Dá a surpresa de ser

Dá a surpresa de ser É alta, de um louro escuro. Faz bem só pensar em ver Seu corpo meio maduro.

Seus seios altos parecem (Se ela estivesse deitada) Dois montinhos que amanhecem Sem ter que haver madrugada.

E a mão do seu braço branco Assenta em palmo espalhado Sobre a saliência do flanco Do seu relevo tapado.

Apetece como um barco. Tem qualquer coisa de gomo. Meu Deus, quando é que eu embarco? Ó fome, quando é que eu como?

10-9-1930 - Poesias. Fernando Pessoa. (Nota explicativa de João Gaspar Simões e Luiz de Montalvor.) Lisboa: Ática, 1942 (15ª ed. 1995) - 123.

segunda-feira, 30 de setembro de 2019

A Sopa do Pacto (8), solução


Quem participou:

1 – Janita: Salvador Sobral (Ela Disse-me Assim), Janita Salomé, Entre Aspas (Uma Pequena Flor) e Grupo de Baile

2 – Clara: Salvador Sobral, Janita Salomé, Entre Aspas e Grupo de Baile

3 – Pedro Coimbra: Salvador Sobral (Amar Pelos Dois), Janita Salomé, Entre Aspas e Grupo de Baile (Patchouli)

4 – Catarina: Salvador Sobral, Janita Salomé. Faltam os grupos !


5 – Luísa: Janita Salomé. Faltam os grupos e uma voz !

6 – Boop: Salvador Sobral, Janita Salomé. Faltam os grupos !

A Teresa (Ematejoca) comentou e acha-se com falta de conhecimentos a nível desta música portuguesa para poder participar.

sábado, 28 de setembro de 2019

A Sopa do Pacto (8)


“A Sopa do Pacto” é a nova rúbrica, baseada basicamente no passatempo “Sopa de Letras”. Conterá sempre um quadrado, como figura geométrica, de 7x7, 8x8, 9x9 ou 10x10, e as palavras a adivinhar estarão colocados nas posições utilizadas na “sopa de letras”, horizontal, vertical e diagonal, em ambos os sentidos.
A “sopa” serão sempre 4 artistas do foro musical: uma voz feminina; uma voz masculina e duas bandas. Os artistas terão sempre dois nomes, pelos quais são mais conhecidos, mas as bandas poderão ter só um nome, pela qual é conhecida.

Terão de me enviar por mail (ricardosantos1953@gmail.com) o puzzle totalmente solucionado ou o que conseguiram encontrar até ao final do prazo limite, indicando onde se encontram as duas vozes e as duas bandas. Cada um de vós acrescentará, e somente, duas canções interpretadas por um dos artistas do puzzle à escolha, uma de um e uma de outro.

O tempo limite para resolverem a “sopa”, os artistas no puzzle e escolherem as duas canções será de 48 horas. Dúvidas serão aqui respondidas nos comentários.

Terminadas as 48 horas, publicarei as respostas e as composições, de quem completou totalmente ou parcialmente. Sou eu que escolho as canções por vós indicadas. Não serão, necessariamente, da pessoa que me deu a resposta do puzzle resolvido mais rapidamente.

A “Sopa do Pacto” número 8, é com intérpretes e grupos portugueses:
  

Na data limite 30-09-2019 às 20:00, publicarei as soluções; No dia 01-10-2019 às 00:00, publicarei as músicas.

quarta-feira, 25 de setembro de 2019

Salvador Sobral com outros… – Nascidos Aqui (25)

(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

Não se trata de alguma dificuldade em trazer outro intérprete/grupo aqui a esta rúbrica de música portuguesa, mas acho que o Salvador Sobral, é um Artista com letra maiúscula e merece uma segunda vez, senão ouçam !!!

Salvador Sobral (28-12-1989)

Só Um Beijo, com a sua irmã Luísa Sobral


Mano a Mano, no Final do Festival Eurovisão de 2018 em Lisboa e pertença do álbum “Paris, Lisboa” , e Amar Pelos Dois, com Caetano Veloso


Anda Estragar-me os Planos, video oficial e pertencente ao álbum “Paris, Lisboa


Pega em mim, com Márcia

segunda-feira, 23 de setembro de 2019

Fazer nada - Interacção Humorística (190)

Em 21-03-2013. Obrigado.

Fazer Nada

A minha mulher perguntou-me com sarcasmo: Que pensas fazer hoje?

- Nada !

Mas isso não foi o que fizeste ontem ?!

