Contigo nunca me perco, perdendo-me ! (Ricardo Santos)

domingo, 24 de março de 2013

Harry Connick, Jr. – Jazz Singers (VIII)

(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)       
               
Joseph Harry Fowler Connick, Jr. (New Orleans, EUA, 11-09-1967 – 20xx) – É um cantor americano, maestro, pianista, actor e compositor. Já vendeu mais de 25 milhões de álbuns em todo o mundo. Connick está entre os 60 artistas mais vendidos, do sexo masculino, nos Estados Unidos, dados da “Recording Industry Association of America”, com 16 milhões de vendas certificadas. Ele tem sete primeiros nos “20 Álbuns dos EUA”, e 10 álbuns “Número Um dos Álbuns de Jazz dos EUA”. O álbum mais vendido de Connick, nos Estados Unidos, é o seu álbum de Natal 1993 “When My Heart Finds Christmas”, o qual também é um dos álbuns mais vendidos de Natal nos Estados Unidos. O seu álbum mais tabelado em vendas é o álbum de 2004, “Only You”, que chegou ao quinto lugar, nos EUA, e ao sexto lugar, na Grã-Bretanha.
Já ganhou três prémios “Grammy” e dois “Emmy Awards”. Ele fez de marido de Grace, o Dr. Leo Markus, na série de televisão “Will & Grace” de 2002 a 2006. Harry Connick Jr. começou a sua carreira de actor, como um artilheiro de bombardeiro, na II Guerra Mundial no filme “Memphis Belle” de 1990. Ele desempenhou o papel de assassino em “Copycat” de 1995, antes de ser escolhido, como piloto de caça, para o filme ”Independence Day” de 1996. O principal papel masculino, como actor, foi em “Hope Floats” de 1998, com Sandra Bullock. O seu primeiro filme de “Suspense” depois de “Copycat” foi em 2007, quando protagonizou o papel de um ex-marido violento, em “Bug”, um pouco antes, das duas comédias românticas, “PS I Love You “ de 2007, e o principal papel masculino em “New in Town”, com Renée Zellweger, de 2009.          

Recipe For Love, do álbum “We Are in Love” de 1990.
  
            
                  
(There is Always) One More Time, do álbum “30” de 1998.
            
                
             
                    
Stardust, do álbum “25” de 1992. 
         
               
            
                 
(I Could Only) Whisper Your Name, do álbum “She” de 1994.        
    
                 

Os Povos e os Governos - Interacção Humorística (XCIII)

Em 13-03-2013. Obrigado.   
       
O Povo e o Governo

Telefonema para a Prisão de Bragança

Jazz Standards (LXXXVIII)

(Dados Biográficos In Wikipédia e In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)       
            
(Sobre o tema em questão, algumas palavras retiradas de “in
http://www.jazzstandards.com/compositions/index.htm” - adaptação e tradução por Ricardo Santos)     
             
Star Eyes (#87) - Música e Letra de Gene De Paul e Don Raye
Helen O'Connell e Bob Eberly, com Jimmy Dorsey e sua orquestra, apresentaram "Star Eyes" em 1943, no musical da MGM (“Metro Goldwyn Mayer”), “I Dood It”. Antes de eles terem gravado "Star Eyes", Helen O'Connell deixou a banda para se casar e foi substituída por Kitty Kallen. Por isso, foi Bob Eberly e Kitty Kallen que gravaram com a orquestra de Jimmy Dorsey, "Star Eyes", que ficou nas tabelas durante 16 semanas, em 1943, atingindo o lugar número três de vendas.
O musical “I Dood It” estreou com Red Skelton e Eleanor Powell, e foi uma nova versão de “Spite Marriage” (1929), com Buster Keaton. Na opinião de Vincente Minnelli, foi o pior filme que ele alguma vez dirigiu. Parte do problema deve-se que ele, Minelli, foi contratado após a produção ter começado, e o produtor não o deixou começar de novo e o trabalho até então feito, não por ele Vincente Minelli, foi aproveitado.
Também estão incluídos no elenco estavam Lena Horne e Scott Hazel, aparecendo, como eles mesmos. Os pontos altos de “I Dood It” foram as performances de "Jericho", "Taking a Chance on Love", "One O'Clock Jump" e "Star Eyes”.         
               
