Charada com comentários NÃO moderados. Por favor, não coloquem aqui a solução,
enviem-na para o meu email: ricardosantos1953@gmail.com
O que têm de fazer:
Em baixo, descobrirem e
dizerem-me (mail), ambos os nomes da actriz e do actor e em que filme (pelo
menos um!) no qual tenham participado. Não é obrigatório que tenham participado
no mesmo filme, mas os filmes têm de ser do realizador em questão.
Ajudas:
O número de letras do nome a encontrar, e uma foto um pouco alterada.
Somente aceitarei
os nomes correctos com as fotos.
Têm 48 horas para "matar a
charada" e três palpites por actriz e outros três por actor.
Depois de amanhã, dia 5, pelas 20:00 publico a solução, bem como os seus participantes.
Durante os anos da minha juventude
houve algo que me despertou o interesse e fez com que a minha ligação com os
audiovisuais se tornasse, desde então, preponderante na minha vida. Esse algo
foi o Cinema. A chamada 7.ª arte (arte da imagem) que quando dado o nome e na
minha modesta opinião, ela reflectia somente a realidade do cinema mudo, por
isso “arte da imagem”. Posteriormente a 7.ª arte tornou-se em algo muito mais
complexo. A obra/filme tornou-se num conjunto de várias e ricas variáveis: a
imagem, o texto, a cenografia, o som, o guarda-roupa, a interpretação, etc..
Tudo isso conglomerado e orientado de alguma maneira, por uma pessoa na arte de
dirigir, o realizador.
Um bom filme, é como uma boa música
ou um bom livro, é algo que deve ser visto mais que uma vez, para que nos
apercebamos de coisas que numa só, é impossível. Um amante de cinema vê um
filme duas, três vezes, para que nele possa visualizar todas essas variáveis de
que falei anteriormente.
Vão passar por aqui alguns
realizadores que fizeram e fazem parte do meu imaginário de cinéfilo. Nessa
época, quando frequentei as salas de cinema em Lisboa, as filmografias de
eleição eram: a italiana, a francesa, a alemã, a sueca, a espanhola, a
nipónica, a americana. Mas passarão também, e obviamente, realizadores
brasileiros e portugueses
Esta nova publicação intitulada 7.ª
Arte, será muito de uma pequena mostra do que se via cinematograficamente em
Lisboa, nos finais da década de 60 e 70, mas não só, porque teremos filmes
muito mais actuais !!!
Tal qual, como todos vós, me
reconhecem como um melómano amador, eu também sou um cinéfilo amador. O que vou
trazer aqui foram/são obras que gostei/gosto e vi/revejo, e as minhas escolhas
são apenas opiniões e gostos, livres de qualquer pretensiosismo !!!
No nome do realizador (se
estrangeiro) e na maioria dos títulos dos filmes existem “links” para a
Wikipedia (versão inglesa), por ser a plataforma mais abrangente e mais
completa. Se pretenderem, na coluna esquerda dessas mesmas páginas, em baixo,
tem normalmente, a escolha da tradução para a língua portuguesa.
Do
cinema italiano trago-vos Roberto Rossellini (08-05-1906– 03-06-1977), realizador com uma
obra notável. Um dos realizadores neorealistas no cinema mundial, com 49
películas, 12 produções para a televisão e uns quantos galardões. Dele escolhi 3
filmes que vi, embora tenha mais uma meia-dúzia que me lembre.
1-
Janita (Zezé Mota em “Xica da Silva” e José Wilker em “Bye Bye Brasil”)
2-
Luísa (Zezé Mota em “Xica da Silva” e José Wilker em “Bye Bye Brasil”)
3-
Manuela (Zezé Mota em “Xica da Silva” e José Wilker em “Bye Bye Brasil”)
Muito
Obrigado a Todos Vós pela participação e pelos acertos, que todos conseguiram.
A ideia não é ser difícil, mas sim despertar as pessoas a verem bom cinema.
Abraço !!!
Próximo realizador, o italiano Roberto Rossellini.
Charada com comentários NÃO moderados. Por favor, não coloquem aqui a solução,
enviem-na para o meu email: ricardosantos1953@gmail.com
O que têm de fazer:
Em baixo, descobrirem e
dizerem-me (mail), ambos os nomes da actriz e do actor e em que filme (pelo
menos um!) no qual tenham participado. Não é obrigatório que tenham participado
no mesmo filme, mas os filmes têm de ser do realizador em questão.
Ajudas:
O número de letras do nome a encontrar, e uma foto um pouco alterada.
