Dá a surpresa de ser

Dá a surpresa de ser É alta, de um louro escuro. Faz bem só pensar em ver Seu corpo meio maduro.

Seus seios altos parecem (Se ela estivesse deitada) Dois montinhos que amanhecem Sem ter que haver madrugada.

E a mão do seu braço branco Assenta em palmo espalhado Sobre a saliência do flanco Do seu relevo tapado.

Apetece como um barco. Tem qualquer coisa de gomo. Meu Deus, quando é que eu embarco? Ó fome, quando é que eu como?

10-9-1930 - Poesias. Fernando Pessoa. (Nota explicativa de João Gaspar Simões e Luiz de Montalvor.) Lisboa: Ática, 1942 (15ª ed. 1995) - 123.

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quinta-feira, 19 de abril de 2018

Moody Blues (8)

(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos).

Hoje a última publicação, trabalhada por mim, sobre os Moody Blues que foram um grupo que mostrou sempre o Mundo tal qual ele é, e também aquilo porque eles sempre lutaram: Paz, Dignidade e Respeito entre os Seres Humanos.
Um dos Grandes e dos Melhores Grupos de Toda a História do Rock.

Os “Moody Blues” foram um grupo que segui até 1971, com o álbum “Seventh Sojourn”. Até aí ouvi e coleccionei os “vinil”, depois, somente os segui, amiúde. Hoje tenho toda a discografia deles. Sempre me agradaram bastante, pela sua música trabalhada e muito bem executada, muitas das vezes acompanhada por orquestra. Por aqui no “O Pacto Português”, e durante algumas semanas (um álbum por semana, até ao “Seventh Sojourn), vou dar-vos um pouco das melodias e do “Rock” deste agrupamento, e também algumas palavras sobre os “MB” (biografia) e análise dos álbuns por críticos musicais. A análise dos álbuns dos “Moody Blues” foram traduzidas do sítio do AllMusic.com e da Wikipedia (versão inglesa). Não sei as análises da AllMusic.com,  são da época ou actuais, mas valem o que valem e como sempre tenho dito, sou um melómano amador e não sei ler uma pauta musical, embora tenha a certeza que não conseguiria viver sem ela.

The Moody Blues (Birmingham, Maio 1964 – 20xx)

The Moody Blues são uma banda de Rock Inglês. Entre algumas das suas inovações para a época conta-se com a fusão com a música clássica. Isto é evidente, e principalmente, no excelente álbum, de 1967, “Days Of Future Passed”.
The Moody Blues venderam mais de 70 milhões de álbuns em todo o mundo e obtiveram 14 discos de ouro e platina. A partir de 2012 eles permanecem activos, com um membro da banda original de 1964, John Lodge, e mais dois a partir da linha 1967, Justin Hayward e Graham Edge.
…

Discografia:

The Magnificent Moodies (1965)
Days of Future Passed (1967)
In Search of the Lost Chord (1968)
On the Threshold of a Dream (1969)
To Our Children's Children's Children (1969)
A Question of Balance (1970)
Every Good Boy Deserves Favour (1971)
Seventh Sojourn (1972)
Octave (1978)
Long Distance Voyager (1981)
The Present (1983)
The Other Side of Life (1986)
Sur la Mer (1988)
Keys of the Kingdom (1991)
Strange Times (1999)
December (2003)

Etiquetas - Decca, Deram, Threshold, Polydor, Universal, Ark 21, Eagle, Image.
Membros actuais - Graeme Edge, John Lodge e Justin Hayward.
Membros anteriores - Ray Thomas, Michael Pinder, Denny Laine, Clint Warwick, Rodney Clark e Patrick Moraz.




Álbum (vinil) - Seventh Sojourn (1972), Threshold THS 7. Gravado entre Janeiro e Maio de 1972 e Setembro de 1972. Editado em 17 de Novembro de 1972.

Mais um álbum com a marga registada dos Moody Blues, a mistura entre o “rock” e uma orquestra. A faixa de abertura, "Lost in a Lost World", de Mike Pinder, lamenta a brutalidade da revolução e refere a tensão racial. Várias músicas contêm referências políticas abertas. "You And Me", como tinha acontecido em "Question", dois anos antes, alude a guerras e conflitos em curso, incluindo o Vietnam. No entanto, embora o álbum mostre preocupações políticas, no documentário de 1990, “The Moody Blues: Legend of a Band”, o baixista John Lodge descreveu "I'm Just a Singer (In a Rock and Roll Band)" como uma resposta aos fãs que erroneamente leram sabedoria semelhante a um guru na letra dos Moodies. Instrumentalmente, o cantor e tecladista, Mike Pinder, além do Mellotron, usou um dispositivo de teclado semelhante chamado Chamberlin.

