A paixão nua e cega dos estios, Atravessou a minha vida como rios

Sophia de Mello Breyner Andresen, A Paixão Nua, in “O Nome das Coisas”.

sábado, 27 de agosto de 2011

Jazz Standards (XXIX)

O que é um “Jazz Standard” ?       
                           
Os termos “standards” ou “jazz standards” são muitas vezes usados quando nos referimos a composições populares ou de músicas de jazz. Uma rápida pesquisa na Internet revela, contudo, que as definições desses termos podem variar em muito.
Então o que é um “standard” ?
Comparando definições de alguns dicionários e de estudiosos de música e baseando-nos naquilo que for comum e que estiver em acordo, será razoável dizer que:
“Standard” (padrão) é uma composição mantida em estima contínua e usada em comum, por vários reportórios.
… e …
Um “Jazz Standard” (padrão de jazz) é uma composição mantida em estima contínua e é usada em comum, como a base de orquestrações/arranjos de jazz e improvisações.
Algumas vezes, o termo “jazz standard” é usado para sugerir que determinada composição se torna um “standard”. Palavras e frases têm muitas vezes múltiplos significados e esta não é excepção. Neste sítio http://www.jazzstandards.com/ nós vamos usar a definição que tem maior aceitação geral, uma que aceita composições seja qual for a sua origem.               
                        
(Dados Biográficos In Wikipédia e In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)               
                           
(Sobre o tema em questão, algumas palavras retiradas de “in
http://www.jazzstandards.com/compositions/index.htm” - adaptação e tradução por Ricardo Santos)               
                        
How Deep Is the Ocean? (#49) – Letra e Música de Irving Berlin
“Em 1932, o país (EUA) atravessava a “Grande Depressão” e Irving Berlin passava, também ele próprio, por problemas pessoais e financeiros, começando a duvidar das suas capacidades, como compositor. Sentiu que a sua carreira estaria em declínio e que os seus sucessos eram escassos e cada vez mais espaçados. Foi então que Berlin descobriu uma velha canção que tinha escrito para Al Johnson em 1920. Retirando-lhe quatro linhas do refrão “To My Mammy”, e que incluía a frase “How Deep Is The Ocean ?”, ele criou uma nova melodia em que a letra era uma sucessão de perguntas. O carácter romântico da canção, ganha num sentimento de saudade e de paixão. Irving mostra aqui, uma das suas mais maravilhosas melodias e mistura-a com letra romântica e que te tocam, emocionalmente.”

Em 1932, Paul Whiteman e a sua orquestra, com o vocalista Jack Fulton, foram os primeiros a serem tabelados, com a gravação de “How Deep Is The Ocean ?
A canção geraria quatro gravações de sucesso nesse ano:
Nº. 5 – Paul Whiteman e a sua orquestra, com Jack Fulton, como vocalista;
Nº. 4 - Guy Lombardo e os seus “Royal Canadians”, com Carmen Lombardo, como vocalista;
Nº. 7 - Rudy Vallee e os seus “Connecticut Yankees”, com o próprio Rudy Vallee, como vocalista; e
Nº. 14 - Ethel Merman (vocalista), com a orquestra de Nat Shilkret.               
                          
Guy Lombardo (London, Ontário, Canadá, 19-06-1902 - Houston, Texas, EUA, 05-11-1977) – Tocado e cantado Guy Lombardo (piano) e “His Royal Canadians”, com a voz de Carmen Lombardo.                 
                         
                    
                          
Letra (versão de Carmen Lombardo)                    
                          
How much do I love you?
I'll tell you no lie
How deep is the ocean?
How high is the sky?
How many times a day do I think of you?
How many roses are sprinkled with dew?
How far would I travel
To be where you are?
How far is the journey
From here to a star?
And if I ever lost you
How much would I cry?
How deep is the ocean?
How high is the sky?               
                         
Billie Holiday (Filadélfia, 07-04-1915 — New York, 17-07-1959)               
                         
                       
                                 
Letra (versão de Billie Holiday)                     
                               
