Contigo nunca me perco, perdendo-me !!!... (Ricardo Santos)

domingo, 22 de dezembro de 2013

Os Festivais das Canções (1977)

(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

Vou andar por aqui a mostrar um pouco da música dos Festivais da Canção, o da RTP e o da Eurovisão. Ouvirão e verão, sempre que haja vídeo no Youtube , os três primeiros lugares de cada um deles.

Euro Festival 1977, em 7 de Maio, Londres (Reino Unido), no Wembley Conference Centre.

1º. Marie Myriam (Myriam Lopes Elmosnino) (08-05-1957) - L'oiseau et l'enfant


2º. Lynsey De Paul (11-06-1950) e Mike Moran (04-03-1948) - Rock Bottom


3º. The Swarbriggs Plus Two (19??) - It's Nice to Be in Love Again


Festival RTP da Canção de 1977, em 12 de Fevereiro, no Estúdio Um da RTP, em Lisboa.

1º. Os Amigos (19??) – Portugal No Coração


2º. Green Windows (1972 – 1977) – Rita Rita Limão


3º. Bric-à-Brac (1974 – 1982) – Fim De Estação


Miles Davis – Groups & Soloists of Jazz (XVII)

(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

Miles Dewey Davis Jr. (Alton, Illinois, EUA, 26-05-1926 — Santa Monica, California, EUA, 28-09-1991) – Foi um trompetista, compositor e chefe de banda de jazz norte-americano. Considerado um dos mais influentes músicos do século XX, Davis esteve na vanguarda de quase todos os desenvolvimentos do Jazz desde a Segunda Guerra Mundial até a década de 1990. Ele participou de várias gravações do “Bebop” e das primeiras gravações do “Cool Jazz”. Foi parte do desenvolvimento do “Jazz Modal”, e também do “Jazz Fusion” que teve origem do seu trabalho, com outros músicos no final da década de 1960 e no começo da década de 1970.
Miles Davis pertenceu a uma classe tradicional de trompetistas de Jazz, que começou com Buddy Bolden e desenvolveu-se com Joe "King" Oliver, Louis Armstrong, Roy Eldridge e Dizzy Gillespie. Ao contrário desses músicos ele nunca foi considerado, como tendo um alto nível de habilidade técnica. O seu grande êxito como músico, entretanto, foi ir mais além e ser influente e distinto no seu instrumento, moldar estilos inteiros e maneiras de fazer música através dos seus trabalhos. Muitos dos mais importantes músicos de jazz fizeram a sua carreira na segunda metade do século XX, nos grupos de Miles Davis, nesta afirmação estão incluídos: Joe Zawinul (teclas), Chick Corea (piano) e Herbie Hancock (piano), os saxofonistas John Coltrane, Wayne Shorter, George Coleman e Kenny Garrett, o baterista Tony Williams e o guitarrista John McLaughlin.
Como trompetista, Davis ele conseguia um som puro e claro com o seu trompete, mas também uma liberdade de articulação e altura, fora do comum. Ficou conhecido por ter um registo baixo e minimalista de tocar, mas também era capaz de conseguir alta complexidade e técnica com o seu trompete.
Em 13 de Março de 2006, Davis foi postumamente incluído no “Rock and Roll Hall of Fame”. Foi também incluído nos: “St. Louis Walk of Fame”; “Big Band and Jazz Hall of Fame”; e no “Down Beat's Jazz Hall of Fame”.

Green Haze, com Miles Davis (trompete), “Philly" Joe Jones (bateria), Red Garland (piano), Oscar Pettiford (contrabaixo).


So What, composição escrita por Miles Davis.


Autumn Leaves


Time After Time, gravado ao vivo, em Kunstinsel, Hamburgo, Alemanha, em 30 de Junho de 1990. Com Miles Davis (trompete e teclas), Kenny Garrett (saxofone e flauta), Joseph Mccreary (guitarra e vocal), Kei Akagi (teclas), Richard Patterson (baixo), Ricky Wellman (bateria), e Erin Davis (percurssão).

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Prémio Valmor, Ano de 1903, Rua Alexandre Herculano 57-57C

Praticamente já em pleno Largo do Rato, encontra-se do lado esquerdo quem vai da Avenida da Liberdade em direcção ao Largo do Rato.

O Prémio Valmor de 1903 foi legado pelo arquitecto Miguel Ventura Terra, às Escolas de Belas Artes de Lisboa e Porto. Nela faleceu Ventura Terra, em 30 de Abril de 1919, que destinou o seu rendimento líquido para pensões a estudantes pobres das duas escolas que mostrem decidida vocação para as belas artes (placa inscrita no primeiro andar, na parte central do edifício).