Formação do álbum “Seventh Sojourn": Justin Hayward (vocais, guitarras), John Lodge (vocais, baixos e guitarra acústica), Ray Thomas (vocais, saxofone, flauta, oboé e pandeireta), Graeme Edge (vocais, bateria e percussão) e Mike Pinder (vocais, harmónica, teclas e sintetizador).
Melhor classificação, Álbum: 1º. Lugar “Billboard 200” em 1972 e tema “Isn't Life Strange”, 29º. Lugar “Billboard Hot 100” em 1972, e o tema “I'm Just a Singer (In a Rock and Roll Band)”, 12º. Lugar “Billboard Hot 100” em 1972.

Lost in a Lost World, de Mike Pinder.


For My Lady, de Ray Thomas, ao vivo e...


… e a versão de estúdio


You and Me, de Justin Hayward e Graham Edge.


I'm Just a Singer (In a Rock and Roll Band), de John Lodge, ao vivo e…


… e a versão de estúdio

sábado, 24 de março de 2018

Moody Blues (7)

(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

Os “Moody Blues” foram um grupo que segui até 1971, com o álbum “Seventh Sojourn”. Até aí ouvi e coleccionei os “vinil”, depois, somente os segui, amiúde. Hoje tenho toda a discografia deles. Sempre me agradaram bastante, pela sua música trabalhada e muito bem executada, muitas das vezes acompanhada por orquestra. Por aqui no “O Pacto Português”, e durante algumas semanas (um álbum por semana, até ao “Seventh Sojourn), vou dar-vos um pouco das melodias e do “Rock” deste agrupamento, e também algumas palavras sobre os “MB” (biografia) e análise dos álbuns por críticos musicais. A análise dos álbuns dos “Moody Blues” foram traduzidas do sítio do AllMusic.com e da Wikipedia (versão inglesa). Não sei as análises da AllMusic.com,  são da época ou actuais, mas valem o que valem e como sempre tenho dito, sou um melómano amador e não sei ler uma pauta musical, embora tenha a certeza que não conseguiria viver sem ela.

The Moody Blues (Birmingham, Maio 1964 – 20xx)

The Moody Blues são uma banda de Rock Inglês. Entre algumas das suas inovações para a época conta-se com a fusão com a música clássica. Isto é evidente, e principalmente, no excelente álbum, de 1967, “Days Of Future Passed”.
The Moody Blues venderam mais de 70 milhões de álbuns em todo o mundo e obtiveram 14 discos de ouro e platina. A partir de 2012 eles permanecem activos, com um membro da banda original de 1964, John Lodge, e mais dois a partir da linha 1967, Justin Hayward e Graham Edge.
…

Discografia:

The Magnificent Moodies (1965)
Days of Future Passed (1967)
In Search of the Lost Chord (1968)
On the Threshold of a Dream (1969)
To Our Children's Children's Children (1969)
A Question of Balance (1970)
Every Good Boy Deserves Favour (1971)
Seventh Sojourn (1972)
Octave (1978)
Long Distance Voyager (1981)
The Present (1983)
The Other Side of Life (1986)
Sur la Mer (1988)
Keys of the Kingdom (1991)
Strange Times (1999)
December (2003)

Etiquetas - Decca, Deram, Threshold, Polydor, Universal, Ark 21, Eagle, Image.
Membros actuais - Graeme Edge, John Lodge e Justin Hayward.
Membros anteriores - Ray Thomas, Michael Pinder, Denny Laine, Clint Warwick, Rodney Clark e Patrick Moraz.


 Álbum (vinil) - Every Good Boy Deserves Favour (1971), Threshold THS 5. Gravado em Novembro de 1970 e entre Janeiro e Março de 1971. Editado em 23 de Julho de 1971.