- Sim, mas ainda não acabei !!!

sexta-feira, 20 de setembro de 2019

Jazz Standards (186)

(Dados Biográficos In Wikipédia e In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

(Sobre o tema em questão, algumas palavras retiradas de “in
http://www.jazzstandards.com/compositions/index.htm” - adaptação e tradução por Ricardo Santos)

Wrap Your Troubles in Dreams (#190) - Música de Harry Barris e Letra de Ted Koehler e Billy Moll

Bing Crosby cantou esta música em 1931 numa gravação da “Victor” acompanhada por membros da orquestra Gus Arnheim de Los Angeles. Foi a primeira gravação de Crosby como solista a chegar às tabelas

Bing Crosby (1931, vocal, N.º 4)
Erskine Hawkins e sua orquestra (1942, Jimmy Mitchell, vocal, N.º 23)

1931 foi o ano em que Crosby enveredou pela sua carreira a solo. Embora um cantassse como membro do trio vocal “Rhythm Boys”, primeiro com Paul Whiteman e depois com Gus Arnheim, Crosby frequentemente actuou sozinho sem os outros dois "Boys". O disco de Whiteman de "Ol 'Man River", com vocalização de Crosby, alcançou o número 1 por 11 semanas, em 1928, e ainda, em "Great Day", foi o número 1 por 9 semanas, em 1929. Um número substancial de gravações a solo de Bing Crosby com Whiteman e Arnheim, estavam no top 10 entre 1929-1931.

Frank Sinatra (Hoboken, EUA, 12-12-1915 — Los Angeles, EUA, 14-05-1998) – orquestração de Nelson Riddle


Doris Day (Cincinnati, Ohio, USA, 03-04-1922 - Carmel Valley, Califórnia, EUA, 13-05-2019) – com a orquestra de Paul Weston


Perry Como (Canonsburg, EUA, 18-05-1912 – Jupiter Inlet Colony, EUA, 12-05-2001) - e orquestra


Kenny Davern (Huntington, New York, EUA, 07-01-1935 - Sandia Park, New Mexico, EUA, 12-12-2006) - Kenny Davern (clarinete) no “Mid-America Jazz Festival” em St Louis (1993). Milt Hinton (contrabaixo), Bobby Rosengarden (bateria), Bucky Pizzarelli (guitarra) e Derek Smith (piano).


Letra

When skies are cloudy and gray
They're only gray for a day
So wrap your troubles in dreams
And dream your troubles away
Until that sunshine peeps through
There's only one thing to do
Just wrap your troubles in dreams
And dream all your troubles away
Your castles may tumble, that's fate after all
Life's really funny that way
No use to grumble, smile as they fall
Weren't you king for a day?
Just remember that sunshine
Always follows the rain
So wrap your troubles in dreams
And dream your troubles away
Your castles may tumble, that's fate after all
Life's really funny that way
But no need to grumble, smile as they fall
Weren't you king for a day?

Lamento, algumas eventuais falhas nas letras, encontradas na Internet, devido à própria improvisação dada pelos seus intérpretes, e muitas vezes de difícil entendimento. (Ricardo Santos).

terça-feira, 17 de setembro de 2019

Woodstock (13) – Melanie Safka

Por aqui pelo “Pacto”, durante algum tempo, as músicas que encantaram, ou não, a juventude nascida nos finais dos anos 40 e na década de 50, durante o grandioso “Festival de Woodstock”, realizado nos Estados Unidos, na fazenda de Max Yasgur, cidade de Bethel, estado de New York, entre 15 e 18 de Agosto de 1969.
Encontraremos grupos e composições que muitos de nós reconhecerão como agradáveis e de imediato, e outras nem tanto assim, como algumas de género Rock Psicadélico, Hard Rock, Blues Rock, Acid Rock, Blues, R&B (Rhythm and Blues). O exemplo mais flagrante deste conjunto de géneros, será o guitarrista Jimi Hendrix, considerado por muitos, um dos melhores do Mundo e de sempre.
Este Festival foi, principalmente, um levantar de questões à sociedade, à liberdade de expressão e à guerra entre os povos. Isto tudo, tendo como base os problemas da sociedade americana da altura e as suas condições sociais, e ainda, a famigerada guerra do Vietnam que deixou marcas indeléveis nos EUA.
Tal como o Vietnam, as guerras são meramente negócio para alguns, não trazem absolutamente nada de benéfico para a humanidade. Isso todos os portugueses puderam comprovar, cronologicamente antes, com a guerra das Colónias, guerra em África ou guerra do Ultramar, consoante o quadrante politico de cada um de nós.

Hoje ouviremos, já aqui embaixo:






sábado, 14 de setembro de 2019

Eyes Thru Glass (41) – Ruínas Convento do Carmo em Lisboa

Aqui neste blogue e no “Eyes thru Glass“ mostro aquilo que os meus olhos vêem, através da objectiva.

Aqui ficarão somente as fotos, sem texto ficcional e sem música, apenas uma breve introdução, onde são tiradas e quando, e eventualmente alguma especificação técnica.

