A paixão nua e cega dos estios, Atravessou a minha vida como rios

Sophia de Mello Breyner Andresen, A Paixão Nua, in “O Nome das Coisas”.

quinta-feira, 30 de abril de 2015

Os Festivais das Canções (2000)

(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

Esta longa retrospectiva sobre o Euro Festival da Canção e o Festival da Canção RTP termina hoje, com a publicação do ano 2000.

Euro Festival 2000, em 13 de Maio, Estocolmo (Suécia).

1º. Olsen Brothers (1972) - Fly on the Wings of Love


2º. Alsou (27-07-1983) - Solo


3º. Brainstorm (1989) – My Star


Festival RTP da Canção de 2000, em 26 de Março, Pavilhão Atlântico, Lisboa.

1º. Liana (27-12-1979) – Sonhos Mágicos


2º. Paulo Terrão (??-??-????) – O Teu Tempo


3º. Mónica Ferraz (23-03-1980) – Secreta Passagem

domingo, 26 de abril de 2015

Gary Burton – Groups & Soloists of Jazz (XXIV)

(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

Gary Burton (Anderson, Indiana, EUA, 23-01-1943 – 20xx) – É um vibrafonista de jazz norte-americano.
Burton começou na música aos seis anos, tendo sido um autodidata no estudo da marimbas e do vibrafone. Começou a estudar piano aos dezasseis anos, quando terminou o ensino médio em Princeton, Indiana (56-60). Gary citou o pianista de Jazz, Bill Evans, como principal a sua fonte de inspiração na sua aproximação ao vibrafone.
Burton frequentou o “Berklee College of Music”, em Boston, de 1960 a 1961. Estudou com Herb Pomeroy (trompete) e fez-se amigo do compositor e orquestrador, Michael Gibbs. Depois de começar a sua carreira durante os anos 1960, ele voltou aos quadros da “Berklee College of Music” entre 1971 e 2004, inicialmente, como professor, e de seguida, decano. Finalmente, ocupou o lugar de Vice-presidente executivo, na sua última década neste colégio.
No início de sua carreira, e a pedido do saxofonista de Nashville, Boots Randolph, Gary Burton mudou-se para Nashville e gravou com vários músicos notáveis ​​daquela cidade, incluindo o guitarrista Hank Garland, o pianista Floyd Cramer e o guitarrista Chet Atkins.

O Grande Amor, nos estúdios da KPLU em Seattle.


Chega de Saudade (António Carlos Jobim and Vinícius de Moraes).


Eleanor Rigby, escrita por Paul McCartney, mas créditos à dupla (Lennon, McCartney), na “Jazzwoche Burghausen”, Alemanha, no ano de 2011, e com o pianista Chico Corea.


Bag's Groove, com o “New Gary Burton Quartet”, com Gary Burton (vibrafone), Julian Lage (guitarra), Jorge Roeder (contrabaixo) e Antonio Sanchez (bateria). No “Sava Center” em Belgrado, Sérvia.

sexta-feira, 24 de abril de 2015

No 24 de Abril aqui também dava cinema



Algum cinema antes do 25 de Abril, passava por aqui em solo estrangeiro e às escondidas da censura e do seu lápis azul, e era projectado no interior deste edifício, numa sala que não levaria mais de 75 pessoas, se bem me lembro. Cinema que Lisboa dos anos 60, não via, nos cinemas da altura. 

O Consulado Alemão, onde hoje se encontra o “Göethe Institut Portugal”, situado no Campo Santana, hoje Campo Mártires da Pátria.
Lembro-me de ter lá ido algumas vezes, na década de 70 (antes do 25 de Abril), como cinéfilo, algo convicto que eu era, ver filmes de realizadores alemães e outros. Wim Wenders e “A Angústia de um Guarda-Redes perante o Penalty”, Werner Herzog e “Aguirre, o Deus da Ira”, e muitos outros.

