Dá a surpresa de ser

Dá a surpresa de ser É alta, de um louro escuro. Faz bem só pensar em ver Seu corpo meio maduro.

Seus seios altos parecem (Se ela estivesse deitada) Dois montinhos que amanhecem Sem ter que haver madrugada.

E a mão do seu braço branco Assenta em palmo espalhado Sobre a saliência do flanco Do seu relevo tapado.

Apetece como um barco. Tem qualquer coisa de gomo. Meu Deus, quando é que eu embarco? Ó fome, quando é que eu como?

10-9-1930 - Poesias. Fernando Pessoa. (Nota explicativa de João Gaspar Simões e Luiz de Montalvor.) Lisboa: Ática, 1942 (15ª ed. 1995) - 123.

sábado, 14 de maio de 2022

Eyes Thru Glass (71) - Lisboa à Volta Av República - Avenidas I

Aqui neste blogue e no “Eyes thru Glass“ mostro aquilo que os meus olhos vêem, através da objectiva.

Aqui ficarão somente as fotos, sem texto ficcional e sem música, apenas uma breve introdução, onde são tiradas e quando, e eventualmente alguma especificação técnica.

Esta é a primeira de cinco mostras de fotografia tiradas, em Dezembro de 2009, com a minha HP 850 PhotoSmart, na avenida da República e circundantes. O tema eram os edifícios de alguma beleza arquitectónica.





Actualmente Hotel Jupiter (próximas 4 fotos !), o prédio foi todo restaurado por fora e acrescentado uma parte moderna que destoa, para mim, do resto do imóvel !

https://www.jupiterlisboahotel.com/
























quinta-feira, 12 de maio de 2022

Francisco Mignone (20)

Francisco Mignone (03-09-1897 – 19-02-1986)

Valsinha, Luiz de Moura Castro (piano).

Congada (1921), Bernardo Borges, (piano).

Maracatú do Chico Rei (1933), Orquestra Sinfónica de Minas Gerais dirigida pelo Maestro David Machado. Coral Lírico da Fundação Clóvis Salgado.

12 Estudos para Violão, Flávio Apro (violão).

quarta-feira, 11 de maio de 2022

Dança (44) Maracatu

A Dança é uma das três principais artes cénicas da antiguidade, ao lado do Teatro e da Música (in wikipédia). No Priberam esta é a sua definição gramatical e não só, e na Porto Editora esta é a sua definição gramatical e não só. Achei um tema interessante e decidi trazer aqui as muitas formas de dança, origens, com a ajuda da Wikipédia e do Youtube.

Muitas danças nasceram em África, paraíso dos ritmos e batuques, quando os instrumentos eram rudimentares. Com a escravatura, elas foram levadas para outros continentes e países, nomeadamente, o Brasil, e para outros países latino-americanos. Irão aparecer algumas muito idênticas, embora todas existam na realidade. O que aconteceu, simplesmente, foi a criação de coreografias diferentes, consoante a interpretação dada pelos povos que as cultivaram ou cultivam.

Maracatu – É um ritmo musical, dança e ritual de sincretismo religioso com origem no estado brasileiro de Pernambuco. …………….. Mais informação aqui !

Maracatu Dança dos Arcos

Dança Maracatu (Novembro Negro - 2018)

Passos Básicos do Maracatu Parte 1

terça-feira, 10 de maio de 2022

Dança (43) Electro

A Dança é uma das três principais artes cénicas da antiguidade, ao lado do Teatro e da Música (in wikipédia). No Priberam esta é a sua definição gramatical e não só, e na Porto Editora esta é a sua definição gramatical e não só. Achei um tema interessante e decidi trazer aqui as muitas formas de dança, origens, com a ajuda da Wikipédia e do Youtube.

Muitas danças nasceram em África, paraíso dos ritmos e batuques, quando os instrumentos eram rudimentares. Com a escravatura, elas foram levadas para outros continentes e países, nomeadamente, o Brasil, e para outros países latino-americanos. Irão aparecer algumas muito idênticas, embora todas existam na realidade. O que aconteceu, simplesmente, foi a criação de coreografias diferentes, consoante a interpretação dada pelos povos que as cultivaram ou cultivam.

Electro (também chamado de Electro-Funk ou Electro-Boogie) – É um género de música electrónica directamente influenciada pelo uso da caixa de ritmos TR-808, sintetizadores Moog Keytar e Samplers de “soul” e “funk” (amostras ou cortes de sons de músicas e etc) …………….. Mais informação aqui !

