(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)
Sérgio Godinho (Porto, 31-08-1945) – Sérgio de Barros Godinho mais conhecido por Sérgio Godinho (Porto, 31 de agosto de 1945) é um poeta, compositor, intérprete e, também actor português. Como autor, compositor e cantor, personifica perfeitamente a sua música “O Homem dos Sete Instrumentos”. Multifacetado, representou já em filmes, séries televisivas e peças teatrais. A dramaturgia surge com a assinatura de algumas peças de teatro assumindo-se também como realizador.
Sérgio Godinho nasceu em 1945, no Porto. Com apenas 18 anos de idade parte para o estrangeiro. O seu primeiro destino é a Suíça, onde estuda Psicologia durante dois anos. Mais tarde muda-se para França. Vive o “Maio de 68” na capital francesa. No ano seguinte integra a produção francesa do musical "Hair", onde se mantém por dois anos. Em Paris priva com outros músicos portugueses, como Luís Cília e José Mário Branco. Sérgio Godinho ensaiava então as suas primeiras composições, na altura em francês.
Em 1971 participa no álbum de estreia a solo de José Mário Branco, "Mudam-se os Tempos, Mudam-se as Vontades", como músico e como autor de quatro das letras. Em 1971 faz a sua estreia discográfica com a edição do EP "Romance de Um Dia na Estrada" e do seu primeiro longa-duração, "Os Sobreviventes". Três dias após a sua edição é interditado, depois autorizado, depois novamente interditado. O disco é eleito "Melhor Disco do Ano" e Godinho recebe o prémio da Imprensa para "Melhor Autor do Ano". …
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O Sérgio Godinho marcar-me-á para sempre com a sua música e a sua poesia maravilhosa que não busca palavras difíceis ou rimas forçadas. É de sempre, um dos melhores compositores da MPP. Aqui ficam quatro das suas mais marcantes composições que me fazem feliz, ao ouvi-las !
A Noite Passada, do álbum "Pré-Histórias", de 1972.
Namoro, do álbum “De Pequenino se Torce o Destino", de 1976.
Horas Extraordinárias, do álbum “Coincidências”, de 1983.
Às Vezes o Amor, do álbum “Ligação Directa”, de 2006.