A paixão nua e cega dos estios, Atravessou a minha vida como rios

Sophia de Mello Breyner Andresen, A Paixão Nua, in “O Nome das Coisas”.

domingo, 30 de junho de 2013

Zeitgeist

O Movimento Zeitgeist é um movimento social global que promove a união da espécie humana. Visto que todos os indivíduos moram num só planeta e que os seus recursos são fundamentalmente finitos, fazer a melhor gestão, tecnicamente possível, é uma necessidade primordial para sustentar a vida. Para tal, a declaração de herança comum a toda a humanidade, de todos os tipos de recursos tangíveis, é urgente.
Ponham a opção “Caption” activa para obterem legendas em português. É a primeira opção do lado direito do rodapé da janela de vídeo do Youtube.      
               

Jazz Standards (XCV)

(Dados Biográficos In Wikipédia e In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)         
                
(Sobre o tema em questão, algumas palavras retiradas de “in
http://www.jazzstandards.com/compositions/index.htm” - adaptação e tradução por Ricardo Santos)         
                
Smoke Gets in Your Eyes (#99) - Música de Jerome Kern e Letra de Otto Harbach
Em 18 de Novembro de 1933, o musical da Broadway “Roberta” estreou no palco do “New Amsterdam Theater” e, apesar de muitas críticas, maioritariamente, negativas, conseguiu permanecer em cena por 295 actuações. A longevidade do espectáculo foi devido, em grande parte às músicas de Jerome Kern e de Otto Harbach, das quais "Smoke Gets In Your Eyes" se destacou entre outras músicas, como " I’ll Be Hard to Handle,” “Yesterdays,” and “Let’s Begin".       
           
Brian Ferry (Washington, County Durham, Imglaterra, 26-09-1945 - 20xx) – Ao vivo em Paris. Do álbum “Another Time, Anothert Place” de 1974.       
            
         
                
Fred Astaire (Omaha, EUA, 10-05-1899 — Los Angeles, EUA, 22-06-1987) e Ginger Rogers (Independence, EUA, 16-07-1911 — Rancho Mirage, EUA, 25-04-1995).            
                 
          
               
Hannibal "Lokumbe" Marvin Peterson (Smithville, Texas, EUA, 11-11-1948 - 20xx) - Hannibal Marvin Peterson (trompete), John Hicks (piano), Richard Davis (contrabaixo) e Tatsuya Nakamura (bateria).   
               
           
                
The Platters (1953 - 2012).             
            
         
              
Letra         
              
Smoke Gets in Your Eyes by The Platters
They asked me how I knew
My true love was true
Oh, I of course replied
Something here inside cannot be denied
They said someday you'll find
All who love are blind
Oh, when your heart's on fire
You must realize
Smoke gets in your eyes
So I chaffed them and I gaily laughed
To think they could doubt my love
Yet today my love has flown away
I am without my love
Now laughing friends deride
Tears I can not hide
Oh, so I smile and say
When a lovely flame dies
Smoke gets in your eyes
Smoke gets in your eyes        
                
Lamento, algumas eventuais falhas nas letras, encontradas na Internet, devido à própria improvisação dada pelos seus intérpretes, e muitas vezes de difícil entendimento. (Ricardo Santos)

Músicas House MD (6ª. Temporada) (XLII)

(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)        
         
Michael Jude Christodal (Boston, Massachusetts, EUA, 16-10--19xx – 20xx) – É um cantor e compositora norte-americano. As suas faixas de música trilham do acústico ao “Pop”, com letras poéticas, melodias e vocais memoráveis.
O álbum de estreia de Jude foi “430 N. Harper Ave" e foi lançado de forma independente pela editora “Fish of Death”, em 1997.       
            
Jude – The Way That You Want Me           
             
        
              
John Medeski (Louisville, Kentucky, EUA, 28-06-1965 - 20xx), John Scofield (Daytona, Ohio, EUA, 26-12-1951 - 20xx), Billy Martin (19xx – 20xx) e Chris Wood (Pasadena, California, EUA, 25-11-1969 - 20xx).            
        