Sentíamo-nos bem em ver estes filmes, “escondidos” e à sucapa do antigo regime, imbuídos num sentimento de rebeldia. O regime esse, infelizmente, perdurou por poucos anos mais, martirizando e torturando os portugueses e fabricando uma guerra colonial que dizimou, invalidou, e estigmatizou a juventude dos países envolvidos. Para quê ?!

quarta-feira, 22 de abril de 2015

Receita dos Cinco Sentidos


A fazer de quando em vez, para dar sentido à vida !!!

Visão – Livro - “Venenos de Deus, Remédios do Diabo”, Mia Couto;

Audição – CD – “As Mãos, o Melhor de António Pinho Vargas”, APV;

Paladar – “Bacalhau Cozido com Grão”;

Tacto – Um abraço a um/a Amigo/a Sincero/a

Olfacto – Um passeio onde os aromas são vários – Estufa Fria de Lisboa (Parque Eduardo VII). Horários: Abril a Setembro, das 9:00 às 18:00, Outubro a Março, das 9:00 às 17:00. Telefone 213882278.

Visão             = 15,90€
Audição         =   5,00€
Paladar          = 15,00€  (talvez, dependendo do Restaurante)
Tacto              =       0€  (Amizade não se compra !!!)
Olfacto           =   3,10€  (Bilhete de ingresso)

Total               = 39,00€

domingo, 19 de abril de 2015

Jazz Standards (CXXXVI)

(Dados Biográficos In Wikipédia e In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

(Sobre o tema em questão, algumas palavras retiradas de “in
http://www.jazzstandards.com/compositions/index.htm” - adaptação e tradução por Ricardo Santos)

In a Mellotone / In a Mellow Tone (#140) - Música de Duke Ellington e Letra de Milt Gabler
Duke Ellington e a sua orquestra apresentaram este tema em 1940, e que mais tarde se tornaria um “standard”. Apesar de Duke ter tido três músicas nas tabelas de vendas daquele ano, "Mellotone" não era nenhuma dessas composições.
O período de 1939-1942 é considerado por muitos críticos como a era de ouro da carreira de Ellington. Ele tinha uma banda composta de talentos e Duke se estava produzindo composições originais para a orquestra, como, po exemplo: "Ko-Ko"; "Jack the Bear"; "Warm Valley"; "Sepia Panorama"; e "In a Mellotone”.
O que fez as músicas de Duke tornarem-se grandes êxitos, no entanto, não era apenas a melodia ou a orquestração, mas como ele utilizava os seus músicos solistas, na perfeição, dentro dos seus arranjos. "In a Mellotone" é um exemplo perfeito de como Duke poderia levar as mudanças de acordes de um velho tema, neste caso, a meloda "Rose Room" de 1919, e escrever um simples “riff”, o que hoje é considerado a "cabeça" da melodia, e depois combiná-la com grandes solos. A gravação original contém um dos primeiro solos do saxofonista Johnny Hodges, interpretado em "double time".
Sem dúvida, a razão pela qual esta composição alcançou o “status” de “standard” não foi devido aos acordes ou à melodia, mas sim, o que Ellington fez com ela originalmente e inicialmente e como os músicos de jazz reagiram ao seu conceito. Ellington termina o arranjo com um "lift" inteligente do primeiro solo de Louis Armstrong no registo, "Chimes Blues," gravada por “Creole Jazz Band” do rei Oliver em 1923.

Count Basie (Red Bank, New Jersey, EUA, 21-08-1905 - Hollywood, Florida, EUA, 26-04-1984) Orchestra


Ella Fitzgerald (Newport News, EUA, 25-04-1917 — Beverly Hills, EUA, 15-06-1996)


Joe Pass (New Brunswick, New Jersey, EUA, 13-01-1929 – Los Angeles, California, EUA, 23-05-1994) e Herb Ellis (Farmersville, Texas, EUA, 04-08-1921 - Los Angeles, EUA, 20-03-2010) – Com Joe Pass (guitarra), Herb Ellis (guitarra), Ray Brown (contrabaixo) e Jake Hanna (bateria). Ao vivo no “Concord Summer Festival”, Califonia, EUA.