Arquitecto Miguel Ventura Terra:


Prémios Valmor (1903, 1906, 1909, 1911) e Menção Honrosa (1913)

Arquitecto Miguel Ventura Terra (1866-1919):

“Natural da freguesia de São Pedro de Seixas do Minho, iniciou os seus estudos na Academia Portuense, entretanto Escola de Belas-Artes, que concluiu com a obtenção do diploma de Arquitecto e, em 1886, partiu para Paris, como bolseiro do Governo, após um polémico concurso, reclamado e sanado, onde lhe foi confirmado o primeiro lugar. Nesta cidade, candidatou-se à respectiva Escola de Belas-Artes, tendo ficado entre os cinco primeiros classificados. Discípulo dos notáveis arquitectos Jules André (1) e Victor Laloux (2), durante estes estudos, obteve primeiros prémios, medalhas e menções honrosas que lhe permitiram concorrer à primeira classe dos arquitectos diplomados pelo Governo francês. Em 1895, recebeu o honroso diploma, após defesa de um Projecto do Palácio da Justiça para Lisboa que, entretanto lhe fora encomendado pelo Governo português. Nesse ano foi recebido no “Salon”.
devem-se a Ventura Terra as grandiosas obras do Monte de Santa Luzia, em Viana do Castelo, continuadas, após a sua morte, pelo Arqº. Manuel Nogueira (1883-1953), e, ainda, em Lisboa, a sinagoga israelita Schaare Tiekwa, da Rua Alexandre Herculano, que substituiu a do Beco dos Apóstolos, à Rua das Flores («A Construção Moderna» N.º 97/Ano IV/1903);
Obteve o Prémio Valmor referente aos Anos de 1903, 1906, 1909 e 1911 com as edificações situadas na Rua Alexandre Herculano, N.º 57-57C, Avenida da República, N.º 38, Rua Marquês da Fronteira, N.º 18-28, e Rua Alexandre Herculano N.º 25. Receberia ainda, respeitante a 1913, uma Menção Honrosa do Prémio Valmor pelo prédio situado na Avenida António Augusto de Aguiar, N.º 3-D, onde é hoje a sede da Ordem dos Engenheiros.”

In Bairrada, Eduardo Martins, “Prémios Valmor 1902-1952”, Edição 1988, CML. (sic)*

*http://www.priberam.pt/dlpo/sic
*sic |síque| (palavra latina) Advérbio: Sem alteração nenhuma; tal e qual. = assim

(1) - Louis-Jules André ou Jules André é um arquitecto francês, nascido em Paris, a 24-06-1819 e morreu, também em Paris, a 30-01-1890, foi professor de Arquitectura, Prémio de Roma e membro do Instituto de França.

(2) - Victor-Alexandre-Frédéric Laloux (Tours, 15-11-1850 - Paris, 13-07-1937) é um arquitecto francês.

Acontecimentos Arquitectónicos da década:

1902 - Inauguração do elevador de Santa Justa;
1903 - Publicação do novo regulamento de salubridade para as construções urbanas;
1904 – Aprovação do Plano Geral de Melhoramentos, apresentado pelo engenheiro Ressano Garcia (1847-1911);
1905 – Desenvolvimento das construções ao longo da Avenida Fontes Pereira de Melo e da futura Avenida da República;
1905 - Jardim Zoológico, nas Laranjeiras, Raul Lino;
1907 – Animatógrafo do Rossio;
1908 - Projecto para o Parque Eduardo VII do arquitecto Miguel Ventura Terra.

As nove primeiras fotos, a seguir à imagem do Google MAP, são de 2008 e as seguintes de 2013.


Próxima publicação dia 01-01-2014 com a primeira Menção Honrosa de 1904, na Avenida Liberdade 166, e arquitectada por Nicola Bigaglia.

Lisboa (VI) – Passeio no Tejo

Um ex-colega meu do Liceu, o João Bernardino, deu-me a oportunidade de dar um passeio de barco e subir o Tejo até à foz do Trancão (Sacavém) e voltar a descê-lo até à Torre de Belém. Nesse passeio, eu e o meu filho fizemos algumas fotografias que vou exibir, do mesmo modo que tenho vindo a mostrar outros locais, desta linda cidade e maravilhoso país.
As fotos falam por si, e vão ser acompanhadas por duas músicas de um dos álbuns mais marcantes da “Música Popular Portuguesa”. Estou a falar-vos do extraordinário trabalho de Fausto Dias, “Por Este Rio Acima”, de 1982.