Medeski, Scofield, Martin & Wood – Tootie Ma Is A Big Fine Thing, John Medeski (teclas), John Scofield (guitarra), Billy Martin (bateria e percussão) e Chris Wood (contrabaixo e baixo eléctrico)        
            
      
           
Linda Pettifer Thompson (Londres, Inglaterra, 23-08-1947 – 20xx) - É uma cantora britânica. Linda tornou-se um dos mais reconhecidos nomes e vozes do movimento “Folk-Rock” britânico dos anos 1970 e 1980, em colaboração com o ex-marido e colega, o guitarrista Richard Thompson, e mais tarde, como uma artista solo.   
         
Richard John Thompson (Notting Hill Gate, Londres, Inglaterra, 03-04-1949 – 20xx) - É um compositor e guitarrista britânico. Foi considerado o 69º. melhor guitarrista de todos os tempos pela revista norte-americana “Rolling Stone”.      
A sua primeira gravação aconteceu em 1967, como membro da banda Fairport Convention.  
       
Richard and Linda Thompson – Just The Motion         
            

Advogados - Interacção Humorística (C)

Em 17-03-2011. Obrigado.       
             
Advogados       
             
Quando Eduardo, um belo e promissor jovem advogado, descobriu que herdaria uma fortuna quando seu pai morresse devido a uma doença terminal, decidiu que era um bom momento para encontrar uma mulher que fosse a sua companheira para a vida fácil que se avizinhava.
Assim, numa determinada noite, ele foi até ao bar da Ordem dos Advogados, onde conheceu uma advogada, a mais bonita que já tinha visto em toda a sua vida. Sua extraordinária beleza, o porte elegante, o corpo curvilíneo, a inteligência, a maneira de falar... deixaram-no sem respiração.

- Eu posso parecer um advogado comum - disse-lhe, enquanto iniciava o diálogo para a conquista da musa - mas, dentro de dois ou três meses, o meu pai vai morrer e eu herdarei 20 milhões de euros.      
         
Impressionada, a bela advogada foi para casa com ele naquela noite.       
           
Três dias depois tornou-se sua madrasta.

O realizador chinês

The Modern Jazz Quartet – Groups & Soloists of Jazz (III)

Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)    
            
The Modern Jazz Quartet (1952 – 1992) – Foi um influente grupo de música criado em 1952 e durante a maior parte de sua longa carreira, composta por John Lewis (piano, director musical), Milt Jackson (vibrafone), Percy Heath (contrabaixo) e Connie Kay (bateria). Inicialmente um projecto paralelo em competição com a “Big Band Hard Swinging” do trompetista Dizzy Gillespie, o “Modern Jazz Quartet” tornou-se, gradualmente, um esforço a tempo inteiro e uma das bandas de jazz mais importantes, da era pós-Segunda Guerra Mundial.
Milt Jackson, John Lewis e o baterista Kenny Clarke tinham, originalmente, tocado os três juntos num quarteto, enquanto estavam na orquestra de Dizzy Gillespie, entre 1946 e 1950. Junto com o baixista Ray Brown tocaram durante determinados intervalos, destinados a dar os trompetistas tempo para se recuperar dos desafiantes partes de registos altos. Esta formação gravou como “Milt Jackson Quartet” em 1951. O baixista Percy Heath juntou-se à formação, em 1952, o grupo tornou-se conhecido como “The Modern Jazz Quartet” depois de John Lewis assumir o cargo de director musical, uma posição que Jackson e Lewis já haviam partilhado. Connie Kay substituíu Kenny Clarke, como baterista, em 1955.
Sob a liderança de Lewis eles esculpiram o seu próprio nicho, especializando-se numa música contida elegante, tocando em “Bebop”, “Cool Jazz”, “Third stream” e Clássica), usando contraponto sofisticado, mas sempre, mantendo um forte sentimento “Blues”. Eles introduziram vários “standards” de jazz, incluindo "Django" e "Bags' Groove”. Ainda activo, inicialmente, em 1970 até Milt Jackson sair devido a discordância criativa e frustração com a sua agenda de espectáculos movimentada, o “MJQ” é reformulado de forma intermitente, na década de 1990.
…      

Softly as in a Morning Sunrise, do álbum “Concord” de 1955, para a editora “Prestige”.        
              
         
              
Django, do álbum “Django” de 1956, para a editora “Prestige”.         
              
            
                
Bag’s Groove, do álbum “The Modern Jazz Quartet” de 1957, para a editora “Atlantic”.          
                 
               
               
Remember Clifford, do álbum “European Concert” de 1962, para a editora “Atlantic”.         
                

