Dá a surpresa de ser

Dá a surpresa de ser É alta, de um louro escuro. Faz bem só pensar em ver Seu corpo meio maduro.

Seus seios altos parecem (Se ela estivesse deitada) Dois montinhos que amanhecem Sem ter que haver madrugada.

E a mão do seu braço branco Assenta em palmo espalhado Sobre a saliência do flanco Do seu relevo tapado.

Apetece como um barco. Tem qualquer coisa de gomo. Meu Deus, quando é que eu embarco? Ó fome, quando é que eu como?

10-9-1930 - Poesias. Fernando Pessoa. (Nota explicativa de João Gaspar Simões e Luiz de Montalvor.) Lisboa: Ática, 1942 (15ª ed. 1995) - 123.

domingo, 16 de fevereiro de 2020

John Abercrombie – Groups & Soloists of Jazz (32)

(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

John Laird Abercrombie (16-12-1944 – 22-08-2017)

Alone Together, com John Abercrombie (guitarra), Ronan Guilfoyle (contrabaixo acústico) e Conor Guilfoyle (bateria), no 1.º Seminário Internacional de Jazz,  Palácio Fronteira, 15 a 20 Maio de 1989, organizado pela Escola de Jazz do Hot Clube Portugal


Furs On Ice, com John Abercrombie (guitarra), Marc Johnson (contrabaixo) e Peter Erskine (bateria)


Timeless, com John Abercrombie (guitarra), Badi Assad (guitarra, vocais, flauta, kalimba, percussão de boca e percussão) e Larry Coryell (guitarra)


I Hear a Rhapsody, The Nuttree Quartet, com John Abercrombie (guitarra), Jay Anderson (contrabaixo), Dave Liebman (saxofone soprano e flauta) e Adam Nussbaum (bateria)

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2020

Maria João – Jazz Singers (45)


Take Five, composição de Dave Brubeck (piano), aqui na versão do quinteto Maria João (Maria João, vocais; Mário Laginha, piano; Carlos Martins, saxofones tenor e alto; David Gausden, contrabaixo e Carlos Vieira, bateria)


Um Amor


Cair do Céu


Há Gente Aqui

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2020

Woodstock (16) – Richie Havens

Por aqui pelo “Pacto”, durante algum tempo, as músicas que encantaram, ou não, a juventude nascida nos finais dos anos 40 e na década de 50, durante o grandioso “Festival de Woodstock”, realizado nos Estados Unidos, na fazenda de Max Yasgur, cidade de Bethel, estado de New York, entre 15 e 18 de Agosto de 1969.
Encontraremos grupos e composições que muitos de nós reconhecerão como agradáveis e de imediato, e outras nem tanto assim, como algumas de género Rock Psicadélico, Hard Rock, Blues Rock, Acid Rock, Blues, R&B (Rhythm and Blues). O exemplo mais flagrante deste conjunto de géneros, será o guitarrista Jimi Hendrix, considerado por muitos, um dos melhores do Mundo e de sempre.
Este Festival foi, principalmente, um levantar de questões à sociedade, à liberdade de expressão e à guerra entre os povos. Isto tudo, tendo como base os problemas da sociedade americana da altura e as suas condições sociais, e ainda, a famigerada guerra do Vietnam que deixou marcas indeléveis nos EUA.
Tal como o Vietnam, as guerras são meramente negócio para alguns, não trazem absolutamente nada de benéfico para a humanidade. Isso todos os portugueses puderam comprovar, cronologicamente antes, com a guerra das Colónias, guerra em África ou guerra do Ultramar, consoante o quadrante politico de cada um de nós.

Hoje ouviremos, já aqui em baixo:

Richie Havens - Handsome Johnny



Richie Havens - Freedom


sexta-feira, 7 de fevereiro de 2020

CinemaScope (30)

Retomo uma rúbrica que existia neste blogue, em rodapé e que possivelmente passou despercebida a muitos que me visitavam, por estar mesmo lá no fim da minha página.

É música claro ! O que estavam à espera ?

São composições que me dizem muito, porque sou um romântico e um eterno apaixonado por música, pelas outras artes, pela humanidade, pelos amigos que encontrei na blogosfera, pela Natureza, pela vida, no fundo, pelas coisas boas desta sociedade em que vivemos.

Desta vez os registos, enquanto não apagados ou eliminados do Youtube, ficarão por cá, com uma única etiqueta “CinemaScope”.

Egberto Gismonti – Palhaço, composição de Egberto Gismonti e Geraldo Carneiro

sábado, 1 de fevereiro de 2020

Arquipélago dos Açores - Ilha Terceira - Impérios


Estive por lá em 2016 e embora só conheça duas ilhas do arquipélago, esta e São Miguel, tenho a certeza que os Açores, são algo extraordinarimente maravilhoso a todos os níveis. Pessoas, paisagem, gastronomia, hospedagem, fiquei completamente maravilhado com aquilo que vi na Terceira.

Uma das coisas que mais me impressionou foram os templos religiosos, conhecidos por impérios, o culto do divino “espírito santo”. Álamo Oliveira é o obreiro do livro “Terceira a Ilha dos Impérios” onde se encontram as explicações deste culto e as fotos de todos os “Impérios” espalhados pela ilha, o mais antigo data de 1670. Como não quero destruir o livro de capa dura, procurei na internet algumas fotos dos muitos Impérios que lá existem, cerca de 70 Impérios. 

Se puderem e de preferência no Verão, visitem a ilha Terceira ou outra qualquer ilha açoriana, não se vão arrepender.





Fotos de alguns Impérios, muitos existem mais que um na mesma zona, freguesia!

1872 1999 Santa Cruz


1872 Biscoitos



1873 Agualva



1876 Santa Bárbara



1877 Santa Cruz



1882 1982 Posto Santo



1885 Ribeirinha



1886 Cinco Ribeiras



1888 Posto Santo



1888 Santa Cruz


1898 Ribeirinha 



1902 Porto Martins



1903 Altares



1909 Biscoitos



1911 Ribeirinha



1913 Fonte do Bastardo



1916 Lajes



1916 Porto Judeu



192 Feteira



1925 Ribeirinha



1928 Feteira



1930 Santa Cruz



1933 Porto Judeu



1933 Porto Judeu



1941 1995 Santa Cruz



1960 Posto Santo



1980 Raminho



1985 Quatro Ribeiras



1989 Doze Ribeiras



2004 Agualva