A paixão nua e cega dos estios, Atravessou a minha vida como rios

Sophia de Mello Breyner Andresen, A Paixão Nua, in “O Nome das Coisas”.

sexta-feira, 25 de março de 2011

Jazz Standards (VII)

O que é um “Jazz Standard” ?

Os termos “standards” ou “jazz standards” são muitas vezes usados quando nos referimos a composições populares ou de músicas de jazz. Uma rápida pesquisa na Internet revela, contudo, que as definições desses termos podem ser muito variar muito.
Então o que é um “standard” ?
Comparando definições de alguns dicionários e de estudiosos de música e baseando-nos naquilo que for comum e que estiver em acordo, será razoável dizer que:

“Standard” (padrão) é uma composição mantida em estima contínua e usada em comum, por vários reportórios.

… e …

Um “Jazz Standard” (padrão de jazz) é uma composição mantida em estima contínua e é usada em comum, como a base de orquestrações/arranjos de jazz e improvisações.

Algumas vezes, o termo “jazz standard” é usado para sugerir que determinada composição se torna um “standard”. Palavras e frases têm muitas vezes múltiplos significados e esta não é excepção. Neste sítio http://www.jazzstandards.com/ nós vamos usar a definição que tem maior aceitação geral, uma que aceita composições seja qual for a sua origem.

(Dados Biográficos In Wikipédia e In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

(Sobre o tema em questão, algumas palavras retiradas de “in
http://www.jazzstandards.com/compositions/index.htm” - adaptação e tradução por Ricardo Santos)

St. Louis Blues (#20) – Letra e Música de W.C. Handy
Quando chegou a standard, escrita antes de 1920, nenhuma versão foi mais gravada por artistas de jazz, do que a clássica “St. Louis Blues” de W.C. Handy. Considerada o “Blues” mais famoso, a canção foi a mais gravada de sempre, desde 1930.

Nathalie Cole (Los Angeles, California, 06-02-1950 – 20xx) – Do documentário sobre “Blues” “Antoine Fuqua's Music” com o título “Lightning in a Bottle”, filmado na “Radio City Music Hall” em New York City, decorria o ano de 2004.



Letra (versão de Nathalie Cole)

I hate to see the evening sun go down
I hate to see that evening sun go down
'Cause it makes me think my … go round

If I feel tomorrow, just like I feel today
If I feel tomorrow, like I feel today
I'm gonna pack my suitecase and make my getaway

Oh, St. Louis woman, with her diamond rings
Well she pulls that man around by her apron strings
Yes she does
And if it wasn't for powder and her store-bought hair
Oh, the man that I know he wouldn't go nowhere

I got St. Louis blues, just as blue as I can be
I got St. Louis blues, just as blue as I can be
And my man's got …
He shouldn’t have gone so far from me

Larry Adler (Baltimore, Maryland, 10-02-1914 - Londres, 07-08-2001) – Lawrence Cecil Adler, judeu, nascido em Baltimore, (EUA) em 10 de Fevereiro de 1914. Foi autodidacta em harmónica e começou a tocar profissionalmente, aos 14 anos de idade.



Louis Armstrong (All Stars) (Nova Orleans, 04-08-1901 — New York, 06-07-1971) – Com Velma Middleton (vocal), Louis Armstrong (trompete e vocal), Trummy Young (trombone), Peanuts Hucko (clarinete), Billy Kyle (piano), Mort Herbert (contrabaixo) e Danny Barcelona (bateria).



Letra (versão de Velma Middleton e Louis Armstrong)

I hate to see that evening sun go down
I hate to see that evening sun go down
'Cause, it makes me feel like I’m on my last go round

If I’m feelin' tomorrow like I feel today
Yes feelin' tomorrow like I feel today
I’m gonna pack my trunk and make my getaway
St. Louis woman, wears her diamond rings
Well she pulls that man around by her apron strings
And if it wasn't for the powder and her store-bought hair
Say that man I love wouldn't have gone nowhere

Say I love my man like a school boy loves his pie
Like Louis Armstrong blow so nice and high
But I love that man till the day I die

Louis Armstrong canta…
Velma Middleton canta…

Mildred Bailey (Tekoa, Washington, 27-02-1907 – Poughkeepsie, New York, 12-12-1951) – Actuação gravada em 1939, com Mildred Bailey (voz) e o seu marido Red Norvo & Orchestra.



