Contigo nunca me perco, perdendo-me !!!... (Ricardo Santos)

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Jazz Standards (XX)

Gostaria de salientar e após 19 semanas, aqui neste meu Blog O Pacto Português”, de « Jazz Standards », que isto não é um curso, mas sim, um prazer meu e de vos dar a ouvir outro tipo de música.
Apreciem-na sempre e de preferência, da que tem qualidade. A música é ainda das poucas coisas verdadeiras e universais.
A explicação abaixo, sobre o que é um “Jazz Standard” é importante para quem ler o meu Blog pela primeira vez, por isso a repito, todas as semanas.
Como vos disse já mais que uma vez, não sou músico, não sei música, sou simplesmente um melómano, interessada em ouvir sons com qualidade e diferentes das trivialidades que passam pela grande maioria da nossa rádio e televisão.
                   
O que é um “Jazz Standard” ?              
             
Os termos “standards” ou “jazz standards” são muitas vezes usados quando nos referimos a composições populares ou de músicas de jazz. Uma rápida pesquisa na Internet revela, contudo, que as definições desses termos podem ser muito variar muito.
Então o que é um “standard” ?
Comparando definições de alguns dicionários e de estudiosos de música e baseando-nos naquilo que for comum e que estiver em acordo, será razoável dizer que:
“Standard” (padrão) é uma composição mantida em estima contínua e usada em comum, por vários reportórios.
… e …
Um “Jazz Standard” (padrão de jazz) é uma composição mantida em estima contínua e é usada em comum, como a base de orquestrações/arranjos de jazz e improvisações.                           
        
Algumas vezes, o termo “jazz standard” é usado para sugerir que determinada composição se torna um “standard”. Palavras e frases têm muitas vezes múltiplos significados e esta não é excepção. Neste sítio http://www.jazzstandards.com/ nós vamos usar a definição que tem maior aceitação geral, uma que aceita composições seja qual for a sua origem.
(Sobre o tema em questão, algumas palavras retiradas de “in
http://www.jazzstandards.com/compositions/index.htm” - adaptação e tradução por Ricardo Santos)                               
(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)               
               
Night In Tunisia (#40) – Música de Dizzy Gillespie & Frank Paparelli  e Letra de Jon Hendricks
Dizzy Gillespie escreveu “Night in Tunisia” em 1942, enquanto que conjuntamente com Charlie Parker, tornaram-se membros da banda de Earl Hines. Em breve, Gillespie, Parker, Sarah Vaughan, e Billy Eckstine deixaram Hines para formar o que mais tarde foi conhecida como a primeira “Bebop Big Band”, com Eckstine a liderar.
Foi Sarah Vaughan que cantou pela primeira vez “Interlude”, como se chamou antes de ser renomeado para “Night in Tunisia”. Com Charlie Parker e Dizzy Gillespie como músicos convidados, Vaughan fez a sua primeira gravação desta composição, em 31 de Dezembro de 1944, para a etiqueta “Continental”.                    
                  
Dizzy Gillespie (Cheraw, South Carolina, 21-10-1917 – Englewood, New Jersey, 06-01-1993) & Arturo Sandoval (Artemisa, Cuba, 06-11-1949 - 20xx) – Ao vivo em Havana (Cuba) com Arturo Sandoval (trompete), Gonzalo Rubalcaba (piano), Sayyd Abdul al-Khabbyr (saxofone), entre outros.                                    
           
                                       

                  
Chaka Khan (North Chicago, Illinois, 23-03-1953 - 20xx) – Com a “Metropole Orchestra” no “North Sea Jazz Festival”.              
          

                      
Letra (versão de Chaka Khan)               
                      
A long time ago in the 40's
Dizzy and Bird gave us this song
They called it "A Night In Tunisia"
And the melody still lingers on
It was new and very strange
Blew the squares right off the stage
Few could play along
But the melody still lingers on
Max and Miles to name just two
Together they grew
The music was young and strong
And the melody still lingers on
They paved the way for generations
From Coltrane to Stevie
No one could stop the winds of change
Without them where'd we be?
The Duke and the Prez were there before
The past you can't ignore
The torch is lit, we'll keep the flame
And the melody remains the same
In the 40's
A night in Tunisia
In the 40's
A night in Tunisia
In the 40's
A night in Tunisia
In the 40's
A night in Tunisia             
           