Largo de São Domingos

Lisboa é a minha cidade, onde nasci, cresci e de onde hei-de partir.


Deixo-vos algumas fotos antigas, da cidade ainda inteira, não destruída, como tem sido, pela sociedade moderna, ou por aqueles que só tem interesse em dinheiro e poder, e ignoram pura e simplesmente a cultura, a tradição e a história de uma urbe. Uma das mais antigas da Europa.   
   
(O documento em "Powerpoint" onde estas fotos existiam, tinha o nome de FCosta como sendo o seu autor. Não sei sequer se essa pessoa é o dono das mesmas. São fotos da maravilhosa cidade de Lisboa. Vou passar aqui algumas fotos que esse documento continha para mostrar a minha cidade há mais de 50 anos.)       
          
O Largo de São Domingos actualmente reparte-se entre as freguesias de Santa Justa e da Pena, e situa-se no interior das antigas muralhas fernandinas de Lisboa.
É um tradicional ponto de encontro de estrangeiros, nomeadamente muitos africanos de origem dos países de expressão e ex-colónias. Pode provar-se a célebre “ginjinha”, já que existe com taberna aí aberta desde o ano de 1840.
Nele temos também a Igreja de São Domingos que fazia parte do Convento de São Domingos de Lisboa, fundado em 1242, que terá dado o nome ao largo. Assim como está a entrada do Palácio de São Domingos que tem por maior referência o facto de, no seu interior, ter vivido Dom Antão de Almada, que dá nome à rua que parte deste local para a Praça da Figueira, que aí se terá reunido com os Quarenta Conjurados nos dias que antecederam a revolta do 1.º de Dezembro de 1640. Ambos os edifícios estão classificados como Monumentos Nacionais. Aí existe igualmente um monumento muito mais recente, inaugurado a 23 de Abril de 2008, que faz referência à capital de Portugal como sendo a "Lisboa, Cidade da Tolerância", escrita em 34 línguas, no qual a Sé Patriarcal de Lisboa homenageia o Judaísmo, pedindo perdão pela eventual culpa por não ter sido capaz de travar o Massacre de Lisboa de 1506.




MadreDeus - Adoro Lisboa    
               

domingo, 23 de junho de 2013

Os Festivais das Canções (1964)

(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)   
    
Vou andar por aqui a mostrar um pouco da música dos Festivais da Canção, o da RTP e o da Eurovisão. Ouvirão e verão, sempre que haja vídeo no Youtube , os três primeiros lugares de cada um deles. Começarei hoje, no primeiro ano que Portugal participou, o longínquo ano de 1964.       

Euro Festival 1964, em 21 de Março, Copenhagen (Dinamarca)        
            
1º. Gigliola Cinquetti (24-12-1947 – 20xx) - Non no l'età        
             
         
                
2º. Matt Monroe (01-12-1930 – 07-02-1985) - I love the little things          
             
           
              
3º. Romuald Figuier (05-05-1941 – 20xx) - Où sont-elles passées         
                 
         
              
Festival RTP da Canção de 1964, em 2 de Fevereiro
               
1º. António Calvário (17-10-1938 – 20xx) - Oração         
                 
            
              
2º. Guilherme Kjölner (19?? – 19??) - Lindo Par          
                
                
                
3º. Simone de Oliveira (11-02-1938 – 20xx) - Olhos nos olhos        
                

domingo, 16 de junho de 2013

Jazz Standards (XCIV)

(Dados Biográficos In Wikipédia e In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)      
            
(Sobre o tema em questão, algumas palavras retiradas de “in
http://www.jazzstandards.com/compositions/index.htm” - adaptação e tradução por Ricardo Santos)        
              