Letra (versão de Mildred Bailey)

I hate to see the evening sun go down,
I hate to see the evening sun go down,
'Cause the man I love done left this town.

If I’m feelin’ tomorrow, like I feel today,
Said about feelin’ tomorrow, just like I feel today,
I'm gonna pack my bags and make my getaway.

Oh, that St. Louis woman, with her diamond rings,
She pulls my man around by her apron strings.
If weren’t for powder and her store-bought hair,
The man of mine wouldn't gone nowhere.

I got the St. Louis blues, just as blue as I can be,
Oh, my man's got a heart like a rock cast in the sea,
Or else he wouldn't gone so far from me.

I love my man like a schoolboy loves his pie,
That I love my man like a schoolboy loves his pie,
And I love that sweet man until the day I die.


Lamento, algumas eventuais falhas em todas as letras, encontradas na Internet, devido à própria improvisação dada pelos seus intérpretes, e muitas vezes de difícil entendimento. (Ricardo Santos)

De facto Boa Música – Vocal Jazz (II)

(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

Norah Jones (30-03-1979 - 20xx) – É uma pianista, cantora e compositora norte-americana. Nascida Geetali Norah Jones Shankar, mudou oficialmente seu nome aos dezesseis anos. Norah nasceu na cidade de New York, filha do músico e instrumentista de cítara indiano Ravi Shankar, tendo vivido a infância com a sua mãe, Sue Jones, que se mudou para Dallas (Texas), quando Norah tinha quatro anos. Jones estudou na “Booker T. Washington High School for the Performing and Visual Arts” e na “University of North Texas”, onde se formou em piano (jazz). Em 1999, após dois anos no programa, Norah mudou-se para New York, onde toca com sua banda, “Wax Poetic”.
Norah apresenta-se frequentemente com o guitarrista Charlie Hunter. Sua música é frequentemente comparada com a de Billie Holiday e Nina Simone. 4 Álbuns, 5 DVD’s e 9 Videoclips.

Tema “Come Away With Me”, composto por ela própria (2002) e pertença do seu primeiro álbum com o mesmo nome. Aqui no programa “Norah Jones Live” e em exclusivo para a BBC Radio 2.



Tema “Cold Cold Heart”, composto por Hank Williams e também do seu primeiro álbum “Come Away With Me” (2002).



Tema “Lover Man”. Esta canção popular foi composta em 1941, por Jimmy Davis, Roger ("Ram") Ramirez e James Sherman. Foi escrita especialmente para Billie Holiday. É um “standard” de Jazz.



Tema “Home of the Blues”, composto por Johnny Cash, Douglas L. McAlphin e Glenn Douglas Tubb, em 1957. Fala da infeliz infância do próprio Johnny Cash.



Michael Steven Bublé (09-09-1975 - 20xx) – Michael Bublé é um cantor e actor canadiano de Columbia. Detentor de vários prémios, incluindo um “Grammy” e vários “Juno Awards”. O álbum de 2003, com o seu nome, alcançou o Top 10 no Canadá, Reino Unido e Austrália.
Obteve sucesso comercial nos EUA com o álbum “It's Time”, onde na música “Quando, Quando, Quando”, fez um dueto com a cantora Nelly Furtado. O seu terceiro álbum “Call Me Irresponsible” chegou a número um da Billboard 200. Bublé já vendeu mais de 20 milhões de álbuns no mundo inteiro, incluindo 8 milhões nos E.U.A.
Michael é considerado um dos grandes cantores de jazz dos novos tempos.

Tema “Always On My Mind”, de 1972, é uma canção “country” escrita por Johnny Christopher, Mark James e Wayne Carson Thompson, e gravada, originalmente, por Brenda Lee.



Tema “The Way You Look Tonight”, de 1961, a canção foi escrita por Jerome Kern, com letra de Dorothy Fields, e, rapidamente, se tornou um “standard”. Peço desculpa pela dessincronização.



Tema “Quando, Quando, Quando”, de 1962, composto por Tony Renis e com letra de Alberto Testa, num excelente dueto com Nelly Furtado.



Tema “I've Got You Under My Skin”, de 1966, é uma canção composta por Cole Porter.