Em “Every Good Boy Deserves Faviour” (1971), do qual a composição "The Story In Your Eyes" de Hayward foi lançada em single e subiu ao lugar 23 nas tabelas de vendas dos EUA, a banda voltou ao seu som clássico de orquestral que, embora difícil de reproduzir em concerto, se tornou a sua marca registada. O título "Every Good Boy Deserves Favour" foi emprestado, da língua materna, de uma mnemónica usada para lembrar as notas musicais que formam as linhas “Treble Key”, EGBDF. A canção na faixa de abertura, "Procession", foi a única composta por todos os cinco membros da banda, uma faixa fascinante que descreve a "evolução" da música, inytroduzindo as músicas seguintes: "Story in Your Eyes" de Justin Hayward; "Our Guessing Game" e “Nice To Be Here" de Ray Thomas; "You Can Never Go Home" de Justin Hayward, "One More Time To Live" de John Lodge e "My Song" de Mike Pinder. Graham Edge, o poeta, de longa data, começou a escrever letras destinadas a serem cantadas, em vez de versos a serem falados, como anteriormente o teria feito, é o caso de "After You Came".

Formação do álbum “Every Good Boy Deserves Favour": Justin Hayward (vocais, guitarras e cítara), John Lodge (vocais, baixos e harpa), Ray Thomas (vocais, flauta, e pandeireta), Graeme Edge (vocais, bateria acústica e eléctrica e percussão) e Mike Pinder (vocais, teclas e sintetizador).
Melhor classificação, Álbum: 3º. Lugar “Billboard 200” em 1972 e Tema “Nights In White Satin” 2º. Lugar “Billboard Hot 100” em 1972.

The Story in Your Eyes, de Justin Hayward.


Emily's Song, de Mike Pinder, na versão ao vivo… e


…em versão estúdio


Nice to Be Here, de Ray Thomas.


My Song, de Mike Pinder.

sábado, 3 de fevereiro de 2018

Moody Blues (6)

(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

Os “Moody Blues” foram um grupo que segui até 1971, com o álbum “Seventh Sojourn”. Até aí ouvi e coleccionei os “vinil”, depois, somente os segui, amiúde. Hoje tenho toda a discografia deles. Sempre me agradaram bastante, pela sua música trabalhada e muito bem executada, muitas das vezes acompanhada por orquestra. Por aqui no “O Pacto Português”, e durante algumas semanas (um álbum por semana, até ao “Seventh Sojourn), vou dar-vos um pouco das melodias e do “Rock” deste agrupamento, e também algumas palavras sobre os “MB” (biografia) e análise dos álbuns por críticos musicais. A análise dos álbuns dos “Moody Blues” foram traduzidas do sítio do AllMusic.com e da Wikipedia (versão inglesa). Não sei as análises da AllMusic.com,  são da época ou actuais, mas valem o que valem e como sempre tenho dito, sou um melómano amador e não sei ler uma pauta musical, embora tenha a certeza que não conseguiria viver sem ela.

The Moody Blues (Birmingham, Maio 1964 – 20xx)

The Moody Blues são uma banda de Rock Inglês. Entre algumas das suas inovações para a época conta-se com a fusão com a música clássica. Isto é evidente, e principalmente, no excelente álbum, de 1967, “Days Of Future Passed”.
The Moody Blues venderam mais de 70 milhões de álbuns em todo o mundo e obtiveram 14 discos de ouro e platina. A partir de 2012 eles permanecem activos, com um membro da banda original de 1964, John Lodge, e mais dois a partir da linha 1967, Justin Hayward e Graham Edge.
…

Discografia:

The Magnificent Moodies (1965)
Days of Future Passed (1967)
In Search of the Lost Chord (1968)
On the Threshold of a Dream (1969)
To Our Children's Children's Children (1969)
A Question of Balance (1970)
Every Good Boy Deserves Favour (1971)
Seventh Sojourn (1972)
Octave (1978)
Long Distance Voyager (1981)
The Present (1983)
The Other Side of Life (1986)
Sur la Mer (1988)
Keys of the Kingdom (1991)
Strange Times (1999)
December (2003)

Etiquetas - Decca, Deram, Threshold, Polydor, Universal, Ark 21, Eagle, Image.
Membros actuais - Graeme Edge, John Lodge e Justin Hayward.
Membros anteriores - Ray Thomas, Michael Pinder, Denny Laine, Clint Warwick, Rodney Clark e Patrick Moraz.


Álbum (vinil) - A Question Of Balance (1970), Threshold THS 3. Gravado entre 17 de Janeiro e 6 de Junho de 1970. Editado em 7 de Agosto de 1970.