Elvin Jones (Pontiac, Michigan, EUA, 09-09-1927 – 18-05-2004) – Com Elvin Jones (bateria), Bireli Lagrene (guitarra) e Joey Defrancesco (orgão  Hammond). Em 1999, no “Marciac Sweet”.                               
                        

                      
LaGaylia Frazier (Florida, EUA, 16-02-1961 - 20xx)             
                            
                 
               
Letra (versão de LaGaylia Frazier)                       
              
A long time ago in the 40's
Dizzy and Bird gave us this song
They called it "A Night In Tunisia"
And the melody still lingers on
It was new and very strange
Blew the squares right off the stage
Few could play along
But the melody still lingers on
Max and Miles to name just two
Together they grew
The music was young and strong
And the melody still lingers on
They paved the way for generations
From Coltrane to Stevie
No one could stop the winds of change
Without them where'd we be?
The Duke and the Prez were there before
The past you can't ignore
The torch is lit, we'll keep the flame
And the melody remains the same
In the 40's
A night in Tunisia
In the 40's
A night in Tunisia
In the 40's
A night in Tunisia
In the 40's
A night in Tunisia             
                      
Lamento, algumas eventuais falhas nas letras, encontradas na Internet, devido à própria improvisação dada pelos seus intérpretes, e muitas vezes de difícil entendimento. (Ricardo Santos)

Galos violadores

A tendência é para ser humorísta com este “Subversivo da Treta”.
“Treta”, obviamente, em homenagem aos cómicos António Feio e ao José Pedro Gomes.          
À boa maneira de muitas notícias mediáticas que abundam pelos nossos meios de comunicação (imprensa, rádio e tv), onde o banalismo impera e onde nos dão aquilo que querem e interessa dar, mantendo-nos na completa ignorância daquilo que é importante numa sociedade.     
       
Será que é no fundo, o que nós gostamos de ouvir ?
…         
         
Na freguesia de QUEMANDAQUI o autarca responsável pela junta foi confrontado, com um habitante que era contra a bigamia galinácea, e no seu quintal tinha 20 aves de capoeira, 10 galos e 10 galinhas.           
                               
Acontece que no passado fim de semana, aconteceram confrontações sangrentas entre os galos do dito habitante que se estavam a borrifar para a galináceogamia e além de se envolverem em rixas de capoeira (luta brasileira, proibida no nosso país, somente autorizada a galos de origem brasileira !), desataram a violar as galinhas dos vizinhos. Uma autêntica batalha campal que obrigou à chamada do “piquete” policial local que a tiros de pistola para o ar, conseguiu terminar com o desacato.            
               
Anteontem de manhã, o dito habitante, o Sr. Artício Valdevinos, foi presente no tribunal da comarca. Sentado no banco dos réus, respondeu à acusação, e aos queixosos, os vizinhos que viram as suas galinhas violadas.
                  
Foi considerado culpado, e sujeito à pena de 25€ por cada galinha violada, à obrigatoriedade do uso de preservativos por parte da sua população galinácea masculina, e a desenvencilhar-se dos nove galos prevaricadores, visto que um só capão dá perfeitamente para as suas 10 galinhas.
                  
Os nove galos já foram sujeitos ontem a análises sanguíneas em virtude de terem tido relações com galinhas estranhas. Os rastreios deram, felizmente, todos negativos, em relação ao vírus HIV e a outra qualquer DST.
                  
Como notícia de última hora chegada há pouco à nossa redacção, sobre o relatado acontecimento, soubemos, via telefónica, pela voz do Sr. Presidente da Junta de Freguesia QUEMANDAQUI, o digníssimo Sr. Jeromenho Soueu que no próximo fim-de-semana será efectuado um arraial, desta vez sem ser de porrada, com os 50 habitantes da povoação. Haverá um repasto, e como prato forte serão cozinhados à boa maneira da D. Carolídia Valdevinos, esposa do réu, um  “arroz de cabidela”, com os nove “violadores” de penas.
                
O “Subversivo da Treta” foi convidado a tomar parte da dita festa.

