Em 14-07-2010. Obrigado.
Ocupado hoje à noite?
O relógio bate as 20 horas. Uma
vizinha, mulher belíssima, “boa” como soy dizer-se, uma autêntica “Brasa”, bate
à porta do vizinho e pergunta:
- “Escuta, cheguei agora, estou com
uma vontade louca de me divertir, de me embebedar, de fod… a noite toda....
Estás ocupado esta noite ?”
- “NÃO !!!”
-“Então, podes ficar com meu
cachorro ?”
Dá a surpresa de ser
Dá a surpresa de ser É alta, de um louro escuro. Faz bem só pensar em ver Seu corpo meio maduro.
Seus seios altos parecem (Se ela estivesse deitada) Dois montinhos que amanhecem Sem ter que haver madrugada.
E a mão do seu braço branco Assenta em palmo espalhado Sobre a saliência do flanco Do seu relevo tapado.
Apetece como um barco. Tem qualquer coisa de gomo. Meu Deus, quando é que eu embarco? Ó fome, quando é que eu como?
10-9-1930 - Poesias. Fernando Pessoa. (Nota explicativa de João Gaspar Simões e Luiz de Montalvor.) Lisboa: Ática, 1942 (15ª ed. 1995) - 123.
sábado, 14 de abril de 2012
sábado, 7 de abril de 2012
Jazz Standards (LVII)
(Dados Biográficos In Wikipédia e In AllMusic.Com - Todos
os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por
Ricardo Santos)
(Sobre o tema em questão, algumas palavras retiradas de
“in
http://www.jazzstandards.com/compositions/index.htm”
- adaptação e tradução por Ricardo Santos)
How High the Moon (#21)
- Música de Morgan Lewis e Letra de Nancy Hamilton
A 8 de Fevereiro de 1940, Alfred Drake e Frances Comstock apresentaram "How High The Moon" durante a revista da Broadway “Two
For The Show”. O
musical seria exibido no “Teatro Booth” em
124 exibições. Um sucesso instantâneo, a gravação Benny Goodman, de
"How High the Moon", com a vocalista
Helen Forrest, entrou nas tabelas de sucesso em poucas semanas depois do espectáculo
ter começado, chegando ao lugar número seis.
Stéphane
Grapelli (Paris, França, 26-01-1908 — Paris,
França 01-12-1997)
– Ao vivo, no Festival de Jazz de Varsóvia decorria o ano de 1991. Stéphane
Grapelli (violino) e McCoy Tyner (piano).
Sarah Vaughan (Newark, EUA,
27-03-1924 — Los Angeles, EUA, 03-04-1990) – do álbum “Live At Mister
Kelly's” de 1957.
Letra
(versão de Sarah Vaughan)
...Ao modo de Ella Fitzgerald !
Lamento,
algumas eventuais falhas nas letras, encontradas na Internet, devido à própria
improvisação dada pelos seus intérpretes, e muitas vezes de difícil
entendimento. (Ricardo Santos)
Manhattan
Transfer (New York, USA, 1969 - 20xx) – ao vivo
em Hauser e Cheryl Bentyne.
Letra
(versão de Manhattan Transfer)
Somewhere there's music
Somewhere there's music
How faint the tune
Somewhere there's heaven
How high the moon
There is no moon above
When love is far away too
Till it comes true
That you love me as I love you
Somewhere there's music
How near, how far
Somewhere there's heaven
It's where you are
The darkest night would shine
If you would come to me soon
Until you will, how still my heart
How high the moon
Louis Armstrong (Nova Orleans, EUA, 04-08-1901 — New York, EUA, 06-07-1971) & Orchestra
– Sydney (Austrália), em 1963. Com Louis Armstrong (trompete), Trummy Young
(trombone), Joe Darensbourg (clarinete), Billy Kyle
(piano), Arvell Shaw, (contrabaixo) e Danny Barcelona (bateria).