You Stepped Out of a Dream (#96) - Música de Nacio Herb Brown e Letra de Gus Kahn
O espectacular file "Ziegfeld Girl" foi um dos maiores êxitos do cinema de 1941. Nele, Tony Martin apresentou ao público a composição " You Stepped Out of a Dream" Como gravação, a canção foi um sucesso modesto para três grandes bandas: Glenn Miller e sua orquestra, com vocais de Ray Eberle e “The Modernaires”; Guy Lombardo e sua orquestra com o irmão de Guy, Carmen Lombardo a na parte vocal, e ainda, Kay Kyser e sua orquestra, com o vocalista Harry Babbitt. A capitulação de Kyser durou pouco tempo nas tabelas, subindo até ao lugar 22. Os “The Four Freshmen” iriam gravar outra versão em 1955, disponível no CD “The Four Freshmen and 5 Trombones / 4 Freshmen and 5 Trumpets”.
Embora cheio de opulência e “glamour”, o filme “Ziegfeld Girl” foi rodado a preto e branco. O enredo da novela, característica de muitos dos musicais da época, era pouco mais do que uma desculpa para a música e números de dança, que foram, neste caso, dirigidos por Busby Berkeley com um olho ao estilo de Ziegfeld. O filme centra-se nas vidas pessoais de três coristas, interpretada por Judy Garland, Hedy Lamarr e Lana Turner. O elenco também incluia James Stewart, Tony Martin, Jackie Cooper, Eve Arden, e Edward Everett Horton.    
         
Dexter Gordon (Los Angeles, Califórnia, EUA, 27-02-1923 - New York, EUA, 25-04-1990) Quartet – Do álbum “A Swingin’ Affair” de 29 de Agosto de 1962, nos “Rudy Van Gelder Studio”, Englewood Cliffs, New Jersey. Os músicos são: Dexter Gordon (saxofone tenor), Sonny Clark (piano), Butch Warren (contrabaixo), e Billy Higgins (bateria).  
        
      
            
Doris Day (Cincinnati, Ohio, USA, 03-04-1924 - 20xx)        
             
        
               
Glenn Miller (Clarinda, Iowa, EUA, 01-03-1904 - 15-12-1944) Orchestra com Ray Eberle (Hoosick Falls, New York, EUA, 19-01-1919 - Douglasville, Georgia, EUA, 25-08-1979) e os "The Modernaires" (1935 – 196x) – Uma das primeiras versões gravadas desta composição.  
           
       
                 
Julie London (Santa Rosa, EUA, 26-09-1926 - Encino, EUA, 18-11-2000) – Do álbum “Julie…At Home”, editado pela “Liberty Records” em 1960. Com Julie London (voz), Earl Palmer (bateria), Emil Richards (vibraphone), Don Bagley (contrabaixo) e Al Viola (guitarra). 
             
 
    
Letra    
        
You stepped out of a dream
You are too wonderful to be what you seem
Could there be eyes like yours? Could there be lips like yours?
Could there be smiles like yours, honest and truly?
You stepped out of a cloud
I want to take you away, away from the crowd
And have you all to myself, alone and apart
Out of a dream, safe into my heart
You stepped out of a cloud
I want to take you away, away from the crowd
And have you all to myself, alone and apart
Out of a dream, safe into my heart
Out of a dream          
             
Lamento, algumas eventuais falhas nas letras, encontradas na Internet, devido à própria improvisação dada pelos seus intérpretes, e muitas vezes de difícil entendimento. (Ricardo Santos)

A Sagrada Família – Catedral de Barcelona

5 minutos em écran total, HD a 1080p, para assistir as estas imagens de uma beleza contemporânea extraordinária e que deixa qualquer pessoa deslumbrada com este magnífico templo, independentemente da religião ou não que perfilhe.
Vale a pena ir ao local visitar a linda cidade de Barcelona e esta catedral majestosa, desenhada pelo arquitecto espanhol Antoni Gaudi e com a sua construção iniciada em 1882. As filmagens excelentes são, de Alberto Castaño e Luis Caldevilla.   
         

Orelhas novas - Interacção Humorística (XCIX)

Em 15-03-2011. Obrigado.       
            
Orelhas novas 

A Lili Caneças vai a uma clínica diminuir os lábios vaginais, mas pede sigilo absoluto.  
      
Após a intervenção, chega ao quarto e repara em 3 ramos de flores. Como tinha pedido que ninguém soubesse, pergunta quem é que lhe enviou os ramos.   
       
A enfermeira responde:        
           
- Um foi o médico por a senhora ter escolhido a clínica; outro é das enfermeiras que a têm por tia. E o outro é do doente do lado que lhe agradece as orelhas novas!

