Contigo nunca me perco, perdendo-me ! (Ricardo Santos)

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Lisboa (I) - Largo Dona Estefânia

Lisboa (I) - Largo Dona Estefânia (reposição do Blog “Mudam-se os Tempos, Mudam-se as Vontades”)

O Largo de Dona Estefânia está localizado na freguesia de São Jorge de Arroios, em Lisboa. O Largo de Dona Estefânia encontra-se a meio da extensão da Rua de Dona Estefânia e próximo do Hospital de Dona Estefânia. Nele desembocam, a já referida rua de Dona Estefânia que o atravessa, a Rua Almirante Barroso, a Avenida Casal Ribeiro, e a Rua Pascoal de Melo.
O topónimo homenageia Estefânia de Hohenzollern-Sigmaringen, rainha consorte, mulher de D. Pedro V.
Dona Estefânia Josefa Frederica Guilhermina Antónia de Hohenzollern-Sigmaringen (Krauchenwies, 15 de Julho de 1837 – Lisboa, 17 de Julho de 1859) foi a rainha consorte de D. Pedro V de Portugal. O seu nome completo, em alemão, era Josepha Friederike Wilhelmine Antónia von Hohenzollern-Sigmaringen. Nascida no Castelo de Krauchenwies, Estefânia era a filha mais velha de Carlos António, príncipe de Hohenzollern e da princesa Josefina de Baden. Teve cinco irmãos, entre os quais estavam aquele que viria a ser o primeiro rei da Roménia, da dinastia Hohenzollern, Carlos I, e a mãe de Alberto I da Bélgica, Maria Luísa, a condessa de Flandres. Recebeu, naturalmente, educação católica. A estátua de Neptuno (Deus Romano dos Mares) que ornamenta a fonte no centro do largo já esteve anteriormente no centro da Praça do Chile e é originária do antigo Chafariz do Loreto, que se ergueu no Largo do Chiado entre 1771 e 1853.

(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

O tema escolhido para ilustrar musicalmente estas fotografias é o fabuloso tema de António Pinho Vargas, “Uma Já Antiga”, do álbum “Outros Lugares” de 1989, com a presença de APV (piano e sintetizadores), José Nogueira (saxofones alto e soprano, e clarinete baixo), Mário Barreiros (bateria, guitarra e percussão), Pedro Barreiros (baixo) e Artur Guedes (contrabaixo).


António Pinho Vargas (1951-20xx) – Nascido em Agosto em Vila Nova de Gaia, tem uma carreira musical longa e rica de experiências. Funda em 1970, a “Associação de Música Conceptual, conjuntamente com Carlos Zíngaro e Jorge Lima Barreto. Licenciado em História pela Faculdade de Letras do Porto, enfrenta alguns anos de dificuldade pessoal por querer ser músico de “jazz”. Malpertuis, Bambu, Faces, Fora de Moda, Ritual, são álbuns de outros músicos com quem participa. Em 1983 estreia-se com o álbum “Outros Lugares”. Depois não pára e compõe e edita outros álbuns, tais como: Cores e Aromas; As Folhas Novas mudam de Cor; Os Jogos do Mundo; Selos e Borboletas. No teatro e cinema, com bandas sonoras: “Hamlet”; Tempos Difíceis; Aqui na Terra, Cinco Dias, Cinco Noites. Também música erudita e ópera, com “Os Dias Levantados”.

E nunca mais parávamos de falar de APV, este excelente compositor e intérprete que é mais uma pérola do tão abandonado panorama musical português.      
             

2 comentários:


  1. Gosto muito de Pinho Vargas...
    Hoje vou ficar por aqui a ouvi-lo em tua casa, espero que não te importes.

    Beijinhos com música
    (^^)

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Podes ficar por aqui o tempo que quiseres... eu depois mando a conta ! :))

      Obrigado

      Eliminar

Eu fiz um Pacto com a minha Língua, o Português, língua de Camões e de Pessoa.