Sobre Fausto Dias, algumas palavras:

Oficialmente, Carlos Fausto Bordalo Gomes Dias nasceu em 26 de Novembro de 1948, em pleno oceano Atlântico, a bordo de um navio chamado “Pátria” que viajava de Portugal para Angola. Foi nesta antiga colónia portuguesa que passou a infância e adolescência e começou a interessar-se por música. Filho de beirões, assimilou os ritmos africanos a que juntaria, mais tarde, os das suas origens lusas. Dez álbuns de originais num total de 12 discos publicados em 30 anos são a face palpável da carreira daquele que é hoje, possivelmente, o compositor e intérprete mais carismático da Música Popular Portuguesa. Quando editou “Por Este Rio Acima”, no já longínquo ano de 1982, Fausto Bordalo Dias estaria longe de imaginar a verdadeira revolução que esse seu disco iria causar no universo da música portuguesa. Até então, apenas José Afonso conseguira (com “Cantigas do Maio”, em 1972) elaborar uma obra tão radicalmente diferente de tudo o que existia e, simultaneamente, tão cheia de novos caminhos por explorar. Falo da música, mas também da poesia (ao nível da melhor que em terras lusas se tem publicado) e, ainda, de um conceito estético que, na realidade, só depois de “Por Este Rio Acima” tomou forma definitiva: a Música Popular Portuguesa, entendida como uma forma de identidade cultural multi-expressiva e não, como pretendiam os seus detractores, como um modelo de uniformização formal.

http://attambur.com/Noticias/20021t/fausto_em_dez_etapas.htm

Álbum original em “vinil” foi editado em 1982, pela Editora Sassetti, o qual aconselho vivamente terem em vossa posse, para se deleitarem no prazer da sua audição.

Algumas palavras que constam nos folhetos deste duplo álbum e das “Viagens de Fernão Mendes Pinto” relativo a estas duas composições de Fausto:

O Barco Vai De Saída

“Ainda muito jovem vim para Lisboa onde um tio meu me pôs ao serviço de uma senhora de geração nobre e parentes ilustres. Sucedeu-me então um caso que me pôs a vida em tanto risco que para a poder salvar me vi forçado a sair naquela mesma hora de casa, fugindo com a maior pressa que pude. Indo assim tão desatinado, entre outros medos, e sem trabalho que bastasse para minha sustentação, decidi embarcar-me para a índia, ainda que com pouca ilusões, já disposto a toda a ventura, ou má ou boa, que me sucedesse”.

A Voar Por Cima Das Águas

“Partimos desta Ilha dos Ladrões para o porto de Liampó, depois de termos tomado de assalto um barco de pescadores chins que àquela ilha chegaram muito descuidados e desordenados. Recompostos da miséria em que havíamos estado, navegámos com cinco embarcações ao longo da costa de Lamau. Informados em Chinchéu de que o Coja Acém estava surto num rio perto do porto de Lailó, para ali nos dirigirmos muito aparelhados para a briga final que iríamos ter com esse corsário. Iniciada a peleja, António de Faria arremeteu com tal fervor ao Coja Acém que lhe deu uma tão grande cutilada pela cabeça derrubando-o logo no chão, e tornando-lhe com outro revés que lhe decepou ambas as pernas de que se não pôde mais levantar. Esta vitória foi por nós festejada com grande alegria, continuando a nossa viagem, muito embandeirados, em guerra de corsários e incursões de boa pilhagem para nos refazermos de algumas coisas de que vínhamos faltos”.

domingo, 15 de dezembro de 2013

Gira-Discos (L)


(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

Ritual Tejo (1991 – 1999) – Foram uma banda portuguesa do início da década de 1990 criada por Paulo Costa, José Manuel Afonso, Artur Santos, Fernando Martins e Quim Zé Rebelo. Em 1987, com Paulo Costa, José Manuel Afonso, Artur Santos e ainda Chipas na bateria, começaram por se chamar “Easy Gents” mas, após vencerem o 5.º Concurso de Música Moderna do “Rock Rendez-Vous”, mudaram o nome para “Ritual Tejo”. Por esta altura, Fernando Martins entra para o grupo e Chipas é substituido por Quim Zé Rebelo.

"Foram Cardos, Foram Prosas


"Nascer Outra Vez”, no programa “Dança Comigo” da RTP.

Gira-Discos (L)


(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

Dire Straits (1977 – 1995) – Foi uma banda de “Rock” britânico formada em 1977 por Mark Knopfler (guitarra e vocais), pelo seu irmão David Knopfler (guitarra), por John Illsley (baixo) e por Pick Withers (bateria). Embora formada numa época em que o “Punk Rock” reinava em absoluto, decidiram lidar com as convenções do “Rock Clássico”, firmando-se numa sonoridade mais leve, que agradou ao público cansado do som superproduzido do “Rock” dos anos 70. Não tardou para que a banda se tornasse conhecida mundialmente, ganhando o “status” de disco de platina logo no seu primeiro álbum. Mesmo com pouco tempo vida, e apenas 6 álbuns de estúdio, a banda ultrapassou a marca de 100 milhões de discos vendidos mundialmente.
De entre as suas canções mais conhecidas estão: "Sultans of Swing"; "Lady Writer"; "Romeo and Juliet"; "Why Worry"; "So Far Away"; "Money for Nothing"; "Walk of Life"; "Tunnel of Love" e "Brothers in Arms".

