Erik Satie – Gymnopédies e Gnossiennes (álbum completo)
Claude Debussy – Arabesque N.º 1 and N.º 2
Vianna da Motta – Balada, opus 16, ao piano Raúl da Costa
Luís de Freitas Branco – 1.ª Suite Alentejana, Teatro Sá de Miranda (Viana do Castelo), Orquestra Philarmónica de Lisboa, dirigida Miguel Madaleno
Aquele abraço, bfds
ResponderEliminarAbraço e obrigado Pedro
EliminarMuito bom gosto musical. Fiquei seguidor
ResponderEliminarDomingo feliz
Aqui tento trazer boa música ! Obrigado
EliminarComo já vem sendo hábito, nunca participo na sopa do pacto, mas é um prazer ouvir as músicas escolhidas.
ResponderEliminarGostei de todas, Ricardo
Obrigado Manuela
EliminarSati teve uma cheia de atribulações.
ResponderEliminarGosto muito da sua música.
Saudações poéticas!
Satie também é meu preferido !
EliminarObrigado Vieira Calado
Em finais dos anos 60, descobri a música de Erik Satie e fiquei deslumbrado com as suas estranhas e belíssimas melodias, as quais eram totalmente diferentes de tudo quanto eu tinha ouvido até então. Já nesse tempo eu começara a gostar de compositores seus contemporâneos, que vieram a marcar indelevelmente a música que se veio a fazer ao longo do séc. XX, como Debussy, Ravel, Stravinsky, etc.. Mas a música de Satie era diferente, quase de outra galáxia. As suas peças para piano, nomeadamente, eram tão simples, que qualquer criança poderia tocá-las. Eram a demonstração de que a simplicidade não é sinónimo de falta de qualidade, e muitas vezes acontece o contrário. Eu gosto muito da música de Rachmaninov, por exemplo, que é elaboradíssima e dificílima, mas a de Erik Satie é tão fresca e tão juvenil... Viva Erik Satie!
ResponderEliminarFernando obrigado, mais uma vez, pelo seu comentário enriquecedor !
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