Contigo nunca me perco, perdendo-me !!!... (Ricardo Santos)

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Patchworks of Music Glued (I)

A luz “começou em frestas”. Sempre insatisfeita, leva-nos a lugares distantes, para além do horizonte. Veste-se de dia, radiante, amarelada... e de noite, transporta-se num manto branco artificial através da imensa escuridão.





Foto minha, "batida" no dia 3 de Janeiro, na Foz do Arelho.

Música, do "Pat Metheny Group", extraída do álbum “Secret Story”, de Julho 1992, para a etiqueta “Geffen”. A composição “Sunlight”, composta por Pat Metheny.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Os Festivais das Canções (1997)

(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

Esta longa retrospectiva sobre o Euro Festival da Canção e o Festival da Canção RTP, terminará com a publicação do ano 2000.

Vou andar por aqui a mostrar um pouco da música dos Festivais da Canção, o da RTP e o da Eurovisão. Ouvirão e verão, sempre que haja vídeo no Youtube , os três primeiros lugares de cada um deles.

Euro Festival 1997, em 3 de Maio, Dublin (Irlanda).

1º. Katrina & The Waves (1981 – 1999) - Love Shine a Light


2º. Marc Roberts (25-06-1968) - Mysterious Woman


3º. Şebnem Paker (??-06-1977) & Grup Ethnic (19?? – 20??) - Dinle


Festival RTP da Canção de 1997, em 7 de Março, no Coliseu dos Recreios (Lisboa).

1º. Célia Lawson (??-??-????) - Antes do Adeus


2º. Sónia Mendes (??-??-????) - Da Primeira Vez


3º. Raquel Alão (??-??-????) - Quando Eu Te Beijo

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Jazz Standards (CXXXIII)

(Dados Biográficos In Wikipédia e In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

(Sobre o tema em questão, algumas palavras retiradas de “in
http://www.jazzstandards.com/compositions/index.htm” - adaptação e tradução por Ricardo Santos)

When I Fall in Love (#137) - Música de Victor Young e Letra de Edward Heyman
O compositor Victor Young e o letrista Edward Heyman escreveram "When I Fall in Love" para o filme “One Minute to Zero”, de 1952, onde foi executado, instrumentalmente, pela orquestra de Richard Hayman. Embora a letra não aparecesse no filme, uma frase da letra refere-se à natureza instável da época: "In a restless world like this is, Love is ended before it’s begun !" (qualquer coisa como “Num Mundo instável como este, o Amor terminará mesmo antes de começar !). O filme, um drama da querra da Coreia, contava um romance entre Robert Mitchum e Ann Blyth. Mas, apesar da sua qualidade interpretativa, o filme não fez sucesso nas bilheterias.
Foi Doris Day e Norman Luboff Choir, acompanhados pela orquestra de Fischer Carl, para a etiqueta ”Columbia”, que levaram, em 1952, a música ao sétimo lugar, das tabelas de vendas, e ficaram aí 14 semanas. A versão de 1956, interpretada por Nat King Cole, para a “Capitol Records” foi destaque no  filme “Istambul” (19757), e Julie London gravou-a em 1959. A versão Lettermen da música, foi sucesso nas tabelas no lugar sete, em 1962. cantor pop britânico Rick Astley teve um sucesso, com esta mesma canção, nos anos 80. E finalmente "When I Fall in Love", em 1996, a cantora Natalie Cole, criou um dueto com o seu falecido pai, para o álbum “Stardust”.

Natalie Cole  (Los Angeles, California, EUA, 06-02-1950 - 20xx) e Nat "King" Cole (Montgomery, EUA, 17-03-1919 — Santa Monica, EUA, 15-02-1965) – Do álbum, de Nathalie Cole, “Stardust” de 1996. A canção ganhou dois “Grammy Awards” em 1996, na 39ª. Gala dos “Grammy”.


Céline Dion (Charlemagne, Canada, 30-03-1968 - 20xx) – Do álbum “The Colour of My Love”, de 9 de Novembro de 1993, com Clive Griffin.


Bill Evans (Plainfield, EUA, 16-08-1929 — New York, EUA, 15-09-1980) – do álbum “Portrait in Jazz” de 28 de Dezembro de 1959, com Bill Evans (piano) Scott LaFaro (contrabaixo) Paul Motian (bateria).


Chet Baker (Yale, Oklahoma, EUA, 23-12-1929 – Amsterdão, Holanda, 13-05-1988)


Letra

When I fall in love it will be forever
Or I'll never fall in love
In a restless world like this is
Love is ended before it's begun
And too many moonlight kisses
Seem to cool in the warmth of the sun
When I give my heart it will be completely
Or I'll never give my heart
And the moment I can feel that you feel that way too
Is when I fall in love with you.
And the moment I can feel that you feel that way too
Is when I fall in love with you.

Lamento, algumas eventuais falhas nas letras, encontradas na Internet, devido à própria improvisação dada pelos seus intérpretes, e muitas vezes de difícil entendimento. (Ricardo Santos)

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Jazz Standards (CXXXII)

(Dados Biográficos In Wikipédia e In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

(Sobre o tema em questão, algumas palavras retiradas de “in
http://www.jazzstandards.com/compositions/index.htm” - adaptação e tradução por Ricardo Santos)

Solitude (#136) - Música de Duke Ellington e Letra de Eddie DeLange e Irving Mills
O compositor e pianista Duke Ellington, apresentou a sua composição numa  gravação para a “Victor Records” em Janeiro de 1934. A segunda gravação da música foi em Setembro de 1934, para a “Brunswick Records”. Desta vez, no ano seguinte, atingiu as tabelas de vendas:

Duke Ellington e a sua orquestra (1935, Nº. 2)
Mills Azul Rhythm Band (1935, Nº. 8)

A música "Solitude" traz os nomes de Eddie DeLange e Irving Mills como letristas. Mills foi o director de Ellington e, naturalmente, ele evitou algo de “ellingtoniano", enquanto responsável de Duke. DeLange foi contratado por Mills como orquestrador e letrista para a “Mills Music Publishing” e em 1936 seria dirigente, conjuntamente com Will Hudson, da “Hudson-DeLange Ochestra”, gerida por, naturalmente, Irving Mills.

Duke Ellington (Washington, EUA, 29-04-1899 — New York, EUA, 24-05-1974) e Orquestra – Lado B, última pista do álbum "Money Jungle", gravado no “Sound Makers”, New York, em 17 de Setembro de 1962. Originalmente editado pela “United Artists”. Com Duke Ellington (piano),  Charles Mingus (contrabaixo) e Max Roach (bateria).


Irving Mills (New York City, New York, EUA, 16-01-1894 - Palm Spring, California, EUA, 21-04-1985) e Mills Blue Rhythm Band (New York City, New York, EUA, 1930-1938) – com o vocalista Chuck Richards. New York, 12 de Maio de 1934.


Billie Holiday (Filadélfia, EUA, 07-04-1915 — New York, EUA, 17-07-1959)


Ella Fitzgerald (Newport News, EUA, 25-04-1917 — Beverly Hills, EUA, 15-06-1996)


Letra

In my solitude
You haunt me
With dreadful ease
Of days gone by
In my solitude
You taunt me
With memories
That never die
I sit in my chair
And filled with despair
There's no one could be so sad
With gloom everywhere
I sit and I stare
I know that I'll soon go mad
In my solitude
I'm afraid
Dear Lord above
Send back my love
I sit in my chair
And filled with despair
There's no one could be so sad
With gloom everywhere
I sit and I stare
I know that I'll soon go mad
In my solitude
I'm afraid
Dear Lord above
Send me back my love

Lamento, algumas eventuais falhas nas letras, encontradas na Internet, devido à própria improvisação dada pelos seus intérpretes, e muitas vezes de difícil entendimento. (Ricardo Santos)

domingo, 15 de fevereiro de 2015

Prémio Valmor, Ano de 1940, Avenida da Liberdade, 266 (Diário de Notícias)

Em relação aos Prémios Valmor, o primeiro desta década, em 1940, coube ao edifício do Diário de Noticias, situado na Avenida da Liberdade Nº. 266, um projecto do arquitecto Porfírio Pardal Monteiro para a Empresa Nacional de Publicidade.
Edifício enquadrado na estética modernista, concebido para alojar a administração, a redacção, um hall para o público e também as instalações industriais do jornal, destacam-se na fachada para a avenida elementos características da linguagem moderna como a iluminação fluorescente (no “lettering”) e no uso de elementos gráficos no edifício. De notar o tratamento da fachada, que contém uma torre facetada encimada por um farol (que se acende à noite) e também o corpo correspondente ao grande hall para o público, no qual se encontram três murais de Almada Negreiros, rasgado pelas grandes montras. Actualmente destina-se ao uso para o qual foi inicialmente projectado.

Encontra-se, praticamente, no início (lado esquerdo), quase na esquina da Avenida da Liberdade com a Praça Marquês de Pombal, e para quem desce em direcção à Praça dos Restauradores.

