Teus olhos contas escuras, são duas Avé Marias, dum rosário d’amarguras, que eu rezo todos os dias. - Fernando Pessoa

sábado, 30 de janeiro de 2016

Inesquecíveis (VIII)

(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos) e (http://memoriaglobo.globo.com/ da TV Globo)

Novela:          Vereda Tropical                              
Ano:               1984
Tema:             Silvana         
Intérprete/s:   Zizi Possi (28-03-1956)                            
Autor/es:        Ivan Lins / Victor Martins



Novela:          O Astro                     
Ano:               1977  
Tema:             Bijuterias      
Intérprete/s:   João Bosco (13-07-1946)                         
Autor/es:        João Bosco


quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Estou ?! Posso pedir um disco ? (XVII)

O pedido de hoje é da bloguer Manuela, do Blogue “Existe Um Olhar”, um espaço na plataforma portuguesa “Sapo” muito agradável à vista e não só. Uma publicação não periódica, de uma fotografia, acompanhada com palavras suas ou não. Muitas vezes com uma poesia a ilustrar a foto.
A autora deixou-nos uma mensagem do que o levou a escolher esta música:

Porque a minha vida é feita de boas e menos boas memórias achei que este tema se adaptava a tudo o que já vivi, vi e experienciei.

Ray Charles (23-09-1913 – 01-06-2004) e Mary Ann Fisher (1923 – 2004)


Andy Williams (03-12-1927 – 25-09-2012)


Alguma história sobre os discos, antigo suporte magnético que, actualmente, continua a ter imensos adeptos, dado que está cientificamente provado que a qualidade sonora do vinil é superior à do CD, dizem !

Os 78 rpm (rotações por minuto) eram os antigos discos, de goma-laca, que tocaram durante alguns anos nos gramofones dos nossos avós.

Os 33 rpm (rotações por minuto) eram os antigos “LP” (Long Play) de vinil que tocavam nos nossos antigos gira-discos.
Os 45 rpm (rotações por minuto) era os “singles” ou “EP” (Extended Play), também em vinil. Ambos fizeram a delícia das gerações de 60 e 70.

Esta nova publicação viverá, exclusivamente, dos vossos pedidos por “mail” para o meu “email” ricardosantos1953@gmail.com, da música que pretendem ouvir e umas breves palavras sobre o porquê que ela vos foi/é querida.

Peçam uma de cada vez e de vez em quando. Podem começar a enviá-los já hoje. Os pedidos serão atendidos por ordem de chegada dos “mails”.

Serão apresentados dois vídeos, do Youtube. Um será com a escolha de quem me enviou o “mail” e o outro uma escolha minha. Também darei algumas indicações adicionais sobre a composição, compositor e intérprete. Isto caso a música exista e haja informação adicional sobre ela.

domingo, 24 de janeiro de 2016

Estou ?! Posso pedir um disco ? (XVI)

O pedido de hoje é do bloguer Lis, do Blogue “Simplesmentelis”. Um blogue com cores vivas e às vezes a preto e branco, das excelentes fotos que a Lis nos presenteia, da sua realidade brasileira, desse País maravilhoso que é o Brasil.
Deixou uma mensagem do que o levou a escolher esta música:

A minha escolha não poderia deixar de ser Chico Buarque _ e "Olhos nos Olhos' venceu as muitas que gosto e me reportam a sentimentos de perda de  amores que passaram, foram especiais e 'muitas lágrimas rolaram', certamente.
E a alma do Chico é feminina - escreve melhor do que canta lindamente. E minha alma romântica combina com a dele.



Maria Bethânia (18-06-1946)


Alguma história sobre os discos, antigo suporte magnético que, actualmente, continua a ter imensos adeptos, dado que está cientificamente provado que a qualidade sonora do vinil é superior à do CD, dizem !

Os 78 rpm (rotações por minuto) eram os antigos discos, de goma-laca, que tocaram durante alguns anos nos gramofones dos nossos avós.

Os 33 rpm (rotações por minuto) eram os antigos “LP” (Long Play) de vinil que tocavam nos nossos antigos gira-discos.
Os 45 rpm (rotações por minuto) era os “singles” ou “EP” (Extended Play), também em vinil. Ambos fizeram a delícia das gerações de 60 e 70.

