Dá a surpresa de ser

Dá a surpresa de ser É alta, de um louro escuro. Faz bem só pensar em ver Seu corpo meio maduro.

Seus seios altos parecem (Se ela estivesse deitada) Dois montinhos que amanhecem Sem ter que haver madrugada.

E a mão do seu braço branco Assenta em palmo espalhado Sobre a saliência do flanco Do seu relevo tapado.

Apetece como um barco. Tem qualquer coisa de gomo. Meu Deus, quando é que eu embarco? Ó fome, quando é que eu como?

10-9-1930 - Poesias. Fernando Pessoa. (Nota explicativa de João Gaspar Simões e Luiz de Montalvor.) Lisboa: Ática, 1942 (15ª ed. 1995) - 123.

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Pat Metheny e mais dez baladas …(X)

As baladas são sempre o encontro do Amor e da Paixão, e são a escolha de inúmeros artistas para levarem mensagens aos seus ouvintes, leitores e espectadores. Pat Metheny não é um compositor diferente dos outros. Ouçam a beleza destas duas primeiras.    
           
Más allá (beyond), do álbum “First Circle” de 1984, para a etiqueta ECM.  
          
         
         
Always and Forever, composição dedicada aos seus Pais, e do álbum “Secret Story” de 1992, para a etiqueta Geffen.      
          

sábado, 12 de outubro de 2013

Os Festivais das Canções (1972)

(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)    
           
Vou andar por aqui a mostrar um pouco da música dos Festivais da Canção, o da RTP e o da Eurovisão. Ouvirão e verão, sempre que haja vídeo no Youtube , os três primeiros lugares de cada um deles.   
      
Euro Festival 1972, em 25 de Março, Edimburgo (Escócia, Reino Unido).    
      
1º. Vicky Leandros (Vassiliki Papathanasiou)  (23-08-1949) - Après toi   
      
    
       
2º. The New Seekers (1969 – 20xx) - Beg, Steal or Borrow   
        
       
           
3º. Mary Roos (Rosemarie Schwab) (09-01-1949) - Nur die Liebe läßt uns leben     
         
      
            
Festival RTP da Canção de 1972, em 21 de Fevereiro. Teatro São Luíz.      
           
1º. Carlos Eduardo Teixeira Mendes (23-05-1947) - A Festa da Vida   
         
      
          
2º. Paco Bandeira (Francisco Veredas Bandeiras) (02-05-1945) - Vamos cantar de pé        
           
         
             
3º. Manuel Vargas (19?? - 20??) - Vem o caminheiro           
             

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Fátima (I) – Ontem e Hoje, a contradição

O Santuário lá vai andando e navegando através dos anos, com mais ou menos pessoas que o visitam, com mais ou menos desenvolvimento tecnológico. Agora com um pequeno écran à entrada da Basílica antiga que dá as horas das missas e de outras actividades no Santuário, em várias línguas. No recinto grande e na zona da entrega das velas, também uma nova e tecnológica ideia, com as novas velas “eléctricas” de 50 cêntimos, que aceita moedas desde os 5 cêntimos aos 2 euros, e que mediante a introdução da moeda acende uma vela eléctrica que se mantém acesa consoante o valor introduzido.

Apesar da crise, tudo continua a correr, de vento em popa, baseado na história dos três pastorinhos que foram visitados por Nossa Senhora. História essa que a igreja católica sobre aproveitar e transformar em negócio e que fisicamente, fez desenvolver uma imensa estrutura, como aquela que podemos visitar em Fátima, agora com uma nova basílica. E se os templos estão bem tratados e limpos, é porque existe dinheiro e vontade para o fazer. Muita diferença existe entre o que se passa em Fátima e o que se passa na cidade de Lisboa, onde praticamente tudo o que é monumento está “sujo”, mal tratado pela intempérie e às vezes também pelo vandalismo.

Então qual a diferença ?

Como poderemos nós ter uma cidade tratada e limpa tal qual o que se passa em Fátima ?

