Lisboa ainda

Lisboa não tem beijos nem abraços, não tem risos nem esplanadas, não tem passos, nem raparigas nem rapazes de mãos dadas, tem praças cheias de ninguém, ainda tem Sol mas não tem nem gaivota de Amália nem canoa, sem restaurantes, sem bares, nem cinemas, ainda é fado, ainda é poemas, fechada dentro de si mesma ainda é Lisboa, cidade aberta, ainda é Lisboa de Pessoa alegre e triste, e em cada rua deserta, ainda resiste

Manuel Alegre, 20 de Março de 2020


segunda-feira, 18 de novembro de 2019

O Livrinho Vermelho do Galo de Barcelos (25, 26, 27 e 28)

O Livrinho Vermelho do Galo de Barcelos / Ex-citações de Mau de Zé y Chunga:
2ª. edição. Colaboração dos Anarkas (e não só...) deste País;
Fotos de: José Teixeira, Avelãs Coelho, Lourenço Pereira e José Teixeira;
Capa de: Acácio Campos.

Digitalizações gentilmente cedidas pela Afrodite a quem agradecemos, porque sem esta informação cedida teria sido impossível a existência desta rúbrica que hoje termina !



Notas introdutórias:



Hoje:





10 comentários:


  1. E deixaste um leque das melhores frases para o final.
    (felizmente tenho todas as vacinas em dia...) 😃
    Terminou em grande esta rubrica.

    Beijinhos e bom início de semana
    (^^)

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    1. Pois foi pela ordem das fotos que me enviaste que fui publicando.
      Queria agradecer-te a tua "pachorra" em digitalizares o livro para que eu o pudesse exibir aqui, aos poucos.
      Obrigado Clara

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  2. Cantava da gaivota.
    Com a variação nunca mais parava :)))
    Aquele abraço, boa semana

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  3. Também me lembro de cantar a gaivota! :)

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    1. Mas não cantavas com essa letra certamente ! :)
      Obrigado Catarina

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  4. Não me lembro de nada‼ Conheci o Livrinho Vermelho do Galo de Barcelos 🐓 AQUI.

    Se Josef Stalin fosse preto, talvez não mandasse matar tanta gente‼‼

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    1. Ganhaste conhecimento aqui no blogue do "Pacto" e ainda bem ! :)
      Obrigado Teresa

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  5. :-)) Como ela... somos livres... somos livres... de nos vacinar!... :-D
    Que livrinho espectacular... que eu desconhecia!
    Todos ao Rossio!!! Fazer o quê? Sentirmo-nos estrangeiros na nossa próxima terra... é o que eu sinto, quando apanho o Metro por lá agora... isto é... quando consigo caber nele...
    Mais uma fantástica partilha! Grata a ambos!
    Beijos e abraços!
    Ana

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    1. Um livro polémico, às vezes exagerado, inconveniente e até obsceno, mas sempre com muita piada. Pela etiqueta, podes consultá-lo na íntegra !
      Obrigado Ana

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Eu fiz um Pacto com a minha língua, o Português, língua de Camões, de Pessoa e de Saramago.