Gira-Disco (V)

                
(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)              

The Troggs (1964 - 20xx) - Foi uma banda de rock britânica dos anos 60 formada por Reg Presley (vocais), Chris Britton (guitarra), Pete Staples (baixo) e Ronnie Bond (bateria) em Andover, ao sul da Inglaterra. A banda assinou com o mesmo empresário dos “The Kinks” em 1966, começando a gravar na “Page One Records”. Vários sucessos na Grã-Bretanha e nos Estados Unidos, como "Wild Thing", "With A Girl Like You", "I Can't Control Myself", "Anyway That You Want Me" (todas de 1966), e "Night Of The Long Grass" e "Love All Around" (1967). A partir daí o grupo foi-se desvanecendo.
Os “Troggs” é vista, como sendo uma banda de destaque entre as que influenciaram o “Garage Rock” e o “Punk Rock”. O grupo ainda existe e continua a apresentar-se, apesar da morte do baterista Ronnie Bond, em 1992.         

With A Girl Like You”, 1966. 1º. Lugar no Reino Unido. Composta por Reg Presley.             

             
                
I want to spend my life with a girl like you
Ba ba ba ba ba ba ba ba
And do all the things that you want me to
Ba ba ba ba ba ba ba ba
Till that time has come
That we might live as one
Can I dance with you
Ba ba ba ba ba ba ba ba
Ba ba ba ba ba ba ba ba
I tell by the way you dress that you're so refined
Ba ba ba ba ba ba ba ba
And by the way you talk that you're just my kind
Ba ba ba ba ba ba ba ba
Girl why should it be
That you don't notice me
Can I dance with you
Ba ba ba ba ba ba ba ba
Ba ba ba ba ba ba ba ba
Baby baby is there no chance
I can take you for the last dance
All night long yeah I've been waiting
Now there'll be no hesitating
So before this dance has reached the end
Ba ba ba ba ba ba ba ba
To you across the floor my love I'll send
Ba ba ba ba ba ba ba ba
I just hope and pray that I'll find a way to say
Can I dance with you
Ba ba ba ba ba ba ba ba
Ba ba ba ba ba ba ba ba                

Love Is All Around”, de 1967. Composta por Reg Presley. 5º. Lugar no Reino Unido.           

Duas Aspirinas - Interacção Humorística (XX)

Em 03-08-2009. Obrigado.              
           
Duas aspirinas        
           
Sexta-feira, Manuel chega tarde do trabalho com muito stress, e louco para fazer amor e encontra sua mulher dormindo.
Rapidamente ele pega duas Aspirinas e coloca, com cuidado, na boca dela. Depois de alguns segundos ela engasga-se com os comprimidos e acorda indignada.
- O que você colocou na minha boca, homem de Deus?
- São só duas aspirinas, querida ! – responde-lhe, calmamente.
E ela, grita e diz:
- Mas eu não estou com dor de cabeça !
- Ah, era isso que eu queria escutar...

sábado, 18 de junho de 2011

São Carlos que boa lembrança voltar lá


Foi bom voltar a São Carlos, há muito tempo que não revia aquele esplendoroso teatro. Levei a máquina, mas não me serviu de nada, porque não deixam registar qualquer lembrança fotográfica e/ou audio. Entendo.        
       
Deixo-vos com o 3º. Andamento da Sinfonia Nº. 4 de Tchaikovski, onde se ouve, em grande parte do "movimento" vários “pizzicato” excepcionais. Para quem não sabe, um “pizzicato” é o tocar com um ou dois dedos, as cordas, emitindo som claro, em instrumentos vulgarmente, tocados com arco. Sugiro que ouçam o concerto inteiro. No Youtube já vi pelo menos três concertos completos e diferentes, na orquestra e no maestro.    
         
In Wikipedia…           
          
Pizzicato” é o modo de tocar os instrumentos de corda (geralmente os de arco) com os dedos. O “pizzicato” é também muito utilizado no jazz, explorando a característica rítmica conferida ao instrumento nesse estilo. O “pizzicato” é a técnica que normalmente se usa para tocar, dedilhando-se, com a alternância de dois ou três dedos, as cordas. Vem sendo utilizada há alguns séculos no jazz e na música erudita, mas de uma maneira diferente: enquanto nas orquestras o “pizzicato” é apenas um "beliscão" na corda, normalmente feito com um só dedo, e no jazz utiliza-se uma pegada diferente, colocando-se o dedo quase que paralelo a corda e com isso gerando um som mais "encorpado".              
                