Será que teremos de eleger as nossas cidades a santuários ?

Será que é preciso dizer ou mostrar que algo é sagrado para tratarmos as coisas como deve de ser ?

Em Fátima todos contribuímos, voluntariamente, e queremos ver esta terra preservada. Aqui podemos vir, periodicamente, libertarmo-nos “cinicamente” dos nossos pecados, para que depois possamos praticá-los de novo, nas nossas cidades, ao vandalizá-las e ao destruí-las, à vontade.
O Homem perdeu a noção dos valores, daquilo que é importante e deve ser preservado e respeitado por todos. Nas mais pequenas coisas podemos constatar isso e cito somente duas, tão banais, que são comuns na “nova” e caduca sociedade em que vivemos. Um bom exemplo é a saudação.
 
Quem dá hoje os “bons-dias” ?

Pequenas coisas como esta indicam-nos que a crise está nos valores que já não temos, que perdemos há muito, como referência. Aqueles que nos tornavam diferentes, como seres humanos.
Agora é mais importante ganhar dinheiro à custa seja do que for, mesmo que seja, do abuso e da escravidão de outro ser humano. Por isto tudo, nós continuaremos a precisar de ir a Fátima expiar os nossos pecados, a troco de deixarmos lá uma moeda, e voltar tudo ao início, como se passássemos uma esponja sobre tudo de mau que fizemos anteriormente.
Muito poucos de nós encaram e respeitam Fátima, como ela deve ser respeitada. Independentemente de tudo, é um lugar de oração e no qual devemos pensar porque motivo continuamos a fomentar ideias “apocalipseanas”, dentro de uma sociedade desigual, na qual não nos sabemos sequer, respeitar.
 
(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)
 
A acompanhar estas fotos, o tema “Forgiving”, de Pat Metheny, do álbum “A Map Of The World”, música para o filme, de 1999, com o mesmo nome, de Scott Elliot, com Sigourney Weaver,  Julianne Moore, David Strathairn e Arliss Howard.   
         
Pat Metheny (12-08-1954 - 20xx) – Nascido em Kansas City. Começa pelo trompete com 8 anos e passa para a guitarra aos 12. Aos 15 já toca regularmente com os melhores músicos de Jazz de Kansas City. Em público num Festival de Jazz em Kansas, pela primeira vez em 1974. Primeiro álbum em 1975 (Bright Size Life). Prémios para o “Melhor Guitarrista de Jazz” são incontáveis. Grammy Awards ganhou-os 16 vezes. Sete consecutivos para sete álbuns. Desde 1974, são 120 a 240 espectáculos por ano.
 

sábado, 5 de outubro de 2013

Pequena Diferença Geográfica - Interacção Humorística (CVII)

Em 04-05-2011. Obrigado.     
       
Pequena diferença geográfica       
         
Consta que, certa noite, anos atrás, um homem entrou com a namorada no restaurante Lucas Carton, em Paris, e pediu uma garrafa de "Mouton Rothschild", da safra de 1928.
O escanção, em vez de trazer a garrafa para mostrar ao cliente, traz o decantador de cristal cheio de vinho e, depois de uma mesura, serve um pouco no cálice para o cliente provar.
O cliente, lentamente, leva o cálice ao nariz para sentir o aroma, fecha os olhos e cheira o vinho. Inesperadamente, franze a testa e, com expressão muito irritada, pousa o copo na mesa, comentando rispidamente:      
        
- Isto aqui não é um Mouton de 1928!     
         
O escanção assegura-lhe que é. O cliente insiste que não é. Estabelece-se uma discussão e, rapidamente, cerca de 20 pessoas rodeiam a mesa, incluindo o chefe da cozinha e o gerente do hotel, que tentam convencer o intransigente consumidor de que o vinho é mesmo um Mouton de 1928. De repente, alguém resolve perguntar-lhe como sabe, com tanta certeza, que aquele vinho não é um Mouton de 1928.         
 
- O meu nome é Phillippe de Rothschild, diz o cliente modestamente, e fui eu que fiz esse vinho.       
 

