o oceano, os meus acordes os barcos que nele derivam. Vocês são os anjos que habitam anónimos os versos que escrevo. Agradecer é pouco. Que a música esteja sempre convosco. Pedro Abrunhosa.



Tema “Beijo”, de 1999, do álbum “Silêncio”. “O silêncio é a mais perfeita forma de música. Nele eu me escondo, me encanto e pernoito as palavras que te irão encontrar. O silêncio é a minha obsessão, a minha forma de te escutar. Eu sei que estás aí, que me ouves e me percebes. Sei que sentes os meus silêncios. Eles são os teus também.Pedro Abrunhosa.



Tema “Será”, de 1996, do álbum “Tempo”.

sexta-feira, 11 de março de 2011

De facto Boa Música – Vocal (IV)

(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

Sara Tavares (Lisboa, 01-02-1978) - É uma cantora e compositora portuguesa com ascendência cabo-verdiana. A música que ela interpreta é definida como música do mundo “World Music”. Sara ganhou a final da 1ª. edição (1993/1994) do concurso “Chuva de Estrelas” da “SIC” onde interpretou um tema de Whitney Houston.
Foi convidada por Rosa Lobato de Faria para participar no “Festival RTP da Canção de 1994” com a canção "Chamar a Música". A canção recebeu o máximo de pontuação de todos os jurados, ganhando assim um lugar no Festival Eurovisão da Canção de 1994, onde alcançou a 8ª. posição.
Em 1996 editou o seu primeiro disco que contou com a colaboração do coro “Shout”, além de gravar a música "Longe do Mundo", uma adaptação de "God Help The Outcasts”, de Heidi Mollenhauer, para o filme da Disney, “O Corcunda de Notre-Dame”, que viria a merecer uma menção honrosa da Disney como a melhor versão, sem contar com a versão inglesa.
Na Expo'98, Sara Tavares participou no espectáculo de tributo a Gershwin, ao lado da Rias Big Band Berlin.

5 Álbuns, 8 Singles, 5 Compilações e 7 Álbuns em colaboração.

Tema “Bom Feeling”, de 2005, do álbum “Balancê”.



Tema “One Love”, de 2005, do álbum “Balancê”.



Tema “Longe do Mundo”, de 1996, do álbum “Sara Tavares”, seu primeiro trabalho com o grupo “Shout”.



Tema “Bué (Você é)”, de 2009, do álbum “Xinti”.



Rui Veloso (30-07-1957 - 20xx) – É um cantor, compositor e guitarrista português, embora nascido em Lisboa, mudou-se para o Porto com apenas três meses. Considerado por muitos como o Pai do Rock Português, movimento musical surgido no início da década de 80, foi como intérprete de “Blues” que começou a sua carreira numa banda de garagem chamada “Magara Blues”.
Toca harmónica desde os 6 anos. Diz-se apreciador de B.B. King e Eric Clapton, entre outros nomes consagrados. Actuou por duas vezes com o primeiro no Coliseu do Porto e no de Lisboa, em concertos aplaudidos pela crítica. É reconhecido internacionalmente como o mais autêntico “bluesman” português.
A sua obra é notável e foi já reconhecida pelo Estado Português na figura do então Presidente da República, Mário Soares, que lhe atribuiu a Grã-Cruz da Ordem do Infante. É o segundo nome da música portuguesa que mais páginas tem destinadas na "Enciclopédia da Música Portuguesa", só ultrapassado por Amália Rodrigues.

10 álbuns, mais 3 “ao vivo” e 2 compilações.

Tema “Paixão”, de 1980, do álbum “Mingos & Samurais”. Composto por Rui Veloso e Carlos Tê.



Tema “O Prometido É Devido”, de 1980, do álbum “Mingos & Samurais”. Composto por Rui Veloso e Carlos Tê.



Tema “Não Me Mintas”, de 2000, do álbum ”Vinte Anos Depois”. Composto por Rui Veloso e Carlos Tê.



Tema “Todo O Tempo Do Mundo”, de 1998, do álbum “Avenidas”. Composto por Rui Veloso e Carlos Tê.

sexta-feira, 4 de março de 2011

De facto Boa Música – Vocal Portuguesa (III)

(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

Jorge Manuel de Abreu Palma (Lisboa, 04-06-1950 – 20xx) – É um compositor e cantor português. Aos seis anos, e ao mesmo tempo que aprendia a ler e a escrever, iniciou os seus estudos de piano. Foi no Conservatório Nacional a sua primeira audição, aos oito anos, numa altura em que era aluno de Maria Fernanda Chichorro. Venceu o segundo prémio do Concurso Internacional de Piano, integrado no Festival das Juventudes Musicais, em Palma de Maiorca, em 1963, com uma menção honrosa do Júri. Nos seus estudos cruzou-se com o Liceu Camões e um Colégio Interno, nas Mouriscas, perto de Abrantes. Durante a adolescência e a par da formação erudita, começa a interessar-se pelo “rock & roll”, e, de um modo geral, pela música popular americana e inglesa. É por esta altura que descobre a guitarra. Bob Dylan, Led Zeppelin e Lou Reed são algumas das suas influências.

