Dá a surpresa de ser

Dá a surpresa de ser É alta, de um louro escuro. Faz bem só pensar em ver Seu corpo meio maduro.

Seus seios altos parecem (Se ela estivesse deitada) Dois montinhos que amanhecem Sem ter que haver madrugada.

E a mão do seu braço branco Assenta em palmo espalhado Sobre a saliência do flanco Do seu relevo tapado.

Apetece como um barco. Tem qualquer coisa de gomo. Meu Deus, quando é que eu embarco? Ó fome, quando é que eu como?

10-9-1930 - Poesias. Fernando Pessoa. (Nota explicativa de João Gaspar Simões e Luiz de Montalvor.) Lisboa: Ática, 1942 (15ª ed. 1995) - 123.

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domingo, 27 de novembro de 2016

Pat Metheny Group – Para quem quiser ouvir (X)

(In Wikipédia ou http://www.patmetheny.com - Os excertos das biografias foram adaptados e traduzidos, o resto dos textos são da minha autoria – Ricardo Santos)

O “jazz fusão”, “jazz rock” ou simplesmente “fusão” é um género musical que se desenvolveu nos finais de 1960, de uma mistura de elementos de jazz, tal como o seu foco na improvisação com os ritmos e tons de “funk” e “R&B”, instrumentos eléctricos altamente amplificados e efeitos electrónicos de “rock”. Enquanto o termo “jazz rock” é muitas vezes utilizado como um sinónimo de “jazz fusão”, ele também se refere à música executada nos finais de 1960 e na época de 1970 das bandas rock, quando eles adicionaram elementos de jazz à sua música, como uma forma livre de improvisação.
Depois de uma década de desenvolvimento durante os anos 70, a “fusão” expandiu-se nas capacidades de improvisação e nas tentativas experimentais durante os anos 80 e 90.
Álbuns de “fusão”, mesmo aqueles que são feitos pelo mesmo grupo ou artista, podem incluir uma variedade de estilos. Diferentemente de serem um estilo musical codificado, a “fusão” pode ser vista como uma música tradicional ou aproximação a ela.
Alguma música de “rock progressivo” é também etiquetada por “fusão”. A música de fusão é tipicamente instrumental, muitas vezes com complexas assinaturas temporais, métricas e padrões rítmicos, e também extensas faixas, com improvisações longas. Muitos proeminentes músicos de fusão são reconhecidos, como tendo um alto nível de virtuosismo, combinado com composições complexas e música improvisada complexas ou de um amalgamado de métricas.

A música de PMG, algumas vezes de “jazz fusão” ou “fusão”, que irá passar por aqui contem na maioria das vezes um tema que a inicia e que, de seguida, dá origem aos espaços improvisados de melodias complexas, com Pat Metheny (guitarra e guitarra sintetizada) e os outros músicos. Para terminar, ela retorna ao tema principal para os momentos finais da composição.
As interpretações textuais de algumas músicas são minhas. Como um livro, a música também pode tentar ter uma interpretação, baseada no seu título, porque não ?

THE WAY UP

PMG termina hoje a minha mostra, espero que não só, vos tenha agradado aquilo que vos coloquei aqui, mas também e muito mais importante, que o vosso ouvido tenha amolecido para outros sons musicais, menos ouvidos. Desconfiem de tudo o que é fácil ouvir e logo de seguida trautear.
Muito mais ficou para ouvir, quem quiser, pode descarregá-lo ou eu posso dar indicações dos álbuns, mas tudo se encontra no sítio do artista Pat Metheny http://www.patmetheny.com.

Não irei parar por aqui com a amostragem da música de Pat Metheny e do seu grupo. Escolhi para já para finalizar, algo mais complexo e difícil de ouvir. Não posso criar o guião como fiz até aqui para as músicas, porque este álbum tem 4 partes, sendo esta a primeira, e considerada a abertura (“Opening”). Mas quem gostou do grupo, vai querer ouvir as outras três partes (Part One, Part Two e Part Three), onde irá encontrar as ligações, o tema, os solos, de toda a música.

“The Way Up” de composição total de Pat Metheny e Lyle Mays.
Foi gravado em 2003/2004 em New York (Right Track Recording Studio). Músicas escolhidas, a faixa nº. 1 “Opening” de 5’ 17” e a faixa nº. 2 “Part One” de 26´27”, aqui um pequeno excerto que começa precisamente aos 04:46.

Formação:

Pat Metheny (guitarra e guitarras acústica e sintetizada);
Lyle Mays (piano e teclas);
Steve Rodby (baixos acústico e eléctrico);
Antonio Sanchez (bateria);
Richard Bona (vocal, percussão e vários instrumentos);
Cuong Vu (vocal, trompete e vários instrumentos); e
Gregoire Maret (harmónica).

Produção de Pat Metheny e Co-produção de Steve Rodby e Lyle Mays.

A versão aqui exibida é do DVD ao vivo gravado na Coreia do Sul, em Seoul, no “LG Arts Center”. Aqui na versão do DVD a única diferença da composição do grupo, é a substituição de Richard Bona por Nando Lauria (guitarra, vocais, percussão e instrumentos variados)

Opening” (completo) e “Part One” (incompleta). 11:25 segundos de excelente música.