Consternação geral.       


O escanção então, de cabeça baixa, dá um passo à frente, tosse, pigarreia, bagas de suor escorrem da testa e, por fim, admite que serviu na garrafa de decantação um Clerc Milon de 1928, mas explica seus motivos:         

- Desculpe, mas não consegui suportar a ideia de servir a nossa última garrafa de Mouton 1928. De qualquer forma, a diferença é irrelevante. Afinal, o senhor também é proprietário dos vinhedos de Clerc Milon, que ficam na mesma aldeia do Mouton. O solo é o mesmo, a vindima é feita na mesma época, a poda é a mesma e o esmagamento das uvas se faz na mesma ocasião, o mosto resultante vai para barris absolutamente idênticos. Ambos os vinhos são engarrafados ao mesmo tempo. Pode-se afirmar que os vinhos são iguais, apenas com uma pequeníssima diferença geográfica.          

Rothschild, então, com a discrição que sempre foi a sua marca, puxa o escanção pelo braço e murmura-lhe ao ouvido:           
    
- Quando voltar para casa esta noite peça à sua namorada para se despir completamente. Escolha dois orifícios do corpo dela muito próximos um do outro e faça um teste de olfacto. Você perceberá a subtil diferença que pode haver numa pequeníssima diferença geográfica.

Van Morrison – Jazz Singers (XVI)

(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)       
          
Van Morrison (Belfast, Irlanda, 31-08-1945 – 20xx) – É nome artístico de George Ivan Morrison, é um cantor, compositor e expoente da chamada “Celtic Soul”.
Nasceu em 31 de agosto de 1945 e cresceu em Bloomfield, Belfast, Irlanda do Norte como o único filho de George Morrison, um estaleiro trabalhador e Violet Stitt Morrison, uma cantora e dançarina amadora na juventude. Van foi exposto à música desde a mais tenra idade, como seu pai, trabalhou em Detroit em uma loja de discos de jazz, blues e country and western. O gosto musical do pai foi passado a ele, por isso, cresceu ouvindo artistas como Jelly Roll Morton, Ray Charles, Lead Belly e Solomon Burke. Para um artigo da revista Rolling Stone de 2005 declarou "Esses rapazes foram minha inspiração. Se não houvesse aquele tipo de música, eu não poderia fazer o que eu estou fazendo agora.
Atingiu a maturidade à frente dos “Them”, banda formada em 1964, e com a qual obteve uma série de êxitos. Morrison começou a ficar triste devido à grande utilização de músicos de estúdio por parte da banda e abandonou o seu grupo após uma digressão pelos Estados Unidos em 1966. Regressou a Belfast com a intenção de deixar o mundo da música, mas o produtor Bert Berns convenceu-o a regressar a Nova Iorque e a gravar a solo. Destas primeiras sessões de gravação saiu uma das suas músicas mais conhecidas, “Brown Eyed Girl”.
Em 1968, é editado “Astral Weeks”, considerado por muitos o seu melhor trabalho, muito aclamado pela crítica, mas não tendo muita aceitação por parte do público. Morrison geralmente mostra algum desdém pelas opiniões da imprensa e da crítica. O seu trabalho é, muitas vezes, de natureza espiritual, combinando elementos do jazz, R&B e música celta.
Em 1990, participou no espectáculo de Roger Waters, “The Wall in Berlin”, com outros convidados, entre os quais Bryan Adams e “Scorpions”.     
         
Days Like This, composta por Van Morrison, para o álbum com o mesmo nome, de 1995.       
         
        
         
Sweet Thing, filmado ao vivo na “Hollywood Bowl”, L.A, em Novembro de 2008.       
        
         
        
Common One     
          
       
           
One Irish Rover, do álbum “No Guru, No Method, No Teacher”, de 1986.    
         