Esposa Tailandesa - Interacção Humorística (VII)

Em 04-06-2009. Obrigado.

Esposa Tailandesa

(Um homem está deitado com a sua nova esposa tailandesa. Ela mexe-lhe no pénis incessantemente.

Ele pergunta: Gostas assim tanto "dele"?
Ela responde: Não, mas sinto a falta do meu...)

quinta-feira, 24 de março de 2011

Tintas e Pincéis (I) – José Malhoa

Gosto de arte, se calhar nem toda, não tenho conhecimentos para conseguir apreciar tudo. A Pintura, é uma delas. Nem sempre é fácil, bem pelo contrário, às vezes até é bem difícil a sua apreciação e juízo. Mas já me senti tentado a fazê-lo, pintar !... Porque não?! Eu até era um Bom aluno em desenho. Infelizmente, o espaço é crucial e o que tenho não me chega para tentar colocar no papel as imagens que passeiam na minha mente. Cavaletes, telas, tintas, pincéis, e toda uma panóplia de material preciso, necessitam de alguns metros quadrados adicionais. Afinal com a escrita, tudo fica mais simples… fica tudo registado no computador, já nem é preciso papel.
Vão passar por aqui, a espaços temporais aperiódicos, alguns pintores portugueses, alguns menos conhecidos do que outros. Uma breve bibliografia a apresentar o autor/pintor. Para mostrar a sua obra, escolhi um algarismo para o número de imagens de quadros a exibir. Só uma imagem seria pouquíssimo e três seriam pouco. O número 5 pareceu-me bom.
Levem os vossos filhos e visitem as Galerias e os Museus de Pintura desta cidade e não só. Dêem-lhes a ver coisas interessantes e clássicas.

(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

José Vital Branco Malhoa (Caldas da Rainha, 28-03-1855 – Figueiró dos Vinhos, 26-10-1933) - Pintor, desenhista e professor de português, conhecido como José Malhoa.
Com apenas 12 anos entrou para a escola de Belas Artes. Em todos os anos que lá esteve, devido às suas enormes faculdades e qualidade artísticas, ganhou o primeiro prémio.
Realizou inúmeras exposições, tanto em Portugal como no estrangeiro, designadamente em Madrid, em Paris e no Rio de Janeiro. Foi pioneiro do “Naturalismo” em Portugal, tendo integrado o Grupo do Leão (Tertúlia de artistas portugueses que se reunia na Cervejaria Leão de Ouro em Lisboa, entre 1881 e 1889. O grupo contava com jovens artistas que viriam a destacar-se como Silva Porto, José Malhoa e os irmãos Rafael e Columbano Bordalo Pinheiro, sendo o grupo responsável pela divulgação e pelo sucesso da pintura do Naturalismo em Portugal. Em 1885 o "Grupo do Leão" foi imortalizado num óleo sobre tela com o mesmo nome, da autoria do pintor Columbano Bordalo Pinheiro).

Grupo do Leão retratado por Columbano Bordalo Pinheiro, em 1885, Óleo sobre Tela (200 x 300 cm), Museu do Chiado, Lisboa.


Destacou-se também por ser um dos pintores portugueses que mais se aproximou da corrente artística “Impressionista”.
Foi o primeiro presidente da Sociedade Nacional de Belas Artes e foi condecorado com a Grã-Cruz da Ordem de Santiago.
Em 1933, ano da sua morte, foi criado o Museu de José Malhoa nas Caldas da Rainha.

O Atelier do Artista (1893/1894), Óleo sobre Tela (93 x 127 cm), Museu de Arte de São Paulo, São Paulo, Brasil. A obra foi exposta pela primeira vez, no “IV Salão do Grémio Artístico” de 1894, sob o título “Antes da Sessão”.



Os Bêbados ou Festejando São Martinho (1907), Óleo sobre Tela (150 x 200 cm), Museu José Malhoa, Lisboa.



O Fado (1910), Óleo sobre Tela (150 x 183 cm), Museu da Cidade, Lisboa.
José Malhoa pintou duas versões do quadro. Uma em 1909 e outra em 1910. Foram expostas pela primeira juntas, lado a lado, na exposição “O Fado de 1910”, na Sociedade Nacional de Belas Artes, em Lisboa em 2010.
A obra de 1909 é propriedade da família do empresário Vasco Pereira Coutinho.