Somente aceitarei
os nomes correctos com as fotos.
Têm 48 horas para "matar a
charada" e três palpites por actriz e outros três por actor.
Depois de amanhã, dia 12, pelas 20:00 publico a solução, bem como os seus participantes.
Durante os anos da minha juventude
houve algo que me despertou o interesse e fez com que a minha ligação com os
audiovisuais se tornasse, desde então, preponderante na minha vida. Esse algo
foi o Cinema. A chamada 7.ª arte (arte da imagem) que quando dado o nome e na
minha modesta opinião, ela reflectia somente a realidade do cinema mudo, por
isso “arte da imagem”. Posteriormente a 7.ª arte tornou-se em algo muito mais
complexo. A obra/filme tornou-se num conjunto de várias e ricas variáveis: a
imagem, o texto, a cenografia, o som, o guarda-roupa, a interpretação, etc..
Tudo isso conglomerado e orientado de alguma maneira, por uma pessoa na arte de
dirigir, o realizador.
Um bom filme, é como uma boa música
ou um bom livro, é algo que deve ser visto mais que uma vez, para que nos
apercebamos de coisas que numa só, é impossível. Um amante de cinema vê um
filme duas, três vezes, para que nele possa visualizar todas essas variáveis de
que falei anteriormente.
Vão passar por aqui alguns
realizadores que fizeram e fazem parte do meu imaginário de cinéfilo. Nessa
época, quando frequentei as salas de cinema em Lisboa, as filmografias de
eleição eram: a italiana, a francesa, a alemã, a sueca, a espanhola, a
nipónica, a americana. Mas passarão também, e obviamente, realizadores
brasileiros e portugueses
Esta nova publicação intitulada 7.ª
Arte, será muito de uma pequena mostra do que se via cinematograficamente em Lisboa,
nos finais da década de 60 e 70, mas não só, porque teremos filmes muito mais
actuais !!!
Tal qual, como todos vós, me
reconhecem como um melómano amador, eu também sou um cinéfilo amador. O que vou
trazer aqui foram/são obras que gostei/gosto e vi/revejo, e as minhas escolhas
são apenas opiniões e gostos, livres de qualquer pretensiosismo !!!
No nome do realizador (se
estrangeiro) e na maioria dos títulos dos filmes existem “links” para a
Wikipedia (versão inglesa), por ser a plataforma mais abrangente e mais
completa. Se pretenderem, na coluna esquerda dessas mesmas páginas, em baixo,
tem normalmente, a escolha da tradução para a língua portuguesa.
Do
cinema brasileiro trago-vos Carlos Diegues (19-05-1940), realizador fundador do Cinema Novo. Com 33 películas e uns quantos
galardões. Dele escolhi 1 filme que vi, embora talvez tenha visto mais um ou
dois.
Durante os anos da minha juventude
houve algo que me despertou o interesse e fez com que a minha ligação com os
audiovisuais se tornasse, desde então, preponderante na minha vida. Esse algo
foi o Cinema. A chamada 7.ª arte (arte da imagem) que quando dado o nome e na
minha modesta opinião, ela reflectia somente a realidade do cinema mudo, por
isso “arte da imagem”. Posteriormente a 7.ª arte tornou-se em algo muito mais
complexo. A obra/filme tornou-se num conjunto de várias e ricas variáveis: a
imagem, o texto, a cenografia, o som, o guarda-roupa, a interpretação, etc..
Tudo isso conglomerado e orientado de alguma maneira, por uma pessoa na arte de
dirigir, o realizador.
Um bom filme, é como uma boa música
ou um bom livro, é algo que deve ser visto mais que uma vez, para que nos
apercebamos de coisas que numa só, é impossível. Um amante de cinema vê um
filme duas, três vezes, para que nele possa visualizar todas essas variáveis de
que falei anteriormente.
Vão passar por aqui alguns
realizadores que fizeram e fazem parte do meu imaginário de cinéfilo. Nessa
época, quando frequentei as salas de cinema em Lisboa, as filmografias de
eleição eram: a italiana, a francesa, a alemã, a sueca, a espanhola, a
nipónica, a americana. Mas passarão também, e obviamente, realizadores
brasileiros e portugueses
Esta nova publicação intitulada 7.ª
Arte, será muito de uma pequena mostra do que se via cinematograficamente em
Lisboa, nos finais da década de 60 e 70, mas não só, porque teremos filmes
muito mais actuais !!!