How much do I love you?
I'll tell you no lie
How deep is the ocean?
How high is the sky?
How many times a day do I think of you?
How many roses are sprinkled with dew?
How far would I travel
To be where you are?
How far is the journey
From here to a star?
And if I ever lost you
How much would I cry?
How deep is the ocean?
How high is the sky?                   
                            
Miles Davis (Alton, Illinois, EUA, 26-05-1926 — Santa Monica, California, EUA, 28-09-1991)                    
                         
                   
                             
Eric Clapton (Ripley, Inglaterra, 30-03-1945 - 20xx) – Do álbum “Clapton” de 2010. Faixa nº. 5.                      
                          
                 
                          
Letra (versão de Eric Clapton)             
                             
How much do I love you?
I'll tell you no lie
How deep is the ocean?
How high is the sky?
How many times a day do I think of you?
How many roses are sprinkled with dew?
How far would I travel
To be where you are?
How far is the journey
From here to a star?
And if I ever lose you
How much would I cry?
How deep is the ocean?
How high is the sky?

Programa do Jô - O arbusto

Nunca subestimes um advogado - Interacção Humorística (XXIX)

Em 29-10-2009. Obrigado.           
                 
Nunca subestimes um advogado                  
                          
Almeida era um alto funcionário da corte do Rei Faiçal. Há muito tempo, nutria um desejo incontrolável de chupar os voluptuosos seios da Rainha até se fartar. Todas as vezes que tentou, deu-se mal. Um dia, ele revelou seu desejo a Gaio, principal advogado da região e pediu que ele fizesse algo para ajudá-lo.
Gaio, depois de muito pensar e estudar o assunto - concordou, sob a condição de Almeida lhe pagar mil moedas de ouro. Almeida aceitou o acordo, todavia, não formalizado por escrito. No dia seguinte, Gaio preparou um líquido que causava comichões e derramou-o no soutien da Rainha, enquanto esta tomava banho. Logo a comichão começou e aumentou de intensidade, deixando o Rei preocupado e a Rainha desesperada. A corte fazia consultas a médicos, quando Gaio disse que apenas uma saliva especial, se aplicada por quatro horas, curaria o mal. Gaio também disse que essa saliva só poderia ser encontrada na boca de Almeida. O Rei Faiçal ficou muito feliz e então chamou Almeida que, pelas quatro horas seguintes, se fartou de gozar, chupando à vontade as suculentas e deliciosas mamas da Rainha. Lambendo, mordendo, apertando e passando a mão, ele fez finalmente o que sempre desejou. Satisfeito, encontrou-se no dia seguinte com o advogado Gaio. Com o seu desejo plenamente realizado e a sua libido satisfeita, Almeida recusou-se a pagar ao advogado. Almeida sabia que, naturalmente, Gaio nunca poderia contar o facto ao Rei. Mas Almeida subestimou o advogado.

No dia seguinte, Gaio colocou o mesmo líquido nas cuecas do Rei e... O Rei mandou chamar o Almeida...

Músicas House MD (4ª. Temporada) (VII)

(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)          
                          
Rolling Stones (25-05-1962 – 20nn) - É uma banda de “Rock & Roll” inglesa. É um dos grupos mais antigos ainda em actividade. Ao lado dos Beatles, foram considerados a banda mais importante da chamada “Invasão Britânica” ocorrida nos anos 1960, que adicionou diversos artistas ingleses nas tabelas, dos mais vendidos, norte-americanas e que, decisivamente, influenciaram na música “Pop” e nos costumes.                    
                       
Rolling Stones Waiting On A Friend                       
                                 
                 
                               
Klaus Waldeck (19?? – 20nn) - Klaus Waldeck, conhecido usualmente em palco, como Waldek, é um músico austríaco, nascido em Viena. Advogado e músico de electrónica. Começou aos 6 anos com lições e piano. Aos quinze destruiu, temporariamente, a sua vida musical, quando tentou tornar electrónico, um piano Bechstein.                 
                                     
Klaus WaldeckJerry Weintraub                      
                              
                         
                                    