Chico Anysio – Humorista / homenagem (II)
(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com -
Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por
Ricardo Santos)
Francisco
Anysio de Oliveira Paula Filho, conhecido como Chico Anysio (Maranguape,
12-04-1931 — Rio de Janeiro, 23-03-2012) - Foi um humorista, actor,
escritor, compositor e pintor brasileiro, notório pelos seus inúmeros “sketches”,
quadros e programas humorísticos na Rede Globo, com a qual tinha contrato. ...
Nazareno
(Chico Anysio) com Monique Evans num programa exibido, em 1984.
Escola
Professor Raimundo - Rolando Lero e quem matou John Lenon ?
5MJZ (XIV) – Joe King Oliver Orchestra
(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com -
Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por
Ricardo Santos; e ainda In Duarte, José, História do Jazz, 2ª. Edição, Editora
Sextante, Novembro de 2009)
Se Luís Villas-Boas é considerado o pai do Jazz em
Portugal, José Duarte é também uma figura proeminente e importante na
divulgação deste género musical no nosso País.
Estamos a passar, com o auxílio do “Youtube”, como é habitual,
algumas das músicas, consideradas obrigatórias pelo José Duarte e constantes
numa edição de três CD’s sobre o programa “Cinco Minutos de Jazz”, começado na
década de 60 (1966), no “Rádio Renascença”, depois na Rádio Comercial e mais
tarde na Antena 1, onde ainda hoje e há mais de 40 anos se divulga o improviso
na rádio do nosso país.
Joe
"King" Oliver (Aben, Louisiana, EUA, 11-05-1885 – 10-04-1938) – Foi um trompetista de
jazz e chefe de banda. Ele ficou particularmente conhecido pelo seu estilo de tocar,
pioneiro na utilização de mudos. Era também um compositor notável, escreveu
músicas ainda hoje, regularmente tocadas, de onde se podem destacar “Dipper
Mouth Blues", "Sweet Like This", "Canal Street Blues",
e "Doctor Jazz". Ele foi o mentor e professor de Louis Armstrong. A sua
influência foi tal que Armstrong afirmou uma vez, "se não fosse por Joe
Oliver, o “Jazz” não seria o que é hoje".
Joseph Oliver nasceu em Aben, Louisiana, perto de
Donaldsonville em Ascension Parish, e mudou-se para Nova Orleans durante a sua
juventude. Oliver tocou trompete nas novas bandas de música e bandas de dança de
Orleans e também no distrito, da cidade da luz vermelha, Storyville. A banda
que co-liderou com o trombonista Kid Ory, considerado o melhor, na década de
1910, em Nova Orleans, alcançou grande
popularidade em Nova Orleans em todas as classes sociais e raciais. De acordo
com uma entrevista na Tulane's Hogan Jazz Archive, a viúva de Oliver, Stella Oliver, em 1919, declarou
que após uma briga num baile onde Oliver estava a tocar, a polícia prendeu-o, à
sua banda, e aos lutadores. Isso fez com que Joe Oliver decide deixar o Jim
Crow do Sul.
Em 1922, depois de digressões na Califórnia, Oliver era
o rei do jazz em Chicago, com King Oliver e sua “Creole Jazz Band” apresentando-se
no “Royal Gardens”, mais tarde rebaptizado com o nome de “Lincoln Gardens”.
Praticamente todos os membros desta banda tiveram carreiras a solo, notáveis. A
formação incluía Joe Oliver (trompete), o seu protegido Louis Armstrong (trompete),
Baby Dodds (bateria), Johnny Dodds (clarinete), Lil Hardin (mais tarde esposa
de Armstrong) no piano, Honoré Dutrey (trombone), e William Manuel Johnson (contrabaixo
e banjo). Gravações feitas por este grupo em 1923 demonstrou a arte séria que
era o estilo “New Orleans”. Improvisação colectiva ou música “Dixieland” para
um público mais amplo.
