Teus olhos contas escuras, são duas Avé Marias, dum rosário d’amarguras, que eu rezo todos os dias. - Fernando Pessoa

sábado, 30 de março de 2019

A Sopa do Pacto (4)

“A Sopa do Pacto” é a nova rúbrica, baseada basicamente no passatempo “Sopa de Letras”. Conterá sempre um quadrado, como figura geométrica, de 7x7, 8x8, 9x9 ou 10x10, e as palavras a adivinhar estarão colocados nas posições utilizadas na “sopa de letras”, horizontal, vertical e diagonal, em ambos os sentidos.
A “sopa” serão sempre 4 artistas do foro musical: uma voz feminina; uma voz masculina e duas bandas. Os artistas terão sempre dois nomes, pelos quais são mais conhecidos, mas as bandas poderão ter só um nome, pela qual é conhecida.

Terão de me enviar por mail (ricardosantos1953@gmail.com) o puzzle totalmente solucionado ou o que conseguiram encontrar até ao final do prazo limite, indicando onde se encontram as duas vozes e as duas bandas. Cada um de vós acrescentará, e somente, duas canções interpretadas por um dos artistas do puzzle à escolha, uma de um e uma de outro.

O tempo limite para resolverem a “sopa”, os artistas no puzzle e escolherem as duas canções será de 48 horas. Dúvidas serão aqui respondidas nos comentários.

Terminadas as 48 horas, publicarei as respostas e as composições, de quem completou totalmente ou parcialmente. Sou eu que escolho as canções por vós indicadas. Não serão, necessariamente, da pessoa que me deu a resposta do puzzle resolvido mais rapidamente.

A “Sopa do Pacto” número 4, é com artistas franceses. Atenção que os grupos, poderão julgar que não são franceses, mas o Wikipédia, assim o indica:


Na data limite 01-04-2019 às 20:00, publicarei as soluções; No dia 02-04-2019 às 00:00, publicarei as músicas.

sexta-feira, 29 de março de 2019

Charada 7.º Arte – António Lopes Ribeiro (2)

Fotos e nomes correctos: Carmen Dolores e Raúl de Carvalho 

1- Janita: Carmen Dolores (Amor de Perdição); Raúl de Carvalho (Frei Luís de Sousa).

2- Catarina: Carmen Dolores (A Vizinha do Lado); Raúl de Carvalho (Frei Luís de Sousa).

3- Clara: Carmen Dolores (Amor de Perdição); Raúl de Carvalho (Gado Bravo).

4- Rui Espírito Santos: Carmen Dolores (Amor de Perdição); Raúl de Carvalho (Frei Luís de Sousa).

5- Manuela: Carmen Dolores (Amor de Perdição); Raúl de Carvalho (Frei Luís de Sousa).

6- Pedro Coimbra: Carmen Dolores (Amor de Perdição); Raúl de Carvalho (Frei Luís de Sousa).

7- Teresa: Carmen Dolores (Amor de Perdição); Raúl de Carvalho (Gado Bravo).

8- Cantinho da Casa: Carmen Dolores (A Vizinha do Lado); Raúl de Carvalho (Frei Luís de Sousa).

Muito Obrigado a Todos Vós pela participação e pelos acertos, que todos conseguiram. A ideia não é ser difícil, mas sim despertar as pessoas a verem bom cinema. Abraço !!!

Próximo realizador, o britânico Terence Fischer, que anunciarei na Newsletter a data de publicação. 

quarta-feira, 27 de março de 2019

Charada 7.ª Arte – António Lopes Ribeiro

Realizador António Lopes Ribeiro


O que têm de fazer:

Em baixo, descobrirem e dizerem-me (mail), ambos os nomes da actriz e do actor e em que filme (pelo menos um!) no qual tenham participado. Não é obrigatório que tenham participado no mesmo filme, mas os filmes têm de ser do realizador em questão.

Ajudas: O número de letras do nome a encontrar, e uma foto um pouco alterada.

Somente aceitarei os nomes correctos com as fotos.

Têm 48 horas para "matar a charada" e três palpites por actriz e outros três por actor.

Depois de amanhã, dia 29, pelas 20:00 publico a solução, bem como os seus participantes.


