Dá a surpresa de ser

Dá a surpresa de ser É alta, de um louro escuro. Faz bem só pensar em ver Seu corpo meio maduro.

Seus seios altos parecem (Se ela estivesse deitada) Dois montinhos que amanhecem Sem ter que haver madrugada.

E a mão do seu braço branco Assenta em palmo espalhado Sobre a saliência do flanco Do seu relevo tapado.

Apetece como um barco. Tem qualquer coisa de gomo. Meu Deus, quando é que eu embarco? Ó fome, quando é que eu como?

10-9-1930 - Poesias. Fernando Pessoa. (Nota explicativa de João Gaspar Simões e Luiz de Montalvor.) Lisboa: Ática, 1942 (15ª ed. 1995) - 123.

segunda-feira, 12 de maio de 2014

O Amolador de tesouras e navalhas...

Infelizmente, no tempo em que eles tinham um “carro” todo catita, onde transportavam um pequeno equipamento de afiar as tesouras e navalhas, um chapéu-de-chuva do qual retiravam as varetas para arranjar os avariados que os clientes lhes levavam, nesse tempo, dizia eu, não haviam os meios de gravação de imagem que hoje existem, como um simples telemóvel. Foi com um que gravei este pequeno “clip” este Domingo.


Hoje e, ultimamente, tenho visto amoladores com uma bicicleta em vez do carro tradicional como este que se vê aqui.


Antigamente, dizia-se, “lá está ele a adivinhar chuva !”. Espero que não, este ano estamos um bocado farto dela e acho que já tivemos a nossa conta !

domingo, 11 de maio de 2014

Lisboa (XIV) – Torre da antiga SACOR

(In Wikipédia ou em “site” indicado - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

História:

Cabo Ruivo, em Lisboa, é a área em torno do Cabeço das Rolas, situada na frente do Tejo, entre a Matinha e Beirolas.
Nesta área estava instalada aqui há uns anos a refinaria Sacor/Petrogal, o Depósito Geral de Material de Guerra, com todas as velharias que combateram na guerra das colónias, em África, e ainda outras indústrias. Existia uma ponte-cais com 300 metros de frente acostável, para servir os petroleiros que abasteciam a refinaria.
Com a construção da Expo 98, actual Parque das Nações que reabilitou esta zona oriental da cidade de Lisboa, a zona de Cabo Ruivo foi intervencionada, fazendo parte do programa ambiental. Era onde se encontrava a Porta Sul, da qual fazia parte integrante a antiga torre de “cracking” da refinaria.
A origem do nome Cabo Ruivo deverá estar relacionada com a cor da colina que domina a área, de tons avermelhados. A sua zona superior (topo) é designada por Cabeço das Rolas.
Se, actualmente, está quase a um quilómetro do Rio Tejo, sobretudo por causa sobretudo de requalificações e terraplanagens de origem humana, houve tempos e até ao século XVIII o rio chegava ao seu sopé (base). Associado à sua localização, na zona onde o rio começa a inflectir norte-sul para este-oeste, esta elevação era de uma marca conspícua para todos os que navegassem no Mar da Palha.

