A paixão nua e cega dos estios, Atravessou a minha vida como rios

Sophia de Mello Breyner Andresen, A Paixão Nua, in “O Nome das Coisas”.

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Vencedores Desafio de 26 de Fevereiro

Primeiro que tudo peço desculpa houve uma publicação programada que saíu antes do dia. Hoje era o dia de publicar os resultados do primeiro desafio (26-02-2016). 

Aqui ficam os resultados:


Obrigado a todos os que participaram. Vencedores somente a Janita que 3ª. tentativa  foi de vez. Parabéns !
Podem comentar aqui ou no "post" do próprio desafio. 

Amanhã sim, o "SIC Abandonados será publicado pelas 20:00.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Estou ?! Posso pedir um disco ? (XIX)

De quem é esta escolha musical ?
Começa hoje e têm 3 dias para descobrir e 3 hipóteses de escolha. Mandem-me por “mail” quem pensam que é e eu irei respondendo.
Dia 29 divulgarei, em comentário, nesta mesma publicação, e para Todos, os vencedores !

A/O Bloguer deixou uma mensagem do que o levou a escolher esta música:

Olá Ricardo,
Adoro esta música, é uma descoberta recente mas a letra vai directa ao coração.

Proclaimers (1983)


terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Inesquecíveis (IX)

(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos) e (http://memoriaglobo.globo.com/ da TV Globo)

Novela:          Roque Santeiro                             
Ano:               1985  
Tema:             Dona 
Intérprete/s:   Roupa Nova (1980)                                  
Autor/es:        Sá e Guarabyra



Novela:          Tieta do Agreste                             
Ano:               1989  
Tema:             Toucan's Dance     
Intérprete/s:   Sérgio Mendes (11-02-1941)                              
Autor/es:        Sérgio Mendes

sábado, 20 de fevereiro de 2016

Tierney Sutton – Jazz Singers (XXXVIII)

(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

Tierney Sutton (28-06-1963 – 20xx) – É uma cantora de jazz norte-americana. Cinco vezes indicada para o prémio Grammy do "Best Jazz Vocal Album". Ela foi “Jazzweek Vocalist of the Year” em 2005.
Sutton nasceu em Omaha, Nebraska, e formou-se na Universidade de Wesleyan, em Middletown, Connecticut e no “Berklee College of Music” em Boston, Massachusetts. Antes de ir para a Universidade de Wesleyan, Tierney Sutton frequentou a “Nicolet High School”, na área metropolitana de Milwaukee.
Nos últimos 20 anos, Sutton tem tocado com no seu grupo “Tierney Sutton Band” com Christian Jacob (piano), Trey Henry e Kevin Axt, ambos em baixo, e Ray Brinker (bateria). A banda é um todo e decidem não só o que tocam, mas também toda a parte de negócios.
Eles têm feito digressões pelo Mundo inteiro e foram notícia, nos últimos anos, pelos seus espectáculos, no “Carnegie Hall”, no “Hollywood Bowl” e no “Jazz at Lincoln Center”.
Durante 11 anos, Tierney ensinou no Departamento de Estudos de Jazz da Universidade do Sul da Califórnia.
Em 2008, ela tornou-se o Presidente do Departamento Vocal na “Los Angeles Music Academy”, em Pasadena, Califórnia.

April in Paris


In The Wee Small Hours


Cheek to cheek


Something Cool

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Vida depois da morte - Interacção Humorística (CXLIX)

Em 06-02-2012. Obrigado.

Vida depois da morte

O Chefe para o empregado: Acreditas na vida depois da morte?

O Empregado: Claro que não! Não existem provas disso, respondeu.

O Chefe: Pois, mas agora existem. Ontem, depois de teres dito que ias ao funeral do teu tio e após teres saído mais cedo por causa disso, ele veio aqui à tua procura!...

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Jazz Standards (CXLIX)

(Dados Biográficos In Wikipédia e In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

(Sobre o tema em questão, algumas palavras retiradas de “in
http://www.jazzstandards.com/compositions/index.htm” - adaptação e tradução por Ricardo Santos)

Lullaby of Birdland (#153) - Música de George Shearing e Letra de George Weiss

“Birdland” foi um famoso clube de jazz em New York localizado no número 1678 da Broadway, na rua 44. Ele tinha sido anteriormente o “Clique Club”, onde o pianista George Shearing, compositor de "Lullaby of Birdland", tocou pela primeira vez em 1949, com o clarinetista Buddy de Franco. Mais tarde, nesse mesmo ano, o proprietário Morris Levy renomeou o clube de “Birdland”,  em honra de Charlie "Bird" Parker (saxofonista).
Na sua autobiografia, “Lullaby of Birdland: The Autobiography Of George Shearing”, Shearing diz que não havia nada de especial sobre o pequeno clube que levava no máximo de 175 pessoas “bem comprimidas”. O clube tornou-se famoso por causa das transmissões de rádio ao vivo que lá se fizeram. Em 1952, Levy decidiu na estação WJZ, em New York, transmitir um programa estilo “disco-jockey” de lá, e perguntou a Shearing para gravar uma música tema para o programa. Mas Shearing não gostava da música que Levy lhe deu, por isso ele ofereceu-se para escrever uma especialmente para o progama. Levy finalmente concordou com a condição de que ele teria os direitos de publicação, enquanto Shearing os direitos de composição. Assim nasceu "Lullaby of Birdland".

George Shearing (Battersea, London, Inlgaterra, 13-08-1919 - New York City, Estados Unidos, 14-02-2011) Quintet (1949 - 1978)


Sarah Vaughan (Newark, EUA, 27-03-1924 — Los Angeles, EUA, 03-04-1990) - Ernie Wilkins (orquestrador), Clifford Brown (trompete), Herbie Mann (flauta), Paul Quinichette (saxofone tenor), Jimmy Jones (piano), Joe Benjamin (contrabaixo), and Roy Haynes (bateria). Gravado em New York, 18 de Dezembro de 1954, para a “EmArcy Records”.


Ella Fitzgerald (Newport News, EUA, 25-04-1917 — Beverly Hills, EUA, 15-06-1996) – Com a orquestra de Duke Ellington


Nikki Yanofsky (Montreal, Quebec, Canadá, 08-02-1994 - 20xx) – Para a Decca Label Group, em 2010.


Letra

Oh, lullaby by birdland that's what I
Always hear, when you sigh,
never in my wordland could there be words to reveal
in a phrase how I feel
Have you ever heard two turtle doves
Bill and coo, when they love?
That's the kind of magic music we made with our lips
When we kiss
And there's a weepy old willow
He really knows how to cry
That's how I'd cry in my pillow
If you should tell me farewell and goodbye
Lullaby by birdland whisper low
Kiss me sweet, and we'll go
Flying high in birdland, high in the sky up above
All because we're in love
Lullaby, Lullaby
Have you ever heard two turtle doves
Bill and coo when they love?
That's the kind of magic music we made with our lips
When we kiss
And there's a weepy old willow
He really knows how to cry
That's how I'd cry in my pillow
If you should tell me farewell and goodbye
Lullaby by birdland whisper low
Kiss me sweet, and we'll go
Flying high in birdland, high in the sky up above
All because we're in love

Lamento, algumas eventuais falhas nas letras, encontradas na Internet, devido à própria improvisação dada pelos seus intérpretes, e muitas vezes de difícil entendimento. (Ricardo Santos).

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Pat Metheny Group – Para quem quiser ouvir (I)

(In Wikipédia ou http://www.patmetheny.com - Os excertos das biografias foram adaptados e traduzidos, o resto dos textos são da minha autoria – Ricardo Santos)

O “jazz fusão”, “jazz rock” ou simplesmente “fusão” é um género musical que se desenvolveu nos finais de 1960, de uma mistura de elementos de jazz, tal como o seu foco na improvisação com os ritmos e tons de “funk” e “R&B”, instrumentos eléctricos altamente amplificados e efeitos electrónicos de “rock”. Enquanto o termo “jazz rock” é muitas vezes utilizado como um sinónimo de “jazz fusão”, ele também se refere à música executada nos finais de 1960 e na época de 1970 das bandas rock, quando eles adicionaram elementos de jazz à sua música, como uma forma livre de improvisação.
Depois de uma década de desenvolvimento durante os anos 70, a “fusão” expandiu-se nas capacidades de improvisação e nas tentativas experimentais durante os anos 80 e 90.
Álbuns de “fusão”, mesmo aqueles que são feitos pelo mesmo grupo ou artista, podem incluir uma variedade de estilos. Diferentemente de serem um estilo musical codificado, a “fusão” pode ser vista como uma música tradicional ou aproximação a ela.
Alguma música de “rock progressivo” é também etiquetada por “fusão”. A música de fusão é tipicamente instrumental, muitas vezes com complexas assinaturas temporais, métricas e padrões rítmicos, e também extensas faixas, com improvisações longas. Muitos proeminentes músicos de fusão são reconhecidos, como tendo um alto nível de virtuosismo, combinado com composições complexas e música improvisada complexas ou de um amalgamado de métricas.

A música de PMG, algumas vezes de “jazz fusão” ou “fusão”, que irá passar por aqui contem na maioria das vezes um tema que a inicia e que, de seguida, dá origem aos espaços improvisados de melodias complexas, com Pat Metheny (guitarra e guitarra sintetizada) e os outros músicos. Para terminar, ela retorna ao tema principal para os momentos finais da composição.
As interpretações textuais de algumas músicas são minhas. Como um livro, a música também pode tentar ter uma interpretação, baseada no seu título, porque não ?

OFFRAMP

“Offramp”, é o terceiro álbum de Pat Metheny premiado com um “Grammy” para a “Melhor Actuação de Jazz de Fusão” e é a primeira vez que Pat utiliza a guitarra sintetizada.
Foi gravado em Outubro de 1981. Músicas escolhidas, a faixas nº. 2 “Are You Going With Me ?” de 8’ 51” e a nº. 6 “James” de 6’ 45”.

Formação:

Pat Metheny (guitarra, guitarra sintetizada, synclavier guitarra);
Lyle Mays (Piano, sintetizador, harpa-auto, órgão e piano sintetizado);
Steve Rodby (baixos acústico e eléctrico);
Dan Gottlieb (bateria); e
Nana Vasconcelos (percussão, voz e berimbau).

Produção de Manfred Eicher, para a ECM Records, em 1982.

A versão de “Are You Going With Me ?” é uma das versões existentes no Youtube que não contem os músicos que gravaram este álbum. É, para mim, uma das músicas marcantes e impressionantes do grupo, até agora compostas. Existe uma excelente versão sonorizada/cantada pela grande artista polaca, Anna Maria Jopek.
Se eu quisesse dar uma interpretação textual a esta composição diria: …alguém que se esforça a dizer a outra: “…porque motivo não vens comigo e me ajudas com as tuas palavras e a tua companhia ??!!“. A conversa, praticamente monólogo, é quase um choro e prolonga-se até ao fim da música.

00:01 – Tema, que se vai-se sempre ouvindo em fundo;
02:07 – Orgão com som de melódica (Lyle Mays);
03:44 – Guitarra (Pat Metheny), um solo em crescendo. O tema ouve-se sempre em fundo musical, onde a guitarra baixo ouve-se mais notoriamente. O longo solo termina em distorção.

Are You Going With Me ?


Uma música calma com o normal do jazz, tema, um conjunto de solos (Pat Metheny e Lyle Mays) e novamente o tema.

James

domingo, 7 de fevereiro de 2016

Pat Metheny Group - Ouvir, Liderar, Tocar … e Biografias

Como todos sabemos, a voz humana é uma exímia intérprete de sons e a audição da mesma, é para nós um prazer imenso, porque podemos ouvi-la com tonalidades diferentes, com intensidades diferentes para as vozes masculinas e para as vozes femininas. As composições dão voz às vozes, se assim se pode dizer. Mas as vozes podem complementar-se com instrumentos que as acompanham ou que tocam a solo. Desde as cordas, aos metais, passando pelos instrumentos de percussão, e ultimamente pelos sons sintetizados e electrónicos, eles dão-nos um número infinito de combinações, de tonalidades, de melodias, etc.. Por ser um apaixonado de instrumentação, convido-vos a escutarem umas gotas de água pura e cristalina, do melhor que se fez em Jazz de fusão, durante as décadas de 80 e 90.

METHENY DIZ-NOS…

Abaixo do vídeo a tradução da pequena entrevista (faixa nº. 9) do concerto no Japão (DVD) sobre a apresentação do álbum “We Live Here” (1995). No Youtube - Pat Metheny: An interview about Listening and Leading - theMusicFDN. (Ricardo Santos)


“…Para mim tocar no seu melhor é o mesmo que falar com alguém que nós conheçamos muito bem e com a qual te sintas muito à vontade/confortável. Esquecemo-nos do tempo, do espaço e de tudo, isto é, estamos dentro das ideias que temos/produzimos e vivemos cada momento duma maneira muito especial e muita única e que, exactamente, o que o processo de tocar simboliza. E para mim, honestamente, posso afirmar que quando estou a tocar muito bem eu não estou a pensar em nada, estou somente a ouvir. E de facto, à medida que o tempo passa, chego à conclusão que tocar é muito mais ouvir do que, propriamente, tocar. O que quero dizer com isso é que se toco uma nota e que de seguida, ouço como ela se enquadra com tudo o que todos (grupo) tocam, então existe uma pessoa dentro de mim, que é um admirador de música e que é um ouvinte e ao qual eu então pergunto: «se estás a ouvir isto, e estás, o que é que queres eu ouvir de seguida ?» E então eu toco exactamente o que essa pessoa pretende ouvir.
Por isso, é a parte de ouvinte que comanda, entenda-se, a frase melódica ou o que lhe quiserem chamar. Resumidamente, eu sou uma espécie de ouvinte, é o melhor que posso dizer, e que eu tento, realmente, ouvir todo o som do grupo e participar nele.”.

PALAVRAS MINHAS

Como sempre disse, sou um melómano amador. Infelizmente, para além de saber que existem 7 notas musicais: dó, ré, mi, fá, sol, lá e si, ao olhar para uma pauta musical, não a sei interpretar. Bem gostaria de o saber fazer e, também, de ter tido a oportunidade de aprender a tocar piano. Sempre foi o instrumento, do meu fascínio. Mas apesar desses senãos, considero-me um amante de música, sem muita preocupação pelo convencionalismo de lhe atribuir um género. Música, para mim, é algo escrito por alguém e que foi pensado e trabalhado antes de ser executado, por um instrumento e/ou voz. Ter “melodia”, não é obrigatório, mas convém que seja pelo menos um “amontoado” de sons audível.

Pat Metheny começou a entrar musicalmente na minha cabeça, já há alguns anos, penso que em 1996. Embora já o tivesse ouvido anteriormente, nunca quis ouvir. Passo a explicar, a música, a escrita, a imagem, as artes em geral são perceptíveis por todos, mas para isso acontecer é necessário, não só algumas vezes a pesquisa e/ou a aprendizagem daquilo que vamos ouvir e/ou ver, mas também, e principalmente, estarmos abertos mentalmente a querermos experimentar sensações diferentes ao ver ou ao ouvir coisas fora do comum.

Ele é um génio da arte da música, embora existam vozes contraditórias. Seja como for, ele ficará na história universal da música, e nomeadamente, na contemporânea, como um dos melhores guitarristas e compositores. Por isso, é minha obrigação difundi-lo. Queremos ouvir boas coisas, que nos agradem e que sejam diferentes, mas que temos muitas vezes que aprender a ouvir, “estamos todos no mesmo barco”.

Vi-o e ao grupo, em Lisboa, três vezes. A primeira, quando da apresentação do álbum “Imaginary Day”, de 1997, na “Aula Magna da Reitoria da Universidade de Lisboa”. A segunda vez, para a apresentação do álbum “Speaking Of Now”, de 2002 (27-06-2002), no “Coliseu dos Recreios” e finalmente, a terceira vez, também no “Coliseu dos Recreios”, para apresentação do actual último trabalho de grupo (em Abril 2010), o álbum “The Way Up”, de 2005. Vou sonorizá-los para os que me visitam, sem pretensiosismo algum, mas com algum trabalho de recolha e de explicação musical dos temas a ouvir. Como disse anteriormente, sou somente um melómano amador, mas tenho a certeza que este grupo foi/é/será sempre muitíssimo bom. São profissionais de “primeira água”.




Somente um pedido final, mesmo que alguns acordes sejam menos melodiosos ao vosso sistema auditivo, tentem ouvir até ao fim.
Todos nós em miúdos, muitas vezes dissemos que não gostávamos de uma coisa, mas na maioria das vezes nunca a tínhamos experimentado ou provado. Por isso, provem primeiro e depois podem cuspir o som ou digeri-lo, a decisão será sempre vossa.
Eu já era adulto quando comecei a gostar de favas !

BIOGRAFIAS

Patrick Bruce “Pat” Metheny (12-08-1954) – Guitarras e outros instrumentos;

Lyle Mays (27-11-1953) ) – Teclas e guitarra;

Steve Rodby (09-12-1954) ) – Contrabaixo e viola baixo;

Paul Wertico (05-01-1953) ) – Bateria e percussão;

Antonio Sanchez (01-11-1971) – Bateria e percussão;

Richard Bona (28-10-1967) – Guitarras, voz e percussão;

Cuong Vu (19-09-1969) – Trompete, voz e percussão;

Armando Marçal (17-12-1956) – Percussão;

Mark Ledford (1960 – 01-11-2004) – Vários instrumentos e voz;

David Blamires (??-??-19??) – Vários instrumentos e voz;

Apresentação geral do grupo, com a maioria dos seus membros actuais e passados, os seus álbuns e prémios. Os dados apresentados são à data de quem carregou o vídeo (24 de Abril de 2008). A lista de prémios para mim está incompleta porque deveria dizer a que álbum, cada um dos prémios correspondeu.


Em alguma imprensa portuguesa

O PÚBLICO - Em 18/02/2002 - Pat Metheny Group regressa a Portugal em Junho


O PÚBLICO - Miguel Francisco Cadete, em Madrid 18/02/2002 - O regresso do virtuoso em disco e em concerto


O PÚBLICO - Manuel Carvalho 25/06/2005 - 00:00 - Metheny de regresso em peregrinação pelas origens


CORREIO DA MANHà - Em 28/06/2015 - Noite épica de Metheny


CORREIO DA MANHà - Em 25/06/2015 - Pat Metheny traz jazz em dose dupla


JORNAL DE NOTÍCIAS - Rui Branco 25/06/2005 - Eterno regresso de Metheny


Publicações

Começarão depois de amanhã, dia 9 de Fevereiro.

Espero que gostem…

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Estou ?! Posso pedir um disco ? (XVIII)

O pedido de hoje é do/da bloguer Teresa, do Blogue “Ematejoca Azul”, um Blogue essencialmente cultural, com temas interessantes. A Teresa deixou uma mensagem:

Caso o meu pedido tenha lugar na época do Carnaval, escolho "O Carnaval dos Animais" (Le carnaval des animaux) do compositor francês Camille Saint-Saëns composta em Fevereiro de 1886, quando o compositor passava férias na Áustria.

Camille Saint-Saëns (09-12-1835 – 16-12-1921)


O segundo video é uma animação de Alain Couet, Bernard Dutant, Francis Rignault e André Tahon. Ao piano, Guillermo Salvador e Auroa Serratos, com uma realização de Lucien Gavinet


Alguma história sobre os discos, antigo suporte magnético que, actualmente, continua a ter imensos adeptos, dado que está cientificamente provado que a qualidade sonora do vinil é superior à do CD, dizem !

Os 78 rpm (rotações por minuto) eram os antigos discos, de goma-laca, que tocaram durante alguns anos nos gramofones dos nossos avós.

Os 33 rpm (rotações por minuto) eram os antigos “LP” (Long Play) de vinil que tocavam nos nossos antigos gira-discos.
Os 45 rpm (rotações por minuto) era os “singles” ou “EP” (Extended Play), também em vinil. Ambos fizeram a delícia das gerações de 60 e 70.

Esta nova publicação viverá, exclusivamente, dos vossos pedidos por “mail” para o meu “email” ricardosantos1953@gmail.com, da música que pretendem ouvir e umas breves palavras sobre o porquê que ela vos foi/é querida.

Peçam uma de cada vez e de vez em quando. Podem começar a enviá-los já hoje. Os pedidos serão atendidos por ordem de chegada dos “mails”.

Serão apresentados dois vídeos, do Youtube. Um será com a escolha de quem me enviou o “mail” e o outro uma escolha minha. Também darei algumas indicações adicionais sobre a composição, compositor e intérprete. Isto caso a música exista e haja informação adicional sobre ela.