Contigo nunca me perco, perdendo-me !!!... (Ricardo Santos)

terça-feira, 30 de abril de 2013

Ainda 1h e 45m de “Dia Mundial do Jazz”

Atrasado no “post” porque não vejo notícias. Soube, claramente, através de alguém, que hoje era o “Dia Mundial de Jazz”.      
             
A minha atitude é uma clara adoração por este género musical.
Tinha de trazer algo aqui que me fosse emocionalmente querido e, teria de ser um pianista.    
               
Não faço mais comentários, porque o músico em questão já faleceu, mas deixou-nos uma obra digna de ser ouvida repetidas vezes.        
               

domingo, 21 de abril de 2013

Michael Bubblé – Jazz Singers (X)

(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)       
            
Michael Steven Bublé (Burnaby, Canadá, 09-09-1975 – 20xx) - É um cantor, compositor e actor canadiano. Ganhou vários prémios, incluindo três “ Grammy” e vários “Juno Awards”. O seu álbum de 2003 alcançou o “Top 10” no Canadá, Reino Unido e Austrália. Ele obteve sucesso comercial nos EUA com o álbum “It's Time”, impulsionado pelo sucesso "Home". O seu terceiro álbum “Call Me Irresponsible” chegou a número um da “Billboard 200”, assim como o álbum posterior “Crazy Love”. O seu álbum mais recente “Christmas”, lançado em Outubro de 2011, vendeu seis milhões de cópias em apenas dois meses, mantendo Bublé no primeiro lugar por cinco semanas consecutivas, e tendo sido o álbum mais vendido no mundo. Bublé já vendeu cerca de 35 milhões de cópias de seus álbuns, sendo mais de 10 milhões, somente nos Estados Unidos. Em 2013 lança o single "It's a Beautiful Day", do álbum "To Be Loved". 
           
Lost, do álbum “Call Me Irresponsible” de 2007.        
             
           
             
Me and Mrs. Jones, do álbum “Call Me Irresponsible” de 2007.         
              
             
               
Haven't Met You Yet, do álbum “Crazy Love” de 2009.         
            
            
              
You're Nobody Till Somebody Loves You, do álbum “Crazy Love” de 2009.           
                 

Anedotas do Herman

Gira-Discos (XLII)


(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)          
               
Sitiados (1991 - 2009) - Foi uma banda portuguesa da década de 1990, sob a alçada de João Aguardela, conhecida por temas como “Esta Vida de Marinheiro” e “Vamos ao Circo”.
1987, José Resende (guitarra), João Aguardela (voz) e Mário Miranda (baixo), todos ex-Meteoros, juntavam-se ao baterista Fernando Fonseca para formar a banda Sitiados. Desde logo, procuraram efectuar uma fusão entre o “Rock” e a música tradicional portuguesa, de forma semelhante ao trabalho de “The Pogues”, na Irlanda.
Participam no quinto concurso do “Rock Rendez Vous” onde se qualificam em 2º lugar. Com esta classificação conseguem lugar na compilação "Registos", editada pela “Dansa do Som” com o tema "A Noite".
Sandra Baptista entra para o grupo para substituir o acordeonista Manuel Machado. Entram também Jorge Buco (bandolim) e o “ex-Clandestinos” João Marques que substitui Mário Miranda. José Resende passou também a colaborar apenas em estúdio e na composição.
Em 1992 editam o álbum de estreia, "Sitiados", que esteve para se chamar "A Última Valsa", pois pensavam que este seria o fim dos Sitiados. O tema "Vida de Marinheiro", dedicado a Necas, baterista dos Clandestinos, dá grande sucesso ao disco e vende mais de 40 mil cópias.         
            