A SACOR foi a primeira empresa petrolífera portuguesa a dominar todo o processo, desde a importação, o transporte, a refinação e a distribuição dos produtos petrolíferos. Foi fundada em 28 de Julho de 1937, por um romeno radicado em França, Martin Saim. Até aos anos 30 do século XX, Portugal era abastecido de produtos petrolíferos importados e de várias empresas estrangeiras como a (Shell, a Vacuum - posteriormente Vacuum-Socony - e a Atlantic). Apesar de em 1933, com a constituição da SONAP (Sociedade Nacional de Petróleos), na qual o governo português detinha 40% do capital, sendo o restante detido por investidores franceses, não houve grande alteração do panorama petrolífero, sobretudo porque nenhuma destas empresas estrangeiras fazia a refinação em Portugal. A necessidade de refinar em Portugal o petróleo está directamente ligada à elaboração do Decreto-Lei Nº. 1947, de 12 Fevereiro de 1937, conhecido como "A Lei dos Petróleos", que complementado pela Lei Nº. 1965, de 17 de Maio do mesmo ano (Lei do Condicionamento Industrial). Com essas duas Leis são criadas as condições, e o enquadramento legal, para a criação de uma empresa petrolífera que se foi apelidada de SACOR.
A SACOR escolheu Cabo Ruivo, na zona oriental de Lisboa, e que era tradicionalmente a zona industrial da capital, para instalar a sua refinaria, que foi oficialmente inaugurada a 11 de Novembro de 1940. Face à Segunda Guerra Mundial, e às limitações tanto para a exportação, como para o transporte por via marítima, condicionou que a nova refinaria atingisse o seu potencial de produção que era de 300.000 toneladas/ano. Os problemas com o transporte do petróleo tinham já sido alvo da atenção do estado português, que através do Instituto Português de Combustíveis tinha adquirido quatro petroleiros: o "Gerez", o "Aire", o "Marão" e o "Sameiro". Contudo, estes quatro navios foram insuficientes para garantir as necessidades energéticas portuguesas.
As empresas petrolíferas e o Estado iriam em 13 de Junho de 1947 constituir a SOPONATA para ultrapassar essas dificuldades. A SACOR detinha metade do capital da nova empresa. Terminada a guerra, e ainda pela aplicação da Lei Nº. 1947, a qual favorecia quem refinasse em Portugal, a SACOR foi ter uma posição dominante da distribuição, obtendo do estado metade do mercado.
Em 1953 foi criada a ANGOL, seguida da MOÇACOR em 1957 para a distribuição dos seus produtos, respectivamente, em Angola e Moçambique.
Em 1958 a SACOR introduziu a gasolina super, e criou a GAZCIDLA, para a distribuição do gás butano, e a PROCIDLA, para o propano. Em 1959 a SACOR criou a sua própria empresa de navegação, a SACOR MARITÍMA.
Nos anos que se seguiram à guerra assistiu-se um substancial aumento do parque automóvel, a SACOR criou uma rede de postos de abastecimento por todo o país. Muitos destes postos partilhavam o mesmo desenho, e são ainda hoje facilmente identificados pelo arco que abriga as bombas.
Logo após o 25 de Abril, a empresa foi nacionalizada e integrada na actual GALP. Actualmente subsiste o seu ramo marítimo (SACOR MARÍTIMA SA). A SACOR (actual GALP) foi uma marca querida do povo, lembro-me de cadernetas que se colavam selos das bombas de diferentes localidades tipo passaporte de viagem e variados objectos.

(In Portal dos Clássicos por Francisco Lemos Ferreira, adaptação Ricardo Santos)

Conclusões:

Mais uma vez lamentamos que, e apesar de ser encontrar, geograficamente, dentro da cidade e já, na altura, causasse problemas de poluição ambiental, a SACOR tenha desaparecido do mapa industrial português. Mapa esse que cada se vai esboroando cada vez mais.
Passámos de um país pequeno com indústria que nos dava alguma independência em relação ao exterior para um país completamente dependente do exterior. Somos uma enorme empresa de serviços que vive das respectivas multinacionais que aqui permanecem, enquanto os nossos preços forem competitivos. Infelizmente e nos últimos 15 anos, já estamos a apercebermo-nos cada vez mais que elas estão a fugir para os países subdesenvolvidos, como por exemplo a Índia e alguma da Europa de Leste, Roménia, Bulgária, Polónia.
Seria preciso muita força e vontade para mudar o panorama português. Primeiro acabarmos com a corrupção, e depois colocarmos à frente, os competentes (eles andam por aí !), para governar, decentemente, este barco.
Os que vieram depois do 25 de Abril e garanto-vos não ser saudosista, nunca o fui, estão mais preocupados em encher os bolsos, do que fazerem algo de concreto e positivo por todos nós que, pelo menos uma vez na história foi dos povos mais importantes do Mundo.

Em relação às fotos, não eram somente estas que queria fotografar. Queria mesmo tirar algumas do cima da Torre, mas o seu acesso ao topo está vedado e proibido, sem autorização da GALP. Fiquei-me pelas imagens a nível do solo. A ideia de tirar fotos numa zona alta do Parque das Nações não foi posta por mim, de parte, e como soy dizer-se “há mais marés que marinheiros !”

Música:

A música que vai acompanhar estas fotos é o tema principal da banda sonora da série americana “Miami Vice”, e não tem nada a ver com elas, aparentemente. No entanto, para mim, este som produzido tem muito a ver com construções metálicas, pelo menos, eu associo-o com isso.
Da autoria de Jan Hammer, nascido a 17 de Abril de 1948, em Praga, na antiga Checoslováquia, hoje fazendo parte da República Checa, é um compositor, pianista e teclista. As suas composições ganharam vários “Grammy”. Ele foi um dos teclistas do agrupamento “Mahavishnu Orchestra”, no início dos anos 70, grupo liderado John MacLaughlin.
Jan Hammer colaborou com inúmeros músicos de topo, para além de John MacLaughlin, falamos de Jeff Back, Al Di Meola, Mick Jagger, Billy Cobham, John Abercombrie, Lenny White, Carlos Santana, Stanley Clark, Neal Schon, Steve Lukather e Elvin Jones, entre outros. Ele compôs e produziu, pelo menos, 14 bandas sonoras originais para filmes, a música para os 90 episódios da série norte-americana “Miami Vice” e dos 20 episódios da popular série britânica “Chancer”.
O seu maior desafio foi sem dúvida, quando os produtores de “Miami Vice” lhe destinaram a feitura da música para esta série, em finais de 1984. Logo em 2 Novembro de 1985, a banda sonora de “Miami Vice” atingiu o primeiro lugar no BillBoard. O álbum vendeu, nos EUA, mais de 4 milhões de cópias e foi quadrúplo-platina.