Expo 97

Jamie Cullum – Jazz Singers (XII)

(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)      
             
Jamie Cullum (Rochford, Essex, Inglaterra, 20-08-1979 – 20xx) - É um cantor e pianista de jazz contemporâneo britânico que é considerado uma referência nesse género musical. Recriando músicas antigas de jazz de nomes, como Frank Sinatra e colocando-as com uma "roupagem" absolutamente nova, Jamie faz sucesso na Europa e na Ásia, onde além de “covers” obtém enorme sucesso de sua própria autoria distribuídos em 3 (três) CD’s, “Pointless Nostalgic” (2002), “Twentysomething” (2005) e “Catching Tales” (2005).
6 Álbuns (em baixo), 2 compilações, 1 álbum ao vivo, 3 DVD’s e imensas colaborações noutros álbuns.       
        
1999 - Heard It All Before
2002 - Pointless Nostalgic
2004 - Twentysomething
2005 - Catching Tales
2009 - The Pursuit
2013 - Momentum    
       
Pure Imagination, do álbum “Momentum” de 2013.         
              
          
                  
Not While I'm Around, do álbum “The Pursuit” de 2009.            
                
            
                 
What A Difference Day Made, do álbum “Twentysomething” de 2003 e aqui numa versão ao vivo.          
                
         
               
Everlasting Love, do álbum “Twentysomething” de 2003.        
                

Cais da Rocha

Lisboa é a minha cidade, onde nasci, cresci e de onde hei-de partir.

Deixo-vos algumas fotos antigas, da cidade ainda inteira, não destruída, como tem sido, pela sociedade moderna, ou por aqueles que só tem interesse em dinheiro e poder, e ignoram pura e simplesmente a cultura, a tradição e a história de uma urbe. Uma das mais antigas da Europa.


(O documento em "Powerpoint" onde estas fotos existiam, tinha o nome de FCosta como sendo o seu autor. Não sei sequer se essa pessoa é o dono das mesmas. São fotos da maravilhosa cidade de Lisboa. Vou passar aqui algumas fotos que esse documento continha para mostrar a minha cidade há mais de 50 anos.)     
           
O rio Tejo sempre foi, é e será uma referência essencial na história desta Metrópole, a capital mais ocidental da Europa e talvez das poucas cidades que tem sido mais alterada no mau sentido, pelas modernices político-financeiras da nossa era e da própria sociedade portuguesa. Não falo de cor, sempre aqui vivi e tenho vindo ao longo dos anos a dar conta dessa destruição e da falta de conservação da cidade.
Aqui neste cais partiram os contingentes para a guerra das Colónias, pomposamente chamada guerra do Ultramar, muitas embarcações de boa e má história, se foram daqui e aqui chegaram.


Jorge Palma e João Pedro Pais - Canção de Lisboa

Gira-Discos (XLIV)


(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)        
              
Táxi (1979 – 2009) – Os “Táxi” são uma banda “Rock” portuguesa originária do Porto. Considerada uma das melhores bandas portuguesas de sempre, os “Táxi” nascem no Porto em 1979, numa formação que incluía João Grande (voz), Henrique Oliveira (guitarra), Rodrigo Freitas (bateria) e Rui Taborda (baixo).
Absorvendo a influência musical “Pós-Punk”, “New Wave” e “Ska” dos “Police”, compunham e interpretavam temas originais cantados em inglês, situação que se alteraria quando em Fevereiro de 1981, num dos seus concertos, são "descobertos" por dois elementos da editora “Polygram” durante um concerto no “Colégio Alemão” do Porto, que imediatamente os convidam a gravar um álbum.
Para a gravação desse álbum, é-lhes colocada a condição de cantarem em português os temas originais até aí cantados em inglês.            
              
"Chiclete”, do álbum “Táxi” de 1981.        
                
         
            
"Cairo”, do álbum “Cairo” de 1982.            
             

Gira-Discos (XLIV)


(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)       
        
Diane Ernestine Earl Ross (Detroit, Michigan, EUA, 26-03-1944 – 20xx) – Conhecia como Diana Ross, é uma artista americana de “Soul”, “Jazz”, “R&B” e “Pop”, e uma das cantoras mais famosas de seu tempo. Estima-se que as vendas de seus discos e álbuns já tenham ultrapassado os 100 milhões de cópias.
Segunda entre seis irmãos, três mulheres e três homens, filhos do operário Fred Ross e da professora Ernestine Earle Ross, Diana nasceu no Hospital da Mulher Hutzel, em Detroit, Michigan. Embora lhe tenha sido dado o nome de "Diana", Ross usou "Diane" em casa e na escola, e continuou a usar o seu nome profissional até completar 21 anos. Depois de viver na “Avenida Belmont, 635” no fim do Norte de Detroit por vários anos, a família de Ross mudou-se para a “St. Antoinne Street” nos projectos de habitação “Brewster-Douglass”, em 1958. Diana aspirava ser uma desenhadora/estilista de moda, e fez a faculdade de quatro anos na “Cass Technical High School” no centro de Detroit. Ela era uma “majorette” e membro da equipa de natação. Foi eleita a mais bem vestida de todas as meninas no seu último ano. Formou-se em Janeiro de 1962.        
         
