A
Dança é uma das
três principais artes cénicas da antiguidade, ao lado do Teatro e da Música (in
wikipédia). No Priberam esta é a sua definição gramatical e
não só, e na Porto Editora esta é a sua definição
gramatical e não só. Achei um tema interessante e decidi trazer aqui as muitas
formas de dança, origens, com a ajuda da Wikipédia e do Youtube.
Muitas danças nasceram em África,
paraíso dos ritmos e batuques, quando os instrumentos eram rudimentares. Com a
escravatura, elas foram levadas para outros continentes e países, nomeadamente,
o Brasil, e para outros países latino-americanos. Irão aparecer algumas muito
idênticas, embora todas existam na realidade. O que aconteceu, simplesmente, foi
a criação de coreografias diferentes, consoante a interpretação dada pelos povos
que as cultivaram ou cultivam.
Minueto
– É uma dança em compasso de 3/4, de origem francesa ou uma
composição musical que integra suítes e sinfonias. De origem aristocrática, o minueto
foi muito popular na corte de Luís
XIV,
difundindo-se pela Europa nos séculos XVII e XVIII. …………….. Mais informaçãoaqui !
A
Dança é uma das
três principais artes cénicas da antiguidade, ao lado do Teatro e da Música (in
wikipédia). No Priberam esta é a sua definição gramatical e
não só, e na Porto Editora esta é a sua definição
gramatical e não só. Achei um tema interessante e decidi trazer aqui as muitas
formas de dança, origens, com a ajuda da Wikipédia e do Youtube.
Muitas danças nasceram em África,
paraíso dos ritmos e batuques, quando os instrumentos eram rudimentares. Com a
escravatura, elas foram levadas para outros continentes e países, nomeadamente,
o Brasil, e para outros países latino-americanos. Irão aparecer algumas muito
idênticas, embora todas existam na realidade. O que aconteceu, simplesmente, foi
a criação de coreografias diferentes, consoante a interpretação dada pelos povos
que as cultivaram ou cultivam.
Dança
de Roda – Cantigas de roda (também conhecidas
como cirandas ou brincadeiras de roda) são brincadeiras infantis, mas que caem
no gosto dos adultos também. As crianças formam uma roda de mãos dadas e cantam
melodias folclóricas, podendo executar ou não coreografias acerca da letra da
música …………….. Mais
informaçãoaqui
!
Foram aqueles que, para além do seu
talento, tiveram a sorte comercial do lado deles, mas também Brian Epstein como
patrão do grupo que os acompanhou até à sua morte, e ainda George Martin como
produtor de muitos dos seus discos e êxitos.
Que sorte temos/tivemos de os poder
escutar e se calhar, quando do seu aparecimento. Tudo se modificou em termos
populares musicais. Os Beatles foram/são/serão, inquestionavelmente, a banda
que mais foi/é/será falada na história da música “pop”. Uma homenagem aqui a
dois deles já desaparecidos.. Ao John Lennon e ao George Harrison, um
agradecimento dos muitos trechos musicais que escreveram para todos nós e que
nos ajudaram nos momentos bons e maus, das nossas vidas.
Aqui, periodicamente, trarei duas músicas,
algumas menos conhecidas. Serão à roda de 20 êxitos que aqui exibirei, mas
muitas delas, não vão ser aquelas que foram Nº. 1, a nível dos “Tops” mundiais,
e que constam de um CD, editado em Portugal para a etiqueta “EMI Records Ltd.”
em 2000. A escolha irá ser a minha. Os que são “amantes” deste grupo vão
conhecê-las todas de certeza, os que são/foram meros ouvintes do grupo,
acredito que hajam algumas que não conheçam.
Escrita por George Harrison, foi comercializada no
lado B do single “Lady Madonna”. A letra é uma dádiva a um Deus Hindu, do 47º.
Capítulo (muitas vezes intitulado em traduções “Viewing The Distant”) do
“Taoist Tao Te Ching”. A composição está também disponível na colectânea de
compilações de álbuns “Rarities”.
“Filho da Mãe Natureza”, na sua tradução literal, foi escrita
parcialmente na Índia, durante a meditação transcendental, inspirado por um manuscrito
dado a Paul por Maharishi Mahesh Yogi, e ainda pela ampla fauna e flora
indiana, e outra parte escrita em Liverpool durante uma visita a casa de Jim
McCartney, seu pai. O mesmo manuscrito inspirou John a escrever “Child of
Nature” que mais tarde se tornaria “Jealous Guy.”