sexta-feira, 9 de maio de 2014

Duas composições dos álbuns mais vendidos (VI)

(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

EUA, Meat Loaf, “Bat Out Of Hell” e “Heaven Can Wait ”, Bat Out Of Hell, 1977/ Rock / Hard Rock / Rock Opera /Heavy Metal

Meat Loaf é o nome artístico de Michael Lee Aday, nascido a 27 de Setembro de 1947, nos Estados Unidos da América. Michael é cantor e actor e lidera uma banda de música, também com o nome de “Meat Loaf”, onde é vocalista. É bastante conhecido pelo seu álbum “Bat Out Of Hell” e por muitas canções que fizeram parte de bandas sonoras de filmes. O seu nome traduzido em português, é "Bolo de Carne”, prato típico nos EUA, feito com carne picada, queijo, tomate, cebola e especiarias". Embora seja uma excelente banda, não faz o meu género, no entanto tem músicas com muita qualidade, dentro do género, como as duas que vamos ouvir.
Editado em 1977, o álbum “Bat Out of Hell”, vendeu mais de 43 milhões de cópias.

Bat Out of Hell


Heaven Can Wait

quarta-feira, 7 de maio de 2014

Raúl Solnado no Brasil

(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

Raúl Augusto de Almeida Solnado (Santa Isabel, Lisboa, 19-10-1929 — Campo Grande, Lisboa, 08-08-2009) - Foi um comediante, humorista, apresentador de televisão e actor português. Filho de Bernardino da Silva Solnado (Fundada, Vila de Rei, 1902 - ????) e de sua mulher Virgínia Augusta de Almeida (Maceira, Fornos de Algodres, c. 1905 - Santa Isabel, Lisboa, 19-10-1929).
Unanimemente reconhecido, como um dos maiores nomes do humor português, começou a fazer teatro na “Sociedade de Instrução Guilherme Cossoul” (1947), profissionalizando-se em 1952.
Em 1953 estreia-se no teatro de revista com "Viva O Luxo", apresentado no Teatro Monumental. Entra também na revista "Ela não Gostava do Patrão".
1956 é o ano de "Três Rapazes e Uma Rapariga" no Teatro Avenida.
Participa ainda nos filmes "O Noivo das Caldas" e "Perdeu-se um Marido".
No ano de 1958 participou nos filmes "Sangue Toureiro" e "O Tarzan do Quinto Esquerdo".
Desloca-se pela primeira vez ao Brasil em 1958 onde as coisas correram mal.
Em 1960 torna-se primeiro actor na peça "A Tia de Charley" apresentada no Teatro Monumental.
Participa no filme "As Pupilas do Senhor Reitor" (Prémio S.N.I.).
"A Guerra de 1908", um “sketch” do espanhol Miguel Gila, adaptado para português por Solnado, é interpretado na revista "Bate o Pé", estreada no Teatro Maria Vitória em Outubro de 1961. Entra também no filme "Sexta-feira, 13".
…

A Guerra - TV Record (Brasil), em 1967.


Chamada para Washington - TV Record (Brasil), em 1967.

Rio fundo ? - Interacção Humorística (CXXI)

Em 07-06-201. Obrigado.

Rio fundo ?

O fazendeiro novo chega na beira do rio com a sua manada de vacas e pergunta para um menino que está ali por perto, em cima de uma cerca:

- Esse rio é fundo menino?

O menino responde:

- Bom, a criação do meu pai passa com a água no peito...

Então, o fazendeiro começa a guiar a sua manada rio dentro e, lá pelo meio do rio, algumas vacas começam a afogar-se.

Desesperado,  ele pergunta para o menino:

- Porra !!!... Seu pai cria o quê, moleque filho da puta ?

- Patos !

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Jazz Standards (CXVI)

(Dados Biográficos In Wikipédia e In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

(Sobre o tema em questão, algumas palavras retiradas de “in
http://www.jazzstandards.com/compositions/index.htm” - adaptação e tradução por Ricardo Santos)

