Dá a surpresa de ser
Dá a surpresa de ser É alta, de um louro escuro. Faz bem só pensar em ver Seu corpo meio maduro.
Seus seios altos parecem (Se ela estivesse deitada) Dois montinhos que amanhecem Sem ter que haver madrugada.
E a mão do seu braço branco Assenta em palmo espalhado Sobre a saliência do flanco Do seu relevo tapado.
Apetece como um barco. Tem qualquer coisa de gomo. Meu Deus, quando é que eu embarco? Ó fome, quando é que eu como?
10-9-1930 - Poesias. Fernando Pessoa. (Nota explicativa de João Gaspar Simões e Luiz de Montalvor.) Lisboa: Ática, 1942 (15ª ed. 1995) - 123.
sábado, 10 de setembro de 2011
O ladrão era um gato - Interacção Humorística (XXXI)
Em 06-11-2009. Obrigado.
O ladrão era um gato !
Um polícia do 112 atendeu o telefone e foi anotando o pedido de socorro:
- POR FAVOR, MANDEM ALGUÉM, URGENTE, ENTROU UM GATO AQUI EM CASA…
- POR FAVOR, MANDEM ALGUÉM, URGENTE, ENTROU UM GATO AQUI EM CASA…
- Desculpe, um gato em casa ?
- UM GATO INVADIU A MINHA CASA E ESTÁ A CAMINHAR NA MINHA DIRECÇÃO…
- UM GATO INVADIU A MINHA CASA E ESTÁ A CAMINHAR NA MINHA DIRECÇÃO…
- O quê? Você quer dizer, um ladrão?
- NÃO !!! ESTOU A FALAR DE UM GATO A SÉRIO, DESSES QUE FAZEM MIAU…
- Mas qual é o problema de ter um gato a ir na sua direcção ?!
- ELE VAI-ME MATAR, E VOCÊS SERÃO OS CULPADOS!
- ELE VAI-ME MATAR, E VOCÊS SERÃO OS CULPADOS!
- Desculpe, quem está a falar !?!....
- É O PAPAGAIO !
Músicas House MD (4ª. Temporada) (VIII)
(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)
The Supremes (1959 – 1977) – Foi um bem sucedido grupo feminino que gravava para a editora “Tamla Motown”, activo de 1959 a 1977. Apresentava vários estilos musicais, como “Pop”, “Soul”, “Psicodelia” e “Disco”. Uma das marcas registadas da Motown, “The Supremes” foi talvez, o mais famoso grupo musical negro dos anos 60, conhecida inicialmente como "The Primettes", por volta de 1959. Era uma banda vocal formada por, Barbara Martin, Diana Ross, Florence Ballard e Mary Wilson. Cerca de 20 sucessos, na tabela do “Hot 100” da “Billboard” entre 1964 e 1969, muitos deles escritos e produzidos pelos principais criativos, da “Tamla Motown”, Brian Holland, Lamont Dozier e Edward Holland Jr.. O sucesso das Supremes durante essa época pavimentou o caminho para que futuros artistas de “Soul” e “R&B” conquistassem as plateias dos Estados Unidos e de diversos países.
The Supremes – You Keep Me Hangin' On
Sly and the Family Stone (1967 - 1975) – Foi uma importante e influente banda norte-americana de “Soul” e “Rock & Roll” formada em São Francisco, Califórnia. Activo de 1967 a 1975, o grupo teve um papel primordial no desenvolvimento da musical “Soul”, do “Funk” e do “Psicodelismo”. Liderada pelo cantor, compositor, produtor musical e multi-instrumentista Sylvester "Sly Stone" Stewart e formado por vários membros de sua família e amigos, o grupo foi também importante por ter sido a primeira banda norte-americana a ter uma formação multicultural, dando a negros, brancos, homens e mulheres papéis importantes na sua instrumentação.
Sly and Family Stone – Everyday People
The Beta Band (1996 – 2004) – Foi um grupo musical britânico que recebeu muita boa opinião crítica e muito culto, entre os seguidores do “Underground” e “Experimental Music Scene”. O seu estilo descrito como “Folktronica”, uma mistura de “Folk”, “Electronica”, “Rock and Roll”, “Trip Hop” e “Experimental Jammimg”. Formada em 1996, com os músicos Steve Mason (vocais e guitarra) e Gordon Anderson. Os dois estiveram, inicialmente, para chamar à sua banda “The Pigeons”, mas desistiram da ideia. À medida que criaram as músicas para a sua estreia no seu EP “Champion Versions”, juntou-se-lhes o baterista Robin Jones e o teclista, e DJ, John MacLean. O baixista original Steve Duffield, desistiu antes da gravação de “Champion Versions”.
