Teus olhos contas escuras, são duas Avé Marias, dum rosário d’amarguras, que eu rezo todos os dias. - Fernando Pessoa

sábado, 26 de maio de 2018

O Livrinho Vermelho do Galo de Barcelos (2)

O Livrinho Vermelho do Galo de Barcelos / Ex-citações de Mau de Zé y Chunga:
2ª. edição. Colaboração dos Anarkas (e não só...) deste País;
Fotos de: José Teixeira, Avelãs Coelho, Lourenço Pereira e José Teixeira;
Capa de: Acácio Campos.
Digitalizações gentilmente cedidas pela Afrodite.


Notas introdutórias:

Hoje:


16 comentários:

  1. Respostas
    1. O humorismo dos Anarquistas e algumas verdades nuas e cruas, e muitos exageros e também alguma irreverência despropositada!
      Obrigado Luísa

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  2. Coitado do Galo de Barcelos... não havia nezezidade zzzz

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  3. Meu caro Ricardamigo

    Quando era jovem (palavra que já fui) fui anarca. E ainda sou - mas pouco...

    Um abração deste teu amigo
    Henrique, o Leãozão (em sofrimento)
    ______

    Tal como havia avisado acabo de publicar na Nossa Travessa um novo artigo de minha autoria intitulado É difícil viver com um mongoloide. Com ele inicio uma saga que se inspira nas narrativas da nossa Amiga Elvira Carvalho a quem agradeço o “empurrão”…

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    1. Todos nós fomos em tempos anarcas... sempre com a irreverência da juventude e a vontade de ser do contra !
      Abraço Henrique

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  4. Não conheço esse tal "livrinho" nem nunca tinha nele ouvido falar!
    Deveria? Fanzines, sim...ainda devem andar aqui por casa alguns.
    Não encontro relação entre anarquismo e um tipo de livro com chistes, picantes e/ou pitorescos. :) Mas gostei de ler, sim. Tem a sua piada.

    Boa semana, Ricardo!

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    1. Algumas frases têm graça, outras nem por isso. Neste livro constam frases que tiveram algum impacto pós 25 de Abril !
      Obrigado Janita

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  5. Tenho que procurar o livrinho.
    Promete :)))
    Aquele abraço, boa semana

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    1. Se encontrares, há-de ser nalgum alfarrabista.
      E promete sim senhor :))) !!!
      Abraco

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  6. Como contestar tais afirmações/reivindicações?!

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    1. Com anarquistas é pura perda de tempo :)))!!!
      Obrigado M.

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  7. Talvez seja de realçar que este livro é a compilação das frases que no pós 25 de Abril começaram a aparecer pichadas em paredes, muros... (e onde a imaginação o permitiu) ou escritas em folhetos clandestinos, jornais de parede ou pasquins.
    Os seus autores dizem mesmo que este livro (e cito) não é nem pretende ser um livro anarquista.
    Pode até ser visto (agora já com alguma distância temporal) como um trabalho de valor documental uma vez que faz o retrato de uma época de excessos e de irreverências. Afinal, o "povo" tinha tomado o freio nos dentes e estava a viver pela primeira vez a tão ansiada liberdade.

    E, se o primeiro milho é para os pardais... as melhores piadas estão ainda por vir.
    Beijinhos e sorrisos
    (^^)

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    1. Muito obrigado pela tua explicação e pelas duas páginas adicionais que me enviaste com as notas introdutórias e que já reformulei nos dois post publicados.
      Abraço Afrodite

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Eu fiz um Pacto com a minha língua, o Português, língua de Camões, de Pessoa e de Saramago.