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Pat Metheny Group – Para quem quiser ouvir (IX)

(In Wikipédia ou http://www.patmetheny.com - Os excertos das biografias foram adaptados e traduzidos, o resto dos textos são da minha autoria – Ricardo Santos)

O “jazz fusão”, “jazz rock” ou simplesmente “fusão” é um género musical que se desenvolveu nos finais de 1960, de uma mistura de elementos de jazz, tal como o seu foco na improvisação com os ritmos e tons de “funk” e “R&B”, instrumentos eléctricos altamente amplificados e efeitos electrónicos de “rock”. Enquanto o termo “jazz rock” é muitas vezes utilizado como um sinónimo de “jazz fusão”, ele também se refere à música executada nos finais de 1960 e na época de 1970 das bandas rock, quando eles adicionaram elementos de jazz à sua música, como uma forma livre de improvisação.
Depois de uma década de desenvolvimento durante os anos 70, a “fusão” expandiu-se nas capacidades de improvisação e nas tentativas experimentais durante os anos 80 e 90.
Álbuns de “fusão”, mesmo aqueles que são feitos pelo mesmo grupo ou artista, podem incluir uma variedade de estilos. Diferentemente de serem um estilo musical codificado, a “fusão” pode ser vista como uma música tradicional ou aproximação a ela.
Alguma música de “rock progressivo” é também etiquetada por “fusão”. A música de fusão é tipicamente instrumental, muitas vezes com complexas assinaturas temporais, métricas e padrões rítmicos, e também extensas faixas, com improvisações longas. Muitos proeminentes músicos de fusão são reconhecidos, como tendo um alto nível de virtuosismo, combinado com composições complexas e música improvisada complexas ou de um amalgamado de métricas.

A música de PMG, algumas vezes de “jazz fusão” ou “fusão”, que irá passar por aqui contem na maioria das vezes um tema que a inicia e que, de seguida, dá origem aos espaços improvisados de melodias complexas, com Pat Metheny (guitarra e guitarra sintetizada) e os outros músicos. Para terminar, ela retorna ao tema principal para os momentos finais da composição.
As interpretações textuais de algumas músicas são minhas. Como um livro, a música também pode tentar ter uma interpretação, baseada no seu título, porque não ?

SPEAKING OF NOW

“Speaking of Now” de composição total de Pat Metheny e Lyle Mays com excepção de uma música, somente, da autoria de PM.
Foi gravado em 2001 em New York (Right Track Studio). Músicas escolhidas, a faixa nº. 4 “The Gathering Sky” de 9’ 22” e a faixa nº. 5 “You” de 8´24”, exibida anteriormente.

Formação:

Pat Metheny (guitarra e guitarras acústica e sintetizada);
Lyle Mays (piano e teclas);
Steve Rodby (baixos acústico e eléctrico);
Antonio Sanchez (bateria);
Richard Bona (vocal, percussão e vários instrumentos); e
Cuong Vu (vocal, trompete e vários instrumentos).

Produção de Pat Metheny e Co-produção de Steve Rodby e Lyle Mays.

A versão aqui exibida é do DVD ao vivo gravado em Tóquio no Japão, em 19 e 20 de Setembro de 2002

The Gathering Sky (1ª. Parte)

Esta música poderia ser também o chamado “cavalo de batalha”. “O céu e as nuvens vão-se reunindo…” é bem definido do que é a introdução, um tema, os solos e novamente o tema para finalizar. A versão do Youtube é de relativa qualidade e está separada em dois “clips”. Aqui vão as minhas indicações para o primeiro:

00:08 – Introdução e Tema (guitarra de Metheny e de Richard Bona, piano Mays e grupo);
01:16 – O tema continua a ser explorado;
02:30 – Acordes finais do piano e saída do tema, para os solos;
02:43 – Cuong Vu (trompete);
03:20 – Pat Metheny (guitarra);
05:52 – Grupo termina o solo de Metheny;


The Gathering Sky (2ª. Parte)

Aqui vão as minhas indicações para o segundo:

00:00 – 04:25 – Antonio Sanchez (bateria), para quem julgava que já tinha ouvido e visto tudo, em matéria de solos de bateria, ouçam com muita atenção, este exímio baterista!;
04:34 – Vamos voltar ao tema, o grupo vai novamente introduzi-lo para nós. Um crescendo até lá;
05:47 – Tema até ao fim, com todo o grupo e a voz de Richard Bona.

terça-feira, 27 de setembro de 2016

Pat Metheny Group – Para quem quiser ouvir (VIII)

(In Wikipédia ou http://www.patmetheny.com - Os excertos das biografias foram adaptados e traduzidos, o resto dos textos são da minha autoria – Ricardo Santos)

