A paixão nua e cega dos estios, Atravessou a minha vida como rios

Sophia de Mello Breyner Andresen, A Paixão Nua, in “O Nome das Coisas”.

sábado, 28 de novembro de 2015

Susie Arioli – Jazz Singers (XXXVII)

(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

Susie Arioli (19?? – 20xx) – É uma cantora de Jazz canadiana, nascida em Montreal.
Arioli cantava em clubes de Jazz, de Montreal, quando conheceu o guitarrista Jordan Officer numa “Jam Session” liderada por Stephen Barry. Juntos, eles formaram a “Susie Arioli Band”. A sua primeira grande oportunidade veio em 1998, após um espectáculo ao vivo. O concerto foi grande êxito e eles foram convidados pelo “Montreal International Jazz Festival” para fazer a primeira parte de Ray Charles. A sua abertura chamou a atenção dos críticos de Montreal e logo após, eles gravaram e lançaram seu primeiro CD “It’s Wonderful”.
Arioli agora tem quatro álbuns, três dos quais foram nomeados para o “Juno Award”, e todos foram melhores títulos de venda de Jazz no Canadá. O segundo álbum, “Pennies From Heaven”, é a última gravação de Jazz do pianista Ralph Sutton que é destaque em duas das faixas. O seu terceiro álbum, “That's For Me”, foi produzido pelo produtor de Jazz, John Snyder. O seu quarto álbum, “Learn To Smile Again”, é uma saída do género, e apresenta seis canções “country”, do compositor Roger Miller. No quinto álbum, Susie Arioli está de volta às suas raízes jazzísticas, com “Night Lights”, uma colecção de “standards”. Todos os álbuns contam com a presença do guitarrista, executante e orquestrador Jorden Officer.
Num artigo, da revista “Atlantic Monthly”, Arioli foi reconhecida pelo escritor musical Francis Davis, como um talento emergente jazz.

Honeysuckle Rose, ao vivo no “Montreal International Jazz Festival”, em 30 de Junho de 2006, com Michael Jerome Browne (guitarra) e Shane MacKenzie (contrabaixo).        


He's Funny That Way, ao vivo no “Montreal International Jazz Festival”, em 30 de Junho de 2006, com Jordan Officer (guitarra), Michael Jerome Browne (guitarra) e Shane MacKenzie (contrabaixo).


By The Time I Get To Phoenix


Husbands and Wives, ao vivo no “Montreal International Jazz Festival”, em 30 de Junho de 2006, com Jordan Officer (guitarra), Michael Jerome Browne (guitarra), Shane MacKenzie (contrabaixo), Rémi Leclerc (bateria), Francis Mondoux e Martin Lacasse (vocais).

18 comentários:

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    1. Vive por ai pelo Canadá. Como podes perceber existem muitas cantoras e cantores de Jazz canadianos. Ainda bem que gostaste de ouvir !

      Obrigado Catarina

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  2. Também não conhecia. Gostei de ouvir. :)

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    1. Canta bem a Susie Arioli sim. E as músicas são agradáveis !

      Obrigado Luísa

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    1. Teresa gosto de te ver por aqui !

      Obrigado e fico satisfeito por te ter agradado

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  4. Não conhecia esta cantora, mas adoro este estilo de jazz (lembro-me de há anos ouvir à noite na rádio "Cinco minutos de jazz" e adorava!).
    Belos tempos...!Aquele início , 1 ,2, 1 2 3 4...5 minutos de jazz. Delirava e delirei agora que descobri que ainda existe, pois encontrei isto:

    http://www.rtp.pt/play/p269/cinco-minutos-de-jazz

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    1. Grande programa que ainda passa na Antena 1, acho !
      Maria, se vires nas minhas etiquetas, tenho lá uma que diz "5MJZ" (Cinco Minutos de Jazz). Nessa etiqueta constam algumas composições que o José Duarte considera imprescíndiveis de ouvir.

      Obrigado pelo link e pela visita !