Richard Kaplan (10-03-1962 – 20nn) - (aka Shlomo Natan ben Menakhem Mendel veNekhamah) nascido numa família de músicos, começou a cantar profissionalmente, aos 14 anos de idade, em bandas de R&B na sua Los Angeles. Actuava em programas musicais na sua Universidade, onde cantava no “Madrigal Choir” e estudava história da música com Salvatore Spano.                               
                               
Richard KaplanNiggun of the Alter Rebbe, do seu album Life Of The Worlds, de 2003.            
                    

sábado, 20 de agosto de 2011

Jazz Standards ((XXVIII)

O que é um “Jazz Standard” ?              
               
Os termos “standards” ou “jazz standards” são muitas vezes usados quando nos referimos a composições populares ou de músicas de jazz. Uma rápida pesquisa na Internet revela, contudo, que as definições desses termos podem variar em muito.
Então o que é um “standard” ?
Comparando definições de alguns dicionários e de estudiosos de música e baseando-nos naquilo que for comum e que estiver em acordo, será razoável dizer que:
“Standard” (padrão) é uma composição mantida em estima contínua e usada em comum, por vários reportórios.
… e …
Um “Jazz Standard” (padrão de jazz) é uma composição mantida em estima contínua e é usada em comum, como a base de orquestrações/arranjos de jazz e improvisações.
Algumas vezes, o termo “jazz standard” é usado para sugerir que determinada composição se torna um “standard”. Palavras e frases têm muitas vezes múltiplos significados e esta não é excepção. Neste sítio http://www.jazzstandards.com/ nós vamos usar a definição que tem maior aceitação geral, uma que aceita composições seja qual for a sua origem.          
                       
(Sobre o tema em questão, algumas palavras retiradas de “in
http://www.jazzstandards.com/compositions/index.htm” - adaptação e tradução por Ricardo Santos)               
                     
(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)               
                          
Stompin’ at the Savoy (#48) - Música Benny Goodman, Edgar Sampson e Chick Webb, e Letra de Andy Razaf 
Aos 25 anos, Edgar Sampson entrou para a orquestra de Chick Webb. Ele tocava, profissionalmente, há 7 anos, incluindo, os brevemente grandes, Duke Ellington e Fletcher Henderson. Mas foi, enquanto actuando como saxofonista alto, com Chick Webb, que Sampson chegou a compositor e orquestrador. O sucesso chegou com a composição “Blue Lou” de 1933, e com uma orquestração, de um instrumental por ele escrito anteriormente, “Stompin’ At The Savoy”, que se tornou o segundo maior sucesso da orquestra de Chick Webb, depois de “I Can’t Dance (I Got Ants in My Pants)”, uma canção pouco resistente.              
                     
Judy Garland (Grand Rapids, Minnesota, 10-06-1922 - Londres, 22-06-1969) Esta é Judy dois depois de completer 14 anos de idade. Gravado dia 12 de Junho de 1936, sendo esta a sua mais antiga gravação “Decca” disponível.         
          
                    
                     
Letra (versão de Judy Garland)              
                      
Savoy, the home of sweet romance,
Savoy, it wins you with a glance,
Savoy, gives happy feet a chance to dance.
Your form just like a clinging vine,
Your lips so warm and sweet as wine,
Your cheek so soft and close to mine, divine.
How my heart is singing,
While the band is swinging,
I'm never tired of romping,
And stomping with you at the Savoy.
What joy - a perfect holiday,
Savoy, where we can glide and sway,
Savoy, let me stomp away with you;
Savoy, Savoy, Savoy
Your form just like a clinging vine,
Your lips so warm and sweet as wine,
Your cheek so soft and close to mine, divine.
How my heart is singing,
While the band is swinging,
I'm never tired of romping,
And stomping with you at the Savoy.
What joy
Savoy, Savoy,
Savoy, let me stomp away with you.              
               