Tete Montoliu (Barcelona, Espanha, 28-03-1933 - Barcelona, Espanha, 24-08-1997) e Jackie McLean (New York, EUA, 17-05-1931 - Hartford, Connecticut, EUA, 31-03-2006) Quartet - Tete Montoliu e “Jackie McLean Quartet” gravado no “Music Inn Rome”, nos anos 70, com Tete Montoliu (piano), Jackie McLean (saxofone alto), Herbie Lewis (contrabaixo) e Billy Higgins (bateria).           
              
             
                       
Anita O’Day (Chicago, Illinois, EUA, 18-10-1919 - Los Angeles, EUA, 23-11-2006) – ao vivo em Chicago, Abril de 1958, no “Mister Kelly’s”, com Joe Masters (piano), Larry Woods (contrabaixo) e John Poole (bateria).               
                   
            
                   
Lee Konitz (Chicago, Illinois, EUA, 13-10-1927 - 20xx) – do álbum “Inside Hi-Fi” de 1956, com Billy Bauer (guitarra), Sal Mosca (piano).        
                
              
                      
Art Pepper (Gardena, EUA, 01-09-1925 – Panorama City, EUA, 15-06-1982) – Com Art Pepper (saxofone tenor), Red Garland (piano), Paul Chambers (contrabaixo) e Philly Joe Jones (bateria) do álbum “Art Pepper with the Rhythm Section, de 19 de Janeiro de 1957.         
                
          
               
Letra          
             
Star eyes
That to me is what your eyes are,
Soft as stars in April skies are,
Tell me some day you'll fulfill
Their promise of a thrill.
Star eyes
Flashing eyes in which my hopes rise,
Let me show you where my heart lies.
Let me prove that it adores
That loveliness of yours.
All my life I've felt
Content to stargaze at the skies.
Now I only want to melt
The stardust in your eyes.
Star eyes,
When if ever, will my lips know
If it's me for whom those eyes glow?
Makes no difference where you are,
Your eyes still hold my wishing star,
Oh, star eyes, how lovely you are.
Star eyes,
When if ever, will my lips know
If it's me for whom those eyes glow?
Makes no difference where you are,
Your eyes still hold my wishing star,
Oh, star eyes, how lovely you are.
Ooh, star eyes       
               
Lamento, algumas eventuais falhas nas letras, encontradas na Internet, devido à própria improvisação dada pelos seus intérpretes, e muitas vezes de difícil entendimento. (Ricardo Santos)

Gira-Discos (XLI)


(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)          
               