Tal qual, como todos vós, me
reconhecem como um melómano amador, eu também sou um cinéfilo amador. O que vou
trazer aqui foram/são obras que gostei/gosto e vi/revejo, e as minhas escolhas
são apenas opiniões e gostos, livres de qualquer pretensiosismo !!!
No nome do realizador (se
estrangeiro) e na maioria dos títulos dos filmes existem “links” para a
Wikipedia (versão inglesa), por ser a plataforma mais abrangente e mais
completa. Se pretenderem, na coluna esquerda dessas mesmas páginas, em baixo,
tem normalmente, a escolha da tradução para a língua portuguesa.
Do
cinema francês trago-vos Roger Vadim (26-01-1928– 11-02-2000), realizador com 36
películas, umas, como realizador e outras, como escritor. Dele escolhi 2 filmes
que vi, embora para além destes tenha visto outros.
Durante os anos da minha juventude
houve algo que me despertou o interesse e fez com que a minha ligação com os
audiovisuais se tornasse, desde então, preponderante na minha vida. Esse algo
foi o Cinema. A chamada 7.ª arte (arte da imagem) que quando dado o nome e na
minha modesta opinião, ela reflectia somente a realidade do cinema mudo, por
isso “arte da imagem”. Posteriormente a 7.ª arte tornou-se em algo muito mais
complexo. A obra/filme tornou-se num conjunto de várias e ricas variáveis: a
imagem, o texto, a cenografia, o som, o guarda-roupa, a interpretação, etc..
Tudo isso conglomerado e orientado de alguma maneira, por uma pessoa na arte de
dirigir, o realizador.
Um bom filme, é como uma boa música
ou um bom livro, é algo que deve ser visto mais que uma vez, para que nos
apercebamos de coisas que numa só, é impossível. Um amante de cinema vê um
filme duas, três vezes, para que nele possa visualizar todas essas variáveis de
que falei anteriormente.
Vão passar por aqui alguns
realizadores que fizeram e fazem parte do meu imaginário de cinéfilo. Nessa
época, quando frequentei as salas de cinema em Lisboa, as filmografias de
eleição eram: a italiana, a francesa, a alemã, a sueca, a espanhola, a
nipónica, a americana. Mas passarão também, e obviamente, realizadores
brasileiros e portugueses
Esta nova publicação intitulada 7.ª
Arte, será muito de uma pequena mostra do que se via cinematograficamente em Lisboa,
nos finais da década de 60 e 70, mas não só, porque teremos filmes muito mais
actuais !!!
Tal qual, como todos vós, me
reconhecem como um melómano amador, eu também sou um cinéfilo amador. O que vou
trazer aqui foram/são obras que gostei/gosto e vi/revejo, e as minhas escolhas
são apenas opiniões e gostos, livres de qualquer pretensiosismo !!!
No nome do realizador (se
estrangeiro) e na maioria dos títulos dos filmes existem “links” para a
Wikipedia (versão inglesa), por ser a plataforma mais abrangente e mais
completa. Se pretenderem, na coluna esquerda dessas mesmas páginas, em baixo,
tem normalmente, a escolha da tradução para a língua portuguesa.
Do
cinema norte-americano trago-vos Brian de Palma (11-09-1940), realizador com uma
obra notável. Um dos realizadores imensamente influente no cinema mundial, com 15
películas longa-metragem, 7 curtas 2 documentários. Dele escolhi 6 filmes que
vi.
Durante os anos da minha juventude
houve algo que me despertou o interesse e fez com que a minha ligação com os
audiovisuais se tornasse, desde então, preponderante na minha vida. Esse algo
foi o Cinema. A chamada 7.ª arte (arte da imagem) que quando dado o nome e na
minha modesta opinião, ela reflectia somente a realidade do cinema mudo, por
isso “arte da imagem”. Posteriormente a 7.ª arte tornou-se em algo muito mais
complexo. A obra/filme tornou-se num conjunto de várias e ricas variáveis: a
imagem, o texto, a cenografia, o som, o guarda-roupa, a interpretação, etc..
Tudo isso conglomerado e orientado de alguma maneira, por uma pessoa na arte de
dirigir, o realizador.
Um bom filme, é como uma boa música
ou um bom livro, é algo que deve ser visto mais que uma vez, para que nos
apercebamos de coisas que numa só, é impossível. Um amante de cinema vê um
filme duas, três vezes, para que nele possa visualizar todas essas variáveis de
que falei anteriormente.