Actriz, duas palavras (13 letras):
_ _ _ _ _ _    _ _ _ _ _ _ _


Actor, duas palavras (14 letras):
_ _ _ _  _ _   _ _ _ _ _ _ _ _













Obrigado

terça-feira, 26 de março de 2019

7.ª Arte - António Lopes Ribeiro

Breves palavras sobre o que é para mim, o Cinema.

Durante os anos da minha juventude houve algo que me despertou o interesse e fez com que a minha ligação com os audiovisuais se tornasse, desde então, preponderante na minha vida. Esse algo foi o Cinema. A chamada 7.ª arte (arte da imagem) que quando dado o nome e na minha modesta opinião, ela reflectia somente a realidade do cinema mudo, por isso “arte da imagem”. Posteriormente a 7.ª arte tornou-se em algo muito mais complexo. A obra/filme tornou-se num conjunto de várias e ricas variáveis: a imagem, o texto, a cenografia, o som, o guarda-roupa, a interpretação, etc.. Tudo isso conglomerado e orientado de alguma maneira, por uma pessoa na arte de dirigir, o realizador.

Um bom filme, é como uma boa música ou um bom livro, é algo que deve ser visto mais que uma vez, para que nos apercebamos de coisas que numa só, é impossível. Um amante de cinema vê um filme duas, três vezes, para que nele possa visualizar todas essas variáveis de que falei anteriormente.

Vão passar por aqui alguns realizadores que fizeram e fazem parte do meu imaginário de cinéfilo. Nessa época, quando frequentei as salas de cinema em Lisboa, as filmografias de eleição eram: a italiana, a francesa, a alemã, a sueca, a espanhola, a nipónica, a americana. Mas passarão também, e obviamente, realizadores brasileiros e portugueses

Esta nova publicação intitulada 7.ª Arte, será muito de uma pequena mostra do que se via cinematograficamente em Lisboa, nos finais da década de 60 e 70, mas não só, porque teremos filmes muito mais actuais !!!
Tal qual, como todos vós, me reconhecem como um melómano amador, eu também sou um cinéfilo amador. O que vou trazer aqui foram/são obras que gostei/gosto e vi/revejo, e as minhas escolhas são apenas opiniões e gostos, livres de qualquer pretensiosismo !!!

No nome do realizador (se estrangeiro) e na maioria dos títulos dos filmes existem “links” para a Wikipedia (versão inglesa), por ser a plataforma mais abrangente e mais completa. Se pretenderem, na coluna esquerda dessas mesmas páginas, em baixo, tem normalmente, a escolha da tradução para a língua portuguesa.

(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In Imdb - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

Do cinema português trago-vos António Lopes Ribeiro (16-04-1908 – 14-04-1995), realizador com uma obra notável. Imensos filmes, curtas metragens e filmografia publicitária do regime salazarista. Foi sempre conotado com o anterior regime. 56 películas entre longas e curtas. Dele escolhi 4 filmes que vi.


(1934) Gado Bravo (filme completo, não se encontra somente apresentação !)


(1941) O Pai Tirano (filme completo, não se encontra somente apresentação !)


(1943) Amor de Perdição (filme completo, não se encontra somente apresentação !)


(1950) Frei Luís de Sousa (filme completo, não se encontra somente apresentação !)


Entrevista com António Lopes Ribeiro

domingo, 24 de março de 2019

Billboard Top 100 - Lugar n.º 90 - Steve Miller Band / Abracadabra

Esta rúbrica trará algumas das 100 melhores músicas consideradas pela “Billboard” (https://www.billboard.com/).

Virão somente aqui aquelas que gosto. Não gosto de “Rap” ou “Hip-Hop”, por isso, as que aqui, do género, aparecerem, é porque gostei de ouvir. Também alguma música, como disse o Salvador Sobral “de plástico”, com “batucada” irritante (para mim, claro !!!), não a mostrarei.
No entanto, deixarei os links do Youtube para quem quiser ouvir as que não colocar aqui, com indicação do Lugar n.º / Intérprete / Composição / Link.