Modern Talking - Brother Louie '98 version | Shuffle dance music video 90s

Alan Walker - Faded (Remix) ♫ Shuffle Dance (Music video) Electro House

Electro Swing Dance Freestyle: Lost in the Rhythm, Jamie Berry Featuring Octavia Rose

sexta-feira, 6 de maio de 2022

Marcos Resende – Groups & Soloists of Jazz (43)

Marcos Resende (1947 – 2020)

Além do muito procurado álbum de 1978 "Festa Para Um Novo Rei", clássico místico do jazz-funk e lançado na icónica série Musica Popular Brasileira Contemporanea (MPBC) da Philips, pouco se sabe sobre Marcos Resende, mesmo para os aficionados do “jazz” brasileiro.

Nascido em Cachoeiro de Itapemirim, Brasil, em 1947, Marcos Resende é filho do Professor Wilson Lopes Resende e Dona Zoira. Foi uma criança prodigiosa que aprendeu a tocar acordeão aos dois anos de idade e piano aos seis. Apesar do seu imenso potencial musical, viajou para Lisboa nos anos 60 para estudar medicina. Continuando ainda a explorar a sua paixão musical paralelamente, formou um trio que veio a abrir o espectáculo para Dexter Gordon, no Cascais Jazz Festival em 1971. Aqui formou o grupo de jazz progressivo e electrónico “Status”, que abriu espectáculos para os gostos de Elton John, Phil Woods, Stan Getz, Art Blakey & The Jazz Messengers, mas apesar de seu relativo sucesso ao vivo, eles têm poucas gravações conhecidas. Tem discos lançados no Brasil, em Portugal e em França. Marcos Resende vem a falecer em 2020, em Lisboa. (in https://marcosresendeindex.bandcamp.com/)

Rio de Janeiro, do filme “Por Incrível Que Pareça” (1985) de Uberto Molo, https://www.imdb.com/title/tt0260289/fullcredits/?ref_=tt_cl_sm.

Cidade Vazia, do filme “Por Incrível Que Pareça” (1985) de Uberto Molo, https://www.imdb.com/title/tt0260289/fullcredits/?ref_=tt_cl_sm.

Nergal, do álbum “Marcos Resende & index”, de 2021.

My Heart, do álbum “Marcos Resende & index”, de 2021.

quarta-feira, 4 de maio de 2022

Amália Rodrigues – Fado (8)

O Fado é, desde Novembro de 2011, Património Cultural e Imaterial da Humanidade (UNESCO).

Não sou grande admirador, com uma excepção para o fado de Coimbra, mas reconheço o valor deste género musical que representa muito bem, alguma da Boa Música Portuguesa.

Amália Rodrigues (1920 – 1999)

Que Estranha Forma de Vida, letra de Amália Rodrigues e música de Alfredo Marceneiro.

terça-feira, 3 de maio de 2022

Beach Boys – Festas de Garagem (6)

Na minha juventude diverti-me imenso nas “festas de garagem”. Um levava o gira-discos portátil, outros levavam uns quantos discos. Haviam sempre umas sandes e uns refrigerantes. Dançávamos a tarde inteira e às vezes a entrar pela noite. Ora música para os “pulos”, ora música para dançar agarrados, às vezes “agarradinhos”, mas sem abusar 😊, porque as mães delas eram algumas vezes nossas conhecidas, e tínhamos imenso respeito por elas.

São apenas duas músicas por intérprete. Em alguns deles, duas canções, irão saber a pouco. Naquela época, a “Pop” e a “Rock” anglo-saxónica dominava. Grupos ingleses e americanos, eram aqueles que passavam na rádio, e era neles, onde gastávamos algum dinheiro das nossas mesadas, para comprar os seus discos.

Hoje na 6.ª festa de garagem trago-vos…

Beach Boys (1961)

Um grupo da “Pop” norte-americana. Neste início da Pop-Rock, os norte-americanos tentavam a todo o custo competir com a “Pop” Britânica. A meu ver, na década de 60 os britânicos praticamente dominavam o mercado mundial de audições e de vendas.

Saliento a este propósito e para todas as “Festas de Garagem” que por aqui passarem, o bom filme, comédia e de alguma maneira documental, de 2009, intitulado “The Boat That Rocked”, dirigido por Richard Curtis e com um excelente elenco, do qual se destaca o grande actor, já desaparecido, Philip Seymour Hoffman. Aqui abaixo o link da apresentação/”trailer” desta bela película.

https://www.youtube.com/watch?v=CZ3xNmqxZQE

E agora os Beach Boys…

Good Vibrations, de 1966. Talvez esta a sua melhor composição, ou pelo menos aquela, pela qual eles são mais conhecidos.