The Beta Band – Needles In My Eyes
sábado, 3 de setembro de 2011
Jazz Standards (XXX)
O que é um “Jazz Standard” ?
Os termos “standards” ou “jazz standards” são muitas vezes usados quando nos referimos a composições populares ou de músicas de jazz. Uma rápida pesquisa na Internet revela, contudo, que as definições desses termos podem variar em muito.
Então o que é um “standard” ?
Comparando definições de alguns dicionários e de estudiosos de música e baseando-nos naquilo que for comum e que estiver em acordo, será razoável dizer que:
“Standard” (padrão) é uma composição mantida em estima contínua e usada em comum, por vários reportórios.
… e …
Um “Jazz Standard” (padrão de jazz) é uma composição mantida em estima contínua e é usada em comum, como a base de orquestrações/arranjos de jazz e improvisações.
Algumas vezes, o termo “jazz standard” é usado para sugerir que determinada composição se torna um “standard”. Palavras e frases têm muitas vezes múltiplos significados e esta não é excepção. Neste sítio http://www.jazzstandards.com/ nós vamos usar a definição que tem maior aceitação geral, uma que aceita composições seja qual for a sua origem.
(Dados Biográficos In Wikipédia e In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)
(Sobre o tema em questão, algumas palavras retiradas de “in
http://www.jazzstandards.com/compositions/index.htm” - adaptação e tradução por Ricardo Santos)
You Don’t Know What Love Is (#53) – Letra e Música de Gene De Paul e Don Raye
“You Don’t Know What Love Is” e “I’ll Remember April” eram, notavelmente, dois dos sucessos de topo, dos “Jazz Standards”, que foram ambas escritas para os filmes com Bud Abbot e Lou Costello, por Gene De Paul e Don Raye, e publicadas em 1941. A actriz Carol Bruce cantou “You Don’t Know What Love Is” para o filme da Universal de 1941 “Keep ‘Em Flying”, no qual se estrearam também, Dick Foran e Martha Raye. “I’ll Remember April” foi cantado pela primeira vez por Dick Foran, no filme “Ride ‘Em Cowboy”, de 1942.
“You Don’t Know What Love Is” foi retirado antes de “Keep ‘Em Flying” ter sido estreado, mas cantado por Carol Bruce, um pouco mais tarde, no filme de 1942 “Behind The Eight Ball”.
Björk Guðmundsdóttir (Reykjavik, Islândia, 21-11-1965 – 20xx) – Reykjavik (Finlândia) em 1990.
Chet Baker (Yale, Oklahoma, 23-12-1929 – Amsterdão, 13-05-1988) – Do album "Balads for Two" de Chet Baker (trompete) e Wolfgang Lackerschmidt (vibrafone) de 1979, grvado em Estugarda (Alemanha).
Björk Guðmundsdóttir (Reykjavik, Islândia, 21-11-1965 – 20xx) – Reykjavik (Finlândia) em 1990.
Chet Baker (Yale, Oklahoma, 23-12-1929 – Amsterdão, 13-05-1988) – Do album "Balads for Two" de Chet Baker (trompete) e Wolfgang Lackerschmidt (vibrafone) de 1979, grvado em Estugarda (Alemanha).
Billie Holiday (Filadélfia, 07-04-1915 — New York, 17-07-1959) – Do álbum “Lady In Satin” de 1958.
Cassandra Wilson (Jackson, Mississippi, 04-12-1955 - 20xx)
Letra (versão para as três versões cantadas)
You don't know what love is
Until you’ve learned the meaning of the blues
Until you’ve loved a love you've had to lose
You don't know what love is
You don't know how lips hurt
Until you've kissed and had to pay the cost
Until you've flipped your heart and you have lost
You don't know what love is
Do you know how a lost heart fears
The thought of reminiscing
The thought of reminiscing
And how lips that taste of tears
Lose their taste for kissing
You don't know how hearts burn
For love that cannot live yet never dies
Until you've faced each dawn with sleepless eyes
You don't know what love is
You don't know how hearts burn
For love that cannot live yet never dies
Until you've faced each dawn with sleepless eyes
You don't know what love is
Lamento, algumas eventuais falhas nas letras, encontradas na Internet, devido à própria improvisação dada pelos seus intérpretes, e muitas vezes de difícil entendimento. (Ricardo Santos)
Lamento, algumas eventuais falhas nas letras, encontradas na Internet, devido à própria improvisação dada pelos seus intérpretes, e muitas vezes de difícil entendimento. (Ricardo Santos)
Palavras começadas por F - Interacção Humorística (XXX)
Em 04-11-2009. Obrigado.