Duke Ellington (Washington, EUA, 29-04-1899 — New York, EUA, 24-05-1974) Orchestra


Letra

In a mellow tone
Feeling fancy free
And I'm not alone
I've got company
Everything's ok
The live long day
With this mellow song
I can't go wrong
In a mellow tone
That's the way to live
If you mope and groan
Something's gotta give
Just go your way
And laugh and play
There's joy unknown
In a mellow tone
In a mellow tone
In a mellow tone
Feeling fancy free
And I'm not alone
I've got company
Everything's ok
The live long day
With this mellow song
I can't go wrong
In a mellow tone
That's the way to live
If you mope and groan
Something's gotta give
Just go your way
And laugh and play
There's joy unknown
In a mellow tone
In a mellow tone
In a mellow tone

Lamento, algumas eventuais falhas nas letras, encontradas na Internet, devido à própria improvisação dada pelos seus intérpretes, e muitas vezes de difícil entendimento. (Ricardo Santos).

sábado, 18 de abril de 2015

After Shave - Interacção Humorística (CXL)

Em 11-11-2011. Obrigado.

After Shave

Um lisboeta  e  um alentejano foram parar à mesma barbearia.

        Lá sentados, com um barbeiro atendendo  cada um deles, não se falou nenhuma  palavra. Os barbeiros temiam iniciar qualquer conversa, pois poderia descambar em  discussão.
        Terminaram a barba de seus clientes mais ou menos ao mesmo tempo. O barbeiro que tinha o lisboeta na  sua cadeira estendeu o braço para pegar o after-shave, no que foi interrompido rapidamente pelo seu cliente.   

        - Não obrigado, a minha mulher vai sentir esse  cheiro e pensar que eu estava numa casa de  putas !  - disse o lisboeta.

        O segundo barbeiro virou-se para o alentejano: 

        - E o senhor ? - indagou.

        E o alentejano  respondeu:

        - Ponha bastante! A minha Matilde não sabe como é o cheiro de uma casa de putas !!!

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Os Festivais das Canções (1999)

(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

Esta é a penúltima publicação desta longa retrospectiva sobre o Euro Festival da Canção e o Festival da Canção RTP, que terminará com a publicação do ano 2000.

Vou andar por aqui a mostrar um pouco da música dos Festivais da Canção, o da RTP e o da Eurovisão. Ouvirão e verão, sempre que haja vídeo no Youtube , os três primeiros lugares de cada um deles.

Euro Festival 1999, em 29 de Maio, Jerusalém (Israel).

1º. Charlotte Nilsson (07-10-1974) - Take Me to Your Heaven


2º. Selma (13-06-1974) - All Out of Luck


3º. Sürpriz (1999 – 2002) - Reise Nach Jerusalem


Festival RTP da Canção de 1999, em 8 de Março, Sala Tejo do Pavilhão Atlêntico (Lisboa)

1º. Rui Bandeira (25-07-1973) - Como Tudo Começou


2º. Sofia Frões (??-??-19??) – Menina Alegria


3º. Célia Oliveira (??-??-19??) – Ser O Que Sou

domingo, 12 de abril de 2015

Patchworks of Music Glued (II)

Imaginava-te aqui, perto de nós, mas tu não sempre estavas. Andavas pelo Mundo a semear trabalho e alegria onde quer que estivesses. Essa alegria que nós gostaríamos também de ter. Estamos todos com saudades tuas. Esperamos-te, ansiosamente.



Foto minha, "batida" no dia 15 de Março de 2015.