Daniel Barenboim conduzindo a “Chicago Symphony Orchestra” na execução da Sinfonia Nº. 4 de Tchaikovsky (3º. Andamento) em F minor (opus 36), no concerto de abertura da época de 1997, no Carnegie Hall.            
               

Força de vontade - Interacção Humorística (XIX)

Em 27-07-2009. Obrigado.             
             
Força de vontade              
                  
Um mendigo aproxima-se de uma loira cheia de sacos de compras da Louis Vuitton e diz-lhe :
-Minha Senhora, estou sem comer há quatro dias !!! ...
A loura responde :
-Oh Meu Deus ! Como eu gostaria de ter a sua força de vontade ! ...

Jazz Standards (XIX)

Gostaria de salientar e após 18 semanas, aqui neste meu Blog O Pacto Português”, de « Jazz Standards », que isto não é um curso, mas sim, um prazer meu e de vos dar a ouvir outro tipo de música.
Apreciem-na sempre e de preferência, da que tem qualidade. A música é ainda das poucas coisas verdadeiras e universais.    
A explicação abaixo, sobre o que é um “Jazz Standard” é importante para quem ler o meu Blog pela primeira vez, por isso a repito, todas as semanas.
Como vos disse já mais que uma vez, não sou músico, não sei música, sou simplesmente um melómano, interessado em ouvir sons com qualidade e diferentes das trivialidades que passam pela grande maioria da nossa rádio e televisão.
               
O que é um “Jazz Standard” ?              
              
Os termos “standards” ou “jazz standards” são muitas vezes usados quando nos referimos a composições populares ou de músicas de jazz. Uma rápida pesquisa na Internet revela, contudo, que as definições desses termos podem ser muito variar muito.
Então o que é um “standard” ?
Comparando definições de alguns dicionários e de estudiosos de música e baseando-nos naquilo que for comum e que estiver em acordo, será razoável dizer que:
“Standard” (padrão) é uma composição mantida em estima contínua e usada em comum, por vários reportórios.
… e …
Um “Jazz Standard” (padrão de jazz) é uma composição mantida em estima contínua e é usada em comum, como a base de orquestrações/arranjos de jazz e improvisações.   
Algumas vezes, o termo “jazz standard” é usado para sugerir que determinada composição se torna um “standard”. Palavras e frases têm muitas vezes múltiplos significados e esta não é excepção. Neste sítio http://www.jazzstandards.com/ nós vamos usar a definição que tem maior aceitação geral, uma que aceita composições seja qual for a sua origem.            
               
(Dados Biográficos In Wikipédia e In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos).          
               
(Sobre o tema em questão, algumas palavras retiradas de “in
http://www.jazzstandards.com/compositions/index.htm” - adaptação e tradução por Ricardo Santos)                   
       
Don’t Blame Me (#38) – Música de Jimmy McHugh e Letra de Dorothy Fields 
Durante a revista de 1932 “Clowns in Clover”, Walter Woolf King apresentou a composição “Don’t Blame Me” no “Teatro Apolo” de Chicago. A estreia original foi em Londres no “Adelphi Theater” em 1927, e “Clowns in Clover” estreou a dupla, marido e mulher, Jack Hulbert e Cicely Courtneidge. O espectáculo em Londres teve grande sucesso e esteve em cena, cerca de 500 actuações. Enquanto Noel Gray escreveu a versão musical original para “Clowns in Clover”, Dorothy Fields e Jimmy McHugh, adicionaram ao espectáculo de Chicago, canções como “Don’t Blame Me”.                
                  
Sarah Vaughan (Newark, 27-03-1924 — Los Angeles, 03-04-1990) – Uma gravação dos anos 50.                
                  
             
              
Letra (versão de Sarah Vaughan)            
         
Don't blame me
For falling in love with you
I'm under your spell
How can I help it?           
Don't blame me
Can't you see
When you do the things you do?
If I can't conceal
The thrill that I'm feeling             
Don't blame me
Can I help it
If that doggone moon above
Makes me need
Someone like you to love?                
Blame your kiss
As sweet as a kiss can be
And blame all your charms
That melt in my arms
But baby
Don't blame me              
                  
Nat King Cole (Newark, 27-03-1924 — Los Angeles, 03-04-1990) – Do álbum de 1958 da Capitol, “The Very Thought Of You”, orquestração e regência de Gordon Jenkins. Faixa nº. 15.                    
            
