1-
Janita (Anna Magnani, "Roma Cidade Aberta", e Totó, "Onde Está a
Liberdade?")
2-
Manuela (Anna Magnani “L’Amore, e Totó, “Onde Está a Liberdade?”)
3-
Teresa (Anna Magnani, "Roma Cidade Aberta", e Totó, "Onde Está a
Liberdade?")
4-
Pedro Coimbra (Anna Magnani, "Roma Cidade Aberta", e Totó, "Onde
Está a Liberdade?")
Muito
Obrigado a Todos Vós pela participação e pelos acertos, que todos conseguiram.
A ideia não é ser difícil, mas sim despertar as pessoas a verem bom cinema.
Abraço !!!
Charada com comentários NÃO moderados. Por favor, não coloquem aqui a solução,
enviem-na para o meu email: ricardosantos1953@gmail.com
O que têm de fazer:
Em baixo, descobrirem e
dizerem-me (mail), ambos os nomes da actriz e do actor e em que filme (pelo
menos um!) no qual tenham participado. Não é obrigatório que tenham participado
no mesmo filme, mas os filmes têm de ser do realizador em questão.
Ajudas:
O número de letras do nome a encontrar, e uma foto um pouco alterada.
Somente aceitarei
os nomes correctos com as fotos.
Têm 48 horas para "matar a
charada" e três palpites por actriz e outros três por actor.
Depois de amanhã, dia 5, pelas 20:00 publico a solução, bem como os seus participantes.
Durante os anos da minha juventude
houve algo que me despertou o interesse e fez com que a minha ligação com os
audiovisuais se tornasse, desde então, preponderante na minha vida. Esse algo
foi o Cinema. A chamada 7.ª arte (arte da imagem) que quando dado o nome e na
minha modesta opinião, ela reflectia somente a realidade do cinema mudo, por
isso “arte da imagem”. Posteriormente a 7.ª arte tornou-se em algo muito mais
complexo. A obra/filme tornou-se num conjunto de várias e ricas variáveis: a
imagem, o texto, a cenografia, o som, o guarda-roupa, a interpretação, etc..
Tudo isso conglomerado e orientado de alguma maneira, por uma pessoa na arte de
dirigir, o realizador.
Um bom filme, é como uma boa música
ou um bom livro, é algo que deve ser visto mais que uma vez, para que nos
apercebamos de coisas que numa só, é impossível. Um amante de cinema vê um
filme duas, três vezes, para que nele possa visualizar todas essas variáveis de
que falei anteriormente.
Vão passar por aqui alguns
realizadores que fizeram e fazem parte do meu imaginário de cinéfilo. Nessa
época, quando frequentei as salas de cinema em Lisboa, as filmografias de
eleição eram: a italiana, a francesa, a alemã, a sueca, a espanhola, a
nipónica, a americana. Mas passarão também, e obviamente, realizadores
brasileiros e portugueses
Esta nova publicação intitulada 7.ª
Arte, será muito de uma pequena mostra do que se via cinematograficamente em
Lisboa, nos finais da década de 60 e 70, mas não só, porque teremos filmes
muito mais actuais !!!
Tal qual, como todos vós, me
reconhecem como um melómano amador, eu também sou um cinéfilo amador. O que vou
trazer aqui foram/são obras que gostei/gosto e vi/revejo, e as minhas escolhas
são apenas opiniões e gostos, livres de qualquer pretensiosismo !!!
No nome do realizador (se
estrangeiro) e na maioria dos títulos dos filmes existem “links” para a
Wikipedia (versão inglesa), por ser a plataforma mais abrangente e mais
completa. Se pretenderem, na coluna esquerda dessas mesmas páginas, em baixo,
tem normalmente, a escolha da tradução para a língua portuguesa.
Do
cinema italiano trago-vos Roberto Rossellini (08-05-1906– 03-06-1977), realizador com uma
obra notável. Um dos realizadores neorealistas no cinema mundial, com 49
películas, 12 produções para a televisão e uns quantos galardões. Dele escolhi 3
filmes que vi, embora tenha mais uma meia-dúzia que me lembre.