Steve Miller Band / Abracadabra

sexta-feira, 22 de março de 2019

Wolfgang Amadeus Mozart (8)

Wolfgang Amadeus Mozart (27-01-1756 – 05-12-1791) – Alemão de nascimento, visto que a urbe Salzburgo, hoje cidade austríaca, na altura era território alemão. É um dos mais prolíferos compositors de todos os tempos que morreu, prematuramente, apenas com 35 anos.

Abertura da ópera “Flauta Mágica”,  Estreou em Viena (Áustria), no dia 30 de Setembro de 1791, menos de três meses antes da morte do seu autor.


Abertura da ópera "As Bodas de Figaro", estreada em Viena (Áustria), no 1.º de Maio de 1786. Aqui com a orquestra sinfónica de Brasília, dirigida por Claudio Cohen, no Teatro Nacional Claudio Santoro, em Brasília, Santuário Dom Bosco.


Abertura da ópera "Dom João", estreou em Praga. Corus e Orquestra da “Vienna State Opera”, dirigidos por Riccardo Mutti.


Eine Kleine Nachtmusik, talvez uma das composições, senão a mais conhecida do compositor, uma das mais célebres das páginas da história da música clássica.

Vamos ouvir duas versões. A primeira com “The Gewandhaus Quartett” de Lpeizig, com Frank-Michael Erben (viola), Conrad Suske (viola), Volker Metz e Jürnjakob Timm (violoncelo).


A segunda versão é relativamente recente e traz-nos a Orquestra Câmara Concertgebouw, em 14 de Abril de 2013, no Concertgebouw Amsterdam, Holanda.

quarta-feira, 20 de março de 2019

Carlos do Carmo – Nascidos Aqui (20)

(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

Carlos do Carmo (site official) (21-12-1939) – Não é sequer necessário explicar de quem se trata ! 😊

Quadras Soltas, no single de 1967, editado pela Philips.


Noite


Les Valse a Mille Temps, de Jacques Brel (1959).


Lisboa, Menina e Moça, letra de Ary dos Santos, Joaquim Pessoa e Fernando Tordo, e música de Paulo de Carvalho. Aqui na 2.ª gala do The Voice Portugal.

terça-feira, 19 de março de 2019

Faz Hoje Anos (51) – Eliane Elias

Faz hoje 59 anos... Parabéns !!!

Eliane Elias (19-03-1960) – A grande intérprete e pianista de Jazz e Bossa Nova, que acompanho há mais de 10 anos, e que nos delicia com as suas interpretações (voz e piano). Comecei a ouvi-la como disse há mais de 10 anos, não posso precisar quando. Lembro-me de ter adquirido um CD do grupo de jazz norte-americano “Steps Ahead” e nele, ela era artista que liderava as teclas. O álbum do grupo era de 1983 e titula-se “Steps Ahead”.

Aqui Eliane chega-nos com a composição “Chega de Saudade”, escrita por António Carlos Jobim (Tom Jobim) e Vinicius de Moraes, e neste video brilhantemente cantada e tocada, em versão jazz.

domingo, 17 de março de 2019

Woodstock (6) – Janis Joplin, The Kozmic Blues Band

Por aqui pelo “Pacto”, durante algum tempo, as músicas que encantaram, ou não, a juventude nascida nos finais dos anos 40 e na década de 50, durante o grandioso “Festival de Woodstock”, realizado nos Estados Unidos, na fazenda de Max Yasgur, cidade de Bethel, estado de New York, entre 15 e 18 de Agosto de 1969.
Encontraremos grupos e composições que muitos de nós reconhecerão como agradáveis e de imediato, e outras nem tanto assim, como algumas de género Rock Psicadélico, Hard Rock, Blues Rock, Acid Rock, Blues, R&B (Rhythm and Blues). O exemplo mais flagrante deste conjunto de géneros, será o guitarrista Jimi Hendrix, considerado por muitos, um dos melhores do Mundo e de sempre.
Este Festival foi, principalmente, um levantar de questões à sociedade, à liberdade de expressão e à guerra entre os povos. Isto tudo, tendo como base os problemas da sociedade americana da altura e as suas condições sociais, e ainda, a famigerada guerra do Vietnam que deixou marcas indeléveis nos EUA.
Tal como o Vietnam, as guerras são meramente negócio para alguns, não trazem absolutamente nada de benéfico para a humanidade. Isso todos os portugueses puderam comprovar, cronologicamente antes, com a guerra das Colónias, guerra em África ou guerra do Ultramar, consoante o quadrante politico de cada um de nós.