Embora os Moodies já definissem um estilo bem próprio e um pouco psicadélico, e ajudassem a definir o som do rock progressivo (então também conhecido como 'rock art'), o grupo decidiu gravar um álbum que poderia ser tocado em público. Este álbum, atingindo o número 3 de vendas nas tabelas norte-americanas e o número 1 nas britânicas, foi, também, indicativo do crescente sucesso da banda na Estados Unidos da América. Aliás, parece ter sido um dos primeiros álbuns de rock que abordaram a questão da ecologia (exemplo: We'll spoil the seas with the rivers we've lost, de Edge's na composição "Don't You Feel Small". A composição "Question" de Hayward (numa versão diferente) foi emitida como single, alcançando o número 2 de vendas no Reino Unido, mantida abaixo do primeiro lugar apenas pela canção "Back Home" da “England World Cup Football”. Justin Hayward começou numa exploração artística dos tons da guitarra através do uso de numerosos pedais de efeitos sonoros e desenvolveu para si mesmo um som de guitarra e solo, muito melódico. Os “Moody Blues” já se tinham tornado por si só e por direito próprio, um “Top” de tabelas de vendas. Eles apareceram duas vezes no famoso “Festival Isle of Wight”. Um DVD da sua actuação neste Festival, foi lançado em 1970. O "Melancholy Man" de Pinder (single número 1, em França) destacou-se ao lado de "Question" de Hayward, neste álbum de 1970.

Formação do álbum “A Question Of Balance": Justin Hayward (vocais, guitarras e bandolim), John Lodge (vocais, baixos e harpa), Ray Thomas (vocais, flauta, e pandeireta), Graeme Edge (vocais, bateria e percussão) e Mike Pinder (vocais, teclas e sintetizador).
Melhor classificação, Álbum: 3º. Lugar “Billboard 200” em 1972 e Tema “Nights In White Satin” 2º. Lugar “Billboard Hot 100” em 1972.


It's Up to You, de Justin Hayward, em versão acústica e,…


… em versão estúdio


Dawning Is the Day, de Justin Hayward.


Melancholy Man, de Mike Pinder, em versão ao vivo, e…


… em versão estúdio


Question, de Justin Hayward.

sábado, 16 de dezembro de 2017

Moody Blues (5)

Os “Moody Blues” foram um grupo que segui até 1971, com o álbum “Seventh Sojourn”. Até aí ouvi e coleccionei os “vinil”, depois, somente os segui, amiúde. Hoje tenho toda a discografia deles. Sempre me agradaram bastante, pela sua música trabalhada e muito bem executada, muitas das vezes acompanhada por orquestra. Por aqui no “O Pacto Português”, e durante algumas semanas (um álbum por semana, até ao “Seventh Sojourn), vou dar-vos um pouco das melodias e do “Rock” deste agrupamento, e também algumas palavras sobre os “MB” (biografia) e análise dos álbuns por críticos musicais. A análise dos álbuns dos “Moody Blues” foram traduzidas do sítio do AllMusic.com e da Wikipedia (versão inglesa). Não sei as análises da AllMusic.com,  são da época ou actuais, mas valem o que valem e como sempre tenho dito, sou um melómano amador e não sei ler uma pauta musical, embora tenha a certeza que não conseguiria viver sem ela.

The Moody Blues (Birmingham, Maio 1964 – 20xx)

The Moody Blues são uma banda de Rock Inglês. Entre algumas das suas inovações para a época conta-se com a fusão com a música clássica. Isto é evidente, e principalmente, no excelente álbum, de 1967, “Days Of Future Passed”.
The Moody Blues venderam mais de 70 milhões de álbuns em todo o mundo e obtiveram 14 discos de ouro e platina. A partir de 2012 eles permanecem activos, com um membro da banda original de 1964, John Lodge, e mais dois a partir da linha 1967, Justin Hayward e Graham Edge.
…

Discografia:

The Magnificent Moodies (1965)
Days of Future Passed (1967)
In Search of the Lost Chord (1968)
On the Threshold of a Dream (1969)
To Our Children's Children's Children (1969)
A Question of Balance (1970)
Every Good Boy Deserves Favour (1971)
Seventh Sojourn (1972)
Octave (1978)
Long Distance Voyager (1981)
The Present (1983)
The Other Side of Life (1986)
Sur la Mer (1988)
Keys of the Kingdom (1991)
Strange Times (1999)
December (2003)

Etiquetas - Decca, Deram, Threshold, Polydor, Universal, Ark 21, Eagle, Image.
Membros actuais - Graeme Edge, John Lodge e Justin Hayward.