No dia 12 de Novembro de 2018, fotografei as Ruínas do Convento do Carmo em Lisboa.












Vídeo realizado por mim, durante o espectáculo "Lisbon Under Stars" pelo "O Cubo". Filmado através de um Smartphone Samsung Galaxy A3 no dia 23 de Junho de 2018.

quinta-feira, 12 de setembro de 2019

O Livrinho Vermelho do Galo de Barcelos (17, 18, 19 e 20)

O Livrinho Vermelho do Galo de Barcelos / Ex-citações de Mau de Zé y Chunga:
2ª. edição. Colaboração dos Anarkas (e não só...) deste País;
Fotos de: José Teixeira, Avelãs Coelho, Lourenço Pereira e José Teixeira;
Capa de: Acácio Campos.
Digitalizações gentilmente cedidas pela Afrodite.

Notas introdutórias:




Hoje:







terça-feira, 10 de setembro de 2019

Amazónia

Amazónia – Dança da Chuva …

São perto de 25 minutos para nos dar a entender o que a Amazónia importa para o Brasil e para o Mundo. Vale a pena ouvir !


segunda-feira, 9 de setembro de 2019

Charada 7.º Arte – Arnaldo Jabor (2)

Fotos e nomes correctos: Fernanda Pinheiro Torres  e Jayme Monjardim Matarazzo Filho

1- Janita: (Fernanda Torres, em “Eu Sei Que Vou Te Amar” e Jayme Matarazzo Filho em “Suprema Felicidade”

2- Elvira: (Fernanda Torres, em “Eu Sei Que Vou Te Amar” e Jayme Matarazzo Filho em “Suprema Felicidade”

3- Manuela: (Fernanda Torres, em “Eu Sei Que Vou Te Amar” e Jayme Matarazzo Filho em “Suprema Felicidade”

4- Gabriela: (Fernanda Torres, em “Eu Sei Que Vou Te Amar” e Jayme Matarazzo Filho em “Suprema Felicidade”

5- Pedro Coimbra: (Fernanda Torres, em “Eu Sei Que Vou Te Amar” e Jayme Matarazzo Filho em “Suprema Felicidade”

6- Clara: (Fernanda Torres, em “Eu Sei Que Vou Te Amar” e Jayme Matarazzo Filho em “Suprema Felicidade”

Muito Obrigado a Todos Vós pela participação e pelos acertos, que todos conseguiram. A ideia não é ser difícil, mas sim despertar as pessoas a verem bom cinema. Abraço !!!

Próximo realizador, o norte-americano Steven Spielberg, que anunciarei na Newsletter a data de publicação.

sábado, 7 de setembro de 2019

Charada 7.ª Arte – Arnaldo Jabor



Realizador Arnaldo Jabor

Charada com comentários NÃO moderados. Por favor, não coloquem aqui a solução, enviem-na para o meu email: ricardosantos1953@gmail.com

O que têm de fazer:


Ajudas: O número de letras do nome a encontrar, e uma foto um pouco alterada.

Somente aceitarei os nomes correctos com as fotos.

Têm 48 horas para "matar a charada" e três palpites por actriz e outros três por actor.

Depois de amanhã, dia 9, pelas 20:00 publico a solução, bem como os seus participantes.

Actriz, duas palavras (14 letras):
_ _ _ _ _ _ _ _   _ _ _ _ _ _















Actor, duas palavras (14 letras):
_ _ _ _ _    _ _ _ _ _ _ _ _ _















Obrigado

sexta-feira, 6 de setembro de 2019

7.ª Arte – Arnaldo Jabor

Breves palavras sobre o que é para mim, o Cinema.

Durante os anos da minha juventude houve algo que me despertou o interesse e fez com que a minha ligação com os audiovisuais se tornasse, desde então, preponderante na minha vida. Esse algo foi o Cinema. A chamada 7.ª arte (arte da imagem) que quando dado o nome e na minha modesta opinião, ela reflectia somente a realidade do cinema mudo, por isso “arte da imagem”. Posteriormente a 7.ª arte tornou-se em algo muito mais complexo. A obra/filme tornou-se num conjunto de várias e ricas variáveis: a imagem, o texto, a cenografia, o som, o guarda-roupa, a interpretação, etc.. Tudo isso conglomerado e orientado de alguma maneira, por uma pessoa na arte de dirigir, o realizador.

Um bom filme, é como uma boa música ou um bom livro, é algo que deve ser visto mais que uma vez, para que nos apercebamos de coisas que numa só, é impossível. Um amante de cinema vê um filme duas, três vezes, para que nele possa visualizar todas essas variáveis de que falei anteriormente.

