A paixão nua e cega dos estios, Atravessou a minha vida como rios

Sophia de Mello Breyner Andresen, A Paixão Nua, in “O Nome das Coisas”.

sábado, 27 de junho de 2015

Jazz Standards (CXLI)

(Dados Biográficos In Wikipédia e In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

(Sobre o tema em questão, algumas palavras retiradas de “in
http://www.jazzstandards.com/compositions/index.htm” - adaptação e tradução por Ricardo Santos)

Three Little Words (#145) - Música de Harry Ruby e Letra de Bert Kalmar
Bing Crosby e os “Rhythm Boys”, acompanhados pela orquestra de Duke Ellington, apresentaram pela primeira vez esta composição “standard” em 1930 num filme da “RKO”, com o nome “Check and Double Check”. A sua gravação para “Victor Records” chegou às tabelas de vendas no final daquele ano e a gravação de Duke Ellington.

Duke Ellington e orquestra (1930, Nº. 1)
Jacques Renard e orquestra (1930, Nº. 3)
Ipana Troubadors (1930, Nº. 10)
Ethel Waters (1931, Nº. 8)
Claude Hopkins e orquestra (1934, Orlando Robeson, vocal, Nº. 15)

A comédia “Check and Double Check” foi onde a banda de Duke fez a primeira grande aparição no cinema. A primeira e pequena actuação, da orquestra, foi num filme de 1929, uma curta-metragem, “Black and Tan Fantasy”, rodado em New York. “Check and Double Check” foi filmado em Hollywood e foi, também, a primeira visita da banda à Costa Oeste dos EUA.

Benny Goodman  (Chicago, Illinois, EUA, 30-05-1909 – New York, EUA, 13-06-1986) e Gene Krupa (Chicago, Illinois, EUA, 15-01-1909 - Yonkers, New York, EUA, 16-10-1973) – O “Benny Goodman Quintet”, com Jess Staycy (piano), Allan Reuss (guitarra), Sid Weiss (contrabaixo), Gene Krupa (bateria) e Benny Goodman (clarinete).


Sarah Vaughan (Newark, EUA, 27-03-1924 — Los Angeles, EUA, 03-04-1990) – Concerto em 7 de Março de 1958


Mel Tormé (Chicago, Illinois, EUA, 13-09-1925 - Los Angeles, California, EUA, 05-06-1999)


Bing Crosby (Tacoma, Washington, EUA, 03-05-1903 — Madrid, Espanha, 14-11-1977) – acompanhado pelos “Rhythm Boys” e pela orquestra de Duke Ellington.


Letra

Three little words
Oh what i'd give for that wonderful phrase
To hear those three little words
That's all i'd live for the rest of my days
And what i feel in my heart
They tell sincerely
No other words can tell it half so clear-early
Three little words
Eight little letters
Which simply mean i love you-ou
And what i feel in my heart
They tell sincerely
No other words can tell it half so clear-early
Three little words
Eight little letters
Which simply mean i love you
Simply mean i-i love you-ou

Lamento, algumas eventuais falhas nas letras, encontradas na Internet, devido à própria improvisação dada pelos seus intérpretes, e muitas vezes de difícil entendimento. (Ricardo Santos).

terça-feira, 23 de junho de 2015

Ribeira das Naus, 75 anos depois, a cores…

(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

“Arsenal da Marinha” eram as antigas instalações de manutenção e reparação naval da Marinha Portuguesa localizadas em Lisboa. Estavam implantadas a Poente do Terreiro do Paço, sensivelmente no mesmo local da antiga “Ribeira das Naus” e da “Ópera do Tejo”, destruída pelo Terramoto de 1755. Até à implantação da República eram designados por “Arsenal Real da Marinha”.

O Arsenal, para além da construção e manutenção naval, albergou ao longo da sua existência vários outros departamentos e serviços da Marinha, tais como a “Intendência de Marinha de Lisboa” e a “Escola Naval”, ambos transferidos para o Alfeite, ou os extintos “Observatório Real da Marinha” e “Ministério da Marinha”. Ainda actualmente aqui funciona a “Administração Central da Marinha”.