            
                 
Letra (versão de Nat King Cole)              
    
Don’t blame me
For falling in love with you
I’m under your spell
But how can I help it?                   
Don’t blame me
Can’t you see
When you do the things you do
If I can’t conceal
The thrill that I’m feeling                  
Don’t blame me
I can’t help it
If that doggone moon above
Makes me need
Someone like you to love                
Blame your kiss
As sweet as a kiss can be,
And blame all your charms
That melt in my arms,
But don’t blame me                 
Blame your kiss
As sweet as a kiss can be,
And blame all your charms
That melt in my arms,
But don’t blame me                 
Blame all your charms
That melt in my arms,
But don’t blame me             
     
John Coltrane (Hamlet, Carolina do Norte, 23-09-1926 - Long Island, Nova Iorque, 17-07-1967) – Jazz Be Bop 1954-1957             
               
               
            
Thelonious Monk (Rocky Mount, 10-10-1917 — Weehawken, New Jersey, 17-02-1982)                   
           

Músicas House MD (4ª. Temporada) (II)

(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)    
 
The White Stripes (1997 – 20nn) - É uma dupla de “Rock” norte-americana, formada no ano de 1997 em Detroit, Michigan, composta por Jack White (compositor, vocal, guitarra, piano) e Meg White (bateria, percussão e vocal de apoio). Eles são conhecidos pelo seu som e simplicidade nas composições e arranjos, notoriamente inspirados pelo “Punk” e pelos “Blues Rock”, pelo “Folk Rock” e pelo “Country”.                     
    
The White Stripes We’re Going To Be Friends                      
     
   
    
Lizz Wright (Hahira, Georgia, 22-01-1980 – 20nn) - É uma cantora e compositora de jazz americana. Filha de um pastor, Wright iniciou-se em criança, cantando “Gospel” e tocando piano na igreja. Cedo se interessou por “Jazz” e por “Blues”. Frequentou a “Houston County High School”, onde participou activamente no grupo coral, e onde recebeu o “National Choral Award”. Posteriormente, Wright estudou música na “Georgia State University”, em Atlanta. O seu primeiro álbum “Salt”, foi lançado em 2003 e chegou ao segundo lugar das tabelas norte-americanas “Billboard”, foi “Top Jazz” contemporâneo em 2004. Em Junho de 2005 lançou “Dreaming Wide Awake”, que atingiu o primeiro lugar em 2005 e 2006.                         
      
Lizz Wright I Idolize You                       
         
     
  
Linda Lyndell (Gainesville, 19nn – 20nn) - É uma cantora norte-americana de “Soul”, originária de Gainesville, Florida. Cantava “Gospel” em criança, e embora branca cantava tanto em igrejas para brancos, como para pretos. Na sua juventude começou a cantar com grupos R&B. Em 1960, cantou em coro de suporte a James Brown e Ike & Tina Turner. Em 1967, o “disco jockey” Dave Crawford indicou-a aos produtores da “Stax Records”, Isaac Hayes e David Porter. Gravaram o seu primeiro “single”, “Bring Your Love Back To Me”, em Dezembro de 1967 e foi posto à venda, pela “Volt Records”. A canção não fez sucesso. Em 68 voltou para a sua segunda sessão, com a composição “What A Man”. Esta atingiu o número 50 das tabelas “Billboard” de R&B. Em resposta a esta gravação ela recebeu ameaças dos grupos fascistas e racistas, nomeadamente dos “Ku Klux Klan”. Retirou-se das actuações e permaneceu fora do meio musical, em Gainesville, durante os 25 anos seguintes.
Em 1993, o grupo de “Rap” “Salt-n-Pepa” pegaram na composição “What A Man”, para o seu “single” “Whatta Man”, o qual foi um sucesso. Na sequência disto, Linda voltou, de novo, a cantar, e em 2003, durante a inauguração do “Stax Museum”, ele actuou ao vivo, pela primeira vez, cantando “What A Man”.                                         
        
Linda Lyndell – What A Man (1968)