Vão passar por aqui alguns realizadores que fizeram e fazem parte do meu imaginário de cinéfilo. Nessa época, quando frequentei as salas de cinema em Lisboa, as filmografias de eleição eram: a italiana, a francesa, a alemã, a sueca, a espanhola, a nipónica, a americana. Mas passarão também, e obviamente, realizadores brasileiros e portugueses

Esta nova publicação intitulada 7.ª Arte, será muito de uma pequena mostra do que se via cinematograficamente em Lisboa, nos finais da década de 60 e 70, mas não só, porque teremos filmes muito mais actuais !!!
Tal qual, como todos vós, me reconhecem como um melómano amador, eu também sou um cinéfilo amador. O que vou trazer aqui foram/são obras que gostei/gosto e vi/revejo, e as minhas escolhas são apenas opiniões e gostos, livres de qualquer pretensiosismo !!!

No nome do realizador (se estrangeiro) e na maioria dos títulos dos filmes existem “links” para a Wikipedia (versão inglesa), por ser a plataforma mais abrangente e mais completa. Se pretenderem, na coluna esquerda dessas mesmas páginas, em baixo, tem normalmente, a escolha da tradução para a língua portuguesa.

(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In Imdb - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

Do cinema brasileiro trago-vos Arnaldo Jabor (12-12-1940), realizador com 10 películas, duas delas curtas-metragens e uns quantos galardões. Dele escolhi 1 filme que vi, embora para além deste tenha visto mais um ou dois, que me lembre.

(1973) Toda Nudez Será Castigada (filme complete)


(2007) Entrevista com Arnaldo Jabor

quarta-feira, 4 de setembro de 2019

Billboard Top 100 - Lugar n.º 80 – Diana Ross / Upside Down

Esta rúbrica trará algumas das 100 melhores músicas consideradas pela “Billboard” (https://www.billboard.com/).

Virão somente aqui aquelas que gosto. Não gosto de “Rap” ou “Hip-Hop”, por isso, as que aqui, do género, aparecerem, é porque gostei de ouvir. Também alguma música, como disse o Salvador Sobral “de plástico”, com “batucada” irritante (para mim, claro !!!), não a mostrarei.
No entanto, deixarei os links do Youtube para quem quiser ouvir as que não colocar aqui, com indicação do Lugar n.º / Intérprete / Composição / Link.


terça-feira, 3 de setembro de 2019

Lembrar do nome - Interacção Humorística (189)

Em 05-03-2013. Obrigado.

Lembrar do Nome

Diz o velhote - Minha Rainha, onde te queres sentar?

Aqui -  diz a velhota.

Princesa, queres um aperitivo?

Sim, obrigado.

Meu  anjo, o que te apetece comer?

Ela pede a ementa e faz o seu pedido.

Meu doce, que vinho preferes?

O empregado mal podia acreditar no que ouvia.

A velhota vai ao WC e ele aproveita para falar com o velhinho:

Como consegue  chamar à sua esposa esses nomes tão lindos ao fim de tantos anos? Rainha, Princesa, Anjo, Doce... Estou verdadeiramente admirado.

O velhote olha o  empregado nos olhos e responde:

Sabe, é que não me consigo lembrar do nome dela!

domingo, 1 de setembro de 2019

Woodstock (12) – Johnny Winter e Edgar Winter

Por aqui pelo “Pacto”, durante algum tempo, as músicas que encantaram, ou não, a juventude nascida nos finais dos anos 40 e na década de 50, durante o grandioso “Festival de Woodstock”, realizado nos Estados Unidos, na fazenda de Max Yasgur, cidade de Bethel, estado de New York, entre 15 e 18 de Agosto de 1969.
Encontraremos grupos e composições que muitos de nós reconhecerão como agradáveis e de imediato, e outras nem tanto assim, como algumas de género Rock Psicadélico, Hard Rock, Blues Rock, Acid Rock, Blues, R&B (Rhythm and Blues). O exemplo mais flagrante deste conjunto de géneros, será o guitarrista Jimi Hendrix, considerado por muitos, um dos melhores do Mundo e de sempre.
Este Festival foi, principalmente, um levantar de questões à sociedade, à liberdade de expressão e à guerra entre os povos. Isto tudo, tendo como base os problemas da sociedade americana da altura e as suas condições sociais, e ainda, a famigerada guerra do Vietnam que deixou marcas indeléveis nos EUA.
Tal como o Vietnam, as guerras são meramente negócio para alguns, não trazem absolutamente nada de benéfico para a humanidade. Isso todos os portugueses puderam comprovar, cronologicamente antes, com a guerra das Colónias, guerra em África ou guerra do Ultramar, consoante o quadrante politico de cada um de nós.

Hoje ouviremos, já aqui embaixo: