A paixão nua e cega dos estios, Atravessou a minha vida como rios

Sophia de Mello Breyner Andresen, A Paixão Nua, in “O Nome das Coisas”.

domingo, 24 de agosto de 2014

Diane Schuur – Jazz Singers (XXV)

(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

Diane Schuur (Tacoma, Washington, EUA, 10-12-1953 – 20xx) – É uma cantora norte-americana de Jazz e pianista. Apelidada de "Deedles", ela ganhou dois Grammy Awards, conhecidíssima em muitos dos locais de música de maior prestígio do mundo, incluindo o “Carnegie Hall” e “A Casa Branca” e já percorreu o mundo cantando e tocando com grandes nomes como Quincy Jones (compositor e orquestrador), Stan Getz (saxofone), B.B. King (voz e guitarra), Dizzy Gillespie (trompete), Maynard Ferguson (trompete), Ray Charles (voz e piano), Joe Williams (voz) e Stevie Wonder (voz e piano). Tal como Stevie Wonder, Diane Schuur ficou cega ao nascer devido a retinopatia da prematuridade.
Diane Schuur cresceu nos subúrbios de Seattle, Washington e foi incentivada pelos seus pais a cantar. Começou a fazê-lo quando tinha apenas, dois anos e meio. Ela disse que, como era uma criança, costumava retirar-se para o dentro do armário para estar a sós com ela e cantar. As suas heroínas musicais de infância eram Sarah Vaughan e Dinah Washington. Schuur teve seu primeiro espectáculo na “Tacoma Holiday Inn”, aos dez anos, onde cantou música “Country”. Frequentou a “Washington School for the Blind”, onde começou a apresentar material original e com de dezasseis anos, revelou uma voz inconfundível. A sua grande hipótese aconteceu, quando Stan Getz (saxofone) apreciou e classificou o seu trabalho de muito positivo, ao ouvi-la cantar "Amazing Grace" no lendário “Monterey Jazz Festival”, em 1979. Getz voltou em 1988 e 1991. Em 1982, Getz pediu a Diane Schuur para se juntar a ele, num espectáculo na “Casa Branca”.

The Man I Love, no “Java Jazz Festival” de 2007.


Deedles Blues, Ao vivo, em Seattle, com Maynard Ferguson e a sua “Big Bop Nouveau Band”. Formação: Trompetes: Adolfo Acosta, Carl Fischer e Frank Abrahamson; Saxofones: Mike Dubaniewicz, Jeff Rupert e Bill Ramsay; Trombone: Mike Bravin; Piano: Earl MacDonald; Contrabaixo: Roger Hines; e
Bateria: David Throckmorton



It Had To Be You, “The Miami Lighthouse” para os cegos, o “James L. Knight Center” em Miami, Florida, decorria o ano 1999.


The Very Thought Of You, música e letra de Ray Noble.

10 comentários:

  1. Não conhecia [a minha cultura musical deixa muito a desejar]. Tem uma voz lindíssima. Gostei.

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    1. Luisa a cultura vamos adquirindo ao longo da nossa vida, É tão somente importante porque nos dá prazer sabermos que ao ouvir determinado intérprete nos agrada ou nos recorda momentos importantes e felizes da nossa passagem pela Terra.
      Também gosto bastante da voz dela.
      Obrigado pela tua visita e volta sempre que quiseres. Tento sempre trazer aqui vozes bonitas, ou diferentes.

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  2. Gostei! Como sou muito distraída. não conheço muitos jazzistas, pois raramente decoro os seus nomes. Conheço apenas os mais famosos e aqueles que tenho a sorte de ter em disco, CD ou DVD... Ajuda a fixar! :)))

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    1. Espero que estejas bem. Quando quiseres passa aqui e ouves outros que não conheces.
      Teresa obrigado pela visita.

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  3. Não conhecia a intérprete.
    Sempre a aprender.

    Aquele abraço, votos de boa semana!

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    1. É verdade Pedro, estamos todos sempre a aprender !
      Um abraço

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  4. Boa tarde, desconhecia por complete a Diane Schuur, registei o nome para procurar as sua interpretações, tem um voz linda.
    AG
    http://momentosagomes-ag.blogspot.pt/

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  5. Vou ser voz dissonante... porque já conhecia a Diane.
    Gosto especialmente do tema "The Very Thought Of You"... e quando ouço a voz dela o meu imaginário leva-me para a meca do cinema das décadas de 40 e 50.

    Gostei de ver a cumplicidade existente entre ela e Ray Charles, cumplicidade até na forma de "ver" o mundo.


    Beijinhos com lentes graduadas mas não escurecidas
    (^^)

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    1. Essa viagem à meca do cinema, dos anos 40 e 50, sou capaz de estar de acordo contigo !
      A actuação com o Ray Charles é muito boa !!!
      Obrigado Grega

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Eu fiz um Pacto com a minha Língua, o Português, língua de Camões e de Pessoa.