Lisboa ainda

Lisboa não tem beijos nem abraços, não tem risos nem esplanadas, não tem passos, nem raparigas nem rapazes de mãos dadas, tem praças cheias de ninguém, ainda tem Sol mas não tem nem gaivota de Amália nem canoa, sem restaurantes, sem bares, nem cinemas, ainda é fado, ainda é poemas, fechada dentro de si mesma ainda é Lisboa, cidade aberta, ainda é Lisboa de Pessoa alegre e triste, e em cada rua deserta, ainda resiste

Manuel Alegre, 20 de Março de 2020


domingo, 11 de agosto de 2013

Nat King Cole – Jazz Singers (XIV)

(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)         
              
Nathaniel Adams Coles (Montegomery, EUA, 17-03-1919 — Santa Monica, EUA, 15-02-1965) – Nat King Cole como ficou conhecido foi um cantor e músico de jazz norte-americano, pai da cantora Natalie Cole. O apelido de "King Cole" veio de uma popular cantiga de roda inglesa conhecida como “Old King Cole”.
A sua voz marcante imortalizou várias canções, como: “Mona Lisa”, “Stardust”, “Unforgettable”, “Nature Boy”, “Christmas Song”, "Quizás, Quizás, Quizás", entre outras, algumas das quais nas línguas espanhola e portuguesa.
As suas músicas românticas tinham um toque especial, com a sua voz e associada ao piano, tornando-o assim um artista de grande sucesso.
A sua, então revolucionária, formação com piano, guitarra e contrabaixo, ao tempo das “Big Bands”, tornou-se popular, como o “trio” de jazz.
Nat King Cole aprendeu a tocar piano na igreja onde o seu pai era pastor. Desde criança que ele esteve ligado à música, tocando junto no coral da mesma igreja. Cole lutou contra o racismo durante toda a sua vida, recusando-se sempre a cantar em plateias com segregação racial.
Por ter um hábito de fumar diariamente três maços de cigarro, o cantor morreu vítima de cancro. Encontra-se sepultado no “Forest Lawn Memorial Park”, Glendale, Los Angeles, Estados Unidos. Um de seus últimos trabalhos foi no filme “Cat Ballou”, onde cantou a balada da personagem título, interpretada por Jane Fonda.
  
Smile, de 1936, letra de John Turner and Geoffrey Parsons e música de Charlie Chaplin.      
            
            
               
When I Fall In Love, de 1952, letra de Edward Heyman e música de Victor Young.           
              
            
                
Unforgettable, de 1951, com letra e música de Irving Gordon.             
                
            
               
I Love You For Sentimental Reasons, de 1945, com letra de Ivory "Deek" Watson e música de William "Pat" Best.             
                

6 comentários:

  1. O homem da voz doce! :)

    Boa noite, Ricardo! :)

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  2. O cantor com um fraseado mais perfeito.
    Não sou que o digo, foi Franck Sinatra.
    Boa semana!!

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  3. E o Frank sabia o que dizia.
    Obrigado pelo comentário

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  4. ADORO o Nat king Cole! Sempre gostei de o ouvir desde os meus mais verdes anos, lá para os idos de 50/60. E a Perfídia? Maravilha!

    Boa escolha, amigo Ricardo!

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  5. Também gosto imenso de ouvir o Nat King Cole !
    Obrigado

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Eu fiz um Pacto com a minha língua, o Português, língua de Camões, de Pessoa e de Saramago.