Louis Armstrong (Nova Orleans, 04-08-1901 — New York, 06-07-1971) – Em 1959 em Estugarda na Alemanha, com Louis Armstrong (trompete), Trummy Young (trombone), Peanuts Hucko (clarinet), Billy Kyle (piano), Mort Herbert (contrabaixo), Danny Barcelona (bateria).                    
                             
                         
                              
Ella Fitzgerald (Newport News, 25-04-1917 — Beverly Hills, 15-06-1996) – Do espectáculo na Televisão Britânica em 1961        
                             
                           
                            
Letra (versão de Ella Fitzgerald)              
                           
Savoy, the home of sweet romance,
Savoy, it wins you with a glance,
Savoy, gives happy feet a chance to dance.
Your form so clinging vine,
Your lips sweet as wine,
Your cheek close to mine, divine.
How my heart is singing,
While the band is swinging,
I'm never tired of romping,
And stomping with you at the Savoy.
What joy - a perfect holiday,
Savoy, where we can dance and sway,
Savoy, until teh break up day, with you;
The home of sweet romance,
It wins you at a glance,
Gives happy feet a chance to dance.
Just like a clinging vine,
So soft and sweet as wine,
So soft and close to mine, divine.
How my heart is singing,
While the band is swinging,
I'm never, never, never tired of romping,
And stomping with you at the Savoy.
What joy - a perfect holiday,
Savoy, where we can glide and sway,
Savoy, let me stomp away with you.              
                            
Benny Goodman (Chicago, Illinois, 30-05-1909 – 13-06-1986)             
                   
                  
                           
Lamento, algumas eventuais falhas nas letras, encontradas na Internet, devido à própria improvisação dada pelos seus intérpretes, e muitas vezes de difícil entendimento. (Ricardo Santos)

Gira-Discos (IX)

 
(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)           
                
The Herman's Hermits (1963 - 1971) - foi um grupo britânico de “Rock” formado por Peter Noone (vocalista), Karl Green, Keith Hopwood, Derek Leckenby e Barry Whitwam, tendo Mickey Most como produtor e empresário. Alcançaram diversos êxitos tendo ficado bem poscionados nas tabelas americanas e inglesas entre 1964 e 1968. Nos Estados Unidos, em determinado momento, chegaram a ter tanta popularidade como os próprios “Beatles”. Nas gravações eram algumas vezes substituídos por músicos de estúdio; sendo o mais famoso deles o guitarrista Jimmy Page, mais tarde um dos membros fundadores da banda “Led Zeppelin”. Do grupo original, restaram Barry Whitman e Peter Noone, considerado o líder natural do grupo.        
                  
There’s A Kind Of Hush”, em 1967, para a EMI Columbia. Composta por Les Reed and Geoff Stephens. 7º. Lugar no Reino Unido e 4º. nos Estados Unidos.              
                        
               
                         
There's a kind of hush all over the world tonight
All over the world you can hear the sounds of lovers in love
You know what I mean
Just the two of us and nobody else in sight
There's nobody else and I'm feeling good just holding you tight
So listen very carefully
Move closer now and you will see what I mean
It isn't a dream
The only sound that you will hear
Is when I whisper in your ear
I love you forever and ever
There's a kind of hush all over the world tonight
All over the world you can hear the sounds of lovers in love
La-la-la-la-la-la-la
La-la-la-la-la-la-la-la
La-la-la-la-la la-la-la-la-la
La-la-la-la-la
So listen very carefully
Move closer now and you will see what I mean
It isn't a dream
The only sound that you will hear
Is when I whisper in your ear
I love you forever and ever
There's a kind of hush all over the world tonight
All over the world people just like us are fallin' in love
Yeah, they're fallin' in love
Hush, they're fallin' in love
Hush            
                
No Milk Today”, composta por Graham Gouldman, em 1966. 7º. Lugar no Reino Unido, e 35º. nos Estados Unidos (como lado B de um single)                

O Escultor Cinético Theo Jansen

O artista e escultor cinético (a) Theo Jansen (Haia, 17-03-1948 – 20xx) constrói criaturas “Strandbeests”, a partir de tubos de plástico PVC (b) amarelos. Theo dedica-se a criar vida artificial através de algoritmos genéticos, que simulam a evolução dentro do seu código. Algoritmos genéticos podem ser modificados para resolverem uma variedade de problemas. As suas criações possuem cérebros primitivos, baseados em contagem binária, que são utilizados para localizar a sua posição na praia. As graciosas criaturas tem evoluído ao longo do tempo à medida que Jansen tem conseguido desenvolver a técnica para aproveitar o vento. Elas são somente propulsionadas pelo vento, e ainda o armazenam no seu “estômago”, concebido de garrafas de plástico, para ser usadas quando este não existe.
             