Arquitecto Porfírio Pardal Monteiro (1897-1957):

“Natural de Montelavar (Sintra), e então também musando o nome de Porfírio Pedro Monteiro, tinha 17 anos quando frequentava o primeiro ano do Curso da Arquitectura Civil da Escola de Belas-Artes, concluindo-o em 1918. Tirocinou com Ventura Terra, do qual foi discípulo estimado. O período dos anos 20 a 40 é de grande produção de «atelier» e se corresponde, por um lado, ao dos seus Prémios Valmor, também terá o Instituto Superior Técnico (1927), a Estação do Cais do Sodré (1928), o Instituto Nacional de Estatística (1931-35). Quando da inauguração da Igreja de Nossa Senhora de Fátima, a revista “Arquitectos”, do Sindicato Nacional dos Arquitectos, N.º 6/Agosto-Outubro de 1938, dedicou-lhe uma expressiva local, a págs. 182; o mesmo sucedeu com o edifício do «Diário de Notícias», no N.º 13, de Maio-Junho de 1940, do referido orgão sindical. Participou na Exposição do Mundo Português com o Pavilhão dos Descobrimentos.
...
Obteve o Prémio Valmor correspondente aos anos de 1923, 1928, 1929, 1938 e 1940 com as seguintes edificações situadas na Av da República, N.ºs 49-49-D; Calçada de Santo Amaro, Nº. 83-85; Av. Cinco de Outubro, N.ºs 207-215; Av. Marquês de Tomar (Igreja N.ª S.ª de Fátima) e Av. da Liberdade, N.ºs 266-266-A (Sede do «Diário de Notícias»).
Recebria também , respeitante a 1930, uma Menção Honrosa do Prémio Valmor pelo prédio situado na Av. da República, N.º 54, infelizmente já desaparecido.”

In Bairrada, Eduardo Martins, “Prémios Valmor 1902-1952”, Edição 1988, CML. (sic)*

*http://www.priberam.pt/dlpo/sic
*sic |síque| (palavra latina) Advérbio: Sem alteração nenhuma; tal e qual. = ASSIM

Outros acontecimentos nesta década:

1940 – Exposição do Mundo Português, sob a orientação geral de Cottinelli Telmo;
1940/42– Café Cristal, de Cassiano Branco;
1943 – Estudo de Faria da Costa para o Martim Moniz;
1945 – Laboratório Sanitas, Rodrigues Lima disponibilizar;
1945 - Plano para o Parque Eduardo VII, Keil do Amaral;
1945 - Edifício da Standard Electric, com projecto do arquitecto Cottinelli Telmo;
1946 – Conclusão da 1ª fase de construção do aeroporto, início da sua ampliação;
1946 - Projecto do Bairro da Encarnação, Paulino Montês;
1946/51– Igreja do Santo Contestável, pelo arquitecto Vasco Regaleira;
1947 – Plano de urbanização do Bairro de Alvalade;
1947 - Início da construção do «Bairro de S. Miguel», Miguel Jacobetty Rosa e Sérgio Gomes;
1949/53 – Igreja de São João de Deus, António Lino.

A seguir à imagem do Google MAP, e da segunda à décima primeira fotografia são referentes a 2008, daí em diante são de 2013.


Próxima publicação dia 02-03-2015 com o Prémio Valmor de 1942, na Rua Imprensa à Estrela 25, arquitectada por António Maria Veloso dos Reis Camelo. 

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

La Bohême de Giacomo Puccini

Ópera, o porquê !?…

O meu Pai foi, sem dúvida, o causador de eu gostar de ópera. Durante a minha juventude, iniciou-me a ouvir música dita “erudita” e deu-me a conhecer algumas das grandes obras, de grandes compositores.
Pelos anos 70, ainda patrocinada pela FNAT, posterior INATEL, havia em Lisboa, uma temporada anual de ópera, levada à cena no Teatro da Trindade e interpretada por cantores portugueses. Essa temporada, frequentei-a durante alguns anos, com os meus pais.
Para quem nunca ouviu ópera, posso dizer que é diferente de tudo o resto, e nesta diferença com qualidade é que está o nosso ganho. É como o jazz, ou outro género musical, deve-se ouvir com atenção, tentar entender, e não ouvir só para distrair. Não sejamos superficiais. É aquele fugir à rotina que vos venho falando desde o início deste blogue e do anterior blogue, a procura do diferente.
Não foi com "Carmen" que me estreei a ouvir ópera (foi com o "Barbeiro de Sevilha" de Giacomo Rossini), mas penso que "Carmen" é uma muito melhor escolha, para nos iniciarmos neste género musical.
Explicar-vos tecnicamente, o que é este género musical, ou o que são, os tenores, os sopranos, os barítonos e os baixos, não vou ter essa veleidade. Sou um mero melómano, curioso, como muitos de vocês, e infelizmente não tenho suficientes conhecimentos musicais para esse tipo de explicação técnica.
No entanto, sei que as vozes masculinas se dividem em tenores (vozes mais agudas), barítonos (vozes intermédias) e baixos (vozes mais graves). As vozes femininas dividem-se, em sopranos (vozes mais agudas) e meio-sopranos e/ou contraltos (vozes mais graves). Depois entre cada tipo de voz existem subdivisões, por exemplo, os tenores podem ser líricos, dramáticos, absolutos, ou os sopranos podem ser líricos e dramáticos, os baixos podem ser “bufos”, etc.. E fiquemos por aqui.