Vão passar por aqui alguns
realizadores que fizeram e fazem parte do meu imaginário de cinéfilo. Nessa
época, quando frequentei as salas de cinema em Lisboa, as filmografias de
eleição eram: a italiana, a francesa, a alemã, a sueca, a espanhola, a
nipónica, a americana. Mas passarão também, e obviamente, realizadores
brasileiros e portugueses
Esta nova publicação intitulada 7.ª
Arte, será muito de uma pequena mostra do que se via cinematograficamente em
Lisboa, nos finais da década de 60 e 70, mas não só, porque teremos filmes
muito mais actuais !!!
Tal qual, como todos vós, me
reconhecem como um melómano amador, eu também sou um cinéfilo amador. O que vou
trazer aqui foram/são obras que gostei/gosto e vi/revejo, e as minhas escolhas
são apenas opiniões e gostos, livres de qualquer pretensiosismo !!!
No nome do realizador (se
estrangeiro) e na maioria dos títulos dos filmes existem “links” para a
Wikipedia (versão inglesa), por ser a plataforma mais abrangente e mais
completa. Se pretenderem, na coluna esquerda dessas mesmas páginas, em baixo,
tem normalmente, a escolha da tradução para a língua portuguesa.
Do
cinema norte-americano trago-vos Ron Howard(01-03-1954),
realizador com uma obra notável de cinema e de televisão. No cinema, o que aqui
nos interessa, ele fez 33 películas como realizador, 28 como actor, 4 como
argumentista e 40 como produtor uns quantos galardões. Dele escolhi 5 filmes
que vi, embora para além destes tenha visto outros.
Durante os anos da minha juventude
houve algo que me despertou o interesse e fez com que a minha ligação com os
audiovisuais se tornasse, desde então, preponderante na minha vida. Esse algo
foi o Cinema. A chamada 7.ª arte (arte da imagem) que quando dado o nome e na
minha modesta opinião, ela reflectia somente a realidade do cinema mudo, por
isso “arte da imagem”. Posteriormente a 7.ª arte tornou-se em algo muito mais
complexo. A obra/filme tornou-se num conjunto de várias e ricas variáveis: a
imagem, o texto, a cenografia, o som, o guarda-roupa, a interpretação, etc..
Tudo isso conglomerado e orientado de alguma maneira, por uma pessoa na arte de
dirigir, o realizador.
Um bom filme, é como uma boa música
ou um bom livro, é algo que deve ser visto mais que uma vez, para que nos
apercebamos de coisas que numa só, é impossível. Um amante de cinema vê um
filme duas, três vezes, para que nele possa visualizar todas essas variáveis de
que falei anteriormente.
Vão passar por aqui alguns
realizadores que fizeram e fazem parte do meu imaginário de cinéfilo. Nessa
época, quando frequentei as salas de cinema em Lisboa, as filmografias de
eleição eram: a italiana, a francesa, a alemã, a sueca, a espanhola, a
nipónica, a americana. Mas passarão também, e obviamente, realizadores
brasileiros e portugueses
Esta nova publicação intitulada 7.ª
Arte, será muito de uma pequena mostra do que se via cinematograficamente em
Lisboa, nos finais da década de 60 e 70, mas não só, porque teremos filmes
muito mais actuais !!!
Tal qual, como todos vós, me
reconhecem como um melómano amador, eu também sou um cinéfilo amador. O que vou
trazer aqui foram/são obras que gostei/gosto e vi/revejo, e as minhas escolhas
são apenas opiniões e gostos, livres de qualquer pretensiosismo !!!
No nome do realizador (se
estrangeiro) e na maioria dos títulos dos filmes existem “links” para a
Wikipedia (versão inglesa), por ser a plataforma mais abrangente e mais
completa. Se pretenderem, na coluna esquerda dessas mesmas páginas, em baixo,
tem normalmente, a escolha da tradução para a língua portuguesa.
Do
cinema norte-americano trago-vos Bob Fosse (23-06-1927– 23-09-1987), realizador com 21
películas e 28 galardões. Dele escolhi 3 filmes que vi.
Durante os anos da minha juventude
houve algo que me despertou o interesse e fez com que a minha ligação com os
audiovisuais se tornasse, desde então, preponderante na minha vida. Esse algo
foi o Cinema. A chamada 7.ª arte (arte da imagem) que quando dado o nome e na
minha modesta opinião, ela reflectia somente a realidade do cinema mudo, por
isso “arte da imagem”. Posteriormente a 7.ª arte tornou-se em algo muito mais
complexo. A obra/filme tornou-se num conjunto de várias e ricas variáveis: a
imagem, o texto, a cenografia, o som, o guarda-roupa, a interpretação, etc..