14 Álbuns, 9 Colectâneas, 1 DVD, entre outros.

Tema “Tudo Por Um Beijo”, de 2010, canção da banda sonora do filme “A Bela e o Paparazzo”.



Tema “Dá-me Lume”, de de 1989, do álbum “O Bairro do Amor”. Ao vivo em Santarém, a 18 Março de 2007.



Tema “Bairro Do Amor”, de de 1989, do álbum com o mesmo nome. Na Reitoria da Universidade de Aveiro, em 16 de Dezembro de 2006.



Tema “Frágil”, de de 1989, do álbum “O Bairro do Amor”. No Concerto, no Coliseu dos Recreios, em Lisboa (2007).

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Quem mais Português e Lutador que o Zeca ??!!

Isto não vai lá com escrita e com Blogs !

Mais dia, menos dia teremos de sair para a rua para irmos todos reclamar pelos nossos direitos, como cidadãos, como seres humanos.

Quem se julgam alguns mais importantes do que outros ?

Comida, tecto, saúde, e educação, a isso todos temos direito, independentemente de vivermos na “barraca” ou num condomínio fechado.

Para quem não entenda ou não queira entender, isto não é discurso partidário, nem conectado com doutrina política alguma, é simplesmente um direito de todo o ser humano.

Ou somos tão cínicos que para umas coisas apoiamos instituições humanitárias e para outras não ?!

Vamos começar a mudar, mais que não sejam as nossas atitudes sobre quem tem direito a quê, e para com os outros, aqueles que são mais necessitados.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

De facto Boa Música – Vocal Portuguesa (II)

(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

Dulce José Silva Pontes (Montijo, 08-04-1969 – 20xx) – É uma das cantoras portuguesas mais populares e reconhecidas internacionalmente. Canta canções “pop”, música tradicional portuguesa (fado e folclore incluído), bem como música clássica.
Costuma definir-se como uma artista da música do mundo (“World Music”). Também compõe alguns dos temas que canta. A sua actividade artística contribuiu para o renascimento do fado na década de noventa, do século passado. Dulce distingue-se principalmente pela sua voz, que é versátil, dramática e com uma capacidade invulgar de transmitir emoções. É uma soprano dramático com uma voz potente, versátil e penetrante. É considerada uma das melhores artistas dentro do panorama musical português. Já actuou em palcos como o “Carnegie Hall” e ao lado de nomes como Enio Morricone compositor e maestro), Andrea Bocelli (tenor) e José Carreras (tenor).

9 Álbuns, 1 Single, 2 Colectâneas e 11 Álbuns em colaboração.

Tema “Lusitana Paixão”, que concorreu ao Festival Europeu da Canção em 1991. Foi composta por Jorge Quintela e José da Ponte e letra de Fred Micaelo e José da Ponte. A versão para o Festival foi orquestrada por Fernando Correia Martins.



Tema “Canção Do Mar”, de 1955, composta por Frederico de Brito e Ferrer Trindade. Foi celebrizada por Amália Rodrigues no filme “Os Amantes do Tejo” sob o nome “Solidão”. Existe uma versão de Anamar, datada de 1987. Aqui do álbum “Lágrimas” de Dulce Ponte editado em 1993.

Lamento o sincronismo e a falta de qualidade linguística das legendas (Ricardo Santos).



Tema “Lágrima”, de Amália Rodrigues e Carlos Gonçalves. Aqui do álbum “Lágrimas” de Dulce Ponte editado em 1993.



Tema “Your Love”, composto por Ennio Morricone.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

De facto Boa Música – Vocal Portuguesa (I)

(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

Manuel Paulo de Carvalho Costa (Lisboa, 15-05-1947 – 20xx) - é um cantor português. Paulo de Carvalho começou, como baterista. Em 1962 foi um dos fundadores dos “Sheiks”. O sucesso da carreira da banda, a que chamaram “Os Beatles portugueses”, pôs-lhe fim às veleidades futebolísticas nos juniores do Benfica.
Musicalmente Paulo de Carvalho é um artista completo, muito mais canções o dariam a conhecer nos seus vários estilos musicais, ficam estes temas para aqui o enaltecer.

Tema “Corre Nina”, de 1970, composto por Pedro Osório e José Carlos Moura Portugal Sobral.



Tema “Flor Sem Tempo”, de 1971, composto por José Calvário e José Sotto Mayor.



Tema “E Depois Do Adeus”, de 1974, uma das senhas da Revolução do “25 de Abril”, composto por José Calvário e José Niza.



Tema “Nini Dos Meus 15 anos”, de 1978, composto por Paulo Carvalho e Fernando Assis Pacheco.