Teus olhos contas escuras, são duas Avé Marias, dum rosário d’amarguras, que eu rezo todos os dias. - Fernando Pessoa

quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

Billboard Top 100 - Lugar n.º 92 – Carly Simon / You’re So Vain

Esta rúbrica trará algumas das 100 melhores músicas consideradas pela “Billboard” (https://www.billboard.com/).

Virão somente aqui aquelas que gosto. Não gosto de “Rap” ou “Hip-Hop”, por isso, as que aqui, do género, aparecerem, é porque gostei de ouvir. Também alguma música, como disse o Salvador Sobral “de plástico”, com “batucada” irritante (para mim, claro !!!), não a mostrarei.
No entanto, deixarei os links do Youtube para quem quiser ouvir as que não colocar aqui, com indicação do Lugar n.º / Intérprete / Composição / Link.



93 - Wild Cherry - Play That Funky Music - https://www.youtube.com/watch?v=BHcYFxU4fMo

Meus caros amigos e leitores, voltarei a publicar no dia 6 de Fevereiro  !!! Obrigado

segunda-feira, 28 de janeiro de 2019

Charada 7.ª Arte – António Cunha Telles

Realizador António Cunha Telles

Charada com comentários NÃO moderados. Por favor, não coloquem aqui a solução, enviem-na para o meu email: ricardosantos1953@gmail.com

O que têm de fazer:

Em baixo, descobrirem e dizerem-me (mail), ambos os nomes da actriz e do actor e em que filme (pelo menos um!) no qual tenham participado. 8O Não é obrigatório que tenham participado no mesmo filme.

Ajudas: O número de letras do nome a encontrar, e uma foto um pouco alterada.

Somente aceitarei os nomes correctos com as fotos.

Têm 48 horas para "matar a charada" e três palpites por actriz e outros três por actor.

Dia 6, pelas 20:00 publicarei as soluções, bem como os seus participantes.


Actriz, duas palavras (11 letras):
_ _ _ _ _    _ _ _ _ _ _









Actor, três palavras (18 letras):
_ _ _ _   _ _ _ _ _ _  _ _ _ _ _ _ _ _








Obrigado

Meus caros amigos e leitores aqui fica a charada referente ao realizador António Cunha Telles. Os resultados somente serão publicados no dia 6 de Fevereiro !!! Obrigado

sábado, 26 de janeiro de 2019

7.ª Arte - António Cunha Telles

Breves palavras sobre o que é para mim, o Cinema.

Durante os anos da minha juventude houve algo que me despertou o interesse e fez com que a minha ligação com os audiovisuais se tornasse, desde então, preponderante na minha vida. Esse algo foi o Cinema. A chamada 7.ª arte (arte da imagem) que quando dado o nome e na minha modesta opinião, ela reflectia somente a realidade do cinema mudo, por isso “arte da imagem”. Posteriormente a 7.ª arte tornou-se em algo muito mais complexo. A obra/filme tornou-se num conjunto de várias e ricas variáveis: a imagem, o texto, a cenografia, o som, o guarda-roupa, a interpretação, etc.. Tudo isso conglomerado e orientado de alguma maneira, por uma pessoa na arte de dirigir, o realizador.

Um bom filme, é como uma boa música ou um bom livro, é algo que deve ser visto mais que uma vez, para que nos apercebamos de coisas que numa só, é impossível. Um amante de cinema vê um filme duas, três vezes, para que nele possa visualizar todas essas variáveis de que falei anteriormente.

Vão passar por aqui alguns realizadores que fizeram e fazem parte do meu imaginário de cinéfilo. Nessa época, quando frequentei as salas de cinema em Lisboa, as filmografias de eleição eram: a italiana, a francesa, a alemã, a sueca, a espanhola, a nipónica, a americana. Mas passarão também, e obviamente, realizadores brasileiros e portugueses

Esta nova publicação intitulada 7.ª Arte, será muito de uma pequena mostra do que se via cinematograficamente em Lisboa, nos finais da década de 60 e 70, mas não só, porque teremos filmes muito mais actuais !!!
Tal qual, como todos vós, me reconhecem como um melómano amador, eu também sou um cinéfilo amador. O que vou trazer aqui foram/são obras que gostei/gosto e vi/revejo, e as minhas escolhas são apenas opiniões e gostos, livres de qualquer pretensiosismo !!!

No nome do realizador (se estrangeiro) e na maioria dos títulos dos filmes existem “links” para a Wikipedia (versão inglesa), por ser a plataforma mais abrangente e mais completa. Se pretenderem, na coluna esquerda dessas mesmas páginas, em baixo, tem normalmente, a escolha da tradução para a língua portuguesa.

(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In Imdb - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

Do cinema português trago-vos António Cunha Telles (26-02-1935), realizador. Com 8 películas realizadas e 44 produzidas. Dele escolhi 3 filmes que vi.

(1970) O Cerco


(1974) Meus Amigos


(2004) Kiss Me


Entrevista com António da Cunha Telles

quinta-feira, 24 de janeiro de 2019

Jazz Standards (178)

(Dados Biográficos In Wikipédia e In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

(Sobre o tema em questão, algumas palavras retiradas de “in
http://www.jazzstandards.com/compositions/index.htm” - adaptação e tradução por Ricardo Santos)

Basin Street Blues (#182) - Música e Letra de Spencer Williams

Louis Armstrong apresentou esta composição em 1928. Embora nesse ano não tenha atingido as tabelas dos mais vendidos, uma versão de 1938 conseguiu finalmente as tabelas:

The Charleston Chasers (com Benny Goodman a dirigir, 1931, Jack Teagarden, vocal, N.º 14)
Benny Goodman e a sua orquestra (1934, N.º 14)
Bing Crosby e Connee Boswell (1937, vocal, N.º 12)
Louis Armstrong e “His Hot Five” (1938, vocal, N.º 20)

Pianista e compositor Spencer Williams entitulou esta canção com o nome da rua onde em mais novo tinha vivido com a sua tia. Mas a casa onde ele vivera não era uma casa normal, era “Mahogany Hall”, provavelmente o mais famoso bordel de Storyville, New Orleans, distrito “red light”. E a tia de Spencer era a conhecida Madam Lulu White.