Jazz Standards (CII)

(Dados Biográficos In Wikipédia e In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)             
             
(Sobre o tema em questão, algumas palavras retiradas de “in
http://www.jazzstandards.com/compositions/index.htm” - adaptação e tradução por Ricardo Santos)      
         
Stormy Weather (Keeps Rainin' All the Time) (#106) - Música de Harold Arlen e Letra de Ted Koehler
"Stormy Weather" foi originalmente escrito por Harold Arlen e Ted Koehler para o vocalista e chefe de banda Cab Calloway, que em conjunto com sua “big band” eram uma constante no “New York’s Cotton Club”. Calloway assumiu a vaga, em termos de prestígio, deixada por Duke Ellington, em Fevereiro de 1931. Antes do de entrar em produção, o espectáculo de 1933 “Cotton Club Parade”, Calloway deixou “Cotton Club” e Ellington regressou. Isto deixou os produtores do espectáculo com problemas visto que Ellington não cantava e eles precisavam de um “nome” para caracterizar a melodia. Por um acaso, o vocalista Ethel Waters voltou de Chicago para New York. Os produtores do programa e compositores da canção reuniram-se com Miss Waters, e ela concordou em interpretar a composição no espectáculo, que por sinal era a sua única aparição no musical.
Waters cantou de imediato a canção. Ela estava a acabar de passar por um divórcio, e a canção quase parecia ter sido escrita com os seus sentimentos, na sua mente. Na biografia de Edward Jablonski, sobre Harold Arlen, “Rhythm & Blues, Rainbows, Waters” é citado: "Quando eu cheguei ao centro do chão Cotton Club, eu dizia coisas que eu não poderia traduzir em palavras. Eu estava a cantar a história da minha confusão e miséria, dos mal-entendidos na minha vida eu não consegui endireitar, a história de injustiças e ultrajes feitos em mim por pessoas que eu amava e confiava”.
A primeira interpretação de Waters no espectáculo, obrigou a doze “encores”.       
        
Ella Fitzgerald (Newport News, EUA, 25-04-1917 — Beverly Hills, EUA, 15-06-1996) – Do álbum “Ella Fitzgerald Sings The Harold Arlen Song Book Vol. 1” de 1964, para a etiqueta “Verve Records”.        
         
         
       
Billie Holiday (Filadélfia, EUA, 07-04-1915 — New York, EUA, 17-07-1959) – Do álbum “An Evening with Billie Holiday” de 1953, para a etiqueta “Clef (Verve Records)”.       
          
           
               
Jack Payne (Leamington Spa,  Warwickshire, Grã-Bretanha, 22-08-1899 - Tonbridge, Grã-Bretanha, 04-12-1969) e Orquestra – Voz do próprio Jack Payne.           
             
           
               
Sidney Bechet (New Orleans, Louisiana, EUA, 14-05-1897 - Paris, França, 14-05-1959) – Em 1956.         
             
            
          
Letra       
          
Don't know why there's no sun up in the sky
Stormy weather
Since my man and I ain't together,
Keeps rainin' all the time
Life is bare, gloom and mis'ry everywhere
Stormy weather
Just can't get my poorself together,
I'm weary all the time
So weary all the time
When he went away the blues walked in and met me.
If he stays away old rockin' chair will get me.
All I do is pray the Lord above will let me walk in the sun once more.
Can't go on, ev'ry thing I had is gone
Stormy weather
Since my man and I ain't together,
Keeps rainin' all the time       
         
Lamento, algumas eventuais falhas nas letras, encontradas na Internet, devido à própria improvisação dada pelos seus intérpretes, e muitas vezes de difícil entendimento. (Ricardo Santos)

Gira-Discos (XLVII)

 

(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)     
       