"Esta Vida de Marinheiro”, de 1992            
               
            
              
"Vamos ao Circo”            
                

Gira-Discos (XLII)


(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)         
              
Demis Roussos, nome artístico de Artemios Ventouris Roussos, (Alexandria, Egipto, 15-06-1946 – 20xx) - É um cantor grego, nascido no Egipto. Artemios acabou sendo abreviado para Demis.
Filho de pais expatriados (George, o seu pai engenheiro Yorgos Roussos e, a sua mãe Olga, é mais conhecida pelo nome artístico de Nelly Mazloum), tanto ele, quanto os pais nasceram no Egito. Demis nasceu e foi criado em Alexandria. Três anos depois do seu nascimento, nasceu o seu irmão Costandinos. O cantor foi fortemente influenciado pela música árabe. Aos dez anos de idade, admirador do estilo jazz, aprendeu a tocar trombeta.
Após a Crise do Canal de Suez, e depois que os seus pais perderam tudo, a família voltou para a Grécia, quando Demis tinha quinze anos.
A partir de então, Demis participou de vários grupos musicais. O primeiro, com dezessete anos, “The Idols”, quando ele tinha de trabalhar para sustentar a família. Já nesse grupo Demis começou a destacar-se como cantor, a partir do momento no qual, foi solicitado para substituir o vocalista, que estava cansado, e para cantar algumas músicas e começou com “The House of the Rising Sun” e “When a Man Loves a Woman”.
Com o compositor Lakis Vlavianos, Roussos deu início à banda “We Five”, já como vocalista principal. Mas somente começou a ficar mais conhecido a partir de 1968, com a banda de “Rock” progressivo Aphrodite's Child, formada no Reino Unido, para a qual Demis se associou a outros dois músicos gregos, respectivamente, Vangelis (ou Vangelis Papatanassiou) que viria a ser mais tarde, músico de grande nomeada, e Loukas Sideras, primeiramente como vocalista e depois também como guitarrista e baixista. Vangelis ficou, como compositor principal, e teclista, enquanto Loukas cuidava da bateria. No entanto, por falta de permissão para trabalhar na Inglaterra, o grupo mudou-se para Paris, então atingida pela Revolução de Maio de 1968. O primeiro álbum foi “Rain and Tears”, o qual obteve tremendo sucesso e vendeu um milhão de discos apenas na França, ocasião na qual nasceu a sua primeira filha, Emily. Nos três anos seguintes, o desempenho do grupo foi excelente. Com a voz de estilo de ópera de Roussos, a banda passou a ter sucesso a nível internacional, inclusive com o álbum “666”, lançado em 1970. O grupo acaba, por diversas razões, por essa altura.
Como Roussos já era um cantor de sucesso e o principal vocalista do “Aphrodite’s Child”, a editora deu ao cantor a possibilidade de gravar o seu primeiro CD a solo, com a canção “We Shall Dance”. Logo a seguir ele gravou o álbum “On the Greek Side of My Mind”, o qual, juntamente com o mencionado compacto, estoirou a escala, como os 5 discos mais vendidos em toda a Europa, inclusive a Escandinávia. Demis Roussos consagrou-se, então, como cantor em 1971. Pouco depois Roussos reencontrou-se com Lakis Vlavianos, ex-colega do “We Five”. Lakis então compôs e Roussos gravou várias canções que ocuparam o primeiro lugar nas paradas de sucessos de vários países, quais sejam, “Forever And Ever”, “My Friend the Wind”, “Velvet Morning”, também conhecida, como “Tric Tric Tric”, entre outras. Destacaram-se também, na década de 1970, os sucessos “My Reason”; “Goodbye, My Love, Goodbye”; “Someday, Somewhere” e “Lovely Lady of Arcadia”. Ganhou um discou de ouro com seu LP “Demis”, o qual foi seu único sucesso nos Estados Unidos. Por outro lado, o cantor fez muito sucesso na Europa e na América Latina.     
              
"We Shall Dance”, de 1971      
             
            
               
We shall dance, we shall dance
The day we get a chance
To pay off all the violins of the ball
We shall dance, we shall dance
The day we get a chance
To get a dime to buy back our souls
We shall dance, we shall sing My
dear love, O my spring
My love good days will come
You'll see the corn will grow in spring
My spring time
My spring time
We shall dance, we shall dance
The day we get a chance
To pay off all the violins of the ball
We shall dance, we shall stay
With the children at play
Lord I swear when the time
comes, we'll pray
We shall dance, we shall sing
My dear love, O my spring
My love you'll have a house
With roof and walls
Fire with coal
My soul, my soul
We shall dance, we shall dance
The day we get a chance
To pay off all the violins of the ball
We shall dance, we shall stay
With the children at play
Lord I swear when the time
comes, we'll pray        
           
"Forever and ever”, de 1973     
             

Jazz Standards (XC)

(Dados Biográficos In Wikipédia e In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)      
            
(Sobre o tema em questão, algumas palavras retiradas de “in
http://www.jazzstandards.com/compositions/index.htm” - adaptação e tradução por Ricardo Santos)     
          
Alone Together (#89) - Música de Arthur Schwartz e Letra de Howard Dietz
Jean Sargent apresentou "Alone Together" no musical da Broadway, “Flying Colors”, enquanto Clifton Webb e Tamara Geva, o dançavam. “Flying Colors” estreou no “Teatro Imperial” em 15 de Setembro de 1932, e foi produzido por Max Gordon e dirigido por Howard Dietz. Os comentários foram diversos, e o espectáculo teve 188 representações. As partituras “Harms” daquela época mencionam "Alone Together", como a música principal, seguido por "A Shine on Your Shoes", "Smokin Reefers", "Louisiana Hayride", e " A Rainy Day".           
                
Chet Baker (Yale, Oklahoma, EUA, 23-12-1929 – Amsterdão, Holanda, 13-05-1988) – Do álbum “Chet” de Dezembro de 1958 e Janeiro de 1959. Com Chet Baker (trompete), Herbie Mann (flauta), Pepper Adams (saxophone barítono), Bill Evans (piano), Kenny Burrell (guitarra), Paul Chambers (contrabaixo) e Connie Kay (bateria).           
              
            
                
Artie Shaw (New York City, New York, EUA, 23-05-1910 - Thousand Oaks, California, EUA, 30-12-2004) e a sua orquestra – Em 1939              
               
     
             
Carly Simon (New York, EUA, 25-06-1945 - 20xx) – do álbum “Moonlight Serenade” de 2005. 
              
              
               
Judy Garland (Grand Rapids, Minnesota, EUA, 10-06-1922 - Londres, 22-06-1969) – cantado no 'The Judy Garland Show,' em Janeiro de 1964.             
                 
         
         
Letra    
          
Alone together beyond the crowd
Above the world we’re not too proud
To cling together we’re strong
As long as we’re together
Alone together the blinding rain
The starless night were not in vain
For we’re together and what is there
To fear together
Our love is as deep as the sea
Our love is as great as a love can be
And we can weather the great unknown
If we’re alone together  
         
Lamento, algumas eventuais falhas nas letras, encontradas na Internet, devido à própria improvisação dada pelos seus intérpretes, e muitas vezes de difícil entendimento. (Ricardo Santos)

Namorado preso - Interacção Humorística (XCV)

Em 21-02-2011. Obrigado.   
         
O meu namorado ficou preso !

O Tone tinha acabado de comprar o seu Fiat 600 e entusiasmado com o 'bicho' desafia a Vanessa Solange- sua namorada - a dar uma volta.

- Banessa bais ber como isto anda!... Dá 140, carago!!!

- Ai, amuore!!!....Que locura! Se isso anda assinhe eu juro que me poanho toda nua e te salto em cima!

- Num digas isso, carago, que eu fico já desorientado!

E o Tone mete a primeira, segunda, terceira... e já ia a mais de 120!...


A Vanessa Solange, doida com aquilo, começa a despir-se...


Tira a roupinha toda e salta para cima do Tone.

- Banessa!! Banessa!!... Num beijo nada, carago... Assim num consigo bere nada...!

O Tone ainda tenta controlar o seu Fiat: faz uns piões... umas derrapagens.. e... espeta-se contra uma árvore.


Ele fica preso no carro enquanto que a Vanessa Solange é projectada.

- Banessa??? Tás bem-ê, amuore?

- Toue!...E tu, Toane?

- Toue bem-ê, mas estou preaso, carago! Olha, bai buscare ajuda! Tem aquelas boambas ali atrás, tens de lá ire!

- Mas ó amuoare, toue toda nua!! E agoara?

- Tens dire, carago!! E depreissa! Uolha, pega aí na sapatilha e põe à frente da snaita!

E a Vanessa Solange lá vai, com a sapatilha a tapar a 'coisa', correndo a buscar ajuda. Chega à bomba e estava lá um senhor a abastecer o carro...