"Communiqué”, do álbum “Communiqué”, o segundo álbum de estúdio, de 15 de Abril de 1979, lançado pela editora “Warner Brothers”.


They wanna get a statement for Jesus' sake
It's like a talking to the wall
He's incommunicado no comment to make
He's saying nothing at all
But in the communiqué you know he's gonna come clean
Think what he say
Say what he means
Maybe on Monday he got something to say
Communication
Communiqué
Communiqué
Maybe he could talk about the tricks of the trade
Maybe he could talk about himself
Maybe he could talk about the money that he made
Maybe he'd be saying something else
But in the communiqué you know he's gonna come clean
Think what he say,
Say what he means
Maybe on Monday he got something to say
Communication
Communiqué
Communiqué
And now the rumors are flying
Speculation rising
Say that he's been trying someone else's wife
Somebody at the airport
Somebody on the phone
Says he's at the station and he's coming on the noon
Then we get the story a serious breeze
And a photograph taken in the hall
You don't have to worry with the previous release
Right now, he's saying nothing at all
But in the communiqué you know he's gonna come clean
Think what he say
Say what he means
Maybe on Monday he got something to say
Communication
Communiqué
Communiqué

"Money For Nothing”, do álbum “Brothers in Arms” de 1985, composta por Mark Knopfler e Sting, e editado pela “Warner Brothers”.

Jantar de Aposentados - Interacção Humorística (CXII)

Em 19-05-2011. Obrigado.

Jantar de Aposentados

Um grupo de amigos de 40 anos discutiam e discutiam para escolher o restaurante onde iriam encontrar-se para jantar. Finalmente decidiram-se pelo Restaurante "O Caipira" porque as empregadas usavam mini-saias e blusas muito decotadas.

10 anos mais tarde, aos 50 anos, o grupo reuniu-se novamente e mais uma vez discutiram e discutiram para escolher o restaurante.
Finalmente decidiram-se pelo Restaurante "O Caipira" porque a comida era muito boa a havia uma óptima selecção de vinhos.

10 anos mais tarde, aos 60 anos, o grupo reuniu-se novamente e mais uma vez discutiram e discutiram para escolher o restaurante.
Finalmente decidiram-se pelo Restaurante "O Caipira" porque ali podiam comer em paz e sossego e havia sala para fumadores.

10 anos mais tarde, aos 70 anos, o grupo reuniu-se novamente e mais uma vez discutiram e discutiram para escolher o restaurante.
Finalmente decidiram-se pelo Restaurante "O Caipira" porque lá havia uma rampa para cadeiras de rodas e até um pequeno elevador.

10 anos mais tarde, aos 80 anos, os remanescentes do grupo, reuniram-se novamente e mais uma vez discutiram e discutiram para escolher o restaurante. Finalmente decidiram-se pelo Restaurante "O Caipira".

Todos acharam que era uma grande ideia porque nunca tinham estado lá antes.

Jazz Standards (CVII)

(Dados Biográficos In Wikipédia e In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

(Sobre o tema em questão, algumas palavras retiradas de “in
http://www.jazzstandards.com/compositions/index.htm” - adaptação e tradução por Ricardo Santos)

For All We Know (#111) - Música de J. Fred Coots e Letra de Sam M. Lewis

O compositor J. Fred Coots e o letrista Sam Lewis, tanto de quem fez sucesso na Broadway, escreveram "For All We Know", em 1934. O vocalista Morton Downey, o "Irish Thrush", que foi eleito o melhor vocalista masculino em 1932, apresentou a canção no seu programa de rádio.
Duas gravações da música tiveram êxito nas tabelas de venda em 1934. Nos anos 30 e votada pelos leitores da “Metronome”, a versão de Hal Kemp "sweet band", orquestrada por John Scott Trotter, ficou em 3.º lugar na tabela. A banda de Hal Kemp foi duas vezes eleita a “Best Sweet Band”, pelas suas tonalidades românticas, e pela vocalização sensual e intimista de Skinnay Ennis.
Por outro lado, Gordon Jenkins orquestrou a composição para a banda de Isham Jones, que tinha um som de conjunto, forte. A sua versão subiu para o 16.º lugar das tabelas.