Silence 4 (1996 - 2001) – Foi um grupo musical português formado em 1996, cujas canções eram cantadas maioritariamente em inglês. A banda, proveniente de Leiria, era constituída por David Fonseca (voz e guitarra), Sofia Lisboa (voz), Rui Costa (baixo) e Tozé Pedrosa (bateria). A banda acabou por desmembrar-se em 2001 e o seu cantor e principal compositor, David Fonseca, iniciou-se numa carreira a solo. Rui Costa integrou a banda Filarmónica Gil e, mais recentemente, a banda A Caruma.
Tudo começou em 1995. O David e o Tozé já se conheciam e costumavam tocar juntos. Numa ocasião, o David mostrou as suas cassetes a Carlos Matos, dono de uma loja de música alternativa em Leiria. Ele gostou bastante e a ideia de formar uma banda era cada vez mais forte. Algum tempo antes, David tinha ouvido a Sofia a cantar num bar e tinha-lhe proposto a formação de uma banda. Sofia não ficou muito convencida, porque naquela altura os convites não faltavam, mas nunca era nada concretizado. Exactamente um ano após este encontro, David voltou a contactar a Sofia, dizendo que tinha chegado a altura de formar a banda.
Começaram a tocar com péssimas condições técnicas. Após algum tempo, Rui Costa foi convidado para se juntar à banda. Começou por lhes dizer que o som era péssimo. Então propôs uma experiência: que se desligassem os amplificadores e que tocassem assim, naturalmente. Para se ouvirem teriam de estar todos em silêncio, daí o "Silence" do nome da banda.
Enviaram uma maquete para o jornal Blitz, ganhando alguma notoriedade. Concorreram ao Festival Termómetro Unplugged e ganharam. Receberam de prémio 500.000$00 (cerca de 2500€), os quais foram todos gastos em gravações de maquetas. Quando foram tentar a sua sorte nas editoras, a resposta era sempre a mesma: cantar em Inglês, nem pensar.
Recusando ceder às exigências das editoras que queriam o disco todo em português, acabaram por ser convidados para gravar uma versão de uma canção dos Erasure, "A little respect" para a compilação "Sons de Todas as Cores" (1998). Pouco tempo depois o tema começa a ter sucesso em algumas estações de rádio mais importantes.
A Polygram (actual Universal), acabou por aceitá-los, embora com algumas restrições: orçamento mínimo (5 mil contos) e só receberiam «royalties» a partir dos 10 mil discos vendidos. Foi assim que surgiu o disco de estreia, "Silence Becomes It", que alcançou, contra todas as expectativas, a quintupla platina, passando vários meses em número 1 do Top Nacional. Este CD teve a participação de Sérgio Godinho.
Começaram a digressão por todo o país, durante a qual fizeram 90 concertos em 6 meses. No dia 18 de Dezembro, realizaram o mítico concerto no Pavilhão Multiusos para uma grande multidão. Durante 1999 continuaram a digressão, embora com menos concertos.
Seguiu-se um período de ausência, durante o qual se refugiaram em Londres, longe de todas as pressões. Foi nos estúdios Ridge Farm que nasceu "Only Pain Is Real". Neste segundo disco utilizaram piano e simuladores de orquestra. Este segundo álbum foi estreado em Leiria (2000) e atingiu a platina após 2 semanas. Fazem uma nova digressão, durante a qual realizaram mais de 100 concertos. A tour de 2000 terminou com dois concertos únicos no Coliseu dos Recreios (19 e 20 de Dezembro) que marcaram a memória dos presentes.
O grupo acaba com os seus elementos a enveredarem por outras iniciativas.
A editora Universal lançou, no dia 29 de Novembro de 2004, um duplo CD e DVD com o registo das duas noites de concerto no Coliseu dos Recreios, nos dias 19 e 20 de Dezembro de 2000.          
                
Borrow”, de 1998, do álbum “Silence Becomes It”.       
                  
               
                    
To Give”, de 200, do álbum “Only Pain Is Real”.            
                    

Gira-Discos (XLI)


(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)     
          
The Aphrodite’s Child (1968 - 1972) – Foi uma banda grega de rock progressivo formada em 1968 pelo vocalista Demis Roussos, o multi-instrumentalista Vangelis Papathanassiou e o baterista Loukas Sideras.
Depois de uma tentativa frustrada para entrar na Inglaterra, a banda reagrupou-se em Paris, onde o guitarrista Anargyros "Silver" Koulouris juntou-se a eles (embora ele fosse forçado a deixar a banda devido a prestação do serviço militar, com a guitarra e baixo sendo tocados por Roussos durante sua ausência).