O “jazz fusão”, “jazz rock” ou simplesmente “fusão” é um género musical que se desenvolveu nos finais de 1960, de uma mistura de elementos de jazz, tal como o seu foco na improvisação com os ritmos e tons de “funk” e “R&B”, instrumentos eléctricos altamente amplificados e efeitos electrónicos de “rock”. Enquanto o termo “jazz rock” é muitas vezes utilizado como um sinónimo de “jazz fusão”, ele também se refere à música executada nos finais de 1960 e na época de 1970 das bandas rock, quando eles adicionaram elementos de jazz à sua música, como uma forma livre de improvisação.
Depois de uma década de desenvolvimento durante os anos 70, a “fusão” expandiu-se nas capacidades de improvisação e nas tentativas experimentais durante os anos 80 e 90.
Álbuns de “fusão”, mesmo aqueles que são feitos pelo mesmo grupo ou artista, podem incluir uma variedade de estilos. Diferentemente de serem um estilo musical codificado, a “fusão” pode ser vista como uma música tradicional ou aproximação a ela.
Alguma música de “rock progressivo” é também etiquetada por “fusão”. A música de fusão é tipicamente instrumental, muitas vezes com complexas assinaturas temporais, métricas e padrões rítmicos, e também extensas faixas, com improvisações longas. Muitos proeminentes músicos de fusão são reconhecidos, como tendo um alto nível de virtuosismo, combinado com composições complexas e música improvisada complexas ou de um amalgamado de métricas.

A música de PMG, algumas vezes de “jazz fusão” ou “fusão”, que irá passar por aqui contem na maioria das vezes um tema que a inicia e que, de seguida, dá origem aos espaços improvisados de melodias complexas, com Pat Metheny (guitarra e guitarra sintetizada) e os outros músicos. Para terminar, ela retorna ao tema principal para os momentos finais da composição.
As interpretações textuais de algumas músicas são minhas. Como um livro, a música também pode tentar ter uma interpretação, baseada no seu título, porque não ?

IMAGINARY DAY

“Imaginary Day” de composição total de Pat Metheny e Lyle Mays com excepção de duas músicas, somente, da autoria de PM.
Foi gravado na primavera de 1997 em New York (Right Track Studio). Músicas escolhidas, a faixa nº. 7 “The Roots Of Coincidence” de 7’ 48”.

Formação:

Pat Metheny (guitarra e guitarras acústica e sintetizada);
Lyle Mays (piano e teclas);
Steve Rodby (baixos acústico e eléctrico);
Paul Wertico (bateria);
David Blamires (vocal e vários instrumentos);
Mark Ledford (vocal e vários instrumentos); e

Produção de Pat Metheny e Co-produção de Steve Rodby e Lyle Mays.

A versão aqui apresentada é a do DVD “Speaking of now” espectáculo ao vivo gravado entre 19 e 20 de Setembro de 2002, em Tokyo, Japão. A formação do grupo difere com as exclusões, relativamente ao original áudio, de David Blamires, Mark Ledford e Paul Wertico e as inclusões de Richard Bona (vocais, percussão, guitarra e baixo eléctrico), Antonio Sanchez (bateria), Cuong Vu (trompete, vocais, percussão e guitarra)

The Roots Of Coincidence

Também um “cavalo de batalha” do grupo que se ama ou que se odeia. Normalmente, na grande parte dos espectáculos o PMG saúda-nos a quando dos “encore” com esta impressionante composição. Já a ouvi por três vezes, precisamente nos três espectáculos que tive o privilégio de ver o grupo em Portugal, e foi apaixonante ouvir esta composição. Uma composição que sugere as raízes das coincidências, talvez a querer dizer as vezes que todos nos encontramos com nós próprios.

00:04 – Introdução e Tema;
00:29 – Guitarra de Pat Metheny;
01:11 – Todo o grupo e Lyle Mays mais Metheny em solo, em crescendo;
02:11 – Uma distorsão sonora brutal;
02:29 – O orgão de Lyle Mays e a bateria de Antonio Sanchez e o tema de novo;
02:50 – Voltamos ao solo (Metheny) mais um crescendo;
04:40 – Nova distorsão que termina abruptamente;
04:58 – Lyle Mays larga a guitarra e passa às teclas e Steve Rodby toca o seu contrabaixo com arco, as teclas por trás, ouve-se umas campainhas de apeadeiro (combóios); final.


SPEAKING OF NOW

“Speaking of Now” de composição total de Pat Metheny e Lyle Mays com excepção de uma música, somente, da autoria de PM.
Foi gravado em 2001 em New York (Right Track Studio). Músicas escolhidas, a faixa nº. 4 “The Gathering Sky” que será exibida para a semana. de 9’ 22” e a faixa nº. 5 “You” de 8´24”, que será exibida hoje.

Formação:

Pat Metheny (guitarra e guitarras acústica e sintetizada);
Lyle Mays (piano e teclas);
Steve Rodby (baixos acústico e eléctrico);
Antonio Sanchez (bateria);
Richard Bona (vocal, percussão e vários instrumentos); e
Cuong Vu (vocal, trompete e vários instrumentos).

Produção de Pat Metheny e Co-produção de Steve Rodby e Lyle Mays.