Peter, Paul and Mary (1961 – 2009) – Foram um trio de “Folk” music dos Estados Unidos, composto por Peter Yarrow, Noel Paul Stookey e Mary Travers.
Mary Travers mencionava entre as suas influências Woody Guthrie, Pete Seeger e The Weavers. O grupo fez um tributo a alguns de seus mentores e contemporâneos no seu álbum "Lifeline Concert", de 2004.
O empresário Albert Grossman criou o grupo Peter, Paul and Mary em 1961, depois de uma audição com diversos cantores da cena “Folk” de New York. Após ensaiá-los em Miami, Grossman agendou uma apresentação do trio no “The Bitter End”, um café popular no cenário “Folk” de Greenwich Village. Eles gravaram o seu primeiro disco, “Peter, Paul and Mary”, no ano seguinte. O álbum incluía "500 Miles", "Lemon Tree", e o sucesso de Pete Seeger "If I Had a Hammer" subtitulada de "The Hammer Song" e "Where Have All the Flowers Gone?". O álbum apareceu no “Top Ten da Billboard” por dez meses, incluindo sete semanas na posição número um, vendendo cerca de dois milhões de cópias, ganhando assim um disco de platina duplo da RIAA, só nos Estados Unidos.
O grupo estreou na televisão em 1961 ou 1962 no “Talk Show PM East/PM West”, apresentado por Mike Wallace e Joyce Davidson. Por volta de 1963, Peter, Paul and Mary tinha já gravado três álbuns. Todos os três estiveram no “Top Ten” na semana do assassinato do presidente John F. Kennedy.
Em 1963, o grupo ainda lançou "Puff the Magic Dragon", com música de Yarrow e letra baseada em um poema de um estudante da Universidade Cornell, Leonard Lipton. Embora a lenda afirme que a canção é recheada de referências a drogas, ela provavelmente trata do fim da inocência infantil.
Em 1963, o grupo apresentou "If I Had a Hammer" na Marcha sobre Washington, lembrada especialmente pelo discurso "I Have a Dream " do reverendo Martin Luther King, Jr.. Um de seus sucessos mais importantes foi a canção de Bob Dylan "Blowin' in the Wind". Eles também cantaram outras canções de Bob Dylan, como "The Times They Are a-Changin'"; "Don't Think Twice, It's All Right" e "When the Ship Comes In", talvez a sua música mais memorável. O seu produtor, Albert Grossman, também era empresário de Dylan. O seu sucesso com a música de Bob Dylan "Don't Think Twice, It's All Right" ajudou a projectar o álbum do próprio Dylan "The Freewheelin' Bob Dylan", lançado poucos meses antes.
"Leaving On A Jet Plane", escrito pelo amigo do grupo John Denver, tornou-se o seu único sucesso “Top 1” (bem como o seu último êxito “Top 40”) em Dezembro de 1969, e foi o único single, disco de ouro com um milhão de cópias vendidas. "Day Is Done", Êxito número 21 em Junho de 1969, foi o último sucesso “Hot 100” que o trio gravou.
O trio terminou em 1970 e todos seguiram em carreiras solo, com sucesso muito aquém do que eles haviam experimentado como grupo.
Em 1978, eles reuniram-se para um concerto contra a energia nuclear, continuaram a gravar discos juntos e planejaram uma digressão, fazendo cerca de 45 espectáculos por ano, até a morte de Mary Travers em 2009.       
        
"Blowin’ In The Wind”, de Bob Dylan e escrita em 1962.     
         
       
           
How many roads most a man walk down
Before you call him a man ?
How many seas must a white dove sail
Before she sleeps in the sand ?
Yes, how many times must the cannon balls fly
Before they're forever banned ?
The answer my friend is blowin' in the wind
The answer is blowin' in the wind.
Yes, how many years can a mountain exist
Before it's washed to the sea ?
Yes, how many years can some people exist
Before they're allowed to be free ?
Yes, how many times can a man turn his head
Pretending he just doesn't see ?
The answer my friend is blowin' in the wind
The answer is blowin' in the wind.
Yes, how many times must a man look up
Before he can see the sky ?
Yes, how many ears must one man have
Before he can hear people cry ?
Yes, how many deaths will it take till he knows
That too many people have died ?
The answer my friend is blowin' in the wind
The answer is blowin' in the wind.      
        
"Leaving On A Jet Plane”, de John Denver e escrita em 1966. Aqui no 25º. Aniversário do grupo.