Contigo nunca me perco, perdendo-me ! (Ricardo Santos)

sábado, 3 de setembro de 2011

Jazz Standards (XXX)

O que é um “Jazz Standard” ?          
               
Os termos “standards” ou “jazz standards” são muitas vezes usados quando nos referimos a composições populares ou de músicas de jazz. Uma rápida pesquisa na Internet revela, contudo, que as definições desses termos podem variar em muito.
Então o que é um “standard” ?
Comparando definições de alguns dicionários e de estudiosos de música e baseando-nos naquilo que for comum e que estiver em acordo, será razoável dizer que:
“Standard” (padrão) é uma composição mantida em estima contínua e usada em comum, por vários reportórios.
… e …
Um “Jazz Standard” (padrão de jazz) é uma composição mantida em estima contínua e é usada em comum, como a base de orquestrações/arranjos de jazz e improvisações.
Algumas vezes, o termo “jazz standard” é usado para sugerir que determinada composição se torna um “standard”. Palavras e frases têm muitas vezes múltiplos significados e esta não é excepção. Neste sítio http://www.jazzstandards.com/ nós vamos usar a definição que tem maior aceitação geral, uma que aceita composições seja qual for a sua origem.             
                           
(Dados Biográficos In Wikipédia e In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)               
                       
(Sobre o tema em questão, algumas palavras retiradas de “in
http://www.jazzstandards.com/compositions/index.htm” - adaptação e tradução por Ricardo Santos)              
                     
You Don’t Know What Love Is (#53) – Letra e Música de Gene De Paul e Don Raye
You Don’t Know What Love Is” e “I’ll Remember April” eram, notavelmente, dois dos sucessos de topo, dos “Jazz Standards”, que foram ambas escritas para os filmes com Bud Abbot e Lou Costello, por Gene De Paul e Don Raye, e publicadas em 1941. A actriz Carol Bruce cantou “You Don’t Know What Love Is” para o filme da Universal de 1941 “Keep ‘Em Flying”, no qual se estrearam também, Dick Foran e Martha Raye. “I’ll Remember April” foi cantado pela primeira vez por Dick Foran, no filme “Ride ‘Em Cowboy”, de 1942.
  You Don’t Know What Love Is” foi retirado antes de “Keep ‘Em Flying” ter sido estreado, mas cantado por Carol Bruce, um pouco mais tarde, no filme de 1942 “Behind The Eight Ball”.               
                      
Björk Guðmundsdóttir (Reykjavik, Islândia, 21-11-1965 – 20xx) – Reykjavik (Finlândia) em 1990.                
                       
                  
                          
Chet Baker (Yale, Oklahoma, 23-12-1929 – Amsterdão, 13-05-1988) Do album "Balads for Two" de Chet Baker (trompete) e Wolfgang Lackerschmidt (vibrafone) de 1979, grvado em Estugarda (Alemanha).                
                          
                    
                             
Billie Holiday (Filadélfia, 07-04-1915 — New York, 17-07-1959) – Do álbum “Lady In Satin” de 1958.               
                     
             
                    
Cassandra Wilson (Jackson, Mississippi, 04-12-1955 - 20xx)             
                          
                   
                             
Letra (versão para as três versões cantadas)               
                      
You don't know what love is
Until you’ve learned the meaning of the blues
Until you’ve loved a love you've had to lose
You don't know what love is
You don't know how lips hurt
Until you've kissed and had to pay the cost
Until you've flipped your heart and you have lost
You don't know what love is
Do you know how a lost heart fears
The thought of reminiscing
And how lips that taste of tears
Lose their taste for kissing
You don't know how hearts burn
For love that cannot live yet never dies
Until you've faced each dawn with sleepless eyes
You don't know what love is
You don't know how hearts burn
For love that cannot live yet never dies
Until you've faced each dawn with sleepless eyes
You don't know what love is             
                  
Lamento, algumas eventuais falhas nas letras, encontradas na Internet, devido à própria improvisação dada pelos seus intérpretes, e muitas vezes de difícil entendimento. (Ricardo Santos)

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