A versão aqui exibida é do DVD ao vivo gravado em Tóquio no Japão, em 19 e 20 de Setembro de 2002

You

Uma composição que não se hesita em dedica-la a alguém.

00:11 – Introdução e Tema com a voz de Richard Bona e a guitarra de Pat Metheny;
01:01 – Teclas de Lyle Mays;
01:32 – Guitarra Metheny e piano Lyle; novamente a voz de Bona (crescendo até 02:40);
02:40 – O canto continua agora com todos e também a voz adicional de Cuong Vu (novo crescendo até aos 04:06);
04:11 – Solo de guitarra de Metheny;
05:27 – Teclas e solo de piano de Lyle Mays;
06:28 – A voz de Richard Bona volta de novo com a de Cuong Vu de fundo a explorar o tema. A música aproxima-se do seu término e o grupo todo acompanha num crescendo até ao final. Os instrumentos vão baixando lentamente o som e acaba suavemente, com as duas vozes.

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Pat Metheny Group – Para quem quiser ouvir (VII)

(In Wikipédia ou http://www.patmetheny.com - Os excertos das biografias foram adaptados e traduzidos, o resto dos textos são da minha autoria – Ricardo Santos)

O “jazz fusão”, “jazz rock” ou simplesmente “fusão” é um género musical que se desenvolveu nos finais de 1960, de uma mistura de elementos de jazz, tal como o seu foco na improvisação com os ritmos e tons de “funk” e “R&B”, instrumentos eléctricos altamente amplificados e efeitos electrónicos de “rock”. Enquanto o termo “jazz rock” é muitas vezes utilizado como um sinónimo de “jazz fusão”, ele também se refere à música executada nos finais de 1960 e na época de 1970 das bandas rock, quando eles adicionaram elementos de jazz à sua música, como uma forma livre de improvisação.
Depois de uma década de desenvolvimento durante os anos 70, a “fusão” expandiu-se nas capacidades de improvisação e nas tentativas experimentais durante os anos 80 e 90.
Álbuns de “fusão”, mesmo aqueles que são feitos pelo mesmo grupo ou artista, podem incluir uma variedade de estilos. Diferentemente de serem um estilo musical codificado, a “fusão” pode ser vista como uma música tradicional ou aproximação a ela.
Alguma música de “rock progressivo” é também etiquetada por “fusão”. A música de fusão é tipicamente instrumental, muitas vezes com complexas assinaturas temporais, métricas e padrões rítmicos, e também extensas faixas, com improvisações longas. Muitos proeminentes músicos de fusão são reconhecidos, como tendo um alto nível de virtuosismo, combinado com composições complexas e música improvisada complexas ou de um amalgamado de métricas.

A música de PMG, algumas vezes de “jazz fusão” ou “fusão”, que irá passar por aqui contem na maioria das vezes um tema que a inicia e que, de seguida, dá origem aos espaços improvisados de melodias complexas, com Pat Metheny (guitarra e guitarra sintetizada) e os outros músicos. Para terminar, ela retorna ao tema principal para os momentos finais da composição.
As interpretações textuais de algumas músicas são minhas. Como um livro, a música também pode tentar ter uma interpretação, baseada no seu título, porque não ?

Feliz Aniversário Pat Metheny !!!

Pat Metheny faz hoje 62 anos de idade. Aqui no meu blogue não é usual comemorar os aniversários dos artistas que passam por aqui, mas Metheny merece esta comemoração, muito daquilo que compôs merece o meu maior apreço, pelo prazer que me tem dado ouvir, ao longo de muitos anos.
Parabéns Pat Metheny e um Muito Obrigado pela extraordinária música que escreves !!!

Happy Birthday Pat Metheny !!!

Pat Metheny is now 62 years old. Here on my blog is not usual to celebrate the birthdays of artists who pass by, but Metheny deserve this celebration, much of what he composed deserves my greatest appreciation, given the pleasure to have me listen to them over many years.
Congratulations Pat Metheny and Thank you for the extraordinary music you write !!!

THE ROAD TO YOU

“The Road To You” segundo álbum ao vivo, gravado dez anos depois de “Travels”. Todas as músicas foram recolhidas em Bari, Pescara, Jesi, Nápoles, na Itália, e em Marselha, Paris e Besançon, na França. Os dados de tempos realtivos a cada música no CD, pecam de exactidão.
Foi gravado em 1993 durante a digressão em Itália e França. Músicas escolhidas, a faixa nº. 7 “Naked Moon” de 5’ 30”.
Formação:

Pat Metheny (guitarra e guitarra sintetizada);
Lyle Mays (piano e teclas);
Steve Rodby (baixos acústico e eléctrico);
Paul Wertico (bateria e percussão);
Pedro Aznar (voz, guitarra acústica, percussão, saxofone, vibrafone, marimba, melódica, charango e panpipe); e
Armando Marçal (percussão).

Produção de Pat Metheny, para a David Geffen Company, em 1993.

Naked Moon

Uma balada excepcionalmente bem tocada e que descreve a Lua, as suas formas, as suas fases, ou então poderemos imaginar uma serenata ao luar, tocada para alguém.