(a) Cinético:
Adjectivo: 1. Cinemático;  2. Relativo aos movimentos moleculares.
Cinemático: (francês cinématique, do grego kínema, -atos, movimento). Adjectivo: 1. [Física]  Relativo ao movimento mecânico; 2. Relativo à cinemática.            
                  
(b) PVC: O policloreto de polivinila (também conhecido, como cloreto de vinila ou policloreto de vinil; nome IUPAC policloroeteno) mais conhecido pelo acrónimo PVC (da sua designação em inglês PolyVinyl Chloride) é um plástico não 100% originário do petróleo.
O PVC contém, em peso, 57% de cloro (derivado do cloreto de sódio - sal de cozinha) e 43% de eteno (derivado do petróleo). Como todo o plástico, o vinil é feito a partir de repetidos processos de polimerização que convertem hidrocarbonetos, contidos em materiais como o petróleo, num único composto chamado polímero. O vinil é formado, basicamente, por etileno e cloro.            
                   
            
                           
        
                       
Mais pode ser visto em: http://www.strandbeest.com/.             
                 
Obrigado Rui !

Programa do Jô – Manual dos Jogos Olímpicos

Manual feito para os turistas que forem assistir aos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro.         
                      

A vida em cinco bebidas - Interacção Humorística (XXVIII)

O Último Teorema de Pierre de Fermat

«A propósito do “doodle” sobre o famoso Último Teorema de Fermat, segue um vídeo de 45 minutos sobre a história da sua demonstração.
Muito interessante para termos uma pequena luz sobre como esta coisas funcionam a este nível!
Agora, imaginem um mundo onde os putos em vez de terem posters do Cristiano Ronaldo pregados no quarto, tinham de Andrew Wiles!...                 
                     
Hélio ...»                    
                          
O texto é teu Hélio. Obrigado por partilhares este vídeo fascinante sobre Andrew Wiles que dedicou anos a demonstrar o último teorema de Pierre de Fermat. Talvez isto nos faça pensar um pouco e encarar que a vida não se constrói num só dia e que para tudo é preciso amadurecer as ideias e trocá-las com outros, mas principalmente, é necessário trabalhar, abnegadamente, sobre algo em que acreditamos e podemos resolver, como o fez Andrew Wiles.         
               
Pierre de Fermat (Beaumont-de-Lomagne, 17-08-1601 — Castres, 12-01-1665) - Matemático e cientista francês. Seu pai, Dominique de Fermat, era um rico mercador de peles e  propiciou-lhe uma educação privilegiada, inicialmente no mosteiro franciscano de “Grandselve” e depois na Universidade de Toulouse. Ingressou no serviço público em 1631. Em 1652 ele foi promovido para Juiz Supremo na Corte Criminal Soberana do Parlamento de Toulouse.                
                       
Sir Andrew Wiles (Cambridge, 11-04-1953 – 20xx) - Matemático britânico. Professor na Universidade de Princeton, famoso por ter demonstrado, com a colaboração de Richard Lawrence Taylor, seu aluno, o Último Teorema de Fermat (UTF), em 1994. Anteriormente, Andrew Wiles já havia realizado importantes trabalhos na teoria dos números, obtendo os primeiros resultados da famosa conjectura de Birch e Swinnerton-Dyer além de importantes contribuições para a "conjectura principal" da Teoria de Iwasawa.                      
                          


sábado, 13 de agosto de 2011

Jazz Standards (XXVII)