Tudo isso conglomerado e orientado de alguma maneira, por uma pessoa na arte de
dirigir, o realizador.
Um bom filme, é como uma boa música
ou um bom livro, é algo que deve ser visto mais que uma vez, para que nos
apercebamos de coisas que numa só, é impossível. Um amante de cinema vê um
filme duas, três vezes, para que nele possa visualizar todas essas variáveis de
que falei anteriormente.
Vão passar por aqui alguns
realizadores que fizeram e fazem parte do meu imaginário de cinéfilo. Nessa
época, quando frequentei as salas de cinema em Lisboa, as filmografias de
eleição eram: a italiana, a francesa, a alemã, a sueca, a espanhola, a
nipónica, a americana. Mas passarão também, e obviamente, realizadores
brasileiros e portugueses
Esta nova publicação intitulada 7.ª
Arte, será muito de uma pequena mostra do que se via cinematograficamente em
Lisboa, nos finais da década de 60 e 70, mas não só, porque teremos filmes
muito mais actuais !!!
Tal qual, como todos vós, me
reconhecem como um melómano amador, eu também sou um cinéfilo amador. O que vou
trazer aqui foram/são obras que gostei/gosto e vi/revejo, e as minhas escolhas
são apenas opiniões e gostos, livres de qualquer pretensiosismo !!!
No nome do realizador (se
estrangeiro) e na maioria dos títulos dos filmes existem “links” para a
Wikipedia (versão inglesa), por ser a plataforma mais abrangente e mais
completa. Se pretenderem, na coluna esquerda dessas mesmas páginas, em baixo,
tem normalmente, a escolha da tradução para a língua portuguesa.
Do
cinema italiano trago-vos, um dos meus preferidos Sergio Leone (03-01-1929– 30-04-1989). Criador do Spaghetti Western. Com 11 películas, e mais umas quantas
como assistente de realizador e “screenplay”, e uns quantos galardões. Dele
escolhi 4 filmes que vi, embora para além destes tenha visto outros. As bandas sonoras, normalmente, eram compostas pelo Mestre da música para cinema, Ennio Morricone.
Durante os anos da minha juventude
houve algo que me despertou o interesse e fez com que a minha ligação com os
audiovisuais se tornasse, desde então, preponderante na minha vida. Esse algo
foi o Cinema. A chamada 7.ª arte (arte da imagem) que quando dado o nome e na
minha modesta opinião, ela reflectia somente a realidade do cinema mudo, por
isso “arte da imagem”. Posteriormente a 7.ª arte tornou-se em algo muito mais
complexo. A obra/filme tornou-se num conjunto de várias e ricas variáveis: a
imagem, o texto, a cenografia, o som, o guarda-roupa, a interpretação, etc..
Tudo isso conglomerado e orientado de alguma maneira, por uma pessoa na arte de
dirigir, o realizador.
Um bom filme, é como uma boa música
ou um bom livro, é algo que deve ser visto mais que uma vez, para que nos
apercebamos de coisas que numa só, é impossível. Um amante de cinema vê um
filme duas, três vezes, para que nele possa visualizar todas essas variáveis de
que falei anteriormente.
Vão passar por aqui alguns
realizadores que fizeram e fazem parte do meu imaginário de cinéfilo. Nessa
época, quando frequentei as salas de cinema em Lisboa, as filmografias de
eleição eram: a italiana, a francesa, a alemã, a sueca, a espanhola, a
nipónica, a americana. Mas passarão também, e obviamente, realizadores
brasileiros e portugueses
Esta nova publicação intitulada 7.ª
Arte, será muito de uma pequena mostra do que se via cinematograficamente em
Lisboa, nos finais da década de 60 e 70, mas não só, porque teremos filmes
muito mais actuais !!!
Tal qual, como todos vós, me
reconhecem como um melómano amador, eu também sou um cinéfilo amador. O que vou
trazer aqui foram/são obras que gostei/gosto e vi/revejo, e as minhas escolhas
são apenas opiniões e gostos, livres de qualquer pretensiosismo !!!
No nome do realizador (se
estrangeiro) e na maioria dos títulos dos filmes existem “links” para a
Wikipedia (versão inglesa), por ser a plataforma mais abrangente e mais
completa. Se pretenderem, na coluna esquerda dessas mesmas páginas, em baixo,
tem normalmente, a escolha da tradução para a língua portuguesa.