WE LIVE HERE

“We Live Here” de composição total de Pat Metheny e Lyle Mays com excepção de uma música.
Foi gravado em 1994 em New York (Hit Factory). Músicas escolhidas, a faixa nº. 4 “To The End Of The World” de 12’ 14” e a faixa nº. 5 “We Live Here” de 4’ 15”.

Formação:

Pat Metheny (guitarra e guitarras acústica e sintetizada);
Lyle Mays (piano e teclas);
Steve Rodby (baixos acústico e eléctrico);
Paul Wertico (bateria);
David Blamires (vocal e vários instrumentos);
Mark Ledford (trompete, vocal e vários instrumentos); e
Luis Conte (percussão).

Produção de Pat Metheny e Co-produção de Steve Rodby e Lyle Mays.

A versão aqui exibida no clip do Youtube conta somente com a diferença do percussionista. Em vez de Luis Conte temos o brasileiro Armando Marçal. Esta é a versão infelizmente incompleta, da digressão e da gravação feita do concerto no Japão, para a apresentação do álbum atrás citado, em 1995.

To The End Of The World

Talvez uma das composições mais brilhantes do grupo e extremamente bem conseguida. Imagina-se um caminhar até ao final do Mundo, onde eventualmente as pessoas se justificam do porquê (e estão reflectidas nos solos de Pat Metheny e Lyle Mays), as pessoas choram, e lamentam o mal feito.
Um trovão entrecorta e silencia as vozes. O som ecoa e a caminhada das pessoas em direcção ao fim continua.

00:01 – Introdução e Tema (todo o grupo);
00:38 – Guitarra de Pat Metheny com o grupo por trás acompanhando;
03:09 – Piano de Lyle Mays;
06:01 – Vozes de David Blamires e de Mark Ledford;
06:29 – Pat Metheny em solo em crescendo (exuberante este solo !);
08:59 – Trovão que quebra o crescendo;
09:20 – Volta o tema e a música termina com todo o grupo com o som a extinguir-se.


We Live Here

Uma música de alguma violência sonora. Realmente “Nós moramos aqui”, mas não sei se estamos muito preocupados com isso. O solo é agonizante e demonstra-nos que nos devemos preocupar com o futuro dos nossos descendentes. Esta parece-me ser definitivamente a mensagem de Pat Metheny e de todo o grupo. O vídeo é medianamente conseguido com os prédios, a cidade, o campo e o céu, com as nuvens em constante mutação, tal como nós.

00:01 – Introdução e Tema (todo o grupo);
00:40 – Guitarra de Pat Metheny com o grupo por trás (minimal repetitivo !). O tema e as sonoridades repetem-se indefinidamente, até a música terminar.

quarta-feira, 13 de julho de 2016

Pat Metheny Group - Para quem quiser ouvir (VI)

Estamos sensivelmente a meio da minha abordagem a este grande grupo e às suas excelentes composições.

Vamos hoje começar a escuta, e nas semanas que nos faltam, de algo que vai talvez decidir o irem ficar admiradores (fãs) ou não, do Pat Metheny e do seu grupo. Veremos quem são os resistentes !! J

Alguns dos temas que exibirei até ao fim desta rúbrica, serão mais complicados de ouvir, mas também os mais interessantes. Aqueles que desde que iniciei este blogue e o anterior tenho vindo a dizer e mostrar. Temos de aprender a ouvir o diferente. Fugir à rotina, lembram-se ?

(In Wikipédia ou http://www.patmetheny.com - Os excertos das biografias foram adaptados e traduzidos, o resto dos textos são da minha autoria – Ricardo Santos)

O “jazz fusão”, “jazz rock” ou simplesmente “fusão” é um género musical que se desenvolveu nos finais de 1960, de uma mistura de elementos de jazz, tal como o seu foco na improvisação com os ritmos e tons de “funk” e “R&B”, instrumentos eléctricos altamente amplificados e efeitos electrónicos de “rock”. Enquanto o termo “jazz rock” é muitas vezes utilizado como um sinónimo de “jazz fusão”, ele também se refere à música executada nos finais de 1960 e na época de 1970 das bandas rock, quando eles adicionaram elementos de jazz à sua música, como uma forma livre de improvisação.
Depois de uma década de desenvolvimento durante os anos 70, a “fusão” expandiu-se nas capacidades de improvisação e nas tentativas experimentais durante os anos 80 e 90.
Álbuns de “fusão”, mesmo aqueles que são feitos pelo mesmo grupo ou artista, podem incluir uma variedade de estilos. Diferentemente de serem um estilo musical codificado, a “fusão” pode ser vista como uma música tradicional ou aproximação a ela.
Alguma música de “rock progressivo” é também etiquetada por “fusão”. A música de fusão é tipicamente instrumental, muitas vezes com complexas assinaturas temporais, métricas e padrões rítmicos, e também extensas faixas, com improvisações longas. Muitos proeminentes músicos de fusão são reconhecidos, como tendo um alto nível de virtuosismo, combinado com composições complexas e música improvisada complexas ou de um amalgamado de métricas.

A música de PMG, algumas vezes de “jazz fusão” ou “fusão”, que irá passar por aqui contem na maioria das vezes um tema que a inicia e que, de seguida, dá origem aos espaços improvisados de melodias complexas, com Pat Metheny (guitarra e guitarra sintetizada) e os outros músicos. Para terminar, ela retorna ao tema principal para os momentos finais da composição.
As interpretações textuais de algumas músicas são minhas. Como um livro, a música também pode tentar ter uma interpretação, baseada no seu título, porque não ?

SECRET STORY

 “Secret Story” de composição total de Pat Metheny com excepção de uma música. Na actuação inclui a “Pinpeat Orchestra” do “Royal Ballet”, a London “Symphony Orchestra” dirigida por Jeremy Lubbock e o “Choir of the Cambodian Royal Palace”.
Foi gravado no Outono/Inverno de 1992 em New York (Power Station). Músicas escolhidas, a faixa nº. 4 “Finding And Believing” de 10’ 00” e a faixa nº. 11 “Antonia” de 6’ 11”.

Formação (no álbum original as formações foram variáveis consoante as músicas, na primeira música foram:

Pat Metheny (guitarras eléctrica e acústica, e guitarra sintetizada);
Steve Ferrone (bateria);
Steve Rodby (baixos acústico e eléctrico);
Willy Lee (baixo eléctrico);
David Blamires (voz, e vários instrumentos);
Mark Ledford (voz); 
Gil Goldstein (acordeão);
Armando Marçal (percussão); e
Nana Vasconcelos (percussão)

… na segunda foram:

Pat Metheny (synclavier acordeão e guitarras, teclas e piano);
Paul Wertico (bateria);
Steve Rodby (baixos acústico);
Nana Vasconcelos (percussão);
Toots Thielemans (harmónica); e
Dan Gottlieb (timbales).

Produção de Pat Metheny, para a David Geffen Company, em 1992.

A versão de “Find And Believing”, é uma das existentes no Youtube. Esta  foi gravada, do espectáculo nos EUA, Brunswick, New Jersey, em 24 de Novembro de 1992. A formação do grupo é: Pat Metheny (guitarras), Torsten DeWinkel (guitarra), Jim Beard & Gil Goldstein (teclas), Steve Rodby (contrabaixo), Paul Wertico (bateria), Armando Marcal (percussão), David Blamires e Mark Ledford (vozes e outros instrumentos).

Finding And Believing

A importância que podem ter duas vozes na sonoridade faz com que este tema seja, perfeitamente, fora do vulgar. O som por elas emitido parece ser o das carpideiras que choram e que gritam por alguém que morreu (procurando e acreditando na pessoa que ali está a ser venerada e que já não se encontra entre os vivos). Se a conseguirem ouvir, na totalidade, garanto-vos, vão querer ouvi-la mais vezes. É uma composição assombrosa, pela força que dela imana.

00:01 – Introdução e tema com vozes de David Blamires e Mark Ledford (01:04), e todo grupo a acompanhar;
03:44 – O tema dá origem (contrabaixo Steve Rodby) a uma mudança radical de som, com uma orquestra de rectaguarda;
06:39 – Novamente uma mudança de som com começo por piano (Jim Beard) ao qual se junta todo o grupo e novamente as vozes Blamires e Ledford;
08:05 – Solo de guitarra de Pat Metheny;
10:28 – As vozes juntam-se para o final.


A versão de “Antonia” é uma das versões existentes no Youtube que foi gravado do DVD do espectáculo no Japão, em 1995, e com uma formação diferente do álbum original, desta composição, onde constam: Pat Metheny (guitarra e guitarra sintetizada), Lyle Mays (piano e teclas), Steve Rodby (baixos acústico e eléctrico), Paul Wertico (bateria), David Blamires (voz, e vários instrumentos), Mark Ledford (voz, e vários instrumentos) e Armando Marçal (percussão).

Antonia

Antonia poderá ser a descrição musical de uma mulher. É evidente demais (será ?), mas imaginem-na, como poderiam imaginar a vossa mãe, mulher ou namorada. Cada nota é a descrição do seu corpo e/ou da sua maneira e ser, da sua vida.

00:01 – Introdução guitarra Pat Metheny;
00:25 – O acordeão de David Blamires acompanhado pela guitarra com Pat Metheny;
01:07 – E surge o tema (acordeão);
01:42 – O tema continua (acordeão) juntando-se os outros elementos do grupo e o assobio de Mark Ledford;
03:14 – Solo de guitarra de Pat Metheny, com todo o grupo;
05:34 - E ressurge o tema (acordeão) até ao final da música;

sexta-feira, 13 de maio de 2016

Pat Metheny Group - Para quem quiser ouvir (IV)

(In Wikipédia ou http://www.patmetheny.com - Os excertos das biografias foram adaptados e traduzidos, o resto dos textos são da minha autoria – Ricardo Santos)

O “jazz fusão”, “jazz rock” ou simplesmente “fusão” é um género musical que se desenvolveu nos finais de 1960, de uma mistura de elementos de jazz, tal como o seu foco na improvisação com os ritmos e tons de “funk” e “R&B”, instrumentos eléctricos altamente amplificados e efeitos electrónicos de “rock”. Enquanto o termo “jazz rock” é muitas vezes utilizado como um sinónimo de “jazz fusão”, ele também se refere à música executada nos finais de 1960 e na época de 1970 das bandas rock, quando eles adicionaram elementos de jazz à sua música, como uma forma livre de improvisação.
Depois de uma década de desenvolvimento durante os anos 70, a “fusão” expandiu-se nas capacidades de improvisação e nas tentativas experimentais durante os anos 80 e 90.
Álbuns de “fusão”, mesmo aqueles que são feitos pelo mesmo grupo ou artista, podem incluir uma variedade de estilos. Diferentemente de serem um estilo musical codificado, a “fusão” pode ser vista como uma música tradicional ou aproximação a ela.
Alguma música de “rock progressivo” é também etiquetada por “fusão”. A música de fusão é tipicamente instrumental, muitas vezes com complexas assinaturas temporais, métricas e padrões rítmicos, e também extensas faixas, com improvisações longas. Muitos proeminentes músicos de fusão são reconhecidos, como tendo um alto nível de virtuosismo, combinado com composições complexas e música improvisada complexas ou de um amalgamado de métricas.

A música de PMG, algumas vezes de “jazz fusão” ou “fusão”, que irá passar por aqui contem na maioria das vezes um tema que a inicia e que, de seguida, dá origem aos espaços improvisados de melodias complexas, com Pat Metheny (guitarra e guitarra sintetizada) e os outros músicos. Para terminar, ela retorna ao tema principal para os momentos finais da composição.
As interpretações textuais de algumas músicas são minhas. Como um livro, a música também pode tentar ter uma interpretação, baseada no seu título, porque não ?

STILL LIFE (TALKING)

“Still Life (Talking)” combina elementos de jazz de fusão com outros latino-americanos, nomeadamente, brasileiros. O jazz, o folk e o pop, de mãos dadas.
Foi gravado em Março/Abril de 1987 em New York (Power Station). Músicas escolhidas, a faixa nº. 1 “Minuano (Six Eight)” de 9’ 25” e a faixa nº. 3 “Last Train Home” de 5’ 38”.

Formação:

Pat Metheny (guitarras eléctrica e acústica, e guitarra sintetizada);
Lyle Mays (piano e teclas);
Steve Rodby (baixos acústico e eléctrico);
Paul Wertico (bateria);
David Blamires (voz, e vários instrumentos);
Mark Ledford (voz, e vários instrumentos); e
Armando Marçal (percussão).

Produção de Pat Metheny, para a David Geffen Company, em 1987.

A versão de “Minuano (Six Eight)” foi gravada do DVD do espectáculo no Japão de 1992 e com uma formação diferente do álbum original, desta composição, onde constam: Pat Metheny (guitarra e guitarra sintetizada), Lyle Mays (piano e teclas), Steve Rodby (baixos acústico e eléctrico), Paul Wertico (bateria), Pedro Aznar (voz, vibrafone, percussão e guitarra) e Armando Marçal (percussão).

Minuano (Six Eight)

É, também e normalmente, um “encore” nos espectáculos ao vivo do grupo. Ouvia pelo menos duas vezes em dois dos espectáculos ao vivo em Lisboa. A música é muito agradável. Ninguém pode ficar indiferente ao ouvi-la ao vivo. Esta versão ao vivo é de 1992.

00:01 – Introdução com voz de Pedro Aznar;
01:26 – A guitarra de Metheny e canto de Aznar por trás…;
02:42 – Tema com o grupo;
03:34 – Pedro Aznar cantando o Tema, acompanhado de Metheny;
04:18 – Solo de guitarra (Pat Metheny);
06:18 – vão entrando os vários instrumentos: Vibrafone (Pedro Aznar), piano (Lyle Mais), bateria (Paul Wertico), contrabaixo (Steve Rodby), guitarra (Pat Metheny) e piano, sintetizadores (Lyle Mais), crescendo e…
07:40 – Voltamos ao Tema cantado por Pedro Aznar, até ao final da música. O grupo termina em som alto.


Last Train Home

A versão de “Last Train Home” (não está em muito boas condições!) que também é, tal como a anterior, um dos “cavalo de batalha” (“standard”) do PMG, é uma das versões existentes no Youtube e pertence a um dos espectáculos gravados ao vivo, em 1993, quando da digressão do PMG em Itália e França, e com uma formação diferente do álbum original, desta composição, onde constam: Pat Metheny (guitarra e guitarra sintetizada), Lyle Mays (piano e teclas), Steve Rodby (baixos acústico e eléctrico), Paul Wertico (bateria e percussão), Pedro Aznar (voz, guitarra acústica, percussão, saxofone, vibrafone, marimba, melódica) e Armando Marçal (voz, percussão, timbales e congas).

É somente fechar os olhos e veremos a passar na nossa mente “O Último Comboio Para Casa”, serpenteando a sua linha por entre montes e valados que poderá atravessar.