Fotos e
nomes correctos: Elizabeth McGovern e James Woods
1
- Teresa Hoffbauer (Elizabeth McGovern e James Woods, em “Era uma vez na
América”)
2
– Janita (Elizabeth McGovern e James Woods, em “Era uma vez na América”)
3
– Manuela (Elizabeth McGovern e James Woods, em “Era uma vez na América”)
4
– Catarina (Elizabeth McGovern e James Woods, em “Era uma vez na América”)
5
– Pedro Coimbra (Elizabeth McGovern e James Woods, em “Era uma vez na América”)
Muito
Obrigado a Todos Vós pela participação e pelos acertos, que todos conseguiram.
A ideia não é ser difícil, mas sim despertar as pessoas a verem bom cinema.
Abraço !!!
Próximo
realizador, o norte-americano Bob Fosse, que anunciarei na Newsletter a data de
publicação.
Charada com comentários NÃO moderados. Por favor, não coloquem aqui a solução,
enviem-na para o meu email: ricardosantos1953@gmail.com
O que têm de fazer:
Em baixo, descobrirem e
dizerem-me (mail), ambos os nomes da actriz e do actor e em que filme (pelo
menos um!) no qual tenham participado. Não é obrigatório que tenham participado
no mesmo filme, mas os filmes têm de ser do realizador em questão.
Ajudas:
O número de letras do nome a encontrar, e uma foto um pouco alterada.
Somente aceitarei
os nomes correctos com as fotos.
Têm 48 horas para "matar a
charada" e três palpites por actriz e outros três por actor.
Depois de amanhã, dia 22, pelas 20:00
publico a solução, bem como os seus participantes.
Durante os anos da minha juventude
houve algo que me despertou o interesse e fez com que a minha ligação com os
audiovisuais se tornasse, desde então, preponderante na minha vida. Esse algo
foi o Cinema. A chamada 7.ª arte (arte da imagem) que quando dado o nome e na
minha modesta opinião, ela reflectia somente a realidade do cinema mudo, por
isso “arte da imagem”. Posteriormente a 7.ª arte tornou-se em algo muito mais
complexo. A obra/filme tornou-se num conjunto de várias e ricas variáveis: a
imagem, o texto, a cenografia, o som, o guarda-roupa, a interpretação, etc..
Tudo isso conglomerado e orientado de alguma maneira, por uma pessoa na arte de
dirigir, o realizador.
Um bom filme, é como uma boa música
ou um bom livro, é algo que deve ser visto mais que uma vez, para que nos
apercebamos de coisas que numa só, é impossível. Um amante de cinema vê um
filme duas, três vezes, para que nele possa visualizar todas essas variáveis de
que falei anteriormente.
Vão passar por aqui alguns
realizadores que fizeram e fazem parte do meu imaginário de cinéfilo. Nessa
época, quando frequentei as salas de cinema em Lisboa, as filmografias de
eleição eram: a italiana, a francesa, a alemã, a sueca, a espanhola, a
nipónica, a americana. Mas passarão também, e obviamente, realizadores
brasileiros e portugueses
Esta nova publicação intitulada 7.ª
Arte, será muito de uma pequena mostra do que se via cinematograficamente em
Lisboa, nos finais da década de 60 e 70, mas não só, porque teremos filmes
muito mais actuais !!!
Tal qual, como todos vós, me
reconhecem como um melómano amador, eu também sou um cinéfilo amador. O que vou
trazer aqui foram/são obras que gostei/gosto e vi/revejo, e as minhas escolhas
são apenas opiniões e gostos, livres de qualquer pretensiosismo !!!
No nome do realizador (se
estrangeiro) e na maioria dos títulos dos filmes existem “links” para a
Wikipedia (versão inglesa), por ser a plataforma mais abrangente e mais
completa. Se pretenderem, na coluna esquerda dessas mesmas páginas, em baixo,
tem normalmente, a escolha da tradução para a língua portuguesa.
Do
cinema italiano trago-vos, um dos meus preferidos Sergio Leone (03-01-1929– 30-04-1989). Criador do Spaghetti Western. Com 11 películas, e mais umas quantas
como assistente de realizador e “screenplay”, e uns quantos galardões. Dele
escolhi 4 filmes que vi, embora para além destes tenha visto outros. As bandas sonoras, normalmente, eram compostas pelo Mestre da música para cinema, Ennio Morricone.