Hal Kemp e a sua orquestra (1934, Skinnay Ennis, vocal, # 3);
Isham Jones e a sua orquestra (1934, Joe Martin, vocal, # 16);
Dinah Washington (1962, vocal, # 88).

Chet Baker (Yale, Oklahoma, EUA, 23-12-1929 – Amsterdão, Holanda, 13-05-1988) – Com Chet Baker (trompete e voz), Harold Danko (piano), Hein Van De Geijn (contrabaixo) John Engels (bateria), no "Hitomi Kinen Kodo", Tóquio, Japão, em 14 de June de 1987.


Barbra Streisand (Brooklyn, Nova Iorque, EUA, 24-04-1942 - 20xx) – música exibida, instrumentalmente, no filme “Prince of Tides”, dirigido pela própria Barbra Streisand, e com ela, Barbra Sreisand e Nick Nolte.


Rod Stewart (Highgate, North London, Inglaterra, 10-01-1945 - 20xx)


Alicia Keys (Alicia Augello-Cook) (New York , EUA, 25-01-1981 - 20xx)


Letra        
       
For all we know
We may never meet again
Before you go
Make this moment sweet again
We won't say, "Goodnight"
Until the last minute
I'll hold out my hand
And my heart will be in it
For all we know
This may only be a dream
We come and we go
Like the ripples of a stream
So love me, love me tonight
Tomorrow was made for some
Tomorrow may never come
For all we know, we know

Lamento, algumas eventuais falhas nas letras, encontradas na Internet, devido à própria improvisação dada pelos seus intérpretes, e muitas vezes de difícil entendimento. (Ricardo Santos)

Herman e a Roda da Sorte – Pilau

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Diário Metro de hoje, uma pedrada no charco

Precisamos, principalmente, de nos rirmos e o diário “Metro” de hoje traz uma sobrecapa muito interessante, pela sua originalidade, e principal e obviamente, pela comicidade nela impressa. Várias notícias, perfeitamente a tocar o surrealismo, com histórias de curiosidades do lugar de “Curral das Moinas”.

Achei delicioso, porque me conseguiram fazer rir. Não é que seja difícil consegui-lo, mas notícias interessantes como estas são raras. O panorama jornalístico e dos principais “media” portugueses e mundiais preocupam-se hoje, com “lavagens cerebrais” dos seus leitores, e com a venda das notícias, absolutamente mais nada. Acredito que a maioria dessas notícias, vindas de todos os quadrantes, sejam maioritariamente, “fabricadas”, só assim se conseguem manobrar as massas, que somos nós todos.

Alguém dizia no século passado que quem domina-se no futuro a comunicação dominaria facilmente o Mundo. É só assistirmos aos jornais, às palestras, aos debates, etc.. Ainda bem que eu gosto de ouvir música, ler e ver cinema!     
           
Aqui fica o frontispício do “Metro” de hoje, ampliem-na e divirtam-se…  


domingo, 8 de dezembro de 2013

Laura Izibor – Jazz Singers (XVII)

(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

Laura Elizabeth Arabosa Izibor (13-05-1987 – 20xx) – É uma artista irlandesa, músico e produtora. Ela venceu o concurso de canção “RTÉ 2fm”, enquanto ainda era estudante na escola secundária. Continuou e ganhou um prémio no “Meteor Music Awards”, de 2006. Apresentou-se no ainda nesse ano, no festival “Electric Picnic” e no “Música Irlanda 2007”. Izibor entrou me digressão com Aretha Franklin, India Arie, Estelle, Maxwell e John Legend. O seu álbum de estreia, “Let the Truth Be Told”, foi lançado na Irlanda em 8 de Maio de 2009. Izibor apareceu no programa da televisão CW, “One Tree Hill”, onde ela interpreta Erin Macree.

Aqui todas as músicas são do seu álbum “Let the Truth Be Told”, de 2009, editado pela “Atlantic”

From My Heart To Yours


Shine


If Tonight Is My Last


Mmm...


Os Festivais das Canções (1976)

(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

Vou andar por aqui a mostrar um pouco da música dos Festivais da Canção, o da RTP e o da Eurovisão. Ouvirão e verão, sempre que haja vídeo no Youtube , os três primeiros lugares de cada um deles.

Euro Festival 1976, em 3 de Abril, The Hague (Holanda).

1º. Brotherhood Of Man (1969) - Save your kisses for me


2º. Catherine Ferry (01-07-1953) - Un, deux, trois


3º. Mary Christy (19?? – ????) - Toi, la musique et moi


Festival RTP da Canção de 1976, em 22 de Fevereiro, no “Estúdio Um” da RTP, em Lisboa.