Membros anteriores - Ray Thomas, Michael Pinder, Denny Laine, Clint Warwick, Rodney Clark e Patrick Moraz.

Álbum (vinil) – To Our Childrens Childrens Children (1969), Threshold THS 1. Gravado entre Maio e Setembro de 1969. Editado em 21 de Novembro de 1969.

A música da banda continuou a tornar-se mais complexa e sinfónica, com grande quantidade de reverberação nas faixas vocais, resultando no álbum de 1969 “To Our Children's Children's Children's” - um álbum conceptual inspirado na ida à Lua. A faixa de abertura "Higher and Higher" viu Mike Pinder simular uma explosão de foguete nos teclados, narrando de seguida as letras de Graham Edge.
Ray Thomas "Floating" e "Eternity Road" destacaram-se, assim como o "Gypsy" de Justin Hayward e "Out and In" numa colaboração de Michael Pinder e de John Lodge. John Lodge deu o seu contributo em "Eyes of a Child" e "Candle of Life", enquanto Mike Pinder contribuiu com "Sun is Still Shining".
O álbum fecha com "Watching and Waiting", composto por Ray Thomas e Justin Hayward e cantado por Justin Hayward. Foi durante 1969 que a banda criou a sua própria etiqueta a "Threshold" sob licença para a Decca Records. “To Our Children's Children's Children” foi o primeiro dos seus álbuns a ser lançado em com a sua própria etiqueta. A música "Watching and Waiting" foi emitida num single da etiqueta “Threshold”, mas não conseguiu as tabelas de venda.

Formação do álbum “To Our Childrens Childrens Children": Justin Hayward (vocais, guitarras e cítara), John Lodge (vocais, baixos e harpa), Ray Thomas (vocais, flauta, e pandeireta), Graeme Edge (vocais, bateria e percussão) e Mike Pinder (vocais, teclas).
Melhor classificação, Álbum: 3º. Lugar “Billboard 200” em 1972 e Tema “Nights In White Satin” 2º. Lugar “Billboard Hot 100” em 1972.


I Never Thought I'd Live to Be a Hundred, de Justin Hayward.


Eternity Road, de Ray Thomas.


Sun is Still Shining, de Mike Pinder.


Watching and Waiting, de Justin Hayward e Ray Thomas.

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Moody Blues (4)

(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

Os “Moody Blues” foram um grupo que segui até 1971, com o álbum “Seventh Sojourn”. Até aí ouvi e coleccionei os “vinil”, depois, somente os segui, amiúde. Hoje tenho toda a discografia deles. Sempre me agradaram bastante, pela sua música trabalhada e muito bem executada, muitas das vezes acompanhada por orquestra. Por aqui no “O Pacto Português”, e durante algumas semanas (um álbum por semana, até ao “Seventh Sojourn), vou dar-vos um pouco das melodias e do “Rock” deste agrupamento, e também algumas palavras sobre os “MB” (biografia) e análise dos álbuns por críticos musicais. A análise dos álbuns dos “Moody Blues” foram traduzidas do sítio do AllMusic.com e da Wikipedia (versão inglesa). Não sei as análises da AllMusic.com,  são da época ou actuais, mas valem o que valem e como sempre tenho dito, sou um melómano amador e não sei ler uma pauta musical, embora tenha a certeza que não conseguiria viver sem ela.

The Moody Blues (Birmingham, Maio 1964 – 20xx)

The Moody Blues são uma banda de Rock Inglês. Entre algumas das suas inovações para a época conta-se com a fusão com a música clássica. Isto é evidente, e principalmente, no excelente álbum, de 1967, “Days Of Future Passed”.
The Moody Blues venderam mais de 70 milhões de álbuns em todo o mundo e obtiveram 14 discos de ouro e platina. A partir de 2012 eles permanecem activos, com um membro da banda original de 1964, John Lodge, e mais dois a partir da linha 1967, Justin Hayward e Graham Edge.
…

Discografia:

The Magnificent Moodies (1965)
Days of Future Passed (1967)
In Search of the Lost Chord (1968)
On the Threshold of a Dream (1969)
To Our Children's Children's Children (1969)
A Question of Balance (1970)
Every Good Boy Deserves Favour (1971)
Seventh Sojourn (1972)
Octave (1978)
Long Distance Voyager (1981)
The Present (1983)
The Other Side of Life (1986)
Sur la Mer (1988)
Keys of the Kingdom (1991)
Strange Times (1999)
December (2003)

Etiquetas - Decca, Deram, Threshold, Polydor, Universal, Ark 21, Eagle, Image.
Membros actuais - Graeme Edge, John Lodge e Justin Hayward.
Membros anteriores - Ray Thomas, Michael Pinder, Denny Laine, Clint Warwick, Rodney Clark e Patrick Moraz.