- Ó sinhoare!!! Tenhe de me ajudare.

Ele olha para ela... toda nua com um sapatilha à frente a tapar...

- Tenhe de me ajudare!!! O meu namorado ficou preaso!!!

- Ó menina, não sei se consigo...! O rapaz está muuuuuito para dentro!. Só tem uma sapatilha de fora!!!...

Javardice de Fadas

domingo, 7 de abril de 2013

Músicas House MD (6ª. Temporada) (XXXIX)

(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)        
             
Norah Jones (Brooklyn, EUA, 30 de Março de 1979 – 20xx) – É uma pianista, cantora e compositora norte-americana. Nascida Geetali Norah Jones Shankar, mudou oficialmente o seu nome aos dezesseis anos. Norah, nasceu na cidade de New York, filha do falecido tocador de cítara, o indiano Ravi Shankar, tendo vivido a sua infância com a mãe, Sue Jones, que se mudou para Dallas, Texas, quando Norah tinha quatro anos. Norah Jones estudou no “Booker T. Washington High School for the Performing and Visual Arts” e na “University of North Texas”, onde se formou em “Jazz Piano”. Em 1999, após dois anos no programa, Norah voltou para New York, onde toca com a sua banda, “Wax Poetic”.           
                    
Norah Jones – Chasing Pirates, do álbum “The Fall” de 2009. Aqui no programa “Late” de Jools Holland.           
                
              
                   
Procol Harum (1967 – 1977) – Foi uma banda britânica de “Rock Progressivo” formada no início dos anos 60. Eles são mais conhecidos pela sua composição "A Whiter Shade of Pale", número um em todas as tabelas de êxito de vendas inglesas.
Formada das cinzas de um grupo chamado "Paramounts" liderado por Gary Brooker e Robin Trower, a estreia ao vivo dos “Procol Harum” foi na primeira parte de um concerto de Jimi Hendrix, em 1967, o que levou a recém-lançada "A Whiter Shade of Pale" ao topo das tabelas de venda. Um LP e outros “singles” se seguiram, mas sem alcançar o sucesso daquela primeira gravação.
Durante os anos 70 o grupo Procol Harum permaneceu mais popular do que outras bandas de “Rock Progressivo” mais sofisticadas. O grupo continuou apesar das diversas mudanças na formação, mas o declínio das vendas decretou o fim do grupo em 1977.            
                    
Procol Harum – A Whiter Shade of Pale          
                 
                
                        
Mabel Mercer (03-02-1900 – 20-04-1984) – Foi uma cantora de “cabaré” inglesa que actuou nos Estados Unidos, Grã-Bretanha e Europa com os grandes nomes do Jazz e de “cabaré”. Ela era uma artista de destaque no “Chez Bricktop” em Paris, e apresentou-se em clubes, como o “Le Ruban Bleu”, “Tony’s”, o “RSVP”, o “Carlyle”, o “St. Regis Hotel”, e, finalmente, no seu próprio, o “Clube Byline”.               
                  
Mabel Mercer – Once In A Blue Moon            
                 

The Coltrane Quartet – Jazz Singers (IX)

(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)        
            
The Coltrane Quartet (20xx – 20xx) – O Quarteto Cooltrane é composta por três músicos, cujo acompanhamento instrumental fornece o fundo perfeito para o canto inebriante de Karen Souza. Juntos, o quarteto oferece subtis e agradáveis interpretações. Eles também são propensos à improvisação ocasional, como é, frequentemente, com artistas de Jazz, o que dá um toque único para cada uma das suas actuações.          
               
Like a Virgin, composição de Tom Kelly, Billy Steinberg, gravada e lançada em 6 de Novembro de 1984, por Madonna.         
               
             
                
Should I Stay or Should I Go, escrita pelo grupo “Punk/Rock” “The Clash, em 1981.         
                   
              
                 
Smoke On The Water, escrita pelo grupo “Rock” “Deep Purple”, em 1972.            
                  
                
                      
Some Like It Hot, escrita pelo grupo “The Power Station”, em 1985.              
                  

Sapiência popular - Interacção Humorística (XCIV)

Em 04-02-2011. Obrigado.       
                