A presença do Arsenal ficou assinalada para o futuro através da Rua do Arsenal.

“Ribeira das Naus” foi o nome dado a partir da construção do “Paço da Ribeira” às novas tercenas que o rei Dom Manuel I mandou edificar a ocidente do novo palácio real, construído sobre o local das tercenas medievais.

No século XVIII, a “Ribeira das Naus” passou a ser designada "Arsenal Real da Marinha" quando as suas instalações construídas no mesmo local, no âmbito da reconstrução da Baixa de Lisboa depois do Terramoto de 1755. Em 1910, passou a designar-se "Arsenal da Marinha de Lisboa".

O “Arsenal da Marinha de Lisboa” foi desativado na sequência da construção do “Arsenal do Alfeite”, inaugurado em 1938. O seu antigo local, cujo acesso ao rio Tejo foi cortado com a construção da Avenida Ribeira das Naus, faz hoje parte das Instalações da Administração Central da Marinha.

A “Ribeira das Naus” constituiu o maior estaleiro do Império Oceânico Português, servindo de modelo aos restantes que se foram construindo além-mar, nomeadamente às ribeiras de Goa e de Cochim.

As fotos a preto e branco, encontrei num daqueles Powerpoint que circula na Internet e tinham a informação que seriam de 1940. As fotos a cores são minhas e tirei-as no dia 11 de Janeiro de 2015, uma manhã soalheira de Domingo.

quinta-feira, 18 de junho de 2015

Jazz Standards (CXL)

(Dados Biográficos In Wikipédia e In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

(Sobre o tema em questão, algumas palavras retiradas de “in
http://www.jazzstandards.com/compositions/index.htm” - adaptação e tradução por Ricardo Santos)

Old Folks (#144) - Música de Willard Robison e Letra de Dedette Lee Hill
A canção melancólica de Willard Robison e Dedette Lee Hill foi estreada em 1938 pela orquestra de Larry Clinton, e foi uma das poucas ocasiões em que uma canção de Robison subiu às tabelas de vendas:

Larry Clinton e sua orquestra (1938, Bea Wain, vocal, Nº. 4)

Com as excepções de "Old Folks" e de "A Cottage for Sale" as composições de Willard Robison são, na sua maior partes das vezes, esquecidas. No entanto, as suas músicas são agradavelmente românticas e foram favoritas para cantores, como: Lee Wiley; Peggy Lee; e Mildred Bailey. Artistas de jazz como Jack Teagarden (trombone e chefe de orquestra) gravou um álbum inteiro com composições de Robison, em 1962. É intrigante, como "Old Folks" se torna uma balada popular de jazz, claramente algo que o seu compositor não tinha em mente, quando a compôs.

Joe Pass (New Brunswick, New Jersey, EUA, 13-01-1929 – Los Angeles, California, EUA, 23-05-1994) e Niels-Henning Ørsted Pedersen (Osted, Zealand, Dinamarca, 27-05-1946 - Ishøj, Zealand, Dinamarca, 19-04-2005) – No Jazz Baltica, Opernhaus, Kiel (Alemanha), em 24 e Outubro de 1992, com Pass na guitarra e Ørsted Pedersen no contrabaixo.


Carmen McRae (Harlem, New York, EUA, 08-04-1920 – Beverly Hills, California, EUA, 10-11-1994)


Pat Metheny (Lee's Summit, Missouri, EUA, 12-08-1954 - 20xx), Dave Holland (Wolverhampton, Staffordshire, Reino Unido, 01-10-1946 - 20xx) e Roy Haynes (Boston, Massachusetts, EUA, 13-03-1925 - 20xx) – Metheny (guitarra), Holland (contrabaixo) e Haynes (bateria). Gravação incluída no álbum “Question and Answer” de 1989, para a Geffen Records.


Kenny Rodgers (Houston, Texas, EUA, 21-08-1938 - 20xx) – do álbum “Kenny” de 1979.