Álbum (vinil) - On The Threshold Of A Dream (1969), Deram Stereo SML 1035, Crítica (Review, by Bruce Eder). Gravado entre 12 e 31 de Janeiro de 1969. Editado em 25 de Abril de 1969.

“On the Threshold of a Dream” foi o primeiro álbum que os Moody Blues tiveram a oportunidade de gravar e de se preparar convenientemente para essa situação, sem lidar com horários de digressões e/ou roubar tempo no estúdio entre os espectáculo - na verdade, embora isso tenha acontecido na realidade, não foi aquilo que muitos observadores confirmaram. Os “Moodies” haviam quase esgotado as melhores composições do saco de música com os seus dois álbuns anteriores, “Days of Future Passed” e “In Search of the Lost Chord”, que tinham sido bem desenhados. O seu sucesso ganhou-lhes a atenção da editora “Decca” que os autorizou a poderem trabalhar calmamente no estúdio através de Janeiro e mais de Fevereiro de 1969.
Como a banda nos dois álbuns anteriores, “On The Threshold Of A Dream” segue um conceito. O álbum explora sonhos, especialmente no segundo lado, que culmina com a faixa "Voyage", uma suite, inspirada em parte também pela “Strauss's Also sprach Zarathrustra”.
A peça, de Mike Pinder, apresenta uma orquestração com “mellotron” e flauta. O álbum começa com um poema acompanhado por sons electrónicos e sons semelhantes são utilizados para terminar o álbum, também. As edições do LP do álbum foram pressionadas a continuar a emitir esses sons até a ranhura do álbum “run-out” terminar, levando-os a tocar continuamente até o braço do gira-discos ser  levantado.
“On The Threshold Of A Dream”  deu às “The Moody Blues”, o seu primeiro álbum britânico Nº.1, e também aumentou as suas influências no EUA, tornando-se o seu primeiro álbum no Top 20 americano.
É o quarto álbum lançado pela editora “Decca” em 25 de Abril de 1969. Foi o último da “Decca” antes da banda formar a sua própria editora,a “Threshold”.

Formação do álbum “On The Threshold Of A Dream": Justin Hayward (guitarras, piano mellotron, vocais, etc), Mike Pinder (teclas, baixo, violoncelo, vocais, etc), Ray Thomas (flauta, harmónica, oboé, vocais,), Graeme Edge (bateria, percussão, vocais, etc) e John Lodge (baixos, violoncelo, vocais, etc), e Pete Jackson (triângulo).
Melhor classificação, Álbum: 1º. Lugar dos Albuns no Reino Unido; 20º. Lugar “Billboard 200” em 1969 e Tema “Never Comes The Day” 91º. Lugar “Billboard Hot 100” em 1969.

Moody Blues (1964)

Lovely To See You, de Justin Hayward.


So Deep Within You, de Mike Pinder.


Never Comes The Day, de Justin Hayward.


Lazy Day, de Ray Tomas. Gravado em 1970 (Paris).

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Moody Blues (3)

(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

Os “Moody Blues” foram um grupo que segui até 1971, com o álbum “Seventh Sojourn”. Até aí ouvi e coleccionei os “vinil”, depois, somente os segui, amiúde. Hoje tenho toda a discografia deles. Sempre me agradaram bastante, pela sua música trabalhada e muito bem executada, muitas das vezes acompanhada por orquestra. Por aqui no “O Pacto Português”, e durante algumas semanas (um álbum por semana, até ao “Seventh Sojourn), vou dar-vos um pouco das melodias e do “Rock” deste agrupamento, e também algumas palavras sobre os “MB” (biografia) e análise dos álbuns por críticos musicais. A análise dos álbuns dos “Moody Blues” foram traduzidas do sítio do AllMusic.com e da Wikipedia (versão inglesa). Não sei as análises da AllMusic.com,  são da época ou actuais, mas valem o que valem e como sempre tenho dito, sou um melómano amador e não sei ler uma pauta musical, embora tenha a certeza que não conseguiria viver sem ela.