… começo com uns segundos atrasados
00:01 – Tema com todo o grupo, inclusive uma “batida” de bateria a imitar um combóio (que nos irá acompanhar até ao fim), e um solo de acompanhamento do tema (Pat Metheny);
01:49 – Guitarra (Pat Methney);
03:23 – Vozes mais fortes e marcantes (Pedro Aznar e Armando Marçal);
03:44 – Guitarra (Pat Methney), o tema vai repetir-se e pouco a pouco o “combóio” vai-se afastando...



Não resisti e coloco aqui outra versão, uma associação perfeita entre titulo, som e imagem.

terça-feira, 29 de março de 2016

Pat Metheny Group - Para quem quiser ouvir (III)

(In Wikipédia ou http://www.patmetheny.com - Os excertos das biografias foram adaptados e traduzidos, o resto dos textos são da minha autoria – Ricardo Santos)

O “jazz fusão”, “jazz rock” ou simplesmente “fusão” é um género musical que se desenvolveu nos finais de 1960, de uma mistura de elementos de jazz, tal como o seu foco na improvisação com os ritmos e tons de “funk” e “R&B”, instrumentos eléctricos altamente amplificados e efeitos electrónicos de “rock”. Enquanto o termo “jazz rock” é muitas vezes utilizado como um sinónimo de “jazz fusão”, ele também se refere à música executada nos finais de 1960 e na época de 1970 das bandas rock, quando eles adicionaram elementos de jazz à sua música, como uma forma livre de improvisação.
Depois de uma década de desenvolvimento durante os anos 70, a “fusão” expandiu-se nas capacidades de improvisação e nas tentativas experimentais durante os anos 80 e 90.
Álbuns de “fusão”, mesmo aqueles que são feitos pelo mesmo grupo ou artista, podem incluir uma variedade de estilos. Diferentemente de serem um estilo musical codificado, a “fusão” pode ser vista como uma música tradicional ou aproximação a ela.
Alguma música de “rock progressivo” é também etiquetada por “fusão”. A música de fusão é tipicamente instrumental, muitas vezes com complexas assinaturas temporais, métricas e padrões rítmicos, e também extensas faixas, com improvisações longas. Muitos proeminentes músicos de fusão são reconhecidos, como tendo um alto nível de virtuosismo, combinado com composições complexas e música improvisada complexas ou de um amalgamado de métricas.

A música de PMG, algumas vezes de “jazz fusão” ou “fusão”, que irá passar por aqui contem na maioria das vezes um tema que a inicia e que, de seguida, dá origem aos espaços improvisados de melodias complexas, com Pat Metheny (guitarra e guitarra sintetizada) e os outros músicos. Para terminar, ela retorna ao tema principal para os momentos finais da composição.
As interpretações textuais de algumas músicas são minhas. Como um livro, a música também pode tentar ter uma interpretação, baseada no seu título, porque não ?

FIRST CIRCLE

“First Circle” obteve um “Grammy” para a “Melhor Actuação de Jazz de Fusão” em 1985.
Foi gravado em Julho/Novembro de 1982. Músicas escolhidas, a faixa nº. 3 “First Circle” de 9’ 16” e a faixa nº. 4 “If I Could” de 7’ 01”.

Formação:

Pat Metheny (guitarra acústica corda de aço);
Lyle Mays (piano, sintetizador e oberheim);
Steve Rodby (baixos acústico e eléctrico);
Paul Wertico (bateria); e
Pedro Aznar (percussão, voz e campainhas).

Produção Pat Metheny para a ECM Records, em 1984.

A versão de “First Circle” foi gravada do DVD do espectáculo no Japão, em 1995 e com uma formação diferente do álbum original, desta composição, onde constam: Pat Metheny (guitarra e guitarra sintetizada), Lyle Mays (piano e teclas), Steve Rodby (baixos acústico e eléctrico), Paul Wertico (bateria), David Blamires (voz, e vários instrumentos), Mark Ledford (voz, e vários instrumentos) e Armando Marçal (percussão).

First Circle

É um “encore” em alguns espectáculos ao vivo do grupo. Esta composição é extraordinária e contagiante.

00:01 – Palmas;
00:26 – Introdução com vozes (Mark Ledford e David Blamires);
01:14 – Introdução com os vários instrumentos, começando pela guitarra de Metheny e pelo piano de Lyle Mays;
02:28 – Tema com o grupo todo;
03:02 – Vozes (Mark Ledford e David Blamires) e no final um crescendo;
04:02 – Voltamos ao tema principal com as vozes (Mark Ledford e David Blamires);
04:40 – Piano (Lyle Mays), na parte final em crescendo;
06:52 – Um viragem completa no som, com a percussão (Armando Marçal) e bateria (Paul Wertico) a dominar;
07:28 – De novo as vozes (Mark Ledford e David Blamires), e voltamos ao tema;
07:53 - Tema em final de música, sempre em crescendo;


If I Could

Mais uma balada do PMG que já trouxe aqui ao “Pacto”, não precisamos de ler comentários acerca dela. É simplesmente ouvi-la.