A paixão nua e cega dos estios, Atravessou a minha vida como rios

Sophia de Mello Breyner Andresen, A Paixão Nua, in “O Nome das Coisas”.

sábado, 25 de agosto de 2012

Baladas Pat Metheny e… (IV)

Durante dez semanas, duas por semana, deixar-vos-ei 20 baladas de Pat Metheny, algumas delas compostas em parceria. 
Metheny porquê ?
Porque a sua música é uma presença diária. Faz-me sentir bem e verificar que ainda existem coisas boas no Mundo que habitamos. A música de Metheny é uma dessas coisas boas.     
                  
Biografias de Pat Metheny e de alguns dos músicos do grupo por aqui:


            
As duas baladas de hoje, e mais uma vez com a ajuda do Youtube, são:         

If I Could”, composta por Pat Metheny (música) para o álbum “First Circle” de 1984, gravado para a etiqueta ECM. “First Circle” é um álbum vencedor de um Grammy. No álbum Pat Metheny é acompanhado por Lyle Mays no piano e teclados, Steve Rodby no baixo, o baterista, Paul Wertico e o vocalista e percussionista, Pedro Aznar. O álbum ganhou o Grammy de “Melhor Performance de Jazz Fusion” em 1985.          
           
A formação para este álbum foi a seguinte:           
       
Pat Metheny - Viola, Viola Synclavier, Cítara, Viola Slide, Viola Acústica, Viola Acústica de 12 cordas;
Lyle Mays - Piano, Sintetizadores, Oberheim, Campainhas/Sinos Agogo, Orgão, e Trompete;
Steve Rodby – Baixos eléctrico, acústico e bateria;
Pedro Aznar - Glockenspiel, Voz, Campainhas/Sinos, Viola Acústica, Percussão, Assobio, Viola Acústica de 12 cordas; e
Paul Wertico - Bateria, “Field Drum”, Timbales.        
              
           
                   
The Road To You”, composta por Pat Metheny (música) para o álbum “The Road To You” de 1993, gravado para a etiqueta Geffen, com produção de Pat Metheny.
“The Road to You” é o segundo álbum do “Pat Metheny Group” ao vivo, lançado em 1993, dez anos após o seu primeiro lançamento ao vivo, “Travels”. Todas as peças foram gravadas ao vivo (a excepção é a última faixa “Solo ‘More Travels’”, gravada em estúdio), numa digressão europeia em 1991. As músicas foram retiradas de actuações nas cidades italianas de Bari, Pescara, Jesi e Nápoles; e das cidades francesas de Marselha, Paris e Besançon.
O CD contem os tempos por música, mas os aí registados, são muito imprecisos. O álbum ganhou um Grammy, em 1994, para “Melhor Performance de Jazz Contemporâneo”.       
               
A formação para este álbum foi a seguinte:          
             
Pat Metheny – Viola, Viola Sintetizadora;
Lyle Mays – Piano, Teclas;
Steve Rodby – Baixos Acústico e Eléctrico;
Paul Wertico – Bateria;
Armando Marçal – Percussão, Timbales, Congas, Voz; e
Pedro Aznar – Voz, Viola Acústica, Percussão, Saxofone, Bateria de Aço, Vibrafone, Marimba, Melódica.         
                  

4 comentários:

  1. Mal de nós se não existissem coisas boas mas... podiam ser mais, se não fosse uma minoria que não se cansa de ter mais olhos que barriga...

    Bjos

    Já agora, a moderação de comentários pode ser feita sem ter de se provar que não somos um robô... decifrar a palavra e os números, nunca me sai bem à primeira tentativa e isso, por vezes, torna-se exasperante para quem quer deixar um comentário ;)

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  2. Vou ver se descubro isso da moderação, ou então se já sabes explica-me para o meu E-mail, sff ;)

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  3. Pra mim, nada no mundo se compara a música desse gênio da guitarra!!! É a perfeição da perfeição, em termos de música!!!!!

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  4. Luciano
    Obrigado pela visita e eplo comentário. O Pat Metheny já faz parte da minha vida há alguns anos e sempre o considerei um dos melhores que jamais ouvi e também um grande compositor.
    Um abraço

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Eu fiz um Pacto com a minha Língua, o Português, língua de Camões e de Pessoa.