Do
cinema norte-americano trago-vos Blake
Edwards (26-07-1922– 15-12-2010), realizador com uma obra notável.
Com 37 películas, e ainda 31 como produtor, e 43 como argumentista. Uns quantos
galardões. Dele escolhi 5 filmes que vi, embora para além destes tenha visto
outros, nomeadamente os vários da “Pink Panther” (Pantera Cor-de Rosa).
Durante os anos da minha juventude
houve algo que me despertou o interesse e fez com que a minha ligação com os
audiovisuais se tornasse, desde então, preponderante na minha vida. Esse algo
foi o Cinema. A chamada 7.ª arte (arte da imagem) que quando dado o nome e na
minha modesta opinião, ela reflectia somente a realidade do cinema mudo, por
isso “arte da imagem”. Posteriormente a 7.ª arte tornou-se em algo muito mais
complexo. A obra/filme tornou-se num conjunto de várias e ricas variáveis: a
imagem, o texto, a cenografia, o som, o guarda-roupa, a interpretação, etc..
Tudo isso conglomerado e orientado de alguma maneira, por uma pessoa na arte de
dirigir, o realizador.
Um bom filme, é como uma boa música
ou um bom livro, é algo que deve ser visto mais que uma vez, para que nos
apercebamos de coisas que numa só, é impossível. Um amante de cinema vê um
filme duas, três vezes, para que nele possa visualizar todas essas variáveis de
que falei anteriormente.
Vão passar por aqui alguns
realizadores que fizeram e fazem parte do meu imaginário de cinéfilo. Nessa
época, quando frequentei as salas de cinema em Lisboa, as filmografias de
eleição eram: a italiana, a francesa, a alemã, a sueca, a espanhola, a
nipónica, a americana. Mas passarão também, e obviamente, realizadores
brasileiros e portugueses
Esta nova publicação intitulada 7.ª
Arte, será muito de uma pequena mostra do que se via cinematograficamente em
Lisboa, nos finais da década de 60 e 70, mas não só, porque teremos filmes
muito mais actuais !!!
Tal qual, como todos vós, me
reconhecem como um melómano amador, eu também sou um cinéfilo amador. O que vou
trazer aqui foram/são obras que gostei/gosto e vi/revejo, e as minhas escolhas
são apenas opiniões e gostos, livres de qualquer pretensiosismo !!!
No nome do realizador (se
estrangeiro) e na maioria dos títulos dos filmes existem “links” para a
Wikipedia (versão inglesa), por ser a plataforma mais abrangente e mais
completa. Se pretenderem, na coluna esquerda dessas mesmas páginas, em baixo,
tem normalmente, a escolha da tradução para a língua portuguesa.
Do
cinema norte-americano trago-vos Sidney Lumet (25-06-1924– 09-04-2011), realizador com uma
obra notável. Com 35 películas e uns quantos galardões. Dele escolhi 4 filmes
que vi, embora para além destes tenha visto outros.
Durante os anos da minha juventude
houve algo que me despertou o interesse e fez com que a minha ligação com os
audiovisuais se tornasse, desde então, preponderante na minha vida. Esse algo
foi o Cinema. A chamada 7.ª arte (arte da imagem) que quando dado o nome e na
minha modesta opinião, ela reflectia somente a realidade do cinema mudo, por
isso “arte da imagem”. Posteriormente a 7.ª arte tornou-se em algo muito mais
complexo. A obra/filme tornou-se num conjunto de várias e ricas variáveis: a
imagem, o texto, a cenografia, o som, o guarda-roupa, a interpretação, etc..
Tudo isso conglomerado e orientado de alguma maneira, por uma pessoa na arte de
dirigir, o realizador.
Um bom filme, é como uma boa música
ou um bom livro, é algo que deve ser visto mais que uma vez, para que nos
apercebamos de coisas que numa só, é impossível. Um amante de cinema vê um
filme duas, três vezes, para que nele possa visualizar todas essas variáveis de
que falei anteriormente.
Vão passar por aqui alguns
realizadores que fizeram e fazem parte do meu imaginário de cinéfilo. Nessa
época, quando frequentei as salas de cinema em Lisboa, as filmografias de
eleição eram: a italiana, a francesa, a alemã, a sueca, a espanhola, a
nipónica, a americana. Mas passarão também, e obviamente, realizadores
brasileiros e portugueses
Esta nova publicação intitulada 7.ª
Arte, será muito de uma pequena mostra do que se via cinematograficamente em
Lisboa, nos finais da década de 60 e 70, mas não só, porque teremos filmes
muito mais actuais !!!