Speak Low (#120) - Música de Kurt Weill e Letra de Ogden Nash
A comédia musical “One Touch of Venus”, musicada por Kurt Weill, estreou na Broadway em Outubro de 1943, e esteve em cena por 567 vezes. Sidney Joseph Perelman e Ogden Nash (letrista), com base na novela de 1885, “The Tinted Venus”, por F. Anstey, pseudónimo de Thomas Anstey Guthrie. Na produção Mary Martin interpretou uma estátua de Vénus, que ganhou vida quando um barbeiro, Rodney Hatch, interpretado por Kenny Baker, colocou o anel de noivado que tinha comprado para a sua namorada no dedo da estátua. A deusa do amor tenta Hatch e tenta conquistá-lo com a composição "Speak Low", a notável e sedutora canção do musical, cantada por Mary Martin. Mas para sua consternação, ela (Vénus) segue-o, por toda a cidade de Nova York, mas para resolver todos os casos de amor complicados, dos outros, antes de resolver o seu e, finalmente, retornar ao seu pedestal na galeria de arte.
"Speak Low" foi lugar 5 nas tabelas de venda, em 1944, gravado por Guy Lombardo e os “His Royal Canadians”, com o vocalista Billy Leach.
…

Eileen Wilson (????) e Dick Haymes (Buenos Aires, Argentina, 13-09-1918 - Los Angeles, California, EUA, 28-03-1980) – Do filme de 1948 “One Touch of Venus”, dirigido por William A. Seiter. Aqui no video, Ava Gardner, fazendo o papel de Vénus, mas dobrada na voz, durante a composição por Eileen Wilson.


Norah Jones (Brooklyn, EUA, 30-03-1979 - 20xx) e Tony Bennett (Queens, New York, EUA, 03-08-1926 - 20xx) – para a Sony Music Entertainment (2011)


Kurt Weill (Dessau, Alemanha, 02-03-1900 – New York, EUA, 03-04-1950) – O autor da música, desta composição, na voz e ao piano.


Marisa Monte (Rio de Janeiro, Brasil, 01-07-1967 – 20xx) – Do seu primeiro álbum “MM”, em 1989, com vendas de 500 mil cópias.


Letra

Speak low when you speak love
Our summer day withers away too soon, too soon
Speak low when you speak love
Our moment is swift, like ships adrift, we're swept apart too soon
Speak low, darling, speak low
Love is a spark, lost in the dark too soon, too soon
I feel wherever I go that tomorrow is near,
Tomorrow is here and always too soon
Time is so old and love so brief
Love is pure gold and time a thief
We're late, darling, we're late
The curtain descends, ev'rything ends too soon, too soon
I wait, oh darling, I wait
Will you speak low to me, speak love to me and soon
Time is so old and love so brief
Love is pure gold and time a thief
We're late, darling, we're late
The curtain descends, ev'rything ends too soon, too soon
I wait, darling, I wait
Will you speak low to me, speak love to me
Will you speak low to me, speak love to me and soon
And soon
Speak love
Speak love
Speak love

Lamento, algumas eventuais falhas nas letras, encontradas na Internet, devido à própria improvisação dada pelos seus intérpretes, e muitas vezes de difícil entendimento. (Ricardo Santos)

quinta-feira, 1 de maio de 2014

Herbie Hancock – Groups & Soloists of Jazz (XIII)

(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

Herbie Hancock (Chicago, EUA, 12-04-1940 – 20xx) – É um pianista e compositor norte-americano, considerado um dos mestres do jazz.
Tocou ao lado de grandes músicos, com destaque para a sua colaboração com Miles Davis nos anos 60, num quinteto que se tornou antológico na história do Jazz. Ali, Hancock começou a tocar o piano elétrico, um “Fender Rhodes”, ao qual se adaptou de imediato e com o qual, decidiu experimentar e conectar o famoso pedal “wah-wah” e uma câmara de eco, “Echoplex”.
Harold Rhodes, o pai do piano eléctrico, ao ver e verificar essas estranhas e até então originais conexões, providencia para que todas essas conexões passem a constar todos os novos modelos deste piano.
Uma década adiante, emergindo do universo de Miles Davis, Herbie Hancock forma um grupo com maiores aproximações à tradição popular afro-americana, de uma sonoridade bem mais acessível ao grande público e de grande sucesso. No álbum de título homónimo ao deste grupo, “Head Hunters” (1973), Hancock alterna bem-sucedidas experiências pelo “electrofunk” com alguns salpicos daquele espírito do quinteto de Miles.
A sua discografia inclui discos voltados para o Jazz assim como, algumas incursões pela “Fusão”, “Funk” e “Clássica”. Poucos pianistas têm ou tiveram uma carreira tão fecunda quanto Herbie Hancock, que já atravessa algumas décadas, como sendo, um dos maiores pianistas da história do Jazz. Gravou, em 1978, com Chick Corea um dos mais belos e surreais trabalhos de dupla ao piano, “An Evening with Herbie Hancock & Chick Corea - In Concert”.

Canteloupe Island, com Herbie Hancock (piano e teclas), Dave Holland (contrabaixo), Pat Metheny (guitarra) e Jack DeJohnette (bateria).


Rockit, video produzido pela Sony BMG Music Entertainment, em 1984.


Chameleon, na 44ª. edição do "Festival de Jazz de Montreux".


River, com Corinne Bailey Ray.