Dá a surpresa de ser

Dá a surpresa de ser É alta, de um louro escuro. Faz bem só pensar em ver Seu corpo meio maduro.

Seus seios altos parecem (Se ela estivesse deitada) Dois montinhos que amanhecem Sem ter que haver madrugada.

E a mão do seu braço branco Assenta em palmo espalhado Sobre a saliência do flanco Do seu relevo tapado.

Apetece como um barco. Tem qualquer coisa de gomo. Meu Deus, quando é que eu embarco? Ó fome, quando é que eu como?

10-9-1930 - Poesias. Fernando Pessoa. (Nota explicativa de João Gaspar Simões e Luiz de Montalvor.) Lisboa: Ática, 1942 (15ª ed. 1995) - 123.

domingo, 2 de junho de 2013

Jazz Standards (XCIII)

(Dados Biográficos In Wikipédia e In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)       
              
(Sobre o tema em questão, algumas palavras retiradas de “in
http://www.jazzstandards.com/compositions/index.htm” - adaptação e tradução por Ricardo Santos)         
              
I Surrender Dear (#95) - Música de Harry Barris e Letra de Gordon Clifford
"I Surrender Dear" foi o primeiro sucesso a solo de Bing Crosby, e, embora ele tenha surgido por circunstâncias de circuito, desempenhou um papel importante no início do sua carreira e no sucesso do filme.
Conhecidos, como “The Boys Rhythm”, Bing Crosby, Harry Barris, e Al Rinker foram um trio bastante popular, que cantaram com a orquestra de Paul Whiteman. Em 1930, Bing Crosby foi preso sob a acusação de conduzir alcoolizado, uma situação que levou Paul Whiteman a “despedir” o trio. Ao “The Boys Rhythm” juntou-se então, a orquestra de Gus Arnheim. Foi com Gus Arnheim que Crosby gravou a composição "I Surrender Dear" de Harry Barris e de Gordon Clifford.         
               
Bing Crosby (Tacoma, Washington, EUA, 03-05-1903 — Madrid, Espanha, 14-11-1977)   
            
           
                 
Django Reinhardt (Cheraw, South Carolina, EUA, 21-10-1917 – Englewood, New Jersey, EUA, 06-01-1993) – Com Django Reinhardt (guitarra), Stéphane Grappelli (violino), Gianni Safred (piano), Marco Pecori (contrabaixo) e Aurelio de Carolis (bateria). Em Janeiro e Fevereiro de 1949, nos estúdios da RAI em Rome.           
                  
           
                
Madonna Louise Ciccone (Bay City, Michigan, EUA, 16-08-1958 - 20xx) e Jennifer Grey (New York City, EUA, 26-03-1960 – 20xx)         
                 
            
                 
Thelonious Monk (Rocky Mount, EUA, 10-10-1917 — Weehawken, New Jersey, EUA, 17-02-1982)          
                
         
               
Letra           
            
We've played the game of 'stay away'
But it costs more than I can pay
Without you I can't make my way
I surrender, dear.
I may seem proud and I may act gay
That's just a pose, I'm not that way.
Cause deep down in my heart I say,
I surrender, dear.
Those little mean things we were doing
Must have been part of the game
Lending a spice to the wooing
Oh, but I don't care who's to blame
When stars appear and shadows fall
Then you'll hear my poor heart call
To you my love, my life, my all
I surrender, dear
Oh, to you my love, my life, my all
I surrender, dear          
            
Lamento, algumas eventuais falhas nas letras, encontradas na Internet, devido à própria improvisação dada pelos seus intérpretes, e muitas vezes de difícil entendimento. (Ricardo Santos)            

Pitágoras - Interacção Humorística (XCVIII)

Em 25-02-2011. Obrigado.          
            
Pitágoras          
               
Pitágoras estava com um problema que não conseguia resolver. Ele já nunca estava em casa e devido a isso, a sua mulher Nusa, aproveitava-se da situação e mantinha relações com 4 cadetes do quartel ao lado.       
         
Um dia, Pitágoras, cansado, decidiu ir cedo para casa. Apanhou Nusa em flagrante, numa orgia com os 4 cadetes. Não vai de modas e matou os 5.        
            
Na hora de enterrar os safados, e em consideração à esposa, dividiu o cemitério ao meio, precisamente em 2 quadrados iguais. Num dos 2 quadrados enterrou a mulher.         
              
Depois dividiu em 4 partes iguais o outro ao lado e enterrou cada um dos cadetes num desses quadrados mais pequenos.          
            