I Can Hear Music, de 1969

segunda-feira, 2 de maio de 2022

CinemaScope (44)

Retomo uma rúbrica que existia neste blogue, em rodapé e que possivelmente passou despercebida a muitos que me visitavam, por estar mesmo lá no fim da minha página.

É música claro ! O que estavam à espera ?

São composições que me dizem muito, porque sou um romântico e um eterno apaixonado por música, pelas outras artes, pela humanidade, pelos amigos que encontrei na blogosfera, pela Natureza, pela vida, no fundo, pelas coisas boas desta sociedade em que vivemos.

Desta vez os registos, enquanto não apagados ou eliminados do Youtube, ficarão por cá, com uma única etiqueta “CinemaScope”.

John Lennon Woman

O quanto agradeceremos aos Beatles por nos proporcionarem horas de alegria e prazer ao ouvirmos as suas composições. Aqui o grande John Lennon, numa composição de adoração à Mulher, a sua Yoko Ono.

Obrigado John !!!

domingo, 1 de maio de 2022

Alcunhas Alentejanas (18) - Ralo

 É uma nova rúbrica, baseada no livro de Francisco Martins Ramos e Carlos Alberto da Silva, intitulado “Tratado das Alcunhas Alentejanas” (3.ª edição, Fevereiro de 2003), editado pela “Edições Colibri, Lda.”, Faculdade de Letras de Lisboa.

 


Pedi autorização à editora Colibri e o sr. Fernando Mão de Ferro escreveu-me e autorizou-me no dia 9 deste mês (Sem problemas. Parabéns pelo projecto.Fernando Mão de Ferro) que avançasse com estas pequenas publicações. Dos autores, tentei contactar com um deles, visto que o outro, infelizmente, já faleceu, mas até agora não obtive qualquer resposta. Os textos  que publicarei não irão plagiar o livro. Irei tratar os textos de outra maneira e de algum modo publicitarei o “Tratado das Alcunhas Alentejanas”, através destes “posts”. É, como já frisei, um livro/tratado extremamente interessante e digno que figurar numa prateleira de uma biblioteca pessoal. Nele foram tratadas cerca de 20.000 alcunhas, por todo o Baixo e Alto Alentejo.

Esta publicação terá 52 números (2 voltas ao alfabeto de 26 letras) porque queremos apenas chamar à atenção dos leitores sobre a importância e o trabalho realizado. Escolheremos as alcunhas a tratar, uma por cada letra do alfabeto português, de A a Z. Foram também incluídas, as letras K, W e Y.

Tratado das Alcunhas

Ralo (a) – masculino, cognome individual, alcunha adquirida, designação rejeitada, alcunha de referência, classificação: física/comportamental; história: Designação aplicada a um sujeitoi que tem a barba muito rala (Aljustrel); o visado, em criança, era muito franzino (Serpa); indivíduo que anda sempre a aborrecer os outros (Serpa); o receptor adquiriu esta alcunha porque assobia com o ralo de um regador (Moura).

(In Tratado das Alcunhas Alentejanas”, 3.ª edição, Fevereiro de 2003)

Priberam (online)

ralo | s. m.

ralo | adj.

ralo | s. m.

1ª pess. sing. pres. ind. de ralar

ra·lo 1

(latim rallum, -i)

nome masculino

1. Ralador.

2. Fundo da peneira, da joeira, do crivo, etc.

3. Espécie de crivo que se coloca no orifício de um cano para não deixar passar nada que o obstrua.Ver imagem

4. Peça metálica crivada de buracos que se adapta a uma porta de escada para ver quem chama.Ver imagem = CRIVO

5. Apêndice do regador para borrifar. = CRIVO

6. Peça com buracos ou grade em confessionários ou conventos, que se destina geralmente a ver sem ser visto.Ver imagem = CRIVO, RÓTULO

7. Grade que permite fechar uma porta ou janela, mantendo a iluminação parcial e o arejamento.Ver imagem = GELOSIA, RÓTULA

8. [Entomologia]  Insecto ortóptero, semelhante ao grilo, muito nocivo às plantas. = RELA

9. Antiga embarcação indiana.

Palavras relacionadas: 

crivacrivocrivadocrivaçãocrivarralaralete

ra·lo 2

(latim rarus, -a, -um)

adjectivo

1. Pouco denso. = RARO ≠ ESPESSO

2. Que existe em pouca quantidade.

3. Que tem espaços entre si. = ESPAÇADO, INTERVALADO

Palavras relacionadas: 

raladoralaçãoarralentararralarralaralezaralão

ra·lo 3

(francês râle)

nome masculino

1. Ruído anormal nas vias respiratórias.

2. Estertor.

Palavras relacionadas: 

raladoralezaralaralaçãoralãoarralentararralar

ra·lar - Conjugar

verbo transitivo

1. Raspar com o ralador; esmagar; moer; triturar.

2. Chatear, aborrecer; importunar; apoquentar.

3. [Figurado]  Atormentar; amofinar.

verbo intransitivo

4. [Portugal: Trás-os-Montes]  Coaxar.