The Idols, We Five, Aphrodite’s Child

A biografia do Aphrodite’s Child mescla-se com a do artista Demis Roussos, o vocalista desse grupo. A partir dos 15 anos de idade, quando a sua família se mudou do Egito e voltou para a Grécia, Demis participou de vários grupos musicais. O primeiro, com 17 anos, “The Idols”, onde Demis tocava guitarra e baixo; os outros membros dos Idols: Jo (primo de Demis), Natis Lalaitis, Nikos Tsiloyan e Anthony. Nessa época, Demis tinha de trabalhar para sustentar a sua família. Já nesse grupo Demis começou a destacar-se como cantor, a partir do momento no qual foi solicitado para substituir o vocalista, que estava cansado, para cantar algumas canções (o que começou com “The House of the Rising Sun” e “When a Man Loves a Woman”). Com o compositor Lakis Vlavianos, Roussos deu início à banda “We Five”, já como vocalista principal. Mas somente começou a ficar mais conhecido a partir de 1968, com a banda de “Rock” progressivo “Aphrodite’s Child”, formada no Reino Unido, para a qual Demis associou-se a outros dois músicos gregos, respectivamente, Vangelis (ou Vangelis Papatanassiou) e Loukas Sideras, primeiramente como vocalista e depois também como guitarrista e baixista. Vangelis ficou como compositor principal e tecladista, enquanto Loukas cuidava da bateria. No entanto, por falta de permissão para trabalhar na Inglaterra, o grupo mudou-se para Paris, então atingida pela Revolução de Maio de 1968. O primeiro álbum foi “Rain and Tears”, o qual obteve tremendo sucesso e vendeu um milhão de discos apenas na França. Nos próximos anos, o desempenho do grupo foi excelente. Com a voz de estilo de ópera de Roussos, a banda passou a ter sucesso em nível internacional, inclusive com “666”, o último álbum. Logo após o lançamento dessa obra, por razões diversas, decidiram acabar com o grupo. Mas antes da dissolução, os “Aphrodite´s Child” estoiraram na Europa e em outros países, com grandes sucessos, tais como: “Rain and Tears” (Compositor: Vangelis, letrista = Boris Bergman); “It’s Five O’clock”, “I Want to Live”, “End of the World” e “Spring, Summer, Winter and Fall”.      
              
"Rain and Tears”, de 1968.        
               
           
                
Rain and tears all the same
But in the sun you've got to play the game
When you cry in winter time
You can't pretend it's nothing but the rain
How many times I've seen
Tears coming from your blue eyes
Rain and tears all the same
But in the sun you've got to play the game
Give me an uncertain love
I need an uncertain love
Rain and tears in the sun
But in your heart you feel the rainbow waves
Rain or tears both are shown
For in my heart there'll never be a sun
Rain and tears are the same
But in the sun you've got to play the game              
                    
It’s Five O’Clock”, de 1970.       
                

Anedotas do Herman

domingo, 10 de março de 2013

Jazz Standards (LXXXVII)

(Dados Biográficos In Wikipédia e In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)          
               
(Sobre o tema em questão, algumas palavras retiradas de “in
http://www.jazzstandards.com/compositions/index.htm” - adaptação e tradução por Ricardo Santos)             
                    
Just Friends (#85) - Música de John Klenner e Letra de Sam M. Lewis
Este “standard” é uma balada comovente sobre dois amantes que se separaram e agora são "Just Friends". Red McKenzie e sua orquestra apresentaram pela primeira vez "Just Friends", em Outubro de 1931 com o " Time on My Hands" no lado B, do disco.
No entanto, não foi com a capa de McKenzie que colocou "Just Friends" nas tabelas populares de vendas. Em Fevereiro de 1932, Russ Columbo, um dos cantores mais populares da época, acompanhado da orquestra de Leonard Joy, levou a música para as tabelas, durante três semanas, e chegou ao lugar 14. Em Abril do mesmo ano, Ben Selvin e sua Orquestra colocou "Just Friends" nas tabelas, por duas semanas, subindo também ao 14º. lugar. Ben Selvin era um violinista que fez mais gravações do que qualquer outro líder de banda.
"Just Friends" é a música mais, frequentemente, gravada das escritas pela dupla Klenner e Lewis, uma equipa que parece ter partilhado um interesse comum nas palavras. Sam M. Lewis escreveu a letra de "Street of Dreams" (1931) e John Klenner escreveu a letra de "Down The River of Golden Dreams" (1930) e "On the Street of Regret" (1942).          
                      