Música, do "Pat Metheny Group", extraída do álbum “Letter From Home” de 1989, para a etiqueta “Geffen”. Gravado na “The Power Station” em New York. A composição “Letter From Home”, composta por Pat Metheny.

quinta-feira, 9 de abril de 2015

Alexander Stewart – Jazz Singers (XXXII)

(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

Alexander Stewart (Manchester, Inglaterra, ??-??-19?? – 20xx) – Aos 27 anos de idade, o cantor de Manchester, Alexander Stewart, já criou uma opinião no meio jazzístico, como sendo um dos vocalistas talentosos da nova geração. Com uma voz quente, mostra o seu amor por Billie Holiday e Tony Bennett, e evita que seja um acto nostálgico com a sua escolha criteriosa das canções, não só, antigas, mas também, contemporâneas. Assim como, com inteligentes orquestrações de alguns “standard”, ele dá o seu cunho em grandes canções populares, bem como a alguns originais.
Alexander Stewart fez esgotar espectáculos no “Ronnie Scott”, no “Pizza Express Soho” e na realidade, em quase todas as salas de jazz de Londres.
...

One For My Baby, ao vivo no “St. James Theatre London”, em 2013. Dirigido por Ben Pollard. Com Rob Barron (piano), Joe Caleb (guitarra), Andy Chapman (bateria), Rob Anstey (contrabaixo).


Call Me, Video Oficial. Com Alex Webb (piano), Gary Crosby (contrabaixo), Andy Chapman (bateria), Nathaniel Facey (saxofone alto), Frank Griffith (saxofone tenor), Freddy Gavita (trompete), Robbie Robson (trompete) e ainda Winston Rollins (trombone) e Adrian Fry (trombone).


You Don't Know Me, No “Pizza on the Park” em Londres (Fevereiro 2010), com Alex Webb (piano), Gary Crosby (contrabaixo) e Andy Chapman (bateria).


I Left My Baby, do espectáculo “Jazz at Cafe Society”' no “Tricycle Theatre”, Londres. “The Cafe Society All Stars” com: Jo Caleb (guitarra), Gary Crosby (contrabaixo), Nathaniel Cross (trombone), Nathaniel Facey (saxofone alto), Frank Griffith (saxofone tenor e clarinete), Sue Richardson (trompete), Alex Webb (piano) e Rod Youngs (bateria).

quarta-feira, 8 de abril de 2015

Entrevistei-me ao espelho, mas com as perguntas da Fê !

1- O que te incentivou a ter um blog?

Porque gosto de escrever. Essa foi a principal ideia no início. Depois começaram a surgir outras ideias que tenho vindo a concretizar. Jazz, muito Jazz e outro género de música. E ainda fotografia da minha autoria. Talvez o meu segundo passatempo depois do próprio Blogue.

2- Qual a importância do blogue para ti?

O Blogue faz parte de mim. Aqui tento mostrar um pouco do que sou, sem exagerar. Não sou adepto da exposição total estilo “Facebook”, de quem o faz. Todos nós devemos tentar manter a nossa privacidade intacta. A privacidade não deve ser Global !
           
3- Quem te indicou a ter um blog?

Fui na “onda”, quando dei por eles aparecerem. Comecei com um Blogue que depois apaguei, o “Mudam-se os Tempos, Mudam-se as Vontades”. Durou de Janeiro de 2008 a Fevereiro de 2011. Com o novo acordo ortográfico, decidi criar “O Pacto Português”, em perfeito contra, o dito acordo.

4- Quais são os assuntos do teus blog?

Basicamente, música, muita música, desde o Jazz, ao Rock, à Clássica. Dar a conhecer sons diferentes do que é ouvido na rádio ou na televisão, comerciais. Fotografia e alguns textos meus.

5- Como te sentiste, ao ler o primeiro comentário?

Satisfeito, obviamente. Quando escrevemos ou publicamos algo, queremos que seja visto e comentado, de preferência.

6- Quantos comentários tens ao todo no momento?

As estatísticas dizem 2.749. Óbvio, que alguns são meus porque respondo sempre aos que me comentam.

7- Qual a meta deste ano para o teu blog?

Continuar o trabalho organizado, como aqui o faço e publico. Considero-me um autor de Blogue que tenta dar um serviço público, na divulgação de duas ou três matérias de que gosto particularmente e que são os meus "hobbies" preferidos.

8- Até onde desejas chegar com o teu blog?