Mais uma célebre Ópera, obrigatória conhecer.

A escolha erudita desta vez, recai sobre a ópera de Giacomo Puccini, “La Bohême”.

Resumo da história desta Ópera

A acção decorre em Paris, no ano de 1830 e conta as aventuras de quatro amigos “Quatro Mosqueteiros” que partilham as águas furtadas de um prédio em Paris. Um deles, Rodolfo, apaixona-se por Lúcia (Mimi), uma das inquilinas do mesmo prédio. Ela é costureira. Os quatro e Mimi juntam-se e vão passar essa primeira noite, em que conhece Rodolfo, no “Quartier Latin”. É véspera de Natal. Os episódios sucedem-se.
Esta alegre e apaixonada relação termina quando Mimi adoece com tuberculose e morre.

Personagens de La Bohême

Rodolfo (Poeta) …………………………………. Tenor
Marcelo (Pintor) …………………………………. Barítono
Schaunard (Músico) ……………………………. Barítono
Colline (Filósofo) ………………………………… Baixo
Mimi ………………..……………………………... Soprano
Musette …………..………………………………. Soprano
Benoit (Senhorio) ……………………………….. Baixo
Alcindoro (Conselheiro de Estado) ………........ Baixo
Parpignol (Quinquilheiro) ……………………..... Tenor
O Sargento dos guardas da Alfândega ............. Baixo

Estudantes, costureiras, cidadãos, lojistas de ambos os sexos, vendedores ambulantes, soldados, criados de café, rapazes e raparigas, etc..

Do autor Giacommo Puccini, … (excertos)

Ao nome de baptismo de Giacomo Puccini correspondem vários na nossa língua; tanto poderá ser Jácome, como Diogo, Tiago ou Jaime. Por isso apenas há uma forma de vencer o embaraço e não errar a tradução. Essa é… não o traduzir.
Giacomo (lê-se: Djácomo) Puccini (lê-se: Putxini), última vergôntea (descendente) de autêntica dinastia de músicos notáveis, e todos naturais de Lucca, nasceu a 22 de Dezembro de 1858. Filho, neto e bisneto de três compositores de grande envergadura na época, respectivamente, seu pai Miguel Puccini (1813-1864), seu avô António Puccini (1771-1815) e seu bisavô Giacomo Puccini (1712-1831). Estudou no Instituto Musical Pacini, em Lucca, com Carlos Angeloni (1834-1901). Mais tarde, vai estudar para Nápoles, para o Conservatório, graças à Rainha Margarida, mãe de Victor Manuel III. Primeiramente é Amílcar Ponchielli (1834-1887) o seu professor e mais tarde após a sua morte, é António Bazzini (1818-1897) que o ensina.
As suas mais célebres obras do género lírico, são:

Le Villi; Manon Lescaut; La Bohême (que foi representada pela primeira vez no dia 1 de Fevereiro de 1896, no Teatro Régio de Turim, dirigida pelo prestigiado maestro Arturo Toscanini); Tosca e Madame Butterfly.

Giacomo Puccini morre em 29 de Novembro de 1924, com 65 anos de idade.

Texto extraído e adaptado de:
Colecção "Ópera", Volume 4, Direcção Mário de Sampayo Ribeiro, Editor Manuel B. Calarrão, Lisboa, Maio de 1946, Preço 3$50.

DVD indicativo: La Bohême de Giacomo Puccini, com Luciano Pavarotti e Mirella Freni, Orquestra e Coro da Ópera de São Francisco (EUA), dirigida por Tiziano Severini,

Trechos Musicais

“Che gelida manina”, Rudolfo com Roberto Alagna (Tenor), na Ópera da Bastilha, Paris, França, em 1995.