Hoje ficaremos a ouvir, já aqui embaixo, a branca negra, a voz inconfundível de Janis Joplin:









sábado, 16 de março de 2019

Raúl Solnado (12)

(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

O grande Raúl Solnado. Embora nunca o tenha conhecido pessoalmente, foi alguém porque quem sempre nutri muita carinho e admiração. Acompanhei a sua carreira de humorista e vi-o algumas vezes no Teatro. Recordo as duas vezes que me lembro melhor. A peça “O Vison Voador” (1969) no desaparecido Teatro Laura Alves, e uma revista, no também desaparecido, Teatro Monumental, chamada “Prá Frente Lisboa”. Lembro-me de uma música que se chamava “Malmequer”, que fez um sucesso estrondoso na época. Também na RTP o segui. Destaco o grande “Zip Zip” (1969) com o Fialho Gouveia e o Carlos Cruz, e o excelente concurso “A Visita da Cornélia” (1977).

Raúl Solnado (19-10-1929 – 08-08-2009) – É um actor, humorista português e apresentador de televisão. Foi galardoado com a Ordem do Infante D. Henrique (OIH)

Concurso: Ou Tudo ou Nada (Zip Zip), com a actriz Fernanda Borsatti

sexta-feira, 15 de março de 2019

O Livrinho Vermelho do Galo de Barcelos (8)

O Livrinho Vermelho do Galo de Barcelos / Ex-citações de Mau de Zé y Chunga:
2ª. edição. Colaboração dos Anarkas (e não só...) deste País;
Fotos de: José Teixeira, Avelãs Coelho, Lourenço Pereira e José Teixeira;
Capa de: Acácio Campos.
Digitalizações gentilmente cedidas pela Afrodite.

Notas introdutórias:




Hoje:



quarta-feira, 13 de março de 2019

CinemaScope (21)

Retomo uma rúbrica que existia neste blogue, em rodapé e que possivelmente passou despercebida a muitos que me visitavam, por estar mesmo lá no fim da minha página.

É música claro ! O que estavam à espera ?

São composições que me dizem muito, porque sou um romântico e um eterno apaixonado por música, pelas outras artes, pela humanidade, pelos amigos que encontrei na blogosfera, pela Natureza, pela vida, no fundo, pelas coisas boas desta sociedade em que vivemos.

Desta vez os registos, enquanto não apagados ou eliminados do Youtube, ficarão por cá, com uma única etiqueta “CinemaScope”.

John Mayer (16-10-1977) – Gravity (2006)

segunda-feira, 11 de março de 2019

Jazz Standards (179)

(Dados Biográficos In Wikipédia e In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

(Sobre o tema em questão, algumas palavras retiradas de “in
http://www.jazzstandards.com/compositions/index.htm” - adaptação e tradução por Ricardo Santos)

Don't Be That Way (#183) - Música de Benny Goodman e Edgar Sampson, e Letra de Mitchell Parish

O saxofone alto e orquestrador Edgar Sampson apresentou esta composição enquanto membro da “Chick Webb’s Orchestra”, em 1934. No ano seguinte a sua gravação (Decca), subiu às tabelas:

Chick Webb e a sua orquestra (1935, N.º 20)
Benny Goodman e a sua orquestra (1938, N.º 1)
Mildred Bailey (1938, vocal, N.º 9)

Durante a eraq do “Swing” as orquestrçaões de banda podiam dar origem a este estilo de músicas. Quando Benny Goodman formou a sua banda em 1934, ele investiu imenso em orquestradores. As suas primeiras vitórias em tabelas de vendas, vieram de Dean Kinkade e Lyle “Spud” Murphy, mas em 1935 ele começou a arranjar orquestrações de escritores pretos, primeiro com os irmãos Fletcher e Horace Henderson, depois Edgar Sampson da orquestra de Chick Webb. Em 1936, Edgar Sampson vendeu duas músicas que ele tinha composto “Stompin’ at the Savoy” e “If Dreams Come True.” A versão de Goodman de “Stompin’ at The Savoy” subiu às tabelas de venda em 1936, assim como a versão da orquestra de Chick Weeb o tinha feito dois anos antes.