Sapiência popular    
          
Um lisboeta vai ao consultório de um conhecido psicólogo e diz-lhe:

- Todas as vezes que estou na cama, acho que está alguém debaixo da cama.

Nessa altura eu vou para baixo da cama para ver, e acho que há alguém em cima da cama. Para baixo, para cima, para baixo, para cima. Estou a ficar maluco, doutor! - Deixe-me tratar de si durante dois anos - diz o psicólogo. Venha três vezes por semana, e eu curo esse problema.

- E quanto é que eu vou pagar por cada sessão? - Pergunta o lisboeta.

- 80 Euros por sessão - responde o psicólogo

- Bem, eu vou pensar - conclui o sujeito.

Passados seis meses, eles encontram-se na rua.

- Então porque não apareceu no meu consultório? - Pergunta o psicólogo.

- 80 euros a consulta, três vezes por semana, dois anos = 12.480 euros, ia ficar-me muito caro. Além disso falei com um alentejano na minha herdade que me curou por 20 euros.

- Ah é? Como? - Pergunta o psicólogo.

O sujeito responde:

- Por 20 euros ele cortou os pés da cama...        
          
Muitas vezes o problema é sério, mas a solução pode ser muito simples!
Pense numa solução, em vez de ficar focado no problema.

Jazz Standards (LXXXIX)

(Dados Biográficos In Wikipédia e In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)      
            
(Sobre o tema em questão, algumas palavras retiradas de “in
http://www.jazzstandards.com/compositions/index.htm” - adaptação e tradução por Ricardo Santos)         
            
A Foggy Day (#88) - Música de George Gershwin e Letra de Ira Gershwin
Fred Astaire estreou a composição "A Foggy Day" no ano 1937, RKO musical "A Damsel in Distress". Mais tarde, naquele ano, a sua gravação da música subiria a número três, das tabelas populares. "Things Are Looking Up" e "Nice Work If You Can Get It", outras duas canções de Gershwin também pontuaram nas tabelas, com a segunda a subir ao primeiro lugar. "A Foggy Day" subiu de novos às tabelas no início de 1938, quando Bob Crosby e sua orquestra, com o vocalista Kay Weber, viu ascender a sua versão, ao lugar 16.
Com base na novela de P.G.Wodehouse, “A Damsel in Distress”, publicada em 1919, a qual se mostrou muito popular, antes de George Gershwin transformá-lo numa comédia musical. Ela já havia sido produzida, como filme mudo, em 1920, e exibida em palco, como uma peça de teatro, em 1928. A atracção de Gershwin pelo livro era compreensível. A figura central da novela é um personagem chamado George, que, apesar de bem-sucedido como compositor, não tem sorte de encontrar, a mulher certa para casar.        
                
Fred Astaire (Omaha, EUA, 10-05-1899 — Los Angeles, EUA, 22-06-1987) - Clip do filme “A Damsel in Distress”, de 1937, com Fred Astaire, George Burns, Gracie Allen e Joan Fontaine.           
               
             
               
Tony Bennett (Queens, New York, EUA, 03-08-1926 - 20xx).
             
            
                        
Art Tatum (Toledo, Ohio, EUA, 13-10-1910 - Los Angeles, Califórnia, EUA, 05-11-1956) – Com Art Tatum (piano), Buddy DeFranco (clarinete), Red Callender (contrabaixo) e Bill Douglas (bateria).            
              
            
                     
Judy Garland (Grand Rapids, Minnesota, EUA, 10-06-1922 - Londres, 22-06-1969).        
                   
            
            
Letra          
             
I was a stranger in the city
Out of town were the people I knew
I had that feeling of self-pity
What to do? What to do? What to do?
The outlook was decidedly blue
But as I walked through the foggy streets alone
It turned out to be the luckiest day I've known
A foggy day in London Town
Had me low and had me down
I viewed the morning with alarm
The British Museum had lost its charm
How long, I wondered, could this thing last?
But the age of miracles hadn't passed,
For, suddenly, I saw you there
And through foggy London Town
The sun was shining everywhere.       
               
Lamento, algumas eventuais falhas nas letras, encontradas na Internet, devido à própria improvisação dada pelos seus intérpretes, e muitas vezes de difícil entendimento. (Ricardo Santos)

Anedotas do Herman

História da Filosofia em Folclore