"Chain Reaction”, do álbum “Eaten Alive” de 1985, composição compsta pelos “Bee Gees”.
         
             
              
You took a mystery and made me want it
You got a pedestal and put me on it
You made me love you out of feeling nothing
Something that you do
And I was there and not dancing with anyone
You took a little, then you took me over
You set your mark on stealing my heart away
Crying, trying, anything for you
Im in the middle of a chain reaction
You give me all the after midnight action
I wanna get you where I can let you make all that love to me
Im on a journey for the inspiration
To anywhere and there aint no salvation
I need you to get me nearer to you
So you can set me free
We talk about love, love, love
We talk about love
We talk about love, love, love
We talk about love
You make me tremble when your hand moves lower
You taste a little then you swollow slower
Nature has a way of yielding treasure
Pleasure made for you, oh
You gotta plan, your future is on the run
Shine a light for the whole world over
You never find your love if you hide away
Crying, dying, all you gotta do is
Get in the middle of a chain reaction
You get a medal when you're lost in action
I wanna get your love all ready for the sweet sensation
Instant radiation
You let me hold you for the first explosion
We get a picture of our love in motion
My arms will cover, my lips will smother you
With no more left to say
We talk about love, love, love
We talk about love
You let me hold you for the first explosion
Arms will cover you
All you gotta do is get in the middle of a chain reaction
You get a medal when you're lost in action
Don't pass me by
I wanna get your love all ready for the chain reaction ...     
          
"Upside Down”, do álbum “Diana” de 1980.        
           

domingo, 2 de junho de 2013

A manobra consiste em distrair as pessoas…

Como todos nós sabemos, o homem tem vindo a pouco a pouco a enganar-se a ele próprio. A sociedade que se construiu não é nem sequer sofrível para se viver. O que se diz na comunicação social é aquilo que todos nós, cinicamente, aceitamos como verdadeiro, mas são, tão-somente, um conjunto de ideias e factos deturpados.     
         
Como? Sim, se eu, tu, representarmos determinada empresa ou instituição e formos deparados com uma situação de termos de falar publicamente, o que é que eu e tu, diremos?
Diremos que a nossa empresa e/ou instituição é a melhor do ramo, que trabalha muito bem e que tudo corre às mil-maravilhas. Mas será tudo isto verdade ?     
         
Daqui se pode concluir que o que se ouve na TV, na Rádio, e o que se escreve nos jornais, é precisamente, aquilo que diz um célebre ditado popular: “Anda meio Mundo a enganar o outro meio”.       
           
Perante isto, o que nos resta. 
        
Eu aposto em dialogar com quem quer discutir assuntos interessantes e aposto também em cultura. Não ouço notícias. Leio um livro, onde as histórias são de papel e não nos afecta. Oiço boa música, que me faça sorrir, chorar e cantar. Vejo um bom filme “Holywoodesco” ou de uma filmografia de outro País. Dou um passeio a pé. Pego na máquina e “bato” umas fotografias.      
       
Qualquer outra coisa diferente é boa. Não quero ser infernizado e martirizado a ouvir os “vendilhões do templo”, como disse (?) Cristo, aqueles que nos fazem mal e nos enganam com todos os dentes que têm na boca.     
         
É um prazer escrever para o meu “blog”. Ali ponho música de que gosto e tento fazer com que mais alguém goste.

