A paixão nua e cega dos estios, Atravessou a minha vida como rios

Sophia de Mello Breyner Andresen, A Paixão Nua, in “O Nome das Coisas”.

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Lisboa (II) – Fonte Luminosa

A Fonte neste momento funciona e mostra toda a sua magnitude para os Lisboetas e para os transeuntes que por lá passam. Tirei algumas fotos aqui há umas semanas e conto fazer uma composição com música para aqui a mostrar a beleza que a água a brotar dela acrescenta.

A Fonte Monumental, também conhecida por Fonte “Luminosa” está situada ao cimo da Alameda Dom Afonso Henriques. Esta Alameda une de um dos lados o Instituto Superior Técnico, e do outro a dita Fonte.
Ruas e Avenidas que cruzam ou desembocam na Alameda Dom Afonso Henriques, começando do lado do IST, Avenida Manoel da Maia (topo no IST), Avenida Guerra Junqueiro, Avenida Almirante Reis, Rua Carlos Mardel, Rua Actor Isidoro, Rua Abade Faria, Rua João de Meneses, Rua Barão de Sabrosa (topo na Fonte), Rua Actor Vale, Rua Carvalho Araújo, e Rua Damasceno Monteiro.

A Fonte Monumental

Frase (adaptada) que se encontra em cima da porta, da frente, do lado esquerdo da lateral da Fonte.

No dia 28 de Maio de 1948, 22º. Aniversário da Revolução Nacional aberta a 1ª. Exposição de Obras Públicas, foi inaugurada esta Fonte Monumental e entregue à Câmara Municipal de Lisboa

Frase (sic) que se encontra em cima da porta, da frente, do lado direito da lateral da Fonte.

Presidente da República António Óscar de Fragoso Carmona – Presidente do Conselho António de Oliveira Salazar – Ministro das Obras Públicas e Comunicações Duarte Pacheco. No ano de 1940 erigiu-se esta Fonte Monumental para comemorar a entrada das águas do Vale do Tejo na cidade

Escultor: Arquitectos: Carlos Rebelo de Andrade e Guilherme Rebelo de Andrade. Escultores: Diogo de Macedo, Maximiniano Alves e ceramista Jorge Barradas (baixos relevos (painéis laterais).

O tema musical escolhida para ilustrar este conjunto de fotos que “bati” no dia 18 de Abril, é a belíssima canção “Sorriso” do grupo Trovante, editada neste álbum em CD duplo de 1991, titulado “Saudades do Futuro”, para a etiqueta EMI.

Trovante (1976 – 2011) – Foram uma banda portuguesa que começou no Verão de 1976 em Sagres, quando um grupo de amigos (João Nuno Represas, Luís Represas, Manuel Faria, João Gil e Artur Costa) se juntou para fazer música. Em 1977 gravaram o seu primeiro disco “Chão Nosso”, com uma forte componente política aliada à música tradicional portuguesa. No ano seguinte lançaram “Em Nome da Vida”, um disco que os confirmou como um nome importante na música de intervenção da época.

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