A paixão nua e cega dos estios, Atravessou a minha vida como rios

Sophia de Mello Breyner Andresen, A Paixão Nua, in “O Nome das Coisas”.

domingo, 30 de junho de 2013

Largo de São Domingos

Lisboa é a minha cidade, onde nasci, cresci e de onde hei-de partir.


Deixo-vos algumas fotos antigas, da cidade ainda inteira, não destruída, como tem sido, pela sociedade moderna, ou por aqueles que só tem interesse em dinheiro e poder, e ignoram pura e simplesmente a cultura, a tradição e a história de uma urbe. Uma das mais antigas da Europa.   
   
(O documento em "Powerpoint" onde estas fotos existiam, tinha o nome de FCosta como sendo o seu autor. Não sei sequer se essa pessoa é o dono das mesmas. São fotos da maravilhosa cidade de Lisboa. Vou passar aqui algumas fotos que esse documento continha para mostrar a minha cidade há mais de 50 anos.)       
          
O Largo de São Domingos actualmente reparte-se entre as freguesias de Santa Justa e da Pena, e situa-se no interior das antigas muralhas fernandinas de Lisboa.
É um tradicional ponto de encontro de estrangeiros, nomeadamente muitos africanos de origem dos países de expressão e ex-colónias. Pode provar-se a célebre “ginjinha”, já que existe com taberna aí aberta desde o ano de 1840.
Nele temos também a Igreja de São Domingos que fazia parte do Convento de São Domingos de Lisboa, fundado em 1242, que terá dado o nome ao largo. Assim como está a entrada do Palácio de São Domingos que tem por maior referência o facto de, no seu interior, ter vivido Dom Antão de Almada, que dá nome à rua que parte deste local para a Praça da Figueira, que aí se terá reunido com os Quarenta Conjurados nos dias que antecederam a revolta do 1.º de Dezembro de 1640. Ambos os edifícios estão classificados como Monumentos Nacionais. Aí existe igualmente um monumento muito mais recente, inaugurado a 23 de Abril de 2008, que faz referência à capital de Portugal como sendo a "Lisboa, Cidade da Tolerância", escrita em 34 línguas, no qual a Sé Patriarcal de Lisboa homenageia o Judaísmo, pedindo perdão pela eventual culpa por não ter sido capaz de travar o Massacre de Lisboa de 1506.




MadreDeus - Adoro Lisboa    
               

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Eu fiz um Pacto com a minha Língua, o Português, língua de Camões e de Pessoa.