Contigo nunca me perco, perdendo-me ! (Ricardo Santos)

domingo, 23 de setembro de 2012

5MJZ (XXXII) – Bud Powell

(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos; e ainda In Duarte, José, História do Jazz, 2ª. Edição, Editora Sextante, Novembro de 2009)            
                  
Se Luís Villas-Boas é considerado o pai do Jazz em Portugal, José Duarte é também uma figura proeminente e importante na divulgação deste género musical no nosso País.
Estamos a passar, com o auxílio do “Youtube”, como é habitual, algumas das músicas, consideradas obrigatórias pelo José Duarte e constantes numa edição de três CD’s sobre o programa “Cinco Minutos de Jazz”, começado na década de 60 (1966), no “Rádio Renascença”, depois na Rádio Comercial e mais tarde na Antena 1, onde ainda hoje e há mais de 40 anos se divulga o improviso na rádio do nosso país.             
                    
Earl Rudolph "Bud" Powell (New Yourk, EUA, 27-09-1924 – 31-07-1966) - Foi um pianista norte-americano de jazz. Powell tem sido descrito como um dos "dois mais significantes pianistas do estilo de jazz moderno, que veio a ser conhecido como “Bop", o outro seria o seu amigo e contemporâneo Thelonious Monk. Junto com Monk, Charlie Parker e Dizzy Gillespie, Powell foi uma peça chave na história do “Bebop”, e a sua virtuosidade, como pianista levou muitos a chamarem-no de "o Charlie Parker do piano".

Yesterdays", de 1933 (*). Uma excelente versão de “Yesterdays” do compositor Jerome Kern (1885-1945) e aqui interpretada pelo “Bud Powell Quartet” no dia 21 de Abril de 1961, no Teatro Lírico de Milão (Itália). A formação era composta por: Bud Powell (piano); Barney Wilen (saxofone); Jacques Hess (contrabaixo) e Art Taylor (bateria).        
              
Esta não é mesma versão indicada por José Duarte, para a versão do “Cinco Minutos de Jazz”.        
            
(*) 1933 – Fim da Lei Seca (EUA); Billie Holiday grava com a orquestra de Benny Goodman; Federico Garcia Lorca escreve “Boas de Sangue”; André Malraux escreve “A Condição Humana”; Salazar funda o “Estado Novo”.           
                 
         
                  

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