Jazz Standards (XCIII)

(Dados Biográficos In Wikipédia e In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)       
              
(Sobre o tema em questão, algumas palavras retiradas de “in
http://www.jazzstandards.com/compositions/index.htm” - adaptação e tradução por Ricardo Santos)         
              
I Surrender Dear (#95) - Música de Harry Barris e Letra de Gordon Clifford
"I Surrender Dear" foi o primeiro sucesso a solo de Bing Crosby, e, embora ele tenha surgido por circunstâncias de circuito, desempenhou um papel importante no início do sua carreira e no sucesso do filme.
Conhecidos, como “The Boys Rhythm”, Bing Crosby, Harry Barris, e Al Rinker foram um trio bastante popular, que cantaram com a orquestra de Paul Whiteman. Em 1930, Bing Crosby foi preso sob a acusação de conduzir alcoolizado, uma situação que levou Paul Whiteman a “despedir” o trio. Ao “The Boys Rhythm” juntou-se então, a orquestra de Gus Arnheim. Foi com Gus Arnheim que Crosby gravou a composição "I Surrender Dear" de Harry Barris e de Gordon Clifford.         
               
Bing Crosby (Tacoma, Washington, EUA, 03-05-1903 — Madrid, Espanha, 14-11-1977)   
            
           
                 
Django Reinhardt (Cheraw, South Carolina, EUA, 21-10-1917 – Englewood, New Jersey, EUA, 06-01-1993) – Com Django Reinhardt (guitarra), Stéphane Grappelli (violino), Gianni Safred (piano), Marco Pecori (contrabaixo) e Aurelio de Carolis (bateria). Em Janeiro e Fevereiro de 1949, nos estúdios da RAI em Rome.           
                  
           
                
Madonna Louise Ciccone (Bay City, Michigan, EUA, 16-08-1958 - 20xx) e Jennifer Grey (New York City, EUA, 26-03-1960 – 20xx)         
                 
            
                 
Thelonious Monk (Rocky Mount, EUA, 10-10-1917 — Weehawken, New Jersey, EUA, 17-02-1982)          
                
         
               
Letra           
            
We've played the game of 'stay away'
But it costs more than I can pay
Without you I can't make my way
I surrender, dear.
I may seem proud and I may act gay
That's just a pose, I'm not that way.
Cause deep down in my heart I say,
I surrender, dear.
Those little mean things we were doing
Must have been part of the game
Lending a spice to the wooing
Oh, but I don't care who's to blame
When stars appear and shadows fall
Then you'll hear my poor heart call
To you my love, my life, my all
I surrender, dear
Oh, to you my love, my life, my all
I surrender, dear          
            
Lamento, algumas eventuais falhas nas letras, encontradas na Internet, devido à própria improvisação dada pelos seus intérpretes, e muitas vezes de difícil entendimento. (Ricardo Santos)            

Pitágoras - Interacção Humorística (XCVIII)

Em 25-02-2011. Obrigado.          
            
Pitágoras          
               
Pitágoras estava com um problema que não conseguia resolver. Ele já nunca estava em casa e devido a isso, a sua mulher Nusa, aproveitava-se da situação e mantinha relações com 4 cadetes do quartel ao lado.       
         
Um dia, Pitágoras, cansado, decidiu ir cedo para casa. Apanhou Nusa em flagrante, numa orgia com os 4 cadetes. Não vai de modas e matou os 5.        
            
Na hora de enterrar os safados, e em consideração à esposa, dividiu o cemitério ao meio, precisamente em 2 quadrados iguais. Num dos 2 quadrados enterrou a mulher.         
              
Depois dividiu em 4 partes iguais o outro ao lado e enterrou cada um dos cadetes num desses quadrados mais pequenos.          
            
Subiu na montanha ao lado do cemitério para meditar e, olhando lá de cima para o cemitério cá em baixo, achou a solução do seu problema.         
               
Era óbvio: O quadrado da puta Nusa é igual a soma dos quadrados dos cadetes.

Anedotas do Herman

Estórias de Ontem (I) - Trabalho em Santarém

Obrigatório são duas homenagens a duas pessoas que trabalharam comigo no meu anterior emprego. Falo dos saudosos, Paula, nossa assistente de agendamentos a clientes, e o colega, amigo e técnico, Mário. Deles a tristeza que me assola, quando neles penso e os recordo. Estejam onde estiverem, um abraço de saudade para os dois.           
               
Esta estória teve lugar aqui há uns anos, e se a memória e os meus apontamentos não falharem, terá acontecido por volta de Fevereiro de 1998, quando o nosso maior cliente, estava mais uma vez, a alterar o “hardware/software” dos seus sítios.

Um dos nossos carros era diferente das carrinhas Renault habituais, era um Renault 19 comercial, a “diesel”, comprado pelo nosso chefe, para a assistência técnica.