Chet Baker (Yale, Oklahoma, EUA, 23-12-1929 – Amsterdão, Holanda, 13-05-1988) e Stan Getz (Filadélfia, Pensilvânia, EUA 02-02-1927 - 06-06-1991) – Num concerto em Estocolom em 18 de Fevereiro de 1983. Stan Getz (saxofone tenor), Chet Baker (voz e trompete), Jim McNeely (piano), George Mraz (contrabaixo) e Victor Lewis (bateria).         
                
            
                  
Oscar Peterson (Montreal, Quebec, Canadá, 15-08-1925 – Mississauga, Ontário, Canadá, 23-12-2007) – Oscar Peterson (piano), Ray Brown (contrabaixo), Bobby Durham (bateria) e Buddy DeFranco (clarinete).          
                   
             
                 
Pat Martino (South Philadelphia, EUA, 25-08-1944 - 20xx) – Pat Martino (guitarra), Truddy Pitts (órgão), Mitch Fine (bateria) e os percussionistas Abdu Johnson e Vance Anderson.      
                   
            
                       
Armine Sargsyan () – Armine Sargsyan, solista da Orquestra de Câmara do Estado de Música Jazz (2007).             
                   
         
                
Letra         
           
Just friends
Lovers no more
Just friends
But not like before
To think of what we've been
And not to kiss again
Seems like pretending
It isn't the ending
Two friends
Drifting apart
Two friends
But one broken heart
We loved we laughed we cried
Then suddenly love died
The story ends
And we're
Just friends
We loved we laughed and we cried
Then suddenly love died
The story ends
And we're
Just friends           
             
Lamento, algumas eventuais falhas nas letras, encontradas na Internet, devido à própria improvisação dada pelos seus intérpretes, e muitas vezes de difícil entendimento. (Ricardo Santos)

King, animal de estimação

Ponte Salazar sobre o Rio Tejo

(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)       
       
Filme/documentário do cineasta português Leitão de Barros, de seu nome completo José Júlio Marques Leitão de Barros, nascido em Lisboa, Santa Isabel, em 22 de Outubro de 1896 e falecido em Lisboa, a 29 de Junho de 1967, condecorado com a Grande Oficial e Comendador da Ordem Militar de Cristo. Um dos grandes realizadores do cinema português, com títulos exemplos, como: “Camões”; “Ala-Arriba!”; “As Pupilas do Senhor Reitor” e “Maria do Mar”.           
               
Aqui, neste documentário, a história relativamente detalhada da construção da “Ponte Salazar”, actual “Ponte 25 de Abril”, inaugurada a 6 de Agosto de 1966.      
    
             
Lembro-me de tê-la atravessado nesse ano de 1966, tinha eu 13 anos, num autocarro da Carris de dois andares (figura ao lado), a carreira número 53, para o Centro-Sul. Mais tarde foi abolida a travessia por autocarros de dois andares, devido ao vento que dava muito pouca segurança a essas mesmas viaturas.       

           

A Lua e o Sol vão-se casar ? - Interacção Humorística (XCII)

Em 01-02-2011. Obrigado.        
                  
A Lua e o Sol vão-se casar ?

Certo dia uma estrelinha que brilhava no céu virou-se para o Sol e perguntou-lhe:

...Oh, Sol tu que és tão bonito e brilhas tanto porque não casas com a Lua?

Casar com aquela gaja que anda sempre na noite, sempre de quarto em quarto e às vezes aparece cheia!?

A estrelinha foi-se embora um pouco triste e foi ter com a Lua perguntando-lhe:

...Oh, Lua tu que estás tão solitária, porque não casas com o Sol?

Eu? Casar com aquele gajo que demora 12h a pôr-se e outras 12h a vir-se!!! ...dasss.... !!!

Alguma “velha” publicidade televisiva (XXVIII)

Melody Gardot – Jazz Singers (VII)

(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)        
               
Melody Gardot (New Jersey, EUA, 02-02-1985 – 20xx) – É uma cantora e compositora de Jazz norte-americana. Influenciada pelos “Blues” e “Jazz” de Janis Joplin, Miles Davis, Duke Ellington e George Gershwin, e pela música latina, de Stan Getz e Caetano Veloso. É conhecida como a "artista acidental", por se ter dedicado à música como forma de terapia, depois de um grave acidente, que lhe deixou diversas sequelas.
Em 2009, lança o álbum “My One and Only Thrill”, que recebe três nomeações para os “Grammy Awards”. A par da sua carreira musical, tem em desenvolvimento um programa com universidades de medicina denominado “Chateau Gardot”, que procura através da musicoterapia desenvolver programas terapêuticos para tratar a dor. Este programa tem por base a sua própria experiência, na qual os tratamentos tradicionais não surtiam efeito.
Divide a paixão pela música, com o budismo e a comida macrobiótica.     
           
Mira, do álbum “The Absence” de 2012.      
              
         
             
Amália, do álbum “The Absence” de 2012.        
             
          
                 
Lisboa, do álbum “The Absence” de 2012.           
                
           
            
Iemanja, do álbum “The Absence” de 2012.         
                 

E se os animais comessem McDonalds ?

Anedotas do Herman

Músicas House MD (6ª. Temporada) (XXXVIII)

(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)     
           
The Pretenders (1970 – 20xx) – São uma banda de “Rock” do Reino Unido. A banda original foi formada pela vocalista e guitarrista Chrissie Hynde, o guitarrista James Honeyman-Scott, o baixista Pete Farndon, e bateristaMartin Chambers.
O grupo formou-se em Inglaterra, no final da década de 70, pela vocalista Chrissie Hynde, uma norte-americana que já tinha participado dos grupos: “Jack Rabbit”, nos Estados Unidos e “Gallie”, na França. Os outros integrantes eram Pete Farndon (baixo) , James Honeyman-Scott (vocais, teclados, guitarra) e Martin Chambers (bateria). Depois dos compactos "Stop Your Sobbing" e "Kid" , fizeram uma digressão inglesa, recebendo alguma cobertura da imprensa. O compacto "Brass in Pocket" entrou para as tabelas de 1979, ano de lançamento do primeiro LP, que atingiu rapidamente o primeiro lugar, dos mais vendidos.
Participaram do concerto de beneficência, para os refugiados do Camboja (possuem três faixas no álbum “Concerts for People of Kampuchea”) e partiram para digressões na Europa e EUA, sendo muito bem recebidos por crítica e público. A revista “Rolling Stone” premiou os “Pretenders” como a grande revelação de 1980. Em 1982, morreu Honeyman-Scott, mas Chrissie Hynde anunciou que o conjunto não se acabaria encontrando-se em actividade actualmente.
Em 1993, o Pretenders perdeu vários integrantes da banda os quais foram contratados por Paul McCartney em sua mega digressão "Off The Ground", apresentando-se na América Latina.        
           
The Pretenders – Break Up The Concrete         
            
        
              
JJ Grey & Mofro () – É um grupo “Soul, Funk, R&B, Blues, Rock” sulista, de Jacksonville, na Flórida, composto por JJ Grey (vocais, piano eléctrico, violão e guitarra, gaita), Trube Andrew (guitarra eléctrica e guitarra slide), Anthony Farrell (órgão Hammond), Anthony Cole (bateria) e os "Hercules Horns”, composto por Dennis Marion (trompete), Art Edmaiston (saxofone tenor) e Todd Smallie (guitarra baixo).           
            
Mofro – Lochloosa            
                  
         
               
JJ Grey & Mofro – The Sun Is Shining Down, 22 de Janeiro de 2011, no “Variety Playhouse” em Atlanta, Georgia, Estados Unidos, para o DVD official “Brighter Days”.