Fotos e
nomes correctos: Maria Schneider e Peter O'Toole
1
– Janita (Maria Schneider em “O Último Tango em Paris” e Peter O’Toole em “O
Último Imperador”)
2
– Luísa (Maria Schneider em “O Último Tango em Paris” e Peter O’Toole em “O
Último Imperador”)
3
– Catarina (Maria Schneider em “O Último Tango em Paris” e Peter O’Toole em “O
Último Imperador”)
4
– Pedro Coimbra (Maria Schneider em “O
Último Tango em Paris” e Peter O’Toole em “O Último Imperador”)
5 – Manuela (Maria Schneider em “O
Último Tango em Paris” e Peter O’Toole em “O Último Imperador”) Pelos comentários e pela resposta "encriptada" no comentário, um agradecimento à Teresa! Muito
Obrigado a Todos Vós pela participação e pelos acertos, que todos conseguiram.
A ideia não é ser difícil, mas sim despertar as pessoas a verem bom cinema.
Próximo realizador, o norte-americano Stanley Kramer, que anunciarei na
Newsletter a data de publicação.
Charada com comentários NÃO moderados. Por favor, não coloquem aqui a solução,
enviem-na para o meu email: ricardosantos1953@gmail.com
O que têm de fazer:
Em baixo, descobrirem e
dizerem-me (mail), ambos os nomes da actriz e do actor e em que filme (pelo
menos um!) no qual tenham participado. Não é obrigatório que tenham participado
no mesmo filme, mas os filmes têm de ser do realizador em questão.
Ajudas:
O número de letras do nome a encontrar, e uma foto um pouco alterada.
Somente aceitarei
os nomes correctos com as fotos.
Têm 48 horas para "matar a
charada" e três palpites por actriz e outros três por actor.
Depois de amanhã, dia 23, pelas 20:00
publico a solução, bem como os seus participantes.
Durante os anos da minha juventude houve algo que me despertou o interesse e fez com que a minha ligação com os audiovisuais se tornasse, desde então, preponderante na minha vida. Esse algo foi o Cinema. A chamada 7.ª arte (arte da imagem) que quando dado o nome e na minha modesta opinião, ela reflectia somente a realidade do cinema mudo, por isso “arte da imagem”. Posteriormente a 7.ª arte tornou-se em algo muito mais complexo. A obra/filme tornou-se num conjunto de várias e ricas variáveis: a imagem, o texto, a cenografia, o som, o guarda-roupa, a interpretação, etc.. Tudo isso conglomerado e orientado de alguma maneira, por uma pessoa na arte de dirigir, o realizador.
Um bom filme, é como uma boa música ou um bom livro, é algo que deve ser visto mais que uma vez, para que nos apercebamos de coisas que numa só, é impossível. Um amante de cinema vê um filme duas, três vezes, para que nele possa visualizar todas essas variáveis de que falei anteriormente.
Vão passar por aqui alguns realizadores que fizeram e fazem parte do meu imaginário de cinéfilo. Nessa época, quando frequentei as salas de cinema em Lisboa, as filmografias de eleição eram: a italiana, a francesa, a alemã, a sueca, a espanhola, a nipónica, a americana. Mas passarão também, e obviamente, realizadores brasileiros e portugueses
Esta nova publicação intitulada 7.ª Arte, será muito de uma pequena mostra do que se via cinematograficamente em Lisboa, nos finais da década de 60 e 70, mas não só, porque teremos filmes muito mais actuais !!!
Tal qual, como todos vós, me reconhecem como um melómano amador, eu também sou um cinéfilo amador. O que vou trazer aqui foram/são obras que gostei/gosto e vi/revejo, e as minhas escolhas são apenas opiniões e gostos, livres de qualquer pretensiosismo !!!
No nome do realizador (se estrangeiro) e na maioria dos títulos dos filmes existem “links” para a Wikipedia (versão inglesa), por ser a plataforma mais abrangente e mais completa. Se pretenderem, na coluna esquerda dessas mesmas páginas, em baixo, tem normalmente, a escolha da tradução para a língua portuguesa.
Do cinema italiano trago-vos Bernardo Bertolucci (16-03-1941), realizador com 24 películas e uns quantos galardões. Dele escolhi 5 filmes que vi. embora para além destes tenha visto outros.