Palavras começadas por F
Um homem chega ao restaurante, senta-se e, acenando com o braço, diz:
- Faz favor: frango frito, favas, farinheira...
- Acompanhado com quê?
- Feijão.
- Deseja beber alguma coisa?
- Fanta fresca.
- Um pãozinho antes da refeição?
- Fatias fininhas.
O empregado anota o pedido, já meio intrigado: "o tipo fala tudo com F's!"
Depois do homem terminar a refeição, o empregado pergunta-lhe:
- Vai querer sobremesa?
- Fruta.
- Tem alguma preferência?
- Figos.
Depois da sobremesa, o empregado:
- Deseja um café?
- Forte. Fervendo.
Quando o cliente termina o café:
- Então, como estava o cafézinho?
- Frio, fraco. Faltou filtrar formiguinha flutuando.
Aí o empregado pensa: "Vamos ver até aonde é que ele vai".
- Como é que o senhor se chama?
- Fernando Fagundes Faria Filho.
- De onde vem?
- Fafe.
- Trabalha?
- Fui ferreiro.
- Deixou o emprego?
- Fui forçado.
- Por quê?
- Faltou ferro.
- E o que é que fazia?
- Ferrolhos, ferraduras, facas... ferragens.
- Tem um clube favorito?
- Fui Famalicense.
- E deixou de ser porquê?
- Futebol feio farta.
- Qual é o seu clube, agora?
- Feirense.
- O senhor é casado?
- Fui.
- E sua esposa?
- Faleceu.
- De quê?
- Foram furúnculos, frieiras... ficou fraquinha... finou-se.
O empregado de mesa perde a calma:
- Olhe! Se você disser mais 10 palavras começadas com a letra F... não paga a conta. Pronto!
- Formidável, fantástico. Foi fácil ficar freguês falando frases fixes.
O homem levanta-se e dirige-se para a saída, enquanto o empregado ainda
lança:
- Espere aí! Ainda falta uma!
O homem responde, sem se virar:
- Faltava.
- Faz favor: frango frito, favas, farinheira...
- Acompanhado com quê?
- Feijão.
- Deseja beber alguma coisa?
- Fanta fresca.
- Um pãozinho antes da refeição?
- Fatias fininhas.
O empregado anota o pedido, já meio intrigado: "o tipo fala tudo com F's!"
Depois do homem terminar a refeição, o empregado pergunta-lhe:
- Vai querer sobremesa?
- Fruta.
- Tem alguma preferência?
- Figos.
Depois da sobremesa, o empregado:
- Deseja um café?
- Forte. Fervendo.
Quando o cliente termina o café:
- Então, como estava o cafézinho?
- Frio, fraco. Faltou filtrar formiguinha flutuando.
Aí o empregado pensa: "Vamos ver até aonde é que ele vai".
- Como é que o senhor se chama?
- Fernando Fagundes Faria Filho.
- De onde vem?
- Fafe.
- Trabalha?
- Fui ferreiro.
- Deixou o emprego?
- Fui forçado.
- Por quê?
- Faltou ferro.
- E o que é que fazia?
- Ferrolhos, ferraduras, facas... ferragens.
- Tem um clube favorito?
- Fui Famalicense.
- E deixou de ser porquê?
- Futebol feio farta.
- Qual é o seu clube, agora?
- Feirense.
- O senhor é casado?
- Fui.
- E sua esposa?
- Faleceu.
- De quê?
- Foram furúnculos, frieiras... ficou fraquinha... finou-se.
O empregado de mesa perde a calma:
- Olhe! Se você disser mais 10 palavras começadas com a letra F... não paga a conta. Pronto!
- Formidável, fantástico. Foi fácil ficar freguês falando frases fixes.
O homem levanta-se e dirige-se para a saída, enquanto o empregado ainda
lança:
- Espere aí! Ainda falta uma!
O homem responde, sem se virar:
- Faltava.
Stay in Queue – Ficar na fila
As figuras que nós fazemos nas filas das instituições. Uma animação de Ferdinand Lutz.
Subscrever:
Mensagens (Atom)