Subiu na montanha ao lado do cemitério para meditar e, olhando lá de cima para o cemitério cá em baixo, achou a solução do seu problema.         
               
Era óbvio: O quadrado da puta Nusa é igual a soma dos quadrados dos cadetes.

Anedotas do Herman

Histórias de Ontem (I) - Trabalho em Santarém

Obrigatório são duas homenagens a duas pessoas que trabalharam comigo no meu anterior emprego. Falo dos saudosos, Paula, nossa assistente de agendamentos a clientes, e o colega, amigo e técnico, Mário. Deles a tristeza que me assola, quando neles penso e os recordo. Estejam onde estiverem, um abraço de saudade para os dois.           
               
Esta estória teve lugar aqui há uns anos, e se a memória e os meus apontamentos não falharem, terá acontecido por volta de Fevereiro de 1998, quando o nosso maior cliente, estava mais uma vez, a alterar o “hardware/software” dos seus sítios.

Um dos nossos carros era diferente das carrinhas Renault habituais, era um Renault 19 comercial, a “diesel”, comprado pelo nosso chefe, para a assistência técnica.

Como é óbvio, todos os técnicos lhe queriam pôr as mãos em cima, e alguns estrear o cinzeiro e deixá-lo cheio de beatas, como era hábito há anos com os técnicos fumadores, e nas primieras viaturas partilhadas. Era um cheiro nauseabundo que se espalhava na viatura e impregnava nos estofos. Para mim que tinha deixado de fumar em 1985, era um suplício aquele odor. Felizmente, na altura, já tinha o meu Clio Bebop, onde era proibido fumar. E lá ia eu, com dois servidores que não cabiam no porta-bagagens e iam deitados no banco traseiro, presos com os cintos de segurança, a caminho de Santarém. Comigo ia o “Carapau”. O Clio esfolava-se atrás do 19 e pouco e pouco, este último, foi-se afastando, mesmo pesado que ia, com bastante equipamento.

Este quarteto ia, com o seu esforço e dedicação habituais, mais uma vez trabalhar até mais tarde, para deixar o cliente e a empresa satisfeitos.

Descida final e curva larga à esquerda, na A1, e subida para a saída da portagem em Santarém. O 19 tínhamos deixado de o ver há algum tempo. Esqueci-me de dizer que o Renault 19, era conduzido pelo “Tira Picos” acompanhado do “Verylight”.

Saímos em Santarém e dirigimo-nos para o local do cliente em questão, pessoa já nossa conhecida. A nossa primiera surpresa for não ter vistos os nossos colegas, o que muito estranhámos, porque, supostamente, teriam chegado à nossa frente e com grande avanço. Mas não, não estavam. O segurança, tomou nota dos nossos nomes e identificações, já que a tarefa iria durar até tarde, e somente o segurança acabaria por ficar connosco, dentro do edifício.

Nessa altura não tínhamos telemóveis, tínhamos “pagers” e lá vai de enviar uma mensagem para o “Tira Picos” para saber o que se passava. Meia hora depois mais outra mensagem e nada de telefonema. Passaram uns bons 45 minutos e o telefone do Cliente tocou. O gerente atendeu e passou-me o auscultador.      
             
- Estou ! Então o que é que vos aconteceu ?       
       
Do outro lado ouvi a voz do “Tira Picos”          
              
- Enganámo-nos e só saímos em Fátima ! Daqui a pouco estamos ai.        
                
- Despachem-se ! Disse eu.       
                
Resumindo e concluindo, a conversa futebolística entre o “Tira Picos” e o “Verylight” fez com que a distracção os levasse somente a sair da auto-estrada, duas saídas depois de Santarém, imaginem. Risota geral !        
           
Houve alguém, técnico, que enviou um mensagem para os “pagers” de todos os técnicos informando que no fim-de-semana iria ser dado um programa de orientação em auto-estrada, nomeadamente na A1.

New York Jazz Quartet – Groups & Soloists of Jazz (II)

(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)         
               
The New York Jazz Quartet (1972 – 20xx) – Foi fundado pelo pianista Roland Hanna. A primeira formação, com o Hubert Laws (flauta), o Ron Carter (contrabaixo) e o Billy Cobham (bateria). Em 1974, a formação mudou para Frank Wess (saxofone e flauta), o George Mraz (contrabaixo) e Ben Riley (bateria). Richie Pratt (saxofone) e Grady Tate (bateria) também contribuiram. O grupo gravou para as editoras “Inner City”, “Enja”, “Salvation” e “Sonet Records”, de 1972 a 1982. O grupo que vos deixo aqui esta semana tem uma nova formação, dos New York Jazz Quartet, com Levi Barcourt (piano), Bernard Davis (bateria), David Jackson (contrabaixo) e Don Hanson (saxofone).     
              