Tal qual, como todos vós, me
reconhecem como um melómano amador, eu também sou um cinéfilo amador. O que vou
trazer aqui foram/são obras que gostei/gosto e vi/revejo, e as minhas escolhas
são apenas opiniões e gostos, livres de qualquer pretensiosismo !!!
No nome do realizador (se estrangeiro) e na maioria
dos títulos dos filmes existem “links” para a Wikipedia (versão inglesa), por
ser a plataforma mais abrangente e mais completa. Se pretenderem, na coluna
esquerda dessas mesmas páginas, em baixo, tem normalmente, a escolha da
tradução para a língua portuguesa
Do
cinema norte-americano e nascido na Áustria, trago-vos Billy Wilder (22-06-1906– 27-03-2002), realizador com 29 películas
e uns quantos galardões. Dele escolhi 5 filmes que vi, embora penso que tenha
visto mais dois ou três.
Durante os anos da minha juventude houve algo que me despertou o interesse e fez com que a minha ligação com os audiovisuais se tornasse, desde então, preponderante na minha vida. Esse algo foi o Cinema. A chamada 7.ª arte (arte da imagem) que quando dado o nome e na minha modesta opinião, ela reflectia somente a realidade do cinema mudo, por isso “arte da imagem”. Posteriormente a 7.ª arte tornou-se em algo muito mais complexo. A obra/filme tornou-se num conjunto de várias e ricas variáveis: a imagem, o texto, a cenografia, o som, o guarda-roupa, a interpretação, etc.. Tudo isso conglomerado e orientado de alguma maneira, por uma pessoa na arte de dirigir, o realizador.
Um bom filme, é como uma boa música ou um bom livro, é algo que deve ser visto mais que uma vez, para que nos apercebamos de coisas que numa só, é impossível. Um amante de cinema vê um filme duas, três vezes, para que nele possa visualizar todas essas variáveis de que falei anteriormente.
Vão passar por aqui alguns realizadores que fizeram e fazem parte do meu imaginário de cinéfilo. Nessa época, quando frequentei as salas de cinema em Lisboa, as filmografias de eleição eram: a italiana, a francesa, a alemã, a sueca, a espanhola, a nipónica, a americana. Mas passarão também, e obviamente, realizadores brasileiros e portugueses
Esta nova publicação intitulada 7.ª Arte, será muito de uma pequena mostra do que se via cinematograficamente em Lisboa, nos finais da década de 60 e 70, mas não só, porque teremos filmes muito mais actuais !!!
Tal qual, como todos vós, me reconhecem como um melómano amador, eu também sou um cinéfilo amador. O que vou trazer aqui foram/são obras que gostei/gosto e vi/revejo, e as minhas escolhas são apenas opiniões e gostos, livres de qualquer pretensiosismo !!!
No nome do realizador (se estrangeiro) e na maioria dos títulos dos filmes existem “links” para a Wikipedia (versão inglesa), por ser a plataforma mais abrangente e mais completa. Se pretenderem, na coluna esquerda dessas mesmas páginas, em baixo, tem normalmente, a escolha da tradução para a língua portuguesa.
Do
cinema norte-americano trago-vos Stanley Kramer (29-09-1913– 19-02-2001), realizador com 15
películas como realizador e produtor e 16 como produtor. Dele escolhi 3 filmes
que vi.
Fotos e
nomes correctos: Maria Schneider e Peter O'Toole
1
– Janita (Maria Schneider em “O Último Tango em Paris” e Peter O’Toole em “O
Último Imperador”)
2
– Luísa (Maria Schneider em “O Último Tango em Paris” e Peter O’Toole em “O
Último Imperador”)
3
– Catarina (Maria Schneider em “O Último Tango em Paris” e Peter O’Toole em “O
Último Imperador”)
4
– Pedro Coimbra (Maria Schneider em “O
Último Tango em Paris” e Peter O’Toole em “O Último Imperador”)
5 – Manuela (Maria Schneider em “O
Último Tango em Paris” e Peter O’Toole em “O Último Imperador”) Pelos comentários e pela resposta "encriptada" no comentário, um agradecimento à Teresa! Muito
Obrigado a Todos Vós pela participação e pelos acertos, que todos conseguiram.
A ideia não é ser difícil, mas sim despertar as pessoas a verem bom cinema.
Próximo realizador, o norte-americano Stanley Kramer, que anunciarei na
Newsletter a data de publicação.