Não é uma questão de meta para mim. Quero continuar enquanto puder e enquanto for lido. É importante para mim, e divulgar “coisas” diferentes, penso, que também o é para os outros.

domingo, 5 de abril de 2015

O Prémio Valmor (Visconde Valmor – Fausto Queiroz Guedes), a segunda volta !


Últimas palavras…:

Dou por concluído aquilo que me comprometi mostrar. Este despretensioso trabalho sobre os Prémios e Menções Honrosas Valmor até 1943.
Em hora de balanço, aqui ficam umas curtas estatísticas, após o trabalho terminado:

755 fotografias exibidas, da minha autoria, “batidas” com equipamentos digitais: HP PhotoSmart 850 e Nikon D3200;

Dos 40 premiados entre 1902 e 1943, deixaram de existar 12 prédios urbanos, os quais foram demolidos, infelizmente;

1 prédio recuperado na Rua Viriato Nº. 5;

1 prédio pintado, recentemente, na Rua de Infantaria 16 Nº. 92-94.

2 prédios para venda: A “Casa Visconde de Valmor”, “ex-Clube dos Empresários” e sito na Avenida República, 36-38; E ainda o prédio na Avenida Columbano Bordalo Pinheiro, 52-54.

Seria importante que a Câmara Municipal de Lisboa, sensibilizasse os inquilinos de prédios urbanos premiados com o Prémio e/ou Menção Honrosa Valmor, em preservar os mesmos e em manter este patrímónio.
É preciso dinamizar e fazer algo com estas obras de arte, senão num futuro próximo estarão todos elas em ruína, ou serão demolidas.
Um exemplo de ruína é “Villa Sousa”, Prémio Valmor de 1912, na Alameda das Linhas de Torres Nº. 22, do arquitecto Manuel Joaquim Norte Júnior e o qual edifício, está completamente arruinado e abandonado.

Caro Sr. Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, o que é que se pode fazer sobre isto?
Em Portugal já deveríamos saber administrar empresas e cultura simultaneamente. Poderíamos ter cultura com proventos financeiros, não ?
Deixo à disposição da Câmara Municipal de Lisboa, caso pretenda, as fotografias que fiz.

Bibliografia e Agradecimentos        
         
“Link” Prémios Valmor – CML (Câmara Municipal de Lisboa): http://www.cm-lisboa.pt/viver/urbanismo/premios/premio-valmor-e-municipal-de-arquitetura. O “link” atrás citado serviu de base, para colectar e situar o básico dos Prémios Valmor.   
     
A restante documentação, tal como, biografia dos arquitectos, etc., foi recolhida no GEO (Gabinete de Estudos Olisiponenses, http://geo.cm-lisboa.pt/). Uma palavra de agradecimento à Dr.ª Manuela Canedo que mais uma vez, me ajudou na consolidação da documentação que era necessária para o trabalho que eu pretendia executar.    
      
Agradecimentos aos bibliotecários da “OASRS (Ordem dos Arquitectos Secção Regional Sul)”, na pessoa de Fátima Coelho que me indicou literatura disponível na Biblioteca Nacional, para consulta, e ainda, Madalena Marques Sousa, Zélia de Sousa e Castro, Luís de França e Sá, e Carlos Manuel da Graça Vences da da “Biblioteca Nacional de Portugal”.  

A Todos que colaboraram e que me visitaram, o meu Muito Obrigado !!!

quinta-feira, 2 de abril de 2015

Jazz Standards (CXXXV)

(Dados Biográficos In Wikipédia e In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

(Sobre o tema em questão, algumas palavras retiradas de “in
http://www.jazzstandards.com/compositions/index.htm” - adaptação e tradução por Ricardo Santos)