Esta nova publicação viverá, exclusivamente, dos vossos pedidos por “mail” para o meu “email” ricardosantos1953@gmail.com, da música que pretendem ouvir e umas breves palavras sobre o porquê que ela vos foi/é querida.

Peçam uma de cada vez e de vez em quando. Podem começar a enviá-los já hoje. Os pedidos serão atendidos por ordem de chegada dos “mails”.

Serão apresentados dois vídeos, do Youtube. Um será com a escolha de quem me enviou o “mail” e o outro uma escolha minha. Também darei algumas indicações adicionais sobre a composição, compositor e intérprete. Isto caso a música exista e haja informação adicional sobre ela.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Jazz Standards (CXLVIII)

(Dados Biográficos In Wikipédia e In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

(Sobre o tema em questão, algumas palavras retiradas de “in
http://www.jazzstandards.com/compositions/index.htm” - adaptação e tradução por Ricardo Santos)

I Let a Song Go Out of My Heart (#152) - Música de Duke Ellington e Letra de Irving Mills, Henry Nemo e John Redmond.

Em 1938, a composição de Duke Ellington, foi a sua terceira e última gravação a ser o número um nas tabelas de vendas, ficando lá por dezanove semanas, o tempo mais longo em tabelas, para uma de suas gravações.
Várias outras interpretações feitas as cartas nesse mesmo ano:

Duke Ellington e a sua orquestra (1938, Nº. 1)
Benny Goodman e a sua orquestra (1938, Martha Tilton, vocal, Nº. 1)
Connee Boswell (1938, vocal, Nº. 5)
Mildred Bailey (1938, vocal, Nº. 8)
Hot Lips Page e a sua orquestra (1938, Nº. 9)

O livro “Duke Ellington Reader”, editado por Mark Tucker, é tesouro de informações sobre Ellington, congregados a partir de uma variedade de fontes. Uma transcrição de uma entrevista de 1962, realizada pela emissora canadiana, Jack Cullen revela o âmbito e o propósito, de muitas das composições de Duke. "I Let a Song Go Out Of My Heart" foi escrita durante uma das viagens, de digressão, por estrada da banda de Ellington, quando a banda se foi hospedar num hotel em Memphis.

Thelonious Monk (Rocky Mount, EUA, 10-10-1917 — Weehawken, New Jersey, EUA, 17-02-1982) - Thelonious Monk (piano), Oscar Pettiford, (contrabaixo) e Kenny Clarke (bateria), gravado nos estúdios “Rudy Van Gelder”, Hackensack, New Jersey, a 21 e 27 de Julho de 1955.


Sarah Vaughan (Newark, EUA, 27-03-1924 — Los Angeles, EUA, 03-04-1990) – Extraído de um programa de televisão de 1981, num tributo a Duke Ellington, que teve lugar no Kennedy Center, em Washington DC. A orquestra de Jazz “pesos-pesados” foi conduzida por Billy Taylor, que também tocou o piano, aqui nesta composição.


Duke Ellington (Washington, EUA, 29-04-1899 — New York, EUA, 24-05-1974)


Joe Pass (New Brunswick, New Jersey, EUA, 13-01-1929 – Los Angeles, California, EUA, 23-05-1994) - Joe Pass (guitarra), Ray Brown (contrabaixo) e Bobby Durham (bateria). Gravado em Los Angeles, a 21 de Junho de 1974, para a etiqueta Pablo.


Letra

I let a song go out of my heart
It was the sweetest melody
I know I've lost Heaven
'Cause you were the song
Since you and I have drifted apart
Life doesn't mean a thing to me
Please come back, sweet music
I know I was wrong
Am I too late to make amends?
You know that we were
Meant to be more
Than just friends, just friends
I let a song go out of my heart
Believe me, darlin', when I say
I won't know sweet music
Until you return some day
Am I too late to make amends?
You know that we were
Meant to be more
Than just friends, just friends
I let a song go out of my heart
Believe me, darlin', when I say
I won't know sweet music
Until you return someday
I won't know sweet music
Until you return someday

Lamento, algumas eventuais falhas nas letras, encontradas na Internet, devido à própria improvisação dada pelos seus intérpretes, e muitas vezes de difícil entendimento. (Ricardo Santos).