Charada com comentários NÃO moderados. Por favor, não coloquem aqui a solução,
enviem-na para o meu email: ricardosantos1953@gmail.com
O que têm de fazer:
Em baixo, descobrirem e
dizerem-me (mail), ambos os nomes da actriz e do actor e em que filme (pelo
menos um!) no qual tenham participado. Não é obrigatório que tenham participado
no mesmo filme, mas os filmes têm de ser do realizador em questão.
Ajudas:
O número de letras do nome a encontrar, e uma foto um pouco alterada.
Somente aceitarei
os nomes correctos com as fotos.
Têm 48 horas para "matar a
charada" e três palpites por actriz e outros três por actor.
Depois de amanhã, dia 23, pelas 20:00
publico a solução, bem como os seus participantes.
Durante os anos da minha juventude houve algo que me despertou o interesse e fez com que a minha ligação com os audiovisuais se tornasse, desde então, preponderante na minha vida. Esse algo foi o Cinema. A chamada 7.ª arte (arte da imagem) que quando dado o nome e na minha modesta opinião, ela reflectia somente a realidade do cinema mudo, por isso “arte da imagem”. Posteriormente a 7.ª arte tornou-se em algo muito mais complexo. A obra/filme tornou-se num conjunto de várias e ricas variáveis: a imagem, o texto, a cenografia, o som, o guarda-roupa, a interpretação, etc.. Tudo isso conglomerado e orientado de alguma maneira, por uma pessoa na arte de dirigir, o realizador.
Um bom filme, é como uma boa música ou um bom livro, é algo que deve ser visto mais que uma vez, para que nos apercebamos de coisas que numa só, é impossível. Um amante de cinema vê um filme duas, três vezes, para que nele possa visualizar todas essas variáveis de que falei anteriormente.
Vão passar por aqui alguns realizadores que fizeram e fazem parte do meu imaginário de cinéfilo. Nessa época, quando frequentei as salas de cinema em Lisboa, as filmografias de eleição eram: a italiana, a francesa, a alemã, a sueca, a espanhola, a nipónica, a americana. Mas passarão também, e obviamente, realizadores brasileiros e portugueses
Esta nova publicação intitulada 7.ª Arte, será muito de uma pequena mostra do que se via cinematograficamente em Lisboa, nos finais da década de 60 e 70, mas não só, porque teremos filmes muito mais actuais !!!
Tal qual, como todos vós, me reconhecem como um melómano amador, eu também sou um cinéfilo amador. O que vou trazer aqui foram/são obras que gostei/gosto e vi/revejo, e as minhas escolhas são apenas opiniões e gostos, livres de qualquer pretensiosismo !!!
No nome do realizador (se estrangeiro) e na maioria dos títulos dos filmes existem “links” para a Wikipedia (versão inglesa), por ser a plataforma mais abrangente e mais completa. Se pretenderem, na coluna esquerda dessas mesmas páginas, em baixo, tem normalmente, a escolha da tradução para a língua portuguesa.
Do cinema italiano trago-vos Bernardo Bertolucci (16-03-1941), realizador com 24 películas e uns quantos galardões. Dele escolhi 5 filmes que vi. embora para além destes tenha visto outros.
Fotos e
nomes correctos: Shelley Winters e Malcolm McDowell
1-
Teresa (Shelley Winters em “Lolita” e Malcolm McDowell em “Laranja Mecânica”)
2-
Janita (Shelley Winters em “Lolita” e Malcolm McDowell em “Laranja Mecânica”)
3-
Elvira (Shelley Winters em “Lolita” e Malcolm McDowell em “Laranja Mecânica”)
4- Manuela (Shelley Winters em “Lolita” e Malcolm McDowell em “Laranja Mecânica”) 5- Pedro Coimbra (Shelley Winters em “Lolita” e Malcolm McDowell em “Laranja Mecânica”)
Muito
Obrigado a Todos Vós pela participação e pelos acertos, que todos conseguiram.
A ideia não é ser difícil, mas sim despertar as pessoas a verem bom cinema.
Abraço !!!
Próximo
realizador, o italiano Bernardo Bertolucci, que anunciarei na Newsletter a data
de publicação.
Em
baixo, descobrirem e dizerem-me (mail), ambos os nomes da actriz e do actor e
em que filme (pelo menos um!) no qual tenham participado. Não é obrigatório que
tenham participado no mesmo filme, mas os filmes têm de ser do realizador em
questão.
Ajudas:
O número de letras do nome a encontrar, e uma foto um pouco alterada.