Letra

Everyone knows him as old folks
Like the seasons he comes and he'll go
Just as free as a bird and as good as his word
That's why everybody loves him so
Always leaving his spoon in his coffee
Tucks his napkin up under his chin
And his own corn cob pipe is so mellow, hits right
But you needn't be ashamed of him
In the evenings after supper
What stories he tells
How he held his speech at Gettysburg for Lincoln that day
You know I know that one so well
One thing we don't know about old folks
Did he fight for the blue or the gray?
But he's so democratic and so diplomatic
We always let him have his way
In the evenings after supper
What stories he tells
How he held his speech at Gettysburg for Lincoln that day
Yes, I know that one so well
Some day there will be no more old folks
What a lonely old world this will be
Children's voices at play will be still fonding
The day they take old folks away

Lamento, algumas eventuais falhas nas letras, encontradas na Internet, devido à própria improvisação dada pelos seus intérpretes, e muitas vezes de difícil entendimento. (Ricardo Santos).

segunda-feira, 15 de junho de 2015

A Inteligência faz a diferença - Interacção Humorística (CXLIV)

Em 06-12-2011. Obrigado.

A Inteligência faz a diferença

Uma Senhora muito distinta estava  num avião vindo da Suíça.
Vendo que estava sentada ao lado de um padre simpático, perguntou:

         Desculpe-me, padre, posso lhe pedir um favor?
         Claro, minha filha, o que posso fazer por você?
         É que eu comprei um novo secador de cabelo sofisticado, muito caro   e realmente ultrapassei os limites da declaração e estou preocupada com a Alfândega.  Será que o Senhor poderia levá-lo debaixo de sua batina?
         Claro que posso, minha filha, mas você deve saber que eu não posso mentir!
         O Senhor tem um rosto tão honesto, Padre, que estou certa que eles não lhe farão nenhuma pergunta. E deu-lhe o secador.

O avião chegou a seu destino. Quando o padre se apresentou à Alfândega, perguntaram-lhe:

         Padre, o senhor tem algo a declarar?

O padre prontamente respondeu:

         Do alto da minha cabeça até a faixa na minha cintura, não tenho nada a declarar, meu filho.

Achando a resposta estranha, o fiscal da Alfândega perguntou:

         E da cintura para baixo, o que é que o Senhor tem?
         Eu tenho um equipamento maravilhoso, destinado ao uso doméstico, em especial para as mulheres, mas que nunca foi usado.

Desatando-se a rir, o fiscal exclamou:

         Pode passar, Padre!   O próximo...

A inteligência faz a diferença.  Não é necessário mentir, basta escolher as palavras certas !

sexta-feira, 12 de junho de 2015

Silje Nergaard – Jazz Singers (XXXIV)

(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

Silje Nergaard (Steinkjer, Noruega, 19-06-1966 – 20xx) – É uma vocalista e compositora de jazz, norueguesa. É, também, um dos artistas de jazz mais vendido de sempre, em vendas oficiais, na Noruega. Ela tornou-se conhecida em todo o mundo após o lançamento do “best-seller” internacional “Tell Me Where You're Going”, com Pat Metheny na guitarra.
Nergaard entrou na cena da música com 16 anos, e o seu primeiro êxito foi o single “Tell Me Where You're Going”, que chegou a número um no Japão, bem como Top 10 na Noruega e noutros países. O seu álbum “At First Light” (2001), é o álbum de jazz norueguês mais vendido de sempre, e entrou na tabela de vendas oficial da Noruega, para o 1º. Lugar, na primeira semana. O álbum “A Thousand True Stories”, que Nergaard gravou com a “Metropole Orchestra” da Holanda em 2008, foi um grande sucesso na Europa e na Ásia. Nergaard é um dos poucos artistas noruegueses que se tem lançado comercialmente em todo o mundo, na maioria dos continentes e principais mercados de música, incluindo o Japão, Brasil, Alemanha, Estados Unidos e Reino Unido.
Nergaard gravou e cantou músicas com Al Jarreau (voz), Pat Metheny (guitarra), Toots Thielemanns (harmónica), Morten Harket de A-há (vocal), e muitos mais. Ela tem tido, Tord Larsson Gustavsen (piano) e Jarle Vespestad (bateria e percussão) como os dois pilares em todas as suas bandas. Vince Mendoza (compositor, orquestrador e maestro) recebeu uma nomeação para o  Grammy de “Best Instrumental Arrangement Accompanying Vocalist(s) Award” para a composição "A Thousand True Stories" (2011).
  
