1-
Janita (Zezé Mota em “Xica da Silva” e José Wilker em “Bye Bye Brasil”)
2-
Luísa (Zezé Mota em “Xica da Silva” e José Wilker em “Bye Bye Brasil”)
3-
Manuela (Zezé Mota em “Xica da Silva” e José Wilker em “Bye Bye Brasil”)
Muito
Obrigado a Todos Vós pela participação e pelos acertos, que todos conseguiram.
A ideia não é ser difícil, mas sim despertar as pessoas a verem bom cinema.
Abraço !!!
Próximo realizador, o italiano Roberto Rossellini.
Charada com comentários NÃO moderados. Por favor, não coloquem aqui a solução,
enviem-na para o meu email: ricardosantos1953@gmail.com
O que têm de fazer:
Em baixo, descobrirem e
dizerem-me (mail), ambos os nomes da actriz e do actor e em que filme (pelo
menos um!) no qual tenham participado. Não é obrigatório que tenham participado
no mesmo filme, mas os filmes têm de ser do realizador em questão.
Ajudas:
O número de letras do nome a encontrar, e uma foto um pouco alterada.
Somente aceitarei
os nomes correctos com as fotos.
Têm 48 horas para "matar a
charada" e três palpites por actriz e outros três por actor.
Depois de amanhã, dia 12, pelas 20:00 publico a solução, bem como os seus participantes.
Durante os anos da minha juventude
houve algo que me despertou o interesse e fez com que a minha ligação com os
audiovisuais se tornasse, desde então, preponderante na minha vida. Esse algo
foi o Cinema. A chamada 7.ª arte (arte da imagem) que quando dado o nome e na
minha modesta opinião, ela reflectia somente a realidade do cinema mudo, por
isso “arte da imagem”. Posteriormente a 7.ª arte tornou-se em algo muito mais
complexo. A obra/filme tornou-se num conjunto de várias e ricas variáveis: a
imagem, o texto, a cenografia, o som, o guarda-roupa, a interpretação, etc..
Tudo isso conglomerado e orientado de alguma maneira, por uma pessoa na arte de
dirigir, o realizador.
Um bom filme, é como uma boa música
ou um bom livro, é algo que deve ser visto mais que uma vez, para que nos
apercebamos de coisas que numa só, é impossível. Um amante de cinema vê um
filme duas, três vezes, para que nele possa visualizar todas essas variáveis de
que falei anteriormente.
Vão passar por aqui alguns
realizadores que fizeram e fazem parte do meu imaginário de cinéfilo. Nessa
época, quando frequentei as salas de cinema em Lisboa, as filmografias de
eleição eram: a italiana, a francesa, a alemã, a sueca, a espanhola, a
nipónica, a americana. Mas passarão também, e obviamente, realizadores
brasileiros e portugueses
Esta nova publicação intitulada 7.ª
Arte, será muito de uma pequena mostra do que se via cinematograficamente em Lisboa,
nos finais da década de 60 e 70, mas não só, porque teremos filmes muito mais
actuais !!!
Tal qual, como todos vós, me
reconhecem como um melómano amador, eu também sou um cinéfilo amador. O que vou
trazer aqui foram/são obras que gostei/gosto e vi/revejo, e as minhas escolhas
são apenas opiniões e gostos, livres de qualquer pretensiosismo !!!
No nome do realizador (se
estrangeiro) e na maioria dos títulos dos filmes existem “links” para a
Wikipedia (versão inglesa), por ser a plataforma mais abrangente e mais
completa. Se pretenderem, na coluna esquerda dessas mesmas páginas, em baixo,
tem normalmente, a escolha da tradução para a língua portuguesa.
Do
cinema brasileiro trago-vos Carlos Diegues (19-05-1940), realizador fundador do Cinema Novo. Com 33 películas e uns quantos
galardões. Dele escolhi 1 filme que vi, embora talvez tenha visto mais um ou
dois.
São
apenas duas músicas por intérprete. Em alguns deles, duas canções, irão saber a
pouco. Naquela época, a “Pop” e a “Rock” anglo-saxónica dominava. Grupos
ingleses e americanos, eram aqueles que passavam na rádio, e era neles, onde
gastávamos algum dinheiro das nossas mesadas, para comprar os seus discos.