Benny Goodman (Chicago, Illinois, EUA, 30-05-1909 – New York, EUA, 13-06-1986) – No “The New York Marriott Marquis”, em 7 de Outubro 1985. Com os seguintes músicos: Benny Goodman (clarinete), Dick Hyman (piano), Louis Bellson (bateria), Bob Haggart (contrabaixo), James Chirillo (guitarra), Ken Peplowski e Loren Schoenberg (saxofones tenor), Chuck Wilson e Jack Stuckey (saxofones alto), Danny Bank (saxofone barítono), Bobby Pring, Eddie Bert e Matt Finders (trombones), Laurie Frink, Randy Sandke, John Eckert e Paul Cohen (trompetes).


Toots Thielemans (Bruxelas, 29 de Abril de 1922 - Bruxelas 22-08-2016) – do album “Jazz Legacy”.


Anita O'Day (Chicago, Illinois, EUA, 18-10-1919 - Los Angeles, EUA, 23-11-2006) – do álbum “Anthology (1957 – 1962)”.


Stacey Kent (South Orange, New Jersey, EUA, 27-03-1965) – do álbum “Love Is…The Tender Trap” de 1999, na faixa 9.


Letra

April skies are in your eyes
But darling, don't be blue
Don't cry, oh honey, please
Don't be that way
Clouds in the sky
Should never make you feel that way
The rain will bring the violets of May
Tears are in vain, so honey, please
Don't be that way
As long as we see it through
You'll have me, I'll have you
Sweetheart, tomorrow is another day
Don't break my heart, oh honey, please
Don't be that way
Don't cry, oh honey, please
Don't be that way
Clouds in the sky
Should never make you feel that way
The rain will bring the violets of May
Tears in vain, so honey, please
Don't be that way
As long as we will see it through
You'll have me and I'll have you
Sweetheart, tomorrow is another day
Don't break my heart, oh honey, please
Don't be that way
Don't cry
(Don't cry, don't cry)
Oh honey, please
Don't be that way
(Oh honey, please)
(Don't be that way)
Clouds in the sky
(Dig those crazy sky)
Should never make you feel that way
(So don't be that way)
Dig the rain
(Pitter, pitter, pitter, pitter patter)
Bring the violets of May
(Pitter patter of the rain drops)
Tears in vain
(Tears, tears)
So honey, please
Don't be that way
(Don't be that way)
As long as we will see it through
Oh baby, you'll have me and I'll have you
Sweetheart, tomorrow is another day
(Tomorrow is another day)
Don't break my heart
Oh honey, please
Don't be that way
Look here, baby don't cry
Oh honey, please
Don't be that way
Clouds in the sky
Should never make you feel that way
Yeah, don't cry
Honey, please don't be that way
Clouds in the sky
Oh honey, please
Don't be that way
(No, I'll never be that way)

Lamento, algumas eventuais falhas nas letras, encontradas na Internet, devido à própria improvisação dada pelos seus intérpretes, e muitas vezes de difícil entendimento. (Ricardo Santos).

sábado, 9 de março de 2019

Eyes Thru Glass (35) - Convento Santos-o-Novo

Aqui neste blogue e no “Eyes thru Glass“ mostro aquilo que os meus olhos vêem, através da objectiva.

Aqui ficarão somente as fotos, sem texto ficcional e sem música, apenas uma breve introdução, onde são tiradas e quando, e eventualmente alguma especificação técnica.

No dia 27 de Janeiro de 2018, e numa visita guiada, visitei e fotografei o “Convento Santos-o-Novo”. Desta vez são mais fotografias que o habitual, para vos poder dar uma ideia deste edifício e das obras dentro dele, no entanto, uma visita é devida para poder apreciar na totalidade. O Convento pertence à SCML (Santa Casa da Misericórdia de Lisboa).

Links interessantes: