Contigo nunca me perco, perdendo-me !!!... (Ricardo Santos)

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Violino (V) – Groups & Soloists of Jazz


(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

Um novo formato na rúbrica “Groups & Soloists of Jazz”. Desta vez escolherei um instrumento e trarei aqui quatro intérpretes (pelo menos) do referido instrumento. Poderão haver mais publicações sobre o mesmo instrumento.       

Didier Lockwood (Calais, França, 31-12-1949 - 20xx)
Over the Rainbow, composição de 1938, música de Harold Arlen e Letra de Yip Harburg Live Jazz “Sous Les Pommiers” em 2015, com o guitarrista Biréli Lagrène.


Jean-Luc Ponty (Avranches, França, 29-09-1942 - 20xx)
Mirage, do álbum “Enigmatic Ocean” de 1977. Aqui no Festival de Jazz de Montreux (Suiça) de 1982. Com Jean-Luc Ponty (violino), Allan Zavod (teclas), Jamie Glaser (guitarra), Rayford Griffin (bateria) e Keith Jones (baixo).


Stéphane Grappelli (Paris, França, 26-01-1908 — Paris, França 01-12-1997)
Blue Moon, composição de 1934, da autoria de, música Richard Rodgers e letra de Lorenz Hart, tocada aqui por Stéphane Grappelli (violino), Martin Taylor (guitarra) e Jon Burr (contrabaixo).


Svend Asmussen (Copenhaga, Dinamarca, 28-02-1916 - 20xx)
It Don't Mean a Thing If It Ain't Got That Swing, do DVD Jazz Clube Montmartre e gravado em Copenhaga (Dinamarca) em 1986, com Svend Asmussen (violino), Niels-Henning Ørsted Pedersen (contrabaixo), Kenny Drew (piano) e Ed Thigpen (bateria).

14 comentários:

  1. Hoje, fiquei-me por Stéphane Grappell o violista de jazz e o conhecido tema: Blue Moon, Ricardo. Fantástico!
    Virei, depois, degustar, com tempo, os restantes.

    Abraço, boa semana.

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  2. A primeira é difícil de ouvir. Não estou treinada para... :)
    Gostei das restantes, sobretudo do Grappelli, claro ( único que conhecia) e do Asmussen que gostei de conhecer.

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    1. Está na hora de começares a treinar o ouvido Luísa. Ouvi aqui há muitos anos na Culturgest da CGD, o Didier Lockwood. Excelente músico !!!
      Grapelli é sobejamente conhecido e deixou muitos ouvintes apaixonados da sua música e das versões que tocou de outras músicas.
      Obrigado Luísa

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  3. A primeira é estranha, não estava à espera de ouvir o "Over de rainbow" nesta sonoridade.

    Mas, mal comecei a ouvir o segundo recuei perto de 40 anos! Porra que estou a ficar velha!
    Adoro este tema.
    Vou ouvir de novo :) ... e só depois ouço o resto das tuas propostas de hoje.

    Até já
    (^^)

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    1. "Over the Rainbow" uma excelente composição tocada por Didier Lockwood, no seu melhor !
      Obrigado Afrodite

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  4. Memórias doces, Ricardo.
    Que vão tocando em fundo enquanto comento.
    Aquele abraço

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  5. Bom dia, ouvi a primeira e a segunda, gostei "Over de rainbow" de 1938, a composição é maravilhosa.
    Continuação de boa semana,
    AG

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  6. Corro o risco de me repetir, mas tu sabes o quanto gosto dos temas que apresentas.
    Adorei sobretudo o primeiro tema, aqueles instrumentos parecem falar.

    Obrigada pela partilha

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    1. Vou fazendo os possíveis por trazer aqui sonoridades diferentes, muito menos ouvidas e vistas, para que apreciem. O violino como podem constatar apesar de ser um instrumneo clássico adapta-se maravilhosamente a composições de jazz.
      Obrigado Manuela

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  7. Olá Ricardo. Eu tenho vindo aqui a cada passo, para ir ouvindo mais um tema ! Chego à conclusão que estou "muito verde" .
    No Over de Rainbow surpreenderam-me os efeitos sonoros que ele consegue "tirar" do violino, verdadeiramente espectaculares ! Na verdade só um tipo muito especial !!! ... mas sinceramente fiquei com vontade de ouvir mais a "linha melódica" do tema, sem tanta variação ! Só uma vez por outra ela chegava aos meus ouvidos !

    No tema "Mirage", impressionante o que ele (cada um deles) consegue "tirar" dos instrumentos ! Uma técnica espantosa, mas aos meus ouvidos soa um bocado barulhenta e até perturbadora. Não me tranquiliza. (?)

    O Blue Moon , um pouco diferente. Já uma melodia mais evidente e perceptível e menos os ditos "efeitos especiais" dos instrumentos, embora também notórios !

    No It Don't Mean a Thing If It Ain't Got That Swing - um tema que me fez gingar enquanto ouvia, a tentar acompanhar o ritmo ! rsrs ... Talvez o que eu gostei mais.

    Agora ! ... Dirás tu: Este gajo não percebe nada de música ! rsrsrs ... Ora a verdade é essa ! Como disse é muito difícil para mim ! Isto já é um "nível" a que os meus ouvidos ainda não se habituaram, embora reconheça que há técnicas de sonoridade fantásticas !

    Abraço !

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    1. Rui, um pouco atrasado no comentário, mas nesta época festiva é assim. Osm dias que já são curtos, tornam-se ainda mais curtos para os festejos em família.
      Vou responder-te num todo. Entendo-te perfeitamente e nunca direi que és uma pessoa que não percebes nada de música. A música é a única linguagem universal, como já o afirmei algumas vezes e assume diversas sonoridades e tonalidades que podem não ser do agrado de todos nós numa primeira fase. Quantas vezes já te aconteceu não gostares de algo agora e daqui a uns tempos conseguires vir a gostar. O ser humano é assim, umas vezes adapta-se outras não. No capítulo musical, na maior parte das vezes não estamos habituados a ouvir coisas diferentes daquelas que passam nos "media" e se isso nos faz afastar da nossa área de conforto, pior ainda. É tudo uma questão de tempo, muitas vezes, até virmos a gostar, ou não !!!
      Gostei do teu comentário, mais que não seja porque foi sincero !
      Obrigado e um Abraço

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Eu fiz um Pacto com a minha Língua, o Português, língua de Camões e de Pessoa.