The Moody Blues (Birmingham, Maio 1964 – 20xx)

The Moody Blues são uma banda de Rock Inglês. Entre algumas das suas inovações para a época conta-se com a fusão com a música clássica. Isto é evidente, e principalmente, no excelente álbum, de 1967, “Days Of Future Passed”.
The Moody Blues venderam mais de 70 milhões de álbuns em todo o mundo e obtiveram 14 discos de ouro e platina. A partir de 2012 eles permanecem activos, com um membro da banda original de 1964, John Lodge, e mais dois a partir da linha 1967, Justin Hayward e Graham Edge.
…
Discografia:

The Magnificent Moodies (1965)
Days of Future Passed (1967)
In Search of the Lost Chord (1968)
On the Threshold of a Dream (1969)
To Our Children's Children's Children (1969)
A Question of Balance (1970)
Every Good Boy Deserves Favour (1971)
Seventh Sojourn (1972)
Octave (1978)
Long Distance Voyager (1981)
The Present (1983)
The Other Side of Life (1986)
Sur la Mer (1988)
Keys of the Kingdom (1991)
Strange Times (1999)
December (2003)

Etiquetas - Decca, Deram, Threshold, Polydor, Universal, Ark 21, Eagle, Image.
Membros actuais - Graeme Edge, John Lodge e Justin Hayward.
Membros anteriores - Ray Thomas, Michael Pinder, Denny Laine, Clint Warwick, Rodney Clark e Patrick Moraz.


Álbum (vinil) - In Search Of The Lost Chord (1968), Deram Stereo SML 711, Crítica (Review, by Bruce Eder). Gravado entre Janeiro e Junho de 1968. Editado em 26 de Julho de 1968.

“In Search of the Lost Chord “ é o álbum em que os Moody Blues descobrem drogas e misticismo como base para a sua composição e chegam a uma criação convincentemente psicadélica, cheio de canções sobre Timothy Leary [Timothy Francis Leary, Ph.D. (22-1-1920 – 31-05-1996), Professor de Harvard, psicólogo, neurocientista, escritor, futurista, libertário, ícone maior dos anos 60 e do hedonismo. Ficou famoso como um proponente dos benefícios terapêuticos e espirituais do LSD. De facto, o Professor Leary defendia os benefícios desta substância psicadélica, como a base (do Latim substructio) do progresso humano.] e do plano astral e outras da era psicadélica das preocupações. Desta vez eles libertaram-se da orquestra sinfónica a favor do “mellotron” de Mike Pinder, que era mais do que um substituto adequado. E o resto da banda junta-se com flautas, cítara, “tablas”, e violoncelos. O álbum inteiro foi uma grande experiência para saber até onde o grupo poderia ir com quaisquer instrumentos que pudessem encontrar, tornando este álbum um familiar bastante próximo, aos registos dos Beatles, da mesma época. É tudo bonito e elegante, e o coro de "Legend of a Mind" sobre “...Timothy Leary’s dead / Oh, no he's outside, looking in "acabou antecipando a realidade; Após a sua morte em 1996, Leary foi cremado e lançado para o espaço num satélite de propriedade privada, com os restos do criador, Gene Roddenberry, de Star Trek (outro ícone da cultura “Pop” dos anos 60) e outros endinheirados clientes.

Formação do álbum “In Search Of The Lost Chord": Justin Hayward (guitarras, cítara, tablas, piano mellotron, vocais, etc), Mike Pinder (teclas, baixo, violoncelo, vocais, etc), Ray Thomas (flauta, saxofone, vocais,), Graeme Edge (bateria, tablas, percussão, vocais, etc) e John Lodge (baixos, violoncelo, vocais, etc).
Melhor classificação, Álbum: 5º. Lugar “UK Albums Chart” em 1968 e Tema “Voice In The Sky” 27º. Lugar “UK Singles Chart” em 1968.

Moody Blues (1964)


Ride My See-Saw, de John Lodge.


Legend Of A Mind, de Ray Thomas.


Voices In The Sky, de Justin Hayward.


Om, de Mike Pinder. No programa da BBC “Colour Me Pop” de 1968.