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Estou ?! Posso pedir um disco ? (XV)

O pedido de hoje é do bloguer Luísa, do Blogue “À Esquina da Tecla” que deixou uma mensagem do que o levou a escolher esta música:

Gosto de quase todos os temas do Paul Simon e do Art Garfunkel.  Nos anos 80 comprei o duplo LP com o concerto de Central Park. Porém já não tenho gira-discos. Mas tenho também a versão em CD (oferta da minha filha).
São temas que me fazem recordar os bons tempos da juventude mas que são absolutamente intemporais e que não me canso de ouvir.

Paul Simon (31-10-1941) e Art Garfunkel (05-11-1941)

Simon and Garfunkel (1959 – 1970, embora, posteriormente, se tenham reunido algumas vezes !)


John Legend (28-12-1978)


Alguma história sobre os discos, antigo suporte magnético que, actualmente, continua a ter imensos adeptos, dado que está cientificamente provado que a qualidade sonora do vinil é superior à do CD, dizem !

Os 78 rpm (rotações por minuto) eram os antigos discos, de goma-laca, que tocaram durante alguns anos nos gramofones dos nossos avós.

Os 33 rpm (rotações por minuto) eram os antigos “LP” (Long Play) de vinil que tocavam nos nossos antigos gira-discos.
Os 45 rpm (rotações por minuto) era os “singles” ou “EP” (Extended Play), também em vinil. Ambos fizeram a delícia das gerações de 60 e 70.

Esta nova publicação viverá, exclusivamente, dos vossos pedidos por “mail” para o meu “email” ricardosantos1953@gmail.com, da música que pretendem ouvir e umas breves palavras sobre o porquê que ela vos foi/é querida.

Peçam uma de cada vez e de vez em quando. Podem começar a enviá-los já hoje. Os pedidos serão atendidos por ordem de chegada dos “mails”.

Serão apresentados dois vídeos, do Youtube. Um será com a escolha de quem me enviou o “mail” e o outro uma escolha minha. Também darei algumas indicações adicionais sobre a composição, compositor e intérprete. Isto caso a música exista e haja informação adicional sobre ela.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Estou ?! Posso pedir um disco ? (XIV)

O pedido de hoje é do bloguer M. (Madalena), do Blogue “Panificadora Ribeiro”, um blogue que desperta o nosso apetite, em qualquer altura do dia ou da noite, para as mais diversas iguarias, por ela confeccionadas. Este blogue que visito com alguma frequência, é um perdição para qualquer gastrónomo.
Deixou uma mensagem do que o levou a escolher esta música:

Existe aqui nesta música um elemento que me toca fundo, a guitarra acústica.

Led Zeppelin (1968 – anos 80, embora, posteriormente, tenham reunido algumas vezes)


Alguma história sobre os discos, antigo suporte magnético que, actualmente, continua a ter imensos adeptos, dado que está cientificamente provado que a qualidade sonora do vinil é superior à do CD, dizem !

Os 78 rpm (rotações por minuto) eram os antigos discos, de goma-laca, que tocaram durante alguns anos nos gramofones dos nossos avós.

Os 33 rpm (rotações por minuto) eram os antigos “LP” (Long Play) de vinil que tocavam nos nossos antigos gira-discos.
Os 45 rpm (rotações por minuto) era os “singles” ou “EP” (Extended Play), também em vinil. Ambos fizeram a delícia das gerações de 60 e 70.

Esta nova publicação viverá, exclusivamente, dos vossos pedidos por “mail” para o meu “email” ricardosantos1953@gmail.com, da música que pretendem ouvir e umas breves palavras sobre o porquê que ela vos foi/é querida.

Peçam uma de cada vez e de vez em quando. Podem começar a enviá-los já hoje. Os pedidos serão atendidos por ordem de chegada dos “mails”.

Serão apresentados dois vídeos, do Youtube. Um será com a escolha de quem me enviou o “mail” e o outro uma escolha minha. Também darei algumas indicações adicionais sobre a composição, compositor e intérprete. Isto caso a música exista e haja informação adicional sobre ela.