1º. Carlos Manuel de Ascenção do Carmo de Almeida (21-12-1939) - Uma Flor de Verde Pinho


2º. Carlos Manuel de Ascenção do Carmo de Almeida (21-12-1939) - Novo Fado Alegre


3º. Carlos Manuel de Ascenção do Carmo de Almeida (21-12-1939)- No Teu Poema


quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Prémio Valmor, Ano de 1902, Avenida Liberdade, Rua do Salitre 1-3

Encontra-se do lado direito quem desce a Avenida da Liberdade, do Marquês de Pombal, em direcção à Praça dos Restauradores, e situa-se na esquina da Rua do Salitre e da Avenida da Liberdade. À frente deste edifício fica a estátua erigida aos heróis da Grande Guerra (I Guerra Mundial). De frente para o edifício e tendo a dita estátua por trás de nós, do lado esquerdo, do mesmo, fica o antigo “Parque Mayer”, hoje transformado em parque, mas de estacionamento, e do lado direito sobe-se a Rua do Salitre.

O Prémio Valmor de 1902 foi atribuído ao Palácio Lima Mayer, uma construção de 1901, situada na Avenida da Liberdade fazendo esquina para a Rua do Salitre e da qual, era proprietário, Adolfo de Lima Mayer. O arquitecto foi Nicola Bigaglia, italiano radicado em Portugal.
A propriedade incluía, para além do edifício, um extenso jardim, no qual, em 1921, se edificou, o “Parque Mayer”, centro de concentração popular, durante muitos anos, em virtude das exibições da “Revista” à portuguesa, com os seus quatro teatros (Variedades, Capitólio, ABC e Maria Vitória), onde grandes cómicos do teatro português se tornaram famosos. Não vou aqui nomear ninguém porque vão-me faltar nomes.
Actualmente neste edifício, Rua do Salitre 1-3, funciona a Embaixada e Consulado de Espanha.

Arquitecto Nicola Bigaglia (1841-1908):

“De nacionalidade italiana, nascido em Veneza, veio para Portugal em 1888, na mesma época em que outros artistas  de valor foram contratados pelo Governo português, como professores das Escolas Industriais, criadas por António de Augusto Aguiar e por Emídio Navarro.
Além de arquitecto, Bigaglia, foi um aguarelista distinto, um modelador de grandes recursos e um desenhador primoroso. A sua obra está dispersa por vários pontos do nosso território, muito embora fosse em Lisboa onde ela ficou mais representada. Conhecia a fundo a arte da decoração, sendo-lhe familiares os estilos clássicos, não só de arquitectura, como também do mobiliário, da tapeçaria, etc. Regeu, durante anos, a cadeira de Modelação Ornamental, na Escola Afonso Domingues, em Xabregas, após magistério na escola Industrial de Leiria,
De entre as obras que se ficaram a dever à presença de Nicola Bigaglia em Lisboa, são conhecidas ou referidas pelas publicações da época, as seguintes: o palácio e parque de José Pinto Leitão, na Rua Marquês da Fronteira, Nº.14-16; as residências de Michel Angelo Lambertini, na Avenida da Liberdade, Nº. 166 (Menção Honrosa do Prémios Valmor em 1904), e do Dr. Gama Pinto, na Rua das Taipas, Nº.16-20; os palacetes do Conde Burnay, na Rua da Junqueira, Nº.86, do Dr. António Caetano, na Rua de Santo António dos Capuchos, Nº. 1, e do Dr. Alfredo da Cunha, no Largo de São Vicente, Nº.5, etc.
Nos finais de 1907, princípios de 1908, Nicola Bigaglia, retira-se para Veneza, onde faleceu em 8 de Outubro.
Obteve o Prémio Valmor de 1902, com o edifício construído, na Avenida da Liberdade, tornejando para a Rua do Salitre, Nº.1-3, onde é hoje a Chancelaria da Embaixada de Espanha.”

In Bairrada, Eduardo Martins, “Prémios Valmor 1902-1952”, Edição 1988, CML.(sic)*

*http://www.priberam.pt/dlpo/sic
*sic |síque| (palavra latina) Advérbio: Sem alteração nenhuma; tal e qual. = assim

Acontecimentos referentes à década:

1902 - Inauguração do elevador de Santa Justa;
1903 - Publicação do novo regulamento de salubridade para as construções urbanas;
1904 – Aprovação do Plano Geral de Melhoramentos, apresentado pelo engenheiro Ressano Garcia (1847-1911);
1905 – Desenvolvimento das construções ao longo da Avenida Fontes Pereira de Melo e da futura Avenida da República;
1905 - Jardim Zoológico, nas Laranjeiras, Raul Lino;
1907 – Animatógrafo do Rossio;
1908 - Projecto para o Parque Eduardo VII do arquitecto Miguel Ventura Terra.