Praia das Maçãs (1918), Óleo sobre Madeira (69 x 87 cm), Museu do Chiado, Lisboa. Retrato da estância balnear com o mesmo nome.


Outono (1918), Óleo sobre Madeira (46 x 38 cm), Museu do Chiado, Lisboa.


Fado Malhoa (José Galhardo / Frederico Valério), na voz de Amália Rodrigues.

domingo, 20 de março de 2011

A nossa postura ao Portátil

São, obviamente, dois reclames à Vodafone, mas neste caso, tem um propósito educativo.

Como utilizar o portátil em casa.



Como utilizar o portátil fora de casa, em viagem, no hotel.

sábado, 19 de março de 2011

Jazz Standards (VI)

O que é um “Jazz Standard” ?
Os termos “standards” ou “jazz standards” são muitas vezes usados quando nos referimos a composições populares ou de músicas de jazz. Uma rápida pesquisa na Internet revela, contudo, que as definições desses termos podem ser muito variar muito.
Então o que é um “standard” ?
Comparando definições de alguns dicionários e de estudiosos de música e baseando-nos naquilo que for comum e que estiver em acordo, será razoável dizer que:

“Standard” (padrão) é uma composição mantida em estima contínua e usada em comum, por vários reportórios.

… e …

Um “Jazz Standard” (padrão de jazz) é uma composição mantida em estima contínua e é usada em comum, como a base de orquestrações/arranjos de jazz e improvisações.

Algumas vezes, o termo “jazz standard” é usado para sugerir que determinada composição se torna um “standard”. Palavras e frases têm muitas vezes múltiplos significados e esta não é excepção. Neste sítio http://www.jazzstandards.com/ nós vamos usar a definição que tem maior aceitação geral, uma que aceita composições seja qual for a sua origem.

(Dados Biográficos In Wikipédia e In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

(Sobre o tema em questão, algumas palavras retiradas de “in
http://www.jazzstandards.com/compositions/index.htm” - adaptação e tradução por Ricardo Santos)

In a Sentimental Mood (#19) Música de Duke Ellington e Letra de Irving Mills & Manny KurtzEm 30 de Abril, Duke Ellington e a sua orquestra apresentaram “In a Sentimental Mood”. Gravada para a etiqueta “Brunswick”, com a colaboração de Otto “Toby” Hardwick em saxofone alto, a composição
entrou nas tabelas em 13 de Julho, subindo ao 14º. Lugar. “In a Sentimental Mood” gozou de imensa popularidade em 1930. Outras gravações incluiram Benny Goodman e a sua orquestra, em 1936, que levaram a canção ao 13º. Lugar, e com a “Mills Blues Rhythm Band”, também em 1936, que a levaram ao 19º. Na era da rádio “In a Sentimental Mood” era o tema de abertura, nada mais nada menos, do que em 9 programas.

Duke Ellington (Washington, 29-04-1899 — New York, 24-05-1974) & John Coltrane (Hamlet, Carolina do Norte, 23-09-1926 — Long Island, Nova Iorque, 17-07-1967).



Phyllis Hyman (Philadelphia, Pennsylvania, 06-07-1949 – New York City, New York, 30-06-1995) – Detentora do “Tony Award Winning Musical Extravaganza” do DVD “Duke Ellington & Sophisticated Ladies”.



Letra (versão de Phyllis Hyman)
In a sentimental mood
I can see the stars come through my room
While your loving attitude
Is like a flame that lights the gloom
On the wings of every kiss
Drifts a melody so strange and sweet
In this sentimental bliss
You make my paradise complete
Rose petals seem to fall
It's all I could dream to call you mine
My heart's a lighter thing
Since you made this night a thing divine
In a sentimental mood
I'm within a world so heavenly
No I never dreamt that you'd be loving sentimental me

Ella Fitzgerald (Newport News, 25-04-1917 — Beverly Hills, 15-06-1996) – Em 1957



Letra (versão de Ella Fitzgerald)
In a sentimental mood
I can see the stars come through my room
While your loving attitude
Is like a flame that lights the gloom
On the wings of every kiss
Drifts a melody so strange and sweet
In this sentimental bliss
You make my paradise complete
Rose petals seem to fall
It's all I could dream to call you mine
My heart's a lighter thing
Since you made this night a thing divine
In a sentimental mood
I'm within a world so heavenly
For I never dreamt that you'd be loving sentimental me

Art Tatum (Toledo, Ohio, 13-10-1910 - Los Angeles, Califórnia, 05-11-1956) - Art Tatum (piano), Roy Eldridge (trompete), John Simmons (contrabaixo), Alvin Stoller (bateria). Do álbum "Art Tatum Group Masterpieces Vol. 2".