We Should Be Happier Now, com Al Jarreau.


I Don’t Wanna See You Cry, para a Universal Music (2003).


Tell Me Where You're Going (Rio version), em 1990 para Lifetime Records/EMI (Rio de Janeiro). Produzido e escrita em parceria com Richard Niles, com Pat Metheny (orquestração e guitarras) e Armando Marçal (percussão).


Be Still My Heart, Tord Larsson Gustavsen (piano)

terça-feira, 9 de junho de 2015

Tamera, a aldeia do futuro (?!)

Talvez no futuro (bem próximo !) o Homem perceba que viver feliz não implica termos um Universo de tecnologia à nossa volta.

sábado, 6 de junho de 2015

Fábula dos Amigos dos Animais

Uauauauauauau…

Elvis: Vê se te calas pá ! O que se passa, desde ontem que não me deixas dormir.

Black: Nem fazes ideia o que me aconteceu.

Elvis: Conta lá, sempre quero ouvir o que te anda a deixar desde ontem tão preocupado.

Black: O meu dono ontem foi a casa de uns amigos que têm uma cadela parecida comigo, loura… muita gira. Vivem num apartamento pequeno, não há espaço sequer para dar uma corrida. Ela confessou-me que anda com problemas nos músculos e nas articulações, porque coitadinha dorme num alcofa na cozinha, ao pé do frigorífico e não consegue fazer um pouco de ginástica, correr.

Elvis: E ela deu-te bola ?

Black: Bola ???

Elvis: Sim, bola !!! Não me digas que não sabes o que é isso. Interessou-se por ti !? Vai possibilitar chegaras-te a ela e haver qualquer coisa entre vocês, quando o teu dono voltar lá a casa dos amigos !?

Black: Não entrei nesses pormenores com ela. Soube que os donos lhe tinham feito uma operação para não poder ter filhos. Compreendes não é ?! O apartamento é pequeno. Eles têm um miúdo e a mulher está grávida e ainda a têm a ela.

Elvis: Puta que os pariu. Então tiraram-lhe o prazer de poder um dia vir a ter filhos e ser mãe ? Grandes cabrões !!! Mas pelos vistos, ficaste a gostar dela, entendi. Apaixonaste-te foi o que foi.

Black: Acho que sim. Gostava de a trazer para o pé de mim, mesmo sabendo que não pode ter filhos.

Elvis: Mas olha lá, tu sabes que nós não temos vontade própria. Mesmo que a queiras trazer para o pé de ti, não és tu que decides isso. Além disso, como é que fazes mostrar ao teu dono que gostas da… como é que ela se chama mesmo ?

Black: Simone !

Elvis: Como é que fazes o teu dono entender que gostas da Simone e queres que ela venha para ao pé de ti ? Estás a ver, não é !

Black: Tens razão. Esta vida de cão que levamos !!!

Elvis: Tenho sempre razão. Sabes uma coisa ? A minha dona anda muito estranha. Trata-me muito bem, mas agora obriga-me a lamber-lhe a mão. Põe um pouco de açúcar e depois manda-me lamber. “Elvis lambe !” diz ela. Todos os dias é isto pelas 9 horas da noite.

Black: Acho que ela vai começar pela mão e depois prepara-te.... Nem te digo mais nada !...

“Black ! Black !....”

Black: Olha o meu dono está a chamar-me para ir à rua. Estou aflito desde as 5:00 da manhã. Aqui enfiado nesta varanda onde mal me posso mexer.

Elvis: E eu ?! Bolas ! Ontem acabei por urinar aqui. Se a tua varanda é pequena, imagina a minha. Com a tralha toda do estendal e dos vasos com as plantas. Olha vinguei-me naquela planta ali. Levantei a perna e cá vai disto. Acho que vai morrer. Eheh !!
Olha lá, antes de te ires embora. O teu dono quando vais à rua leva um saco plástico para apanhar a merda que tu fazes ?