Como é óbvio, todos os técnicos lhe queriam pôr as mãos em cima, e alguns estrear o cinzeiro e deixá-lo cheio de beatas, como era hábito há anos com os técnicos fumadores, e nas primieras viaturas partilhadas. Era um cheiro nauseabundo que se espalhava na viatura e impregnava nos estofos. Para mim que tinha deixado de fumar em 1985, era um suplício aquele odor. Felizmente, na altura, já tinha o meu Clio Bebop, onde era proibido fumar. E lá ia eu, com dois servidores que não cabiam no porta-bagagens e iam deitados no banco traseiro, presos com os cintos de segurança, a caminho de Santarém. Comigo ia o “Carapau”. O Clio esfolava-se atrás do 19 e pouco e pouco, este último, foi-se afastando, mesmo pesado que ia, com bastante equipamento.

Este quarteto ia, com o seu esforço e dedicação habituais, mais uma vez trabalhar até mais tarde, para deixar o cliente e a empresa satisfeitos.

Descida final e curva larga à esquerda, na A1, e subida para a saída da portagem em Santarém. O 19 tínhamos deixado de o ver há algum tempo. Esqueci-me de dizer que o Renault 19, era conduzido pelo “Tira Picos” acompanhado do “Verylight”.

Saímos em Santarém e dirigimo-nos para o local do cliente em questão, pessoa já nossa conhecida. A nossa primiera surpresa for não ter vistos os nossos colegas, o que muito estranhámos, porque, supostamente, teriam chegado à nossa frente e com grande avanço. Mas não, não estavam. O segurança, tomou nota dos nossos nomes e identificações, já que a tarefa iria durar até tarde, e somente o segurança acabaria por ficar connosco, dentro do edifício.

Nessa altura não tínhamos telemóveis, tínhamos “pagers” e lá vai de enviar uma mensagem para o “Tira Picos” para saber o que se passava. Meia hora depois mais outra mensagem e nada de telefonema. Passaram uns bons 45 minutos e o telefone do Cliente tocou. O gerente atendeu e passou-me o auscultador.      
             
- Estou ! Então o que é que vos aconteceu ?       
       
Do outro lado ouvi a voz do “Tira Picos”          
              
- Enganámo-nos e só saímos em Fátima ! Daqui a pouco estamos ai.        
                
- Despachem-se ! Disse eu.       
                
Resumindo e concluindo, a conversa futebolística entre o “Tira Picos” e o “Verylight” fez com que a distracção os levasse somente a sair da auto-estrada, duas saídas depois de Santarém, imaginem. Risota geral !        
           
Houve alguém, técnico, que enviou um mensagem para os “pagers” de todos os técnicos informando que no fim-de-semana iria ser dado um programa de orientação em auto-estrada, nomeadamente na A1.

New York Jazz Quartet – Groups & Soloists of Jazz (II)

(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)         
               
The New York Jazz Quartet (1972 – 20xx) – Foi fundado pelo pianista Roland Hanna. A primeira formação, com o Hubert Laws (flauta), o Ron Carter (contrabaixo) e o Billy Cobham (bateria). Em 1974, a formação mudou para Frank Wess (saxofone e flauta), o George Mraz (contrabaixo) e Ben Riley (bateria). Richie Pratt (saxofone) e Grady Tate (bateria) também contribuiram. O grupo gravou para as editoras “Inner City”, “Enja”, “Salvation” e “Sonet Records”, de 1972 a 1982. O grupo que vos deixo aqui esta semana tem uma nova formação, dos New York Jazz Quartet, com Levi Barcourt (piano), Bernard Davis (bateria), David Jackson (contrabaixo) e Don Hanson (saxofone).     
              
I'll remember April, Levi Barcourt & The New York Jazz Quartet, com Bernard Davis (bateria), David Jackson (contrabaixo), Don Hanson (saxofpne) e Levi Barcourt (piano).            
                    
               
                  
Autumn Leaves, Levi Barcourt & The New York Jazz Quartet, com Bernard Davis (bateria), David Jackson (contrabaixo), Don Hanson (saxofpne) e Levi Barcourt (piano).           
                
             
               
Moondance, Levi Barcourt & The New York Jazz Quartet, com Bernard Davis (bateria), David Jackson (contrabaixo), Don Hanson (saxofpne) e Levi Barcourt (piano).              
                
             
                  
My Favourite Things, solo de piano de Levi Barcourt.