A paixão nua e cega dos estios, Atravessou a minha vida como rios

Sophia de Mello Breyner Andresen, A Paixão Nua, in “O Nome das Coisas”.

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

O Bairro da Encarnação

O Livro “O Bairro da Encarnação e as antigas Quintas dos Olivais”, num video com imagem e edição de Aníbal Oliveira e que mostra um pouco do que foi e de quem presenciou e esteve na mostra, e na sessão de autógrafos do mesmo.         
                  
Obrigado Vasco Mota, mas não posso deixar de também propagandear no meu Blog esta excelente publicação, do Carlos Albeto Revez Inácio e do Fernando Furtado Barreiros.        
               
Aliás, vou voltar ao Bairro para uma nova sessão de fotografias. Estou de alguma maneira à espera que arranjem a Alameda. 

Aqui deixo um repto ao Senhor Presidente da Junta. Peço-lhe para voltar a colocar lá o "Telheiro". No sítio onde se encontrava e que servia de indicação durante muitos anos aos utentes da Carris que queriam ir até ao Bairro - "Quero ficar no Telheiro !".
A estátuta embora bonita, não diz nada ao local. Coloquem-na lá mais para cima na Alameda.

O Telheiro, digo eu, diz muito à juventude e aos habitantes do Bairro !
                

4 comentários:


  1. Pois... o Telheiro...
    Contaste-nos essa história há dias quando passámos por lá.

    (^^)

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    1. O telheiro, se quiseres ver uma imagem dele vais aqui à minha lista de Blogs e procuras o Blogue "Miúdos do Bairro da Encarnação" e logo no tíitulo do Blogue aparece, o célebre "Telheiro" e a Alameda da Encarnação como era na década de 60 e 70 !

      Obrigado Afrodite

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    2. Fui ver ao sítio que sugeriste... e entretanto fui pesquisar outras imagens e encontrei ESTA que ainda me impressionou mais.
      Que diferente era a Alameda inicialmente...!!

      Beijinho

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  2. Aqui dois anos antes de eu ter nascido. O Bairro começou a ser conastruído na década de 40. Vê-se aqui bem o Telheiro !

    Obrigado

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Eu fiz um Pacto com a minha Língua, o Português, língua de Camões e de Pessoa.