As quatro primeiras fotos, a seguir à imagem do Google MAP, são de 2008 e as seguintes de 2013. Nota-se que o edifício foi pintado e limpo.




Próxima publicação dia 18-12-2013 com o Prémio Valmor de 1903, na Rua Alexandre Herculano  57-57C, e arquitectado por Miguel Ventura Terra.

Aveiro e a praia da Barra

Algumas palavras sobre a Praia Barra e o seu farol e…

O Farol da Barra é o mais alto de Portugal e da Península Ibérica. Construído entre 1885 – 1893, foi projectado por um autodidacta que levou de vencida os onze engenheiros que apresentaram plantas e maquetas. O farol da Barra, custou na altura, a quantia de 51 contos aos cofres do estado. A escadaria é composta por dois sectores: o primeiro, com 271 degraus, é uma escada em pedra, em forma de caracol; o segundo, é uma escada metálica, com 20 degraus (actualmente com elevador). O cilindro tem de altura 44,5 metros, situando-se o foco luminoso a 62 metros, permitindo-lhe projectar os raios de luz a cerca de 60 quilómetros de distância, interceptando os faróis da Figueira da Foz e de Leça da Palmeira.
A sua inauguração foi levada a cabo por Bernardino Machado em 1893, então ministro das Obras Públicas, quando este visitou demoradamente a região. Esta notável obra do século passado, erguida à entrada da barra, passou a velar pela segurança da navegação que até aí não dispunha de um ponto de orientação. Sem o farol, as embarcações da época eram frequentemente atraídas para terra, devido à ilusão de afastamento, provocada por uma porção de costa muito plana com as primeiras elevações a grande distância do mar. A principal fonte luminosa era obtida por incandescência do vapor do petróleo. Só em 1950 o sistema iluminante passou a ser alimentado a energia eléctrica. A principal componente do farol é a potente lâmpada, que projecta um feixe luminoso visível a 22 milhas náuticas de distância (cerca de 40 quilómetros).

…sobre Aveiro

No século XIII, Aveiro foi elevada à categoria de vila, desenvolvendo-se a povoação à volta da igreja principal, consagrada a S. Miguel e situada onde é, hoje, a Praça da República, vindo esse templo a ser demolido em 1835.
Mais tarde, D. João I, a conselho de seu filho, Infante D. Pedro, que, na altura, era donatário de Aveiro, mandou rodeá-la de muralhas que, já no século XIX, foram demolidas, sendo parte das pedras utilizada na construção dos molhes da barra nova. 
Em 1434, D. Duarte concedeu à vila privilégio de realizar uma feira franca anual que chegou aos nossos dias e é conhecida por Feira de Março.
Em 1472, a filha de Afonso V, Infanta D. Joana, entrou no Convento de Jesus, onde viria a falecer, em 12 de Maio de 1490, efeméride recordada actualmente, no feriado municipal. A estada da filha do Rei teve importantes repercussões para Aveiro, chamando a atenção para a vila e favorecendo o seu desenvolvimento.
O primeiro foral conhecido de Aveiro é manuelino e data de 4 de Agosto de 1515, constando do Livro de Leituras Novas de Forais da Estremadura.
A magnífica situação geográfica propiciou, desde muito cedo, a fixação da população, sendo a salinagem, as pescas e o comércio marítimo, factores determinantes de desenvolvimento.
Em finais do século XVI, princípios do XVII, a instabilidade da vital comunicação entre a Ria e o mar levou ao fecho do canal, impedindo a utilização do porto e criando condições de insalubridade, provocadas pela estagnação das águas da laguna, causas estas que provocaram uma grande diminuição do número de habitantes - muitos dos quais emigraram, criando póvoas piscatórias ao longo da costa portuguesa - e, consequentemente, estiveram na base de uma grande crise económica e social. Foi, porém e curiosamente, nesta fase de recessão que se construiu, em plena dominação filipina, um dos mais notáveis templos aveirenses: a igreja da Misericórdia.
Em 1759, D. José I elevou Aveiro a cidade, poucos meses depois de ter condenado, ao cadafalso, o seu último duque, título criado, em 1547, por D. João III.
Em 1774, a pedido de D. José, o papa Clemente XIV instituiu uma nova diocese, com sede em Aveiro.
No século XIX, destaca-se a activa participação de aveirenses nas Lutas Liberais e a personalidade de José Estêvão Coelho de Magalhães, parlamentar que desempenhou um papel determinante no que respeita à fixação da actual barra e no desenvolvimento dos transportes, muito especialmente, a passagem da linha de caminho de ferro Lisboa-Porto, obras estas de capital importância para o desenvolvimento da cidade, permitindo-lhe ocupar, hoje em dia lugar de topo no contexto económico nacional."