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  5. Não conhecia.
    E gostei de conhecer.
    Aquele abraço, boa semana

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    1. Canta bem e é mais uma voz canadiana !

      Obrigado e abraço Pedro

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  6. Desconhecia e fiquei deliciada aqui no meu canto embalada por esta bela voz :)
    Já enviei a minha música !

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    1. Ainda bem que gostaste e recebi a tua música sim !!!
      És a última, por enquanto, mas o ditado às vezes é verdadeiro !

      Obrigado Manuela

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  7. E para não destoar dos nossos amigos que comentaram antes de mim... eu também confesso que não conhecia esta voz, mas é muito agradável.

    Vou ficar aqui a ouvir mais um bocadinho para a voz se "entranhar" mais um pouco.
    Beijinhos
    (^^)

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    1. Mais uma voz canadiana muito agradável ! Ouvia aqui há uns tempos, pela primeira vez,... onde poderia ter sido ??? :))) ....... Na Smooth FM claro !!!

      Obrigado Afrodite

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  8. Eu acho que esta Susie Airoli se pode incluir nas grandes vozes da nova geração de vocalistas de Jazz, Ricardo ! Adorei aquela voz “ritmada”, “batida”, com “balanço” jazzista , que julguei “não se fazia mais” nos dias de hoje ! Uma boa surpresa !
    Tal como o género da música clássica, erudita , que teve a sua época, embora seja eterna , … Cheguei a pensar que com o Jazz estivesse a acontecer o mesmo ! (?)… mas ao ouvir esta Susie Airoli, assim como a Diana Krall, como também um Jamie Cullum, entre outros, constato que não e que até estamos muito “bem servidos” !

    Há dias tive uma conversa (polémica) com o meu filho e com o meu neto (!!!), que se recusa a ouvir os U2 no próximo concerto ! … Porquê ?... Porque diz ele, hoje os instrumentos já “não existem” na música actual !!! … Eu fiquei (???) … e ele explicou-me ! Hoje,… é tudo “computador” e os instrumentos não fazem falta !!! … aaaahhh !!!???... mas de certo modo ele não deixa de ter uma certa razão ! … Afinal, hoje em dia, os instrumentos são mais para os concertos e para a música ao vivo e já não para a “Produção” !

    O que será da música nas próximas décadas ? … ( Um bom motivo para uma conversa polémica e divagações ! ) … Talvez qualquer coisa do género dos e-books e áudio-books em relação aos “livros em papel” e ainda mais notória nos jornais digitais ! (??)

    Abraço, Ricardo ! ... e desculpa o "espaço" . :))

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    1. Rui o teu comentário merece uma resposta condizente.
      Música desde que seja feita com trabalho e afinco, e que não seja automatizada ou computadorizada, será sempre música.
      Mesmo com a criação de novos instrumentos, mais sofisticados, o homem, músico, instrumentista, que goste de escrevber e tocar música não somente do ponto de vista comercial, mas que tenha amor à arte musical e instrumental, criará sempre composições que permanecerão nos nossos ouvidos para todo o sempre. O Jazz não foge à regra, Muitos instrumentos e novos, diferentes podem tocar música de jazz. Hei-de vir aqui dar exemplos disso.
      A música, será sempre uma linguagem universal, e haverão sempre obras de arte e "pimbalhadas", enquanto o ser humano acreditar que viver vale a pena !

      Obrigado e um abraço

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  9. Como já deves calcular também não fujo à regra e desconhecia esta cantora de Jazz, Ricardo!
    Mas, para isso, estás cá tu. Para nos dares a conhecer e, pela parte que me toca, aprender a ouvir e a gostar!

    Obrigada!

    Um abraço

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    1. Mas vamos conhecer mais desconhecidos, vocês e eu, porque ando sempre à procura de coisas novas e actuais, não desrespeitando os clássicos e os antigos !

      Obrigado Janita

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Eu fiz um Pacto com a minha Língua, o Português, língua de Camões e de Pessoa.