I'll remember April, Levi Barcourt & The New York Jazz Quartet, com Bernard Davis (bateria), David Jackson (contrabaixo), Don Hanson (saxofpne) e Levi Barcourt (piano).            
                    
               
                  
Autumn Leaves, Levi Barcourt & The New York Jazz Quartet, com Bernard Davis (bateria), David Jackson (contrabaixo), Don Hanson (saxofpne) e Levi Barcourt (piano).           
                
             
               
Moondance, Levi Barcourt & The New York Jazz Quartet, com Bernard Davis (bateria), David Jackson (contrabaixo), Don Hanson (saxofpne) e Levi Barcourt (piano).              
                
             
                  
My Favourite Things, solo de piano de Levi Barcourt.          
                  

Largo de Camões

(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

Lisboa é a minha cidade, onde nasci, cresci e de onde hei-de partir.       
         
Deixo-vos algumas fotos antigas, da cidade ainda inteira, não destruída, como tem sido, pela sociedade moderna, ou por aqueles que só tem interesse em dinheiro e poder, e ignoram pura e simplesmente a cultura, a tradição e a história de uma urbe. Uma das mais antigas da Europa.       
           
(O documento em "Powerpoint" onde estas fotos existiam, tinha o nome de FCosta como sendo o seu autor. Não sei sequer se essa pessoa é o dono das mesmas. São fotos da maravilhosa cidade de Lisboa. Vou passar aqui algumas fotos que esse documento continha para mostrar a minha cidade há mais de 50 anos.)


A Praça de Luís de Camões, coloquialmente Praça Luís de Camões ou Largo de Camões, localiza-se no Bairro Alto, na freguesia da Encarnação, em Lisboa.
A sua toponímia deve-se por ter sido vontade de ser aí instalada uma estátua ao poeta d'Os Lusíadas, inaugurada em 9 de Outubro de 1867, impulsionada pela vontade de enaltecer o patriotismo pela Sociedade Histórica da Independência de Portugal.



Vitorino Salomé - Leitaria Garrett      
         

Músicas House MD (6ª. Temporada) (XLI)

(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)          
          
Alberto Turco (19xx – 20xx) - É uma autoridade em canto gregoriano, foi director de criação musical da Catedral de Verona desde 1965. Ele é professor de canto gregoriano no “Pontifício Colégio Ambrosiano de Música Sacra” em Milão e ensina musicologia litúrgica no “San Zeno Instituto Teológico” em Verona, além de servir como professor convidado do “Instituto Pontifício de Música Sacra” em Roma e em vários congressos internacionais. Alberto Turco é o autor de vários estudos sobre canto gregoriano e ambrosiano e é o editor de obras até então inéditas de compositores Veronese anteriores. Dirigiu uma série de gravação e desde 1981 foi director artístico da “Nova Schola Gregoriana”, assumindo direcção das mulheres “Schola Gregoriana”, “In Dulci Jubilo”, em 1988.      
             
Alberto Turco and Nova Schola Gregoriana – Intoitus: Adorate Deum      
             
         
               
John Medeski (Louisville, Kentucky, EUA, 28-06-1965 - 20xx), John Scofield (Daytona, Ohio, EUA, 26-12-1951 - 20xx), Billy Martin (19xx – 20xx) e Chris Wood (Pasadena, California, EUA, 25-11-1969 - 20xx).    
          
Medeski, Scofield, Martin & Wood – Tequila And Chocolate, John Medeski (teclas), John Scofield (guitarra), Billy Martin (bateria e percussão) e Chris Wood (contrabaixo e baixo eléctrico)            
            
                 
                   
The Derek Trucks Band (1994 – 20xx) – São uma banda de jam americana fundada pelo jovem prodígio da guitarra “slide”, Derek Trucks, que começou aos nove anos a tocar guitarra e a fazer digressões com alguns intérpretes de “Blues” e da elite do “Rock”. Depois de tocar durante a adolescência com músicos que ele conheceu entre as digressões e as sessões de gravação, Trucks fundou, em 1994, os “The Derek Trucks Band”.              
                  
The Derek Trucks Band – Volunteered Slavery