Bibliografia: "Dias, Diamantino, Revista AVEIRO, Câmara Municipal de Aveiro, pp. 8, 2ª Edição, Julho de 1997." (In http://www.av.it.pt/aveirocidade/)

A música para acompanhar as fotos “batidas” por mim em Aveiro, decorria o ano de 2006, é a composição dos Trovante (1976-1992), “Utopia”, do álbum “Um Dia Destes” de 1990.

domingo, 1 de dezembro de 2013

Jazz Standards (CVI)

(Dados Biográficos In Wikipédia e In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

(Sobre o tema em questão, algumas palavras retiradas de “in
http://www.jazzstandards.com/compositions/index.htm” - adaptação e tradução por Ricardo Santos)

Mack The Knife (#110) - Música de Kurt Weill e Letra de Marc Blitzstein e Bertolt Brecht 

Esta balada foi parte de “A Ópera dos Três Vinténs” do compositor Kurt Weill, que era uma adaptação de “A Ópera dos Mendigos” (1728) de John Gay (1685-1732), dramaturgo e crítico social inglês. O personagem principal da ópera de John Gay é nomeado capitão MacHeath, um cavalheiro que prefere a companhia de assassinos e prostitutas. O tema central de “A Ópera dos Mendigos”, a peça mais popular do século XVIII, é que os mesmos personagens tanto habitam as prisões, como tem posições governamentais.
Na Europa de 1920 estava recuperava-se da “Primeira Guerra Mundial” e Kurt Weill estava interessado na música para o movimento político das pessoas. Juntou-se com o poeta marxista Bertolt Brecht, para adaptar, actualizar, e traduzir para o alemão “A Ópera dos Mendigos”, fazendo com que o personagem MacHeath se tornasse num “gangster” chamado Mackie Messier ou Mack the Knife. "The Ballad of Mack the Knife" foi originalmente intitulado "Moritat", que significa "canção do assassinato" ("mord", que significa “assassinato” e "tat" significa “acção”), e a composição foi posicionada logo após a abertura, de modo a estabelecer, cedo na produção, a natureza maléfica de Mack. Foi cantada por um cantor de rua que apontou para os crimes que Mackie cometeu, tais como incêndios criminosos, estupros e assassínios.

Dinah Shore (Winchester, Tennessee, EUA, 29-02-1916 - Beverly Hills, California, EUA, 24-02-1994) e Pearl Bailey (Southampton County, Virginia, EUA, 29-03-1918 - Philadelphia, Pennsylvania, EUA, 17-08-1990)


Lotte Lenya (Karoline Wilhelmine Charlotte Blamauer) (Vienna, Austria-Hungary, 18-10-1898 - New York City, EUA, 27-11-1981)


Robbie Williams (Stoke-on-Trent, Staffordshire, Inglaterra, 13-02-1974 - 20xx) – Ao vivo no “Royal Albert Hall”, em Londres.


Michael Bublé (Burnaby, British Columbia, Canadá, 09-09-1975 - 20xx) – do álbum “Babalu” de 2001.


Letra

Oh, the shark has pretty teeth, dear
And it shows them pearly white
Just a jackknife has MacHeath, babe
And it keeps it way out of sight
When that shark bites with his teeth, dear
Scarlet billows begin to spread
Fancy gloves, wears old MacHeath, babe
So there's never, never a trace of red
On the sidewalk, one Sunday mornin
Lies a body oozin' life
Someone's sneakin' round that corner
Could that someone be Mack the Knife?
Oh there's a tugboat down, down by the river dontcha know
Where a cement bag's just a'drooppin' on down
That cement's there, it's there for the weight, dear
Five'll get ya ten old Macky's back in town
Now d'ja hear 'bout Louie Miller? He disappeared, babe
After drawin' out all his hard-earned cash
Now MacHeath spends, he spends like a sailor
Could that boy have done somethin' rash?
Ahhhh Jenny Diver, ho, Sukey Tawdry
Ooh, Miss Lotte Lenya and old Lucy Brown
Oh, the line forms on the right, babe
Now that Macky's back in town
I said Jenny Diver, whoa, Sukey Tawdry
Miss Lotte Lenya and old Lucy Brown
Oh, the line forms on the right, babe
Now that Macky's back in town
Look out, old Macky is back!

Lamento, algumas eventuais falhas nas letras, encontradas na Internet, devido à própria improvisação dada pelos seus intérpretes, e muitas vezes de difícil entendimento. (Ricardo Santos)