“St. James Infirmary Blues", do século XVII. É
baseada numa canção popular do século XVIII, tradicional Inglês de origem
anónima, embora às vezes creditado ao compositor Joe Primrose (um pseudónimo
para Irving Mills). Louis Armstrong tornou famosa a sua gravação de 1928.
O Hang (instrumento)
Um obrigado ao meu filho !
(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)
(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)
O Hang foi desenvolvido em 2000 em
Berna, na Suíça por Felix Rohner e Sabina Schärer (PANArt Hangbau AG). Foi
introduzido no “Musikmesse Frankfurt” em 2001. O seu nome vem da palavra originária
de Berna (alemã) que quer dizer “mão”. Os dois hemisférios profundos trefilados
em aço de um “Hang” são endurecidas por um processo conhecido como gás de
nitretação. O lado considerada 'inferior' tem uma abertura (Gu) no centro, que
permite a geração da nota grave através da ressonância de “Helmholtz”. Quando é
tocada de uma maneira amortecida ele pode mudar semelhante a um “talking drum”
(tambor de falar). No topo são sete notas (na versão grave) ou oito notas (na versão
aguda e que não é mais fabricada) dispostas num círculo de tons, em zig-zag desde
o baixo ao alto. Todos estão sintonizados, harmonicamente, (fundamentalmente, com
uma oitava e uma quinta, acima da oitava) em torno de uma nota baixa (Ding) no
centro do círculo de tons. Cada criação é numerada e assinada.
“Improvisação”, Dois “Hangs” e uma Harpa
Celta
Daniel
Waples,
Londres, Novembro de 2010
Festival
de Edimburgo,
29 de Agosto de 2009
Braguilha aberta ! - Interacção Humorística (LXII)
Em 07-07-2010. Obrigado.
Braguilha
aberta !
A secretária percebe que a braguilha do chefe está aberta e, para
não parecer mal-educada, avisa-o de forma subtil:
- Dr. Jorge, o senhor deixou a porta da sua garagem aberta!
Ele fechou-a rapidamente e, apreciando a criatividade da rapariga,
perguntou cheio de malícia:
- Ana, por acaso a menina viu o meu Ferrari vermelho?
- Não, Doutor! Vi apenas um Smart acastanhado, com os dois pneus
traseiros carecas e totalmente em baixo!
Músicas House MD (5ª. Temporada) (XXIII)
(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com -
Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por
Ricardo Santos)
Public Enemy (1982
– 20xx) – É
um grupo americano de “Hip Hop” composto por Chuck D, Flavor Flav, Professor
Griff e seu grupo S1W, DJ Lord (DJ que substituiu Terminator X em 1999) e o director
musical Khari Wynn. A banda formada em Long Island, New York, em 1982, Public
Enemy é conhecida pelas suas letras politicamente carregadas e críticas à
sociedade de consumo e comunicação americanas, com um interesse activo nas frustrações
e preocupações da comunidade Afro-americana.
Public
Enemy – Fight The Power
Dawn Landes (19xx
– 20xx) –
Nascida em Louisville, Kentucky, New York City, ela não criou nenhum nome
artístico, toca com o seu próprio nome. Por vezes, membro do grupo “Hem”, onde
ela empresta a sua voz para harmonias vocais, e toca “glockenspiel”. Ela já
trabalhou, como engenheira de som no “Sound Stratosphere” em New York e no
estúdio privado de Philip Glass. Já dividiu o palco com artistas como Suzanne
Vega, Gonzalez José, Feist, The Weakerthans, Bird Andrew, Midlake, Alexi
Murdoch e muitos outros.
Dawn
Landes – Drive
Anne Louise
Dudek (Boston, 22-03-1975 – 20xx) - É uma actriz norte-americana de origem poloca, mais
conhecida pela sua participação na série “House MD”, no papel da personagem “Amber
Volakis” (Cutthroat Bitch). Também participou de alguns episódios da série “Bones”
como Tess, namorada do agente Booth, e do episódio-piloto de Psych.
Anne
Dudek – Enjoy Yourself
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