A paixão nua e cega dos estios, Atravessou a minha vida como rios

Sophia de Mello Breyner Andresen, A Paixão Nua, in “O Nome das Coisas”.

domingo, 4 de novembro de 2012

Gira-Discos (XXXVI)

Até quando a nossa resistência.... há que lutar contra estas adversidades !!!


(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)          
                 
Resistência (1989 – 1994) - Foi um supergrupo português. Foi uma das bandas que mais marcaram a música portuguesa, principalmente entre o fim da década de 1980 e o início da década de 1990. O projecto consistiu na união de esforços entre vários músicos, provenientes de outras andanças, e na transformação, adaptação e nova orquestração de temas trazidos por eles (e não só) para uma vertente mais acústica e virada para uma valorização da "voz" como instrumento, e na junção dessas mesmas vozes, mostrando a força da união. Os temas, quando interpretados pela Resistência, ganharam vida nova e uma alma genuína, nunca antes vista.
O grupo era constituído por Alexandre Frazão na bateria, Rui Luís Pereira (Dudas) na guitarra, Fernando Cunha na voz e guitarras, Fernando Júdice e Yuri Daniel no baixo, Fredo Mergner na guitarra, José Salgueiro na percussão, Miguel Ângelo na voz, Olavo Bilac na voz, Pedro Ayres Magalhães na voz e guitarras e Tim também na voz e guitarras.
Na cidade de Lisboa, na edição da Feira do Livro de 1989, deu-se o primeiro passo para a criação do projecto que mais tarde se iria designar por Resistência. Teresa Salgueiro, Anabela Rodrigues e Filipa Pais, ao lado de Pedro Ayres Magalhães, o mentor do projecto, estiveram presentes numa sessão experimental primordial.
Na seguinte reunião, as vozes femininas dos Madredeus, Mler Ife Dada e Lua Extravagante, deram a vez a um elenco completamente masculino, cujo núcleo contou com Pedro Ayres Magalhães, Miguel Ângelo, Tim, Fernando Cunha e Olavo Bilac (nesta altura já existiam os Santos & Pecadores, mas ainda não tinham gravado). A esse rol de artistas juntaram-se uma série de nomes tais como José Salgueiro e Alexandre Frazão na bateria e percussões, Rui Luís Pereira (Dudas) e Fredo Mergner nas guitarras e também Fernando Júdice e Yuri Daniel no baixo. A voz de Olavo Bilac juntou-se ao projecto e o elenco ficou completo, com três vozes principais e seis guitarras acústicas.          
                 
"Traz Outro Amigo Também”, de José Afonso.        
                
             
                  
"Amanhã É Sempre Longe Demais”, dos “Rádio Macau”.         
                

1 comentário:

  1. Projectos musicais como os RESISTÊNCIA, os RIO GRANDE ou até o HUMANOS (por exemplo) tiveram boa aceitação junto do público.
    Tenho acompanhado ao longo do tempo os temas que mais se vão ouvindo nas rádios (ou em espectáculos na televisão) e o único senão é a confusão natural que se estabelece entre o original e os que surgiram destes projectos.

    Com a junção dos vários músicos de vários quadrantes, a MÚSICA como um bem maior ficou a ganhar!

    Beijinhos musicais
    (^^)

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Eu fiz um Pacto com a minha Língua, o Português, língua de Camões e de Pessoa.