Mother Nature's Son (Paul McCartney)
Born a poor
young country boy
Mother Nature's
son.
All day long I'm
sitting singing songs for everyone.
A empregada africana,
chorando convulsivamente, chega à sala de estar com a mala de viagem na mão e
despede-se da patroa que, muito intrigada lhe perguntou:
- Carmélia, que se passa...?
Para onde vai?
- Prá junto di minha
família, Dona Fror, prá mórrér junto di meus!...
- Mas... o que aconteceu,
querida?
- Óh Dona Fro, a sinhora
fala sémpre qui seu marido é issilente médico e nunca errou uns dignóstico ná
vida...
- Pois é... É verdade...
Normalmente, ele nunca se engana no diagnóstico... Mas, o que tem isso a ver
com a sua saída de casa?
- Então Dona Fror, é qui o
Dr. hoje pela manhã, antes di ir embora, apértou a minha bunda com as duas mão
e dissi-mi no ouvido:
Aqui
neste blogue e no “Eyes thru Glass“
mostro aquilo que os meus olhos vêem, através da objectiva.
Aqui
ficarão somente as fotos, sem texto ficcional e sem música, apenas uma breve introdução,
onde são tiradas e quando, e eventualmente alguma especificação técnica.
De uma mostra de 8 de "À volta de Óbidos", aqui fica a última, referente ao Buddha Eden.
(Sobre
o tema em questão, algumas palavras retiradas de “in
http://www.jazzstandards.com/compositions/index.htm” - adaptação e tradução por Ricardo
Santos)
Love Me or
Leave Me (#206) - Música de Walter Donaldson e Letra de Gus Kahn
“Love
Me or Leave Me” do compositor Walter Donaldson e do letrista Gus Kahn foi
apresentada no espectáculo da Broadway de 1928 “Whoopee!” por Ruth Etting. Ela encantou
com a sua actuação e interpretação, e a música tornou-se a sua assinatura.
Etting gravou “Love Me or Leave Me” poucos dias após o espectáculo ter estreado
em Dezembro, e alcançou o número dois nas tabelas de venda em 1929. Benny
Goodman levou a música às tabelas duas vezes, uma, em 1934 por duas semanas, e
novamente em 1936, com uma nova versão que subiu ao lugar quatro das tabelas.
Nina Simone(Tryon,
North Carolina, EUA, 21-02-1933 — Carry-le-Rouet, França, 21-04-2003) –
Nina Simone (voz e piano).
Jane Monheit(Oakdale, Long Island, EUA, 03-11-1977)
– Com Jane Monheit (voz), Lewis Nash (bateria), Geoffrey Keezer (piano),
Christian McBride (contrabaixo), Donald Harrison (saxofone alto) e Joel Frahm (saxofone
tenor).
Billie Holiday(Filadélfia, EUA, 07-04-1915 —
New York, EUA, 17-07-1959) – Billie foi acompanhada de Emmett Berry (trompete),
Jimmy Hamilton (clarinet e saxofone tenor), Hymie Schertzer (saxofone alto),
Babe Russin (saxofone tenor), Teddy Wilson (piano), Albert Casey (guitarra),
John Williams (contrabaixo) e J.C. Heard (bateria). Gravado em 7 de Agosto de
1941 para a “OKeh Records”.
I'd rather be lonely than happy with somebody else
You might find the night time the right time for kissing
Night time is my time for just reminiscing
Regretting instead of forgetting with somebody else
There'll be no one unless that someone is you
I intended to be independently blue
I want your love, don't wanna borrow
Have it today to give back tomorrow
Your love is my love
There's no love for nobody else
Say, love me or leave me and let me be lonely
You won't believe me but I love you only
I'd rather be lonely than happy with somebody else
You might find the night time the right time for kissing
Night time is my time for just reminiscing
Regretting instead of forgetting with somebody else
There'll be no one unless that someone is you
I intended to be independently blue
Say, I want your love, don't wanna borrow
Have it today to give back tomorrow
Your love is my love
My love is your love
There's no love for nobody else
Lamento,
algumas eventuais falhas nas letras, encontradas na Internet, devido à própria
improvisação dada pelos seus intérpretes, e muitas vezes de difícil
entendimento. (Ricardo Santos).