Louis Armstrong (New Orleans, EUA, 04-08-1901 — New York, EUA, 06-07-1971) – Da “Bell Telephone Hour” em 2 de  Fevereiro de 1964. Com Louis Armstrong (trompete e voz), Russel Moore "Big Chief" (trombone), Joe Darensbourg (clarinete), Billy Kyle (piano), Arvell Shaw (contrabaixo) e Danny Barcelona (bateria).


Ray Charles (Albany, Geórgia, EUA, 23-09-1930 - Beverly Hills, Califórnia, EUA, 10-06-2004) – do album “Genius Hits the Road” de 1960.


Patti Page (Claremore, Oklahoma, EUA, 08-11-1927 - Encinitas, Califórnia, EUA, 01-01-2013)


Ella Fitzgerald (Newport News, EUA, 25-04-1917 — Beverly Hills, EUA, 15-06-1996)


Letra

Won't you come along with me
To the Mississippi?
We'll take a boat to the land of dreams
Steam down the river, down to New Orleans
The band's there to meet us
Old friends, there to greet us
Where all the proud and elite folks meet
Heaven on earth, they call it Basin Street
Basin Street is the street
Where the best folks always meet
In New Orleans, land of dreams
You'll never know how nice it seems
Or just how much it really means
Glad to be, oh yes-siree
Where welcome's free and dear to me
Where I can lose, lose my Basin Street blues
Basin Street, oh, Basin Street
Is the street, mama
New Orleans, land of dreams

Lamento, algumas eventuais falhas nas letras, encontradas na Internet, devido à própria improvisação dada pelos seus intérpretes, e muitas vezes de difícil entendimento. (Ricardo Santos).

quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

Raúl Solnado (10)

(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

O grande Raúl Solnado. Embora nunca o tenha conhecido pessoalmente, foi alguém porque quem sempre nutri muita carinho e admiração. Acompanhei a sua carreira de humorista e vi-o algumas vezes no Teatro. Recordo as duas vezes que me lembro melhor. A peça “O Vison Voador” (1969) no desaparecido Teatro Laura Alves, e uma revista, no também desaparecido, Teatro Monumental, chamada “Prá Frente Lisboa”. Lembro-me de uma música que se chamava “Malmequer”, que fez um sucesso estrondoso na época. Também na RTP o segui. Destaco o grande “Zip Zip” (1969) com o Fialho Gouveia e o Carlos Cruz, e o excelente concurso “A Visita da Cornélia” (1977).

Raúl Solnado (19-10-1929 – 08-08-2009) – É um actor, humorista português e apresentador de televisão. Foi galardoado com a Ordem do Infante D. Henrique (OIH)

O Homem do Emblema (Zip Zip)

terça-feira, 22 de janeiro de 2019

O Livrinho Vermelho do Galo de Barcelos (7)


O Livrinho Vermelho do Galo de Barcelos / Ex-citações de Mau de Zé y Chunga:
2ª. edição. Colaboração dos Anarkas (e não só...) deste País;
Fotos de: José Teixeira, Avelãs Coelho, Lourenço Pereira e José Teixeira;
Capa de: Acácio Campos.
Digitalizações gentilmente cedidas pela Afrodite.

Notas introdutórias:



Hoje:



domingo, 20 de janeiro de 2019

Simone de Oliveira – Nascidos Aqui (17)

(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

Simone de Oliveira (11-02-1938) – A Simone lembro-me bem, deveria ter pouco mais de 12 anos quando ouvi o “Sol de Inverno”. O meu Pai dizia e com propriedade que era uma das melhores cançonetistas da música portugesa. E era !... Tinha uma voz espectacular e uma grande capacidade interpretativa. Infelizmente, mais tarde, perdeu a voz, mas não perdeu a sua qualidade de grande artista e intérprete.

Sol de Inverno (1965), de Carlos Nóbrega e Sousa, e Jerónimo Bragança


No Teu Poema (????) de José Luís Tinoco


Desfolhada (1969), de Nuno Nazareth Fernandes e José Carlos Ary dos Santos


Sete Letras (1980), de Nuno Nazareth Fernandes e José Carlos Ary dos Santos

sábado, 19 de janeiro de 2019

Raúl Solnado (9)

(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

O grande Raúl Solnado. Embora nunca o tenha conhecido pessoalmente, foi alguém porque quem sempre nutri muita carinho e admiração. Acompanhei a sua carreira de humorista e vi-o algumas vezes no Teatro. Recordo as duas vezes que me lembro melhor. A peça “O Vison Voador” (1969) no desaparecido Teatro Laura Alves, e uma revista, no também desaparecido, Teatro Monumental, chamada “Prá Frente Lisboa”. Lembro-me de uma música que se chamava “Malmequer”, que fez um sucesso estrondoso na época. Também na RTP o segui. Destaco o grande “Zip Zip” (1969) com o Fialho Gouveia e o Carlos Cruz, e o excelente concurso “A Visita da Cornélia” (1977).

Raúl Solnado (19-10-1929 – 08-08-2009) – É um actor, humorista português e apresentador de televisão. Foi galardoado com a Ordem do Infante D. Henrique (OIH)

Cirurgia Plástica