Contigo nunca me perco, perdendo-me ! (Ricardo Santos)

sábado, 16 de dezembro de 2017

Moody Blues (5)

Os “Moody Blues” foram um grupo que segui até 1971, com o álbum “Seventh Sojourn”. Até aí ouvi e coleccionei os “vinil”, depois, somente os segui, amiúde. Hoje tenho toda a discografia deles. Sempre me agradaram bastante, pela sua música trabalhada e muito bem executada, muitas das vezes acompanhada por orquestra. Por aqui no “O Pacto Português”, e durante algumas semanas (um álbum por semana, até ao “Seventh Sojourn), vou dar-vos um pouco das melodias e do “Rock” deste agrupamento, e também algumas palavras sobre os “MB” (biografia) e análise dos álbuns por críticos musicais. A análise dos álbuns dos “Moody Blues” foram traduzidas do sítio do AllMusic.com e da Wikipedia (versão inglesa). Não sei as análises da AllMusic.com,  são da época ou actuais, mas valem o que valem e como sempre tenho dito, sou um melómano amador e não sei ler uma pauta musical, embora tenha a certeza que não conseguiria viver sem ela.

The Moody Blues (Birmingham, Maio 1964 – 20xx)

The Moody Blues são uma banda de Rock Inglês. Entre algumas das suas inovações para a época conta-se com a fusão com a música clássica. Isto é evidente, e principalmente, no excelente álbum, de 1967, “Days Of Future Passed”.
The Moody Blues venderam mais de 70 milhões de álbuns em todo o mundo e obtiveram 14 discos de ouro e platina. A partir de 2012 eles permanecem activos, com um membro da banda original de 1964, John Lodge, e mais dois a partir da linha 1967, Justin Hayward e Graham Edge.

Discografia:

The Magnificent Moodies (1965)
Days of Future Passed (1967)
In Search of the Lost Chord (1968)
On the Threshold of a Dream (1969)
To Our Children's Children's Children (1969)
A Question of Balance (1970)
Every Good Boy Deserves Favour (1971)
Seventh Sojourn (1972)
Octave (1978)
Long Distance Voyager (1981)
The Present (1983)
The Other Side of Life (1986)
Sur la Mer (1988)
Keys of the Kingdom (1991)
Strange Times (1999)
December (2003)

Etiquetas - Decca, Deram, Threshold, Polydor, Universal, Ark 21, Eagle, Image.
Membros actuais - Graeme Edge, John Lodge e Justin Hayward.

Membros anteriores - Ray Thomas, Michael Pinder, Denny Laine, Clint Warwick, Rodney Clark e Patrick Moraz.

Álbum (vinil) – To Our Childrens Childrens Children (1969), Threshold THS 1. Gravado entre Maio e Setembro de 1969. Editado em 21 de Novembro de 1969.

A música da banda continuou a tornar-se mais complexa e sinfónica, com grande quantidade de reverberação nas faixas vocais, resultando no álbum de 1969 “To Our Children's Children's Children's” - um álbum conceptual inspirado na ida à Lua. A faixa de abertura "Higher and Higher" viu Mike Pinder simular uma explosão de foguete nos teclados, narrando de seguida as letras de Graham Edge.
Ray Thomas "Floating" e "Eternity Road" destacaram-se, assim como o "Gypsy" de Justin Hayward e "Out and In" numa colaboração de Michael Pinder e de John Lodge. John Lodge deu o seu contributo em "Eyes of a Child" e "Candle of Life", enquanto Mike Pinder contribuiu com "Sun is Still Shining".
O álbum fecha com "Watching and Waiting", composto por Ray Thomas e Justin Hayward e cantado por Justin Hayward. Foi durante 1969 que a banda criou a sua própria etiqueta a "Threshold" sob licença para a Decca Records. “To Our Children's Children's Children” foi o primeiro dos seus álbuns a ser lançado em com a sua própria etiqueta. A música "Watching and Waiting" foi emitida num single da etiqueta “Threshold”, mas não conseguiu as tabelas de venda.

Formação do álbum “To Our Childrens Childrens Children": Justin Hayward (vocais, guitarras e cítara), John Lodge (vocais, baixos e harpa), Ray Thomas (vocais, flauta, e pandeireta), Graeme Edge (vocais, bateria e percussão) e Mike Pinder (vocais, teclas).
Melhor classificação, Álbum: 3º. Lugar “Billboard 200” em 1972 e Tema “Nights In White Satin” 2º. Lugar “Billboard Hot 100” em 1972.


I Never Thought I'd Live to Be a Hundred, de Justin Hayward.


Eternity Road, de Ray Thomas.


Sun is Still Shining, de Mike Pinder.


Watching and Waiting, de Justin Hayward e Ray Thomas.

15 comentários:


  1. I'm always in the mood ...
    Vou ouvir :)

    Beijinhos até à quarta geração
    (^^)

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    1. Muito calminho este álbum, e relaxante também! Estou a gostar.
      Um álbum, sem dúvida, de inspiração lunar.
      Parece-me estar a ouvir uma cítara!? O efeito é sempre muito agradável, dá um ar ainda mais "zen" aos temas.

      Zen Kisses
      (^^)

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    2. Ouviste cítaras sim. Normalmente os álbuns dos Moody tinham uma panóplia de instrumentos. Eram de certeza, álbuns feitos com muito amor. Acredito que eles pusessem sempre muito carinho ao fazê-los. São composições bonitas de ouvir, bem construídas. Os álbuns tinham pés e cabeça, nada era feito à toa !
      Obrigado Afrodite

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  2. Ricardo, hoje andámos a par em termos musicais.

    Mas o Long Distance Voyager é o meu álbum "fétiche". :)

    Beijos

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    1. Eu sei, já mo disseste uma vez. As nossas mentes recordam sempre músicas que nos trouxeram, algures no tempo, bons momentos !
      Obrigado NI

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  3. Temas muito agradáveis de ouvir, pela serenidade e paz que inspiram.
    Gostei bastante, embora não tivesse levado a audição de todos os vídeos até ao fim...
    Voltarei a passar para completar o que ficou por ouvir.

    Boa noite, Ricardo.

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    1. Um grupo que sabe bem estar uma tarde musical inteira a ouvi-los.
      Obrigado Janita

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    1. Retribuo António para ti, e para os Teus familiares!
      Obrigado

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  5. Dos tais que conseguiram atingir a imortalidade.
    Aquele abraço, boa semana

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    1. Ainda tocam e estão praticamente todos vivos. Vão ficar para sempre na história da música pop/rock.
      Obrigado e abraço, Pedro

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  6. I was almost forgotten by Moody Blues. Thank you for remembering. I like their music.
    Happy Christmas.

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    1. Great group with beautiful music anda lyrics. Thank you Orvokki

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  7. Feliz ano 2018 repleto de oportunidades, saúde, esperança e prosperidade.
    AG

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    1. Próspero Ano Novo para ti e para os Teus, António. Abraço

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Eu fiz um Pacto com a minha Língua, o Português, língua de Camões, de Pessoa e de Saramago.