5. [Brasil, Informal]  Trabalhar muito (ex.: eles ralam pesado durante a semana toda e só descansam no domingo).

Palavras relacionadas: 

ralaçãoraladoralorala, , apoquentaraporrinhar

"ralo", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2020, https://dicionario.priberam.org/ralo [consultado em 24-07-2020].

Porto Editora (online)

ralo1

ˈʀalu

nome masculino

1. peça com orifícios ou grade, colocada na abertura de uma canalização de esgotos, no fundo de banheiras, lavatórios, tanques, etc., ou ao nível do chão, para possibilitar o escoamento de águas e a retenção de detritos

2. parte do encanamento que se localiza imediatamente abaixo desta peça

3. ralador

4. fundo do crivo ou da peneira

5. tampa crivada de orifícios colocada no bico dos regadores para permitir a saída e a distribuição da água

6. peça, com buracos ou grade, que se adapta a uma porta, janela, confessionário, etc., permitindo a entrada do ar e ver para fora sem ser visto

7. ZOOLOGIA designação comum, extensiva a diferentes espécies de insectos ortópteros, da família dos Grilotalpídeos, que apresentam as patas anteriores adaptadas à escavação, sendo comuns em terras de cultura, onde destroem as raízes de diversas plantascachorro-da-areia, grilo-toupeira, raro

Do latim rallu-, «raspador»

ralo2

ˈʀalu

nome masculino

ruído produzido pela respiração das pessoas atacadas de doença nas vias respiratóriaspieira

Do francês râle, «ruído no pulmão»

ralo3

ˈʀalu

adjectivo

1. pouco denso, pouco espesso, raro

2. com intervalos, espaçado

3. que aparece ou existe em pequena quantidade

ralo4

ˈʀalu

nome masculino

NÁUTICA antiga embarcação indiana

sábado, 30 de abril de 2022

CinemaScope (43)

Retomo uma rúbrica que existia neste blogue, em rodapé e que possivelmente passou despercebida a muitos que me visitavam, por estar mesmo lá no fim da minha página.

É música claro ! O que estavam à espera ?

São composições que me dizem muito, porque sou um romântico e um eterno apaixonado por música, pelas outras artes, pela humanidade, pelos amigos que encontrei na blogosfera, pela Natureza, pela vida, no fundo, pelas coisas boas desta sociedade em que vivemos.

Desta vez os registos, enquanto não apagados ou eliminados do Youtube, ficarão por cá, com uma única etiqueta “CinemaScope”.

Wings Mull Of Kintyre

Os Wings, o grupo criado por Paul McCartney e Linda Eastman após o fim dos Beatles.

Se há um instrumento que me agrada em determinadas composições, como melodia de fundo, ele é, indubitavelmente, a “gaita de foles”.

quarta-feira, 27 de abril de 2022

Jazz Standards (211)

(Sobre o tema em questão, algumas palavras retiradas de “in

http://www.jazzstandards.com/compositions/index.htm” - adaptação e tradução por Ricardo Santos)

Django (#211) - Música e Letra de John Lewis

O pianista e director musical do “Modern Jazz Quartet”, John Lewis, compôs “Django” em 1954 como uma homenagem ao grande violonista cigano Django Reinhardt. Foi uma peça de assinatura do “Modern Jazz Quartet” que, além de Lewis, apresentava Milt Jackson no vibrafone, Percy Heath no contrabaixo e Connie Kay que substituiu Kenny Clarke, na bateria. Embora a gravação marcante do “MJQ”, “Django”, tenha sido lançada num LP em 1956, na verdade foi gravada em três sessões diferentes em 1953, 1954 e 1956. A sessão de 1953 foi lançada como dois Long Play’s de 10 polegadas. “Django” foi gravado na sessão de 1954.

Bill Evans (Plainfield, EUA, 16-08-1929 — New York, EUA, 15-09-1980) - Bill Evans (piano, electric piano) e Eddie Gomez (contrabaixo), no "Montreux Jazz Festival", Montreal, Suiça, 20 de Julho de 1975.

Joe Pass (New Brunswick, New Jersey, EUA, 13-01-1929 – Los Angeles, California, EUA, 23-05-1994) – Com Joe Pass (guitarra), John Pisano (guitarra), Jim Hughart (contrabaixo) e Colin Bailey (bateria).

John Lewis (La Grange, Illinois, EUA, 03-05-1920 - New York, EUA, 31-03-2001) – O seu criador, ao vivo, no Berlin Piano Workshop de 1965, com John Lewis (piano), Niels-Henning Ørsted Pedersen (contrabaixo) e Connie Kay (bateria).

Eddie Higgins (Cambridge, Massachusetts, EUA, 21-02-1932 - Fort Lauderdale, Florida, EUA, 31-08-2009) Trio – com Eddie Higgins (piano), Richard Evans (contrabaixo) e Marshall Thompson (bateria).

sábado, 23 de abril de 2022

Jafumega – Nascidos Aqui (38)

Jafumega (1980 – 1983)

Ribeira, de 1981.

Nó Cego, do álbum “Jafumega”, de 1982.

Latin'America, do álbum “Jafumega”, de 1982.

Kasbah, do álbum “Jafumega”, de 1982. No programa “5 para a Meia-Noite”.

quinta-feira, 21 de abril de 2022

Sting e Shirazee – NPR Tiny Desk Home Concert (10)

A NPR Music (https://www.youtube.com/channel/UC4eYXhJI4-7wSWc8UNRwD4A) é um projecto da “National Public Radio”, uma organização de media americana sem fins lucrativos, com financiamento público e privado, lançado em Novembro de 2007, para apresentar programação musical de rádio pública e conteúdo editorial original para descoberta de música.

Parece-me um projecto interessantíssimo, principalmente, porque neste contexto de pandemia, dá-nos a possibilidade de ouvirmos grandes intérpretes e compositores a nível mundial, os quais mostram aqui, na NPR Music, a sua arte e a sua capacidade de comunicação. Por aqui vão passar, nomes conhecidos, menos conhecidos e desconhecidos. Para mim, foi e é um prazer procurar bons instrumentais e boas interpretações. As actuações poderão ser, às vezes, bastante mais extensas que o habitual, mas tentei procurar algo que possam escutar com prazer.

No Tiny Desk de hoje, vamos ouvir…

Sting (Gordon Matthew Thomas Sumner) (02-10-1951)

Shirazee (?)

Abby O’Neill | 22 Março de 2021

O ícone da música “Sting” volta ao Tiny Desk com um novo colaborador, e a história é emocionante. Durante a pandemia, a estrela “pop” beninense Shirazee adaptou a sua própria versão do clássico "Englishman in New York" de “Sting” para "African in New York". A sua versão chegou a “Sting”, que adorou tanto que pediu a Shirazee para emprestar a sua voz para seu espectáculo no “Tiny Desk” (casa) e também gravá-lo no seu novo álbum “Duets”…

Grupo: Sting (vocais e guitar) e Shirazee (vocais).

Composições: : "Englishman/African in New York"; "If I Ever Lose My Faith in You"; e "Sister Moon".

terça-feira, 19 de abril de 2022

Paul Mauriat (5)

Não são compositores, embora alguns deles tenham composto, mas foram maestros de grandes orquestras que todos recordamos, com os seus êxitos mais mediáticos.

Paul Mauriat (04-03-1925 – 03-11-2006)

Love is Blue, escrita pelos compositores franceses André Popp e Pierre Cour.

Sympathy

Soleado

Je t'aime… Moi non plus

sábado, 16 de abril de 2022

Flora Purim – Jazz Singers (56)

Flora Purim (06-01-1942)

You Can Fly, do álbum “Open Your Eyes You Can Fly”, de 1976, para a ℗ 1976 Fantasy, Inc.

Crystal Silence, composta por Chico Corea. Do álbum “Perpetual Emotion” de Flora Purim, editado em 2001, para a ℗ 2001 Narada Productions, Inc.

I Feel You, do álbum “Speak No Evil”, de 2003 para a ℗ 2003 Narada Productions, Inc.

Partido Alto, do álbum “The Colours of Life”, de 2016, para a ℗ IN+OUT Records.

quinta-feira, 14 de abril de 2022

Alfredo Marceneiro – Fado (7)

Alfredo Marceneiro – Fado (7)

O Fado é, desde Novembro de 2011, Património Cultural e Imaterial da Humanidade (UNESCO).

Não sou grande admirador, com uma excepção para o fado de Coimbra, mas reconheço o valor deste género musical que representa muito bem, alguma da Boa Música Portuguesa.

Alfredo Marceneiro (1891 – 1982)

É Tão Bom Ser Pequenino