Dá a surpresa de ser

Dá a surpresa de ser É alta, de um louro escuro. Faz bem só pensar em ver Seu corpo meio maduro.

Seus seios altos parecem (Se ela estivesse deitada) Dois montinhos que amanhecem Sem ter que haver madrugada.

E a mão do seu braço branco Assenta em palmo espalhado Sobre a saliência do flanco Do seu relevo tapado.

Apetece como um barco. Tem qualquer coisa de gomo. Meu Deus, quando é que eu embarco? Ó fome, quando é que eu como?

10-9-1930 - Poesias. Fernando Pessoa. (Nota explicativa de João Gaspar Simões e Luiz de Montalvor.) Lisboa: Ática, 1942 (15ª ed. 1995) - 123.

domingo, 12 de junho de 2022

Charada 7.º Arte – Carlos Diegues (2)

Fotos e nomes correctos: Zezé Mota e José Wilker

1- Janita (Zezé Mota em “Xica da Silva” e José Wilker em “Bye Bye Brasil”)

2- Luísa (Zezé Mota em “Xica da Silva” e José Wilker em “Bye Bye Brasil”)

3- Manuela (Zezé Mota em “Xica da Silva” e José Wilker em “Bye Bye Brasil”)

Muito Obrigado a Todos Vós pela participação e pelos acertos, que todos conseguiram. A ideia não é ser difícil, mas sim despertar as pessoas a verem bom cinema. Abraço !!!

Próximo realizador, o italiano Roberto Rossellini.

sexta-feira, 10 de junho de 2022

Charada 7.ª Arte – Carlos Diegues

Realizador Carlos Diegues

Charada com comentários NÃO moderados. Por favor, não coloquem aqui a solução, enviem-na para o meu email: ricardosantos1953@gmail.com

O que têm de fazer:

Em baixo, descobrirem e dizerem-me (mail), ambos os nomes da actriz e do actor e em que filme (pelo menos um!) no qual tenham participado. Não é obrigatório que tenham participado no mesmo filme, mas os filmes têm de ser do realizador em questão.

Ajudas: O número de letras do nome a encontrar, e uma foto um pouco alterada.

Somente aceitarei os nomes correctos com as fotos.

Têm 48 horas para "matar a charada" e três palpites por actriz e outros três por actor.

Depois de amanhã, dia 12, pelas 20:00 publico a solução, bem como os seus participantes.

Actriz, duas palavras (9 letras):

_ _ _ _    _ _ _ _ _

Actor, duas palavras (10 letras):

_ _ _ _    _ _ _ _ _ _

 

Obrigado

quarta-feira, 8 de junho de 2022

7.ª Arte - Carlos Diegues

Breves palavras sobre o que é para mim, o Cinema.

Durante os anos da minha juventude houve algo que me despertou o interesse e fez com que a minha ligação com os audiovisuais se tornasse, desde então, preponderante na minha vida. Esse algo foi o Cinema. A chamada 7.ª arte (arte da imagem) que quando dado o nome e na minha modesta opinião, ela reflectia somente a realidade do cinema mudo, por isso “arte da imagem”. Posteriormente a 7.ª arte tornou-se em algo muito mais complexo. A obra/filme tornou-se num conjunto de várias e ricas variáveis: a imagem, o texto, a cenografia, o som, o guarda-roupa, a interpretação, etc.. Tudo isso conglomerado e orientado de alguma maneira, por uma pessoa na arte de dirigir, o realizador.

Um bom filme, é como uma boa música ou um bom livro, é algo que deve ser visto mais que uma vez, para que nos apercebamos de coisas que numa só, é impossível. Um amante de cinema vê um filme duas, três vezes, para que nele possa visualizar todas essas variáveis de que falei anteriormente.

Vão passar por aqui alguns realizadores que fizeram e fazem parte do meu imaginário de cinéfilo. Nessa época, quando frequentei as salas de cinema em Lisboa, as filmografias de eleição eram: a italiana, a francesa, a alemã, a sueca, a espanhola, a nipónica, a americana. Mas passarão também, e obviamente, realizadores brasileiros e portugueses

Esta nova publicação intitulada 7.ª Arte, será muito de uma pequena mostra do que se via cinematograficamente em Lisboa, nos finais da década de 60 e 70, mas não só, porque teremos filmes muito mais actuais !!!

Tal qual, como todos vós, me reconhecem como um melómano amador, eu também sou um cinéfilo amador. O que vou trazer aqui foram/são obras que gostei/gosto e vi/revejo, e as minhas escolhas são apenas opiniões e gostos, livres de qualquer pretensiosismo !!!

No nome do realizador (se estrangeiro) e na maioria dos títulos dos filmes existem “links” para a Wikipedia (versão inglesa), por ser a plataforma mais abrangente e mais completa. Se pretenderem, na coluna esquerda dessas mesmas páginas, em baixo, tem normalmente, a escolha da tradução para a língua portuguesa.

Do cinema brasileiro trago-vos Carlos Diegues (19-05-1940), realizador fundador do Cinema Novo. Com 33 películas e uns quantos galardões. Dele escolhi 1 filme que vi, embora talvez tenha visto mais um ou dois.

(1979) Bye, Bye Brasil

(2015) Entrevista com Carlos Diegues

domingo, 5 de junho de 2022

quinta-feira, 2 de junho de 2022

Renee Olstead – Jazz Singers (57)

Renee Olstead (19-06-1989)

Sleepwalk

What a Difference a Day Makes, do album “What a Difference a Day Makes”, de 2004, para a ℗ 2004 Reprise Records.

Taking A Chance On Love

My Baby Cares For Me, Ao vivo, em Berlin no Siegessäule, em 2 de Julho de 2005.

quarta-feira, 1 de junho de 2022

Manfred Mann – Festas de Garagem (7)

Na minha juventude diverti-me imenso nas “festas de garagem”. Um levava o gira-discos portátil, outros levavam uns quantos discos. Haviam sempre umas sandes e uns refrigerantes. Dançávamos a tarde inteira e às vezes a entrar pela noite. Ora música para os “pulos”, ora música para dançar agarrados, às vezes “agarradinhos”, mas sem abusar 😊, porque as mães delas eram algumas vezes nossas conhecidas, e tínhamos imenso respeito por elas.

São apenas duas músicas por intérprete. Em alguns deles, duas canções, irão saber a pouco. Naquela época, a “Pop” e a “Rock” anglo-saxónica dominava. Grupos ingleses e americanos, eram aqueles que passavam na rádio, e era neles, onde gastávamos algum dinheiro das nossas mesadas, para comprar os seus discos.

Hoje na 7.ª festa de garagem trago-vos…

Manfred Mann (1962 – 1969)

Ha Ha Said The Clown, composta por  Tony Hazzard, do álbum “Mighty Garvey!

My Name Is Jack, de 1968, composta por John Simon.