O que é um “Jazz Standard” ?               
                         
Os termos “standards” ou “jazz standards” são muitas vezes usados quando nos referimos a composições populares ou de músicas de jazz. Uma rápida pesquisa na Internet revela, contudo, que as definições desses termos podem variar em muito.
Então o que é um “standard” ?
Comparando definições de alguns dicionários e de estudiosos de música e baseando-nos naquilo que for comum e que estiver em acordo, será razoável dizer que:
“Standard” (padrão) é uma composição mantida em estima contínua e usada em comum, por vários reportórios.
… e …
Um “Jazz Standard” (padrão de jazz) é uma composição mantida em estima contínua e é usada em comum, como a base de orquestrações/arranjos de jazz e improvisações.
Algumas vezes, o termo “jazz standard” é usado para sugerir que determinada composição se torna um “standard”. Palavras e frases têm muitas vezes múltiplos significados e esta não é excepção. Neste sítio http://www.jazzstandards.com/ nós vamos usar a definição que tem maior aceitação geral, uma que aceita composições seja qual for a sua origem.                 
                     
(Sobre o tema em questão, algumas palavras retiradas de “in
http://www.jazzstandards.com/compositions/index.htm” - adaptação e tradução por Ricardo Santos)            
                           
(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)                     
                                  
I Should Care (#47) – Letra e Música de Sammy Cahn, Axel Stordahl e Paul Weston
Bob Allen interpretou “I Should Care”, com a orquestra de Tommy Dorsey, para o musical da “Metro Goldwyn Mayer”, “Thrill Of A Romance”, de 1945. Logo após a estreia do filme, Martha Tilton (vocalista) teve um sucesso com a composição, na primeira de quatro aparições, e fez com que ele subisse nas tabelas desse ano.                      
                          
Thelonious Monk (Rocky Mount, 10-10-1917 — Weehawken, New Jersey, 17-02-1982) – Gravado em 2 de Julho de 1948, em New York. Do álbum “Monk's Mood” (Original 1944-1948 Recordings), com Thelonious Monk (piano). Nesse álbum tocaram também, Milt Jackson (vibraphone), John Simmons (contrabaixo), Shadow Wilson (bateria), Kenny Hagood (vocal).                  
                       
          
                          
Letra (versão de Kenny Hagood)            
                         
I should care, I should go around weeping
I should care, I should go without sleeping
Strangely enough, I sleep well
'cept for a dream or two
But then I count my sheep well
Funny how sheep can lull you to sleep
But I should care, I should let it upset me
I should care, just doesn't get me
Maybe I won't find someone as lovely as you
But I should care and I do
Maybe I won't find someone as lovely as you
But I should care and I do                       
                              
Jane Monheit (Oakdale, Long Island, 03-11-1977 - 20xx) – Actuação da cantora no episódio “The American Songbook”.                         
                      
                   
                         
Letra (versão de Jane Monheit)               
                       
I should care, I should go around weeping
I should care, I should go without sleeping
Strangely enough, I sleep well
'cept for a dream or two
But then I count my sheep well
Funny how sheep can lull you to sleep
But I should care, I should let it upset me
I should care but it just doesn't get me
Maybe I won't find someone as lovely as you
So I should care and I do                          
                          
Bud Powell (New York, 27-09-1924 – New York, 31-07-1966) – Gravado em New York, em 10 de Janeiro de 1947, com Bud Powell (piano), Curly Russell (contrabaixo) e Max Roach (bateria).                    
                               
                          
                              
Frank Sinatra (Hoboken, 12-12-1915 — Los Angeles, 14-05-1998)    
                   
                  
                          
Letra (versão de Frank Sinatra)       
                   
I should care, I should go around weepin'
I should care, I should go without sleepin'
Strangely enough I sleep well,
'cept for a dream or two
But then I count my sheep well
Funny how sheep can lull you to sleep
So I should care, I should let it upset me
I should care, but it just doesn't get me
Maybe I won't find someone as lovely as you
But I should care and I do
Maybe I won't find someone as lovely as you
But I should care and I do