Si mi chiamano Mimi, Mimi com Rachel Cobb (Soprano) no “Academy of Arts Theater” in Lynchburg, Virgínia, EUA, em 20 de Abril de 2008.


“O soave fanciulla”, Mimi com Renata Tebaldi (Soprano) e Rudolfo com Jussi Björling (Tenor).


"O Mimì, tu più non torni", Marcelo com Ludovic Tézier (Barítono) e Rudolfo com Ramón Vargas (Tenor).


"Vecchia zimarra, senti", Colline com Eric Downs (Baixo).

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

4º. Desafio Musical (III)

Vencedores

Pedro Coimbra, Rui Espírito Santo, Afrodite, e Janita com o pleno.
Obrigado pela participação da Majo, Madalena e Teresa

Agradeço a todos a vinda aqui, com comentários e com "palpites" !!!

Instrumental


Intérprete: Júlio Pereira
Composição: Chula de Lisboa
Compositor: Júlio Pereira
Ano: 1986

Vocal


Intérpretes: Rui Veloso e Maria João
Composição: As regras da sensatez
Compositor: Rui Veloso e Carlos Tê
Ano: 2012

domingo, 8 de fevereiro de 2015

4º. Desafio Musical (II)

Começamos hoje, dia 08-01-2015, com reedição a 11-02-2015 às 20:00. Têm três dias completos e desta vez, duas composições para descobrir.

Comentário NÃO moderados. Dêem “dicas”, não dêem as soluções.

Respostas para o meu endereço de “mail” ricardosantos1953@gmail.com.

Perguntas:

Quem canta/toca ?
De que música se trata ?
Quem compôs a música e a letra (se for vocal) ?
Nome do álbum original ?
E em que ano foi lançado ?

Pergunta adicional:

Na segunda composição quem toca piano ?

Instrumental


Vocal


sábado, 7 de fevereiro de 2015

4º. Desafio Musical (I)

O 4º. Desafio Musical começa amanhã, dia 8, pelas 20:00.... e 

O Pacto Português faz, neste mês de Fevereiro de 2015, e precisamente no dia 11, 4 anos de existência !

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

SMS do marido ... - Interacção Humorística (CXXXVI)

Em 02-09-2011. Obrigado.

SMS do marido ...

“Amor, vou sair com os meus amigos.
Devo chegar dentro de 30 minutos.
Se não chegar, lê esta mensagem de novo.”

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Gregory Porter – Jazz Singers (XXX)

(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

Gregory Porter (Sacramento, California, EUA, 04-11-1971 – 20xx) – É um vocalista de jazz, compositor e actor norte-americano. Ganhou em 2014 o “Grammy” de “Melhor Álbum Vocal de Jazz” com o trabalho “Liquid Spirit”. Nasceu em Los Angeles e foi criado em Bakersfield, Califórnia, onde a sua Mãe era ministro. Recebeu em 1989 uma pós-graduação na “Highland High School”, uma bolsa estudos para desporto (futebol americano) para a “San Diego State University (SDSU Aztecs)”. A sua lesão no ombro, durante o seu primeiro ano restringiu a sua carreira de futebolista.
Porter veste muitas vezes um colete modificado para aparições públicas. A razão para isso, não é totalmente clara, mas ele mencionou que o colete é como se fosse um cobertor de segurança, e também, como o seu chapéu de jazz ("hat jazz").
Numa entrevista da “Jazzweekly.Com”, conduzida por George W. Harris, em 3 de Novembro de  2012, quando perguntado "Porquê o chapéu omnipresente?" Porter respondeu: "Eu fiz uma cirurgia na minha pele, de modo que este será o meu aspecto e vai continuar a ser por mais algum tempo. As pessoas reconhecem-me pelo chapéu agora. É o que é !".
Assinado pela “Blue Note Records” (Universal Music Group) em 17 de Maio de 2013, e o seu terceiro álbum, “Liquid Spirit”, editado em 2 de Setembro de 2013, na Europa, e em 17 de Setembro de 2013, nos EUA, produzido por Brian Bacchus, ganhou o “Grammy 2014” de “Melhor Vocal Jazz album”.
Em Agosto 2014 Porter lançou o single "The 'In' Crowd".

Our Love, do álbum “Be Good” de 2013.


Painted On Canvas, do álbum “Be Good” de 2013, No “Festival International de Jazz de Montréal” em 2012.


Hey Laura, do álbum “Liquid Spirit” de 2014.


Water Under Bridges, do álbum “Liquid Spirit” de 2014. No programa “The Late Late Show da RTÉ One (Irlanda)”.