Black: Qual quê !? Vai para o outro lado do bairro para eu defecar à vontade junto aos prédios amarelos. Sabes quais são ?! Os passeios andam todos cagados, mas pelos vistos ninguém se importa. Nunca nos ensinaram ou arranjaram, como eles têm, as sanitas, ou lá o que é ! Acho que até saiu uma lei a obrigá-los a apanhar a nossa caca, aquela que fazemos na rua e nos passeios, mas como sabes a fiscalização em Portugal levanta-se tarde

Elvis: Mas olha podia ser pior. Se fossemos gatos castravam-nos logo. Afinal ainda temos donos nossos amigos.

“Black !... então, já te chamei duas vezes !


Black: Bem até logo. Vou arrear o calhau. Ehehehehe !!!!

quarta-feira, 3 de junho de 2015

Jazz Standards (CXXXIX)

(Dados Biográficos In Wikipédia e In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

(Sobre o tema em questão, algumas palavras retiradas de “in
http://www.jazzstandards.com/compositions/index.htm” - adaptação e tradução por Ricardo Santos)

Gone with the Wind (#143) - Música de Allie Wrubel e Letra de Herb Magidson
O compositor Allie Wrubel e letrista Herb Magidson escreveram esta música em 1937, na sequência da publicação do livro, do mesmo nome, de Margaret Mitchell. Das várias bandas que gravaram a música naquele ano, a versão de Horace Heidt chegou a número um nas tabelas.

Horace Heidt e Orquestra (1937, Larry Cotton, vocal, Nº. 1)
Guy Lombardo e “His Royal Canadians” (1937, Nº. 16)
Claude Thornhill e Orquestra (1937, Maxine Sullivan, vocal, Nº. 19)

Os dois compositores, Wrubel e Magidson, estiveram ocupados no período 1937-1940. A sua primeira composição em conjunto data de 1933, e intitulava-se "The Sweetheart Song", e no ano seguinte eles escreveram "Lullaby in Blue". Voltariam somente a juntar-se em 1937. Embora tenham escrito uma série de canções naquele ano, nenhuma delas teve tanto sucesso, como "Gone with the Wind". Somente e de novo em 1938, com "Music, Maestro, Please" e "I’m Afraid the Masquerade Is Over" os dois voltaram a escrever. A sua colaboração terminou em 1945 com " I’ll Buy That Dream”.

Ella Fitzgerald (Newport News, EUA, 25-04-1917 — Beverly Hills, EUA, 15-06-1996)


Dave Brubeck (Concord, California, EUA, 06-12-1920 - Norwalk, Connecticut, EUA, 05-12-2012) Quartet


Julie London (Santa Rosa, EUA, 26-09-1926 - Encino, EUA, 18-11-2000) e Barney Kessel (Muskogee, Oklahoma, EUA, 17-10-1923 — San Diego, EUA, 06-05-2004) – Barney Kessel (guitarra)


Clifford Brown (Wilmington, Delaware, EUA, 30-10-1930 - Bedford, Pennsylvania,  EUA, 26-06-1956) – Clifford Brown (trompete)


Letra

Gone with the wind
Just like a leaf that has blown away
Gone with the wind
My romance has flown away
Yesterday's kisses are still on my lips
I've had a lifetime of heaven at my fingertips
But now all is gone
Gone is the rapture that thrilled my heart
Gone with the wind
The gladness that filled my heart
My romance has flown apart
Just like a flame
Love burned brightly then became
An empty smoke dream that has gone
Gone with the wind
Gone, gone, gone with the wind
Just like a leaf that has blown away
Gone with the wind
My romance has flown away
Yesterday's kisses are still, still on my lips
I've had a lifetime of heaven at my fingertips
But now all-all is gone
Gone is the rapture that fills my heart
Gone with the wind
The gladness that filled my heart
Just like a flame
Love burned brightly then became
An empty smoke dream that has
Gone with the wind
Gone with the wind

Lamento, algumas eventuais falhas nas letras, encontradas na Internet, devido à própria improvisação dada pelos seus intérpretes, e muitas vezes de difícil entendimento. (Ricardo Santos).