I Get a Kick Out of You (#139) - Música e Letra de Cole Porter 
Felizmente que Cole Porter não deitava fora as pautas onde escrevia as músicas rejeitadas. "I Get a Kick Out of You" foi originalmente escrita para o espectáculo, da Broadway, de 1931, “Star Dust”, que nunca foi produzido. A canção voltou à Broadway de Cole, para o musical “Anything Goes”, em 1934, onde foi cantada, pela primeira vez, por Ethel Merman. O musical durou 420 espectáculos, desde Novembro de 1934, e terminando em Novembro de 1935. O historiador do teatro musical, Robert Kimball, apelidou o espectáculo de "o musical essencial". Cole também compôs os sucessos "All Through the Night", "You’re the Top", e claro, "Anything Goes".
Apesar de "I Get a Kick of You" não foi ter sido escrito especificamente para a voz de Ethel Merman, Porter, como Charles Schwartz disse na biografia de Cole Porter, “...ele estava bem consciente das qualidades especiais de Merman como intérprete !”.

A canção subiu três vezes às tabelas de vendas:

Paul Whiteman e a sua Orquestra (1934-1935, com Bob Lawrence, vocal, onze semanas nas tabelas, chegando ao lugar Nº. 3);
Ethel Merman (1934-1935, com a Orquestra de Verde Johnny, cinco semanas nas tabelas, chegando ao lugar Nº. 12);
Leo Reisman and e a sua Orquestra (1935, Sally Cantor, vocal, uma semana nas tabelas, chegando ao lugar Nº. 20).

Jamie Cullum (Rochford, Essex, Inglaterra, 20-08-1979 – 20xx) – No “Blenheim Palace”, Woodstock, Inglaterra.       


Billie Holiday (Filadélfia, EUA, 07-04-1915 — New York, EUA, 17-07-1959) -  Com Harry `Sweets` Edison (trompete), Benny Carter (saxofone tenor), Jimmy Rowles (piano), Barney Kessel (guitarra), John Simmons (contrabaixo) e Larry Bunker (bateria). Gravado em Los Angeles, EUA, em Agosto de 1955.


Natalie Cole (Los Angeles, California, EUA, 06-02-1950 - 20xx)  e Frank Sinatra (Hoboken, EUA, 12-12-1915 — Los Angeles, EUA, 14-05-1998)


Tierney Sutton (Omaha, Nebraska, EUA, 28-06-1963 - 20xx) – Com Ray Brinker (bateria), Christian Jacob (piano) e Kevin Axt (contrabaixo)


Letra

My story is much too sad to be told,
But practically everything leaves me totally cold.
The exception I know is the case
When I'm out on a quiet spree,
Fighting vainly the old ennui,
And I suddenly turn and see your fabulous face.
I get no kick from champagne.
Mere alcohol doesn't thrill me at all.
So tell me why should it be true
That I get a kick out of you?
Some, they may go for cocaine.
I'm sure that if I took even one sniff
It would bore me terrifically, too.
Yet I get a kick out of you.
I get a kick every time I see
You standing there before me.
I get a kick though it's clear to see
You obviously do not adore me.
I get no kick in a plane.
Flying too high with some gal in the sky
Is my idea of nothing to do.
Yet I get a kick - um you give me a boot - I get a kick out of you.

Lamento, algumas eventuais falhas nas letras, encontradas na Internet, devido à própria improvisação dada pelos seus intérpretes, e muitas vezes de difícil entendimento. (Ricardo Santos)

quarta-feira, 1 de abril de 2015

Soluções do Passatempo Os Meus Cromos do Rock Pop (II) – The Tremeloes

De quem é a primeira versão de “Silence is Golden” e em que ano foi editada ano ?
"Silence Is Golden" é uma canção co-escrita por Bob Gaudio da banda americana de “Rock”, “The Four Seasons”, com Bob Crewe. Foi editada, como lado B, do sucesso e lado A "Rag Doll," em 1964.

Quem era Len Hawkes ?

Len Hawkes é o pai de Chesney Lee Hawkes (22-09-1971), cantor “Pop”, compositor e actor ocasionalmente, nascido em Windsor, Berkshire, Inglaterra.

Pela participação e pelos acertos:
Rui Espírito Santo, Janita, Afrodite, Manuela Pereira e Pedro Coimbra

O meu Obrigado a todos os participantes !!!