De facto Boa Música – Vocal Portuguesa (V)

(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

Pedro Abrunhosa (Porto, 20-12-1960 - 20xx) – É um cantor e compositor português. Inicia cedo os estudos musicais. Termina o Curso de Composição do Conservatório de Música do Porto, após o que estuda e trabalha com os professores Álvaro Salazar e Jorge Peixinho. Faz o Curso de Pedagogia Musical com Jos Wuytack.
Começa a sua carreira como docente aos 16 anos na Escola de Música do Porto. Dá igualmente aulas no ensino oficial, na “Escola do Hot Clube”, em Lisboa, e na “Escola de Música Caiús”. Desenvolve os estudos de Contrabaixo. Funda a “Escola de Jazz do Porto” e a Orquestra da mesma, que dirige e para a qual escreve.
Trabalha nesta área por toda a Europa com Wallace Rooney (trompete), Gerry Niewood (saxofone), Steve Brown (guitarra), Todd Coolman (baixo), Billy Hart (bateria), Bill Dobbins (vocal e compositor), Dave Schnitter (clarinete), Jack Walrath (trompete), Boulou Ferré (guitarra), Elios Ferré (guitarra), Frankie Rose (bateria), Vicent Penasse e Tommy Halferty.
Em 1994 é editado o álbum “Viagens”, conjuntamente com os “Bandemónio”. Atinge vendas recorde de 243.000 unidades atingindo a marca de tripla platina. Neste álbum conta com a participação do saxofonista de James Brown, Maceo Parker. Faz mais de duzentos espectáculos em apenas dois anos. Apresenta-se ainda nos Estados Unidos, Canadá, Brasil, Macau, França, Suíça, Espanha, Luxemburgo, França, Itália e outros.

7 Álbuns, um deles ao vivo, 3 EP’s e 1 DVD.

Tema “Eu Não Sei Quem Te Perdeu”, de 2002, do álbum “Momento”. “Momento é por definição o instante irrepetível. A música é pois, ainda que de forma estranhamente paradoxal, a arte de tornar perene o momento, estruturada que é no conceito de tempo e da repetição encantatória deste. Assim construí eu este disco. Uma maneira de tornar eternos os meus instantes, de os lançar como nuvens invisíveis sobre o céu carregado das melodias que me ensombram. Aqui habitam todos os fantasmas, as obsessões, as loucuras possíveis e todas as outras que não cheguei ainda a pronunciar. Das palavras faço canções que me fintam e se perdem por entre a harmonia seca de um piano qualquer. São as esquinas da cidade que me seduzem, mulheres vestidas de maquilhagem carregada, vultos escorregadios que tecem a noite como pássaros silenciosos, madrugadas encantadas entre as pegadas de um areal molhado pela chuva imprecisa. Os meus momentos são banais e por isso os canto. Esta vontade que tenho de tornar o real numa canção que repito até que outra canção me surja do sonho. Elas são o mundo a pulsar a cada piscar de olhos, o lento crescer de um lírio num deserto de cetim e cimento, as letras esbatidas de um jornal que ninguém lerá. Este é o meu Momento. Assim se cumprirão nas vossas mãos os meus instantes irrepetíveis. Pedro Abrunhosa.



Tema “Se Eu Fosse Um Dia O teu Olhar”, de 1996, do álbum “Tempo”. “A música é a mágica fronteira que nos une. É o território infinito de sons e silêncios. Às vezes é o deserto, às vezes um frenético rio que palpita veloz por entre as margens das nossas mãos. Este disco é uma gosta de espuma que me ficou esquecida nos dedos. Ele só foi possível porque tu o fizeste. Contigo cantei, cresci e aprendi. Trago na memória o perfume distante dos concertos que levei pelo país e onde deixei sempre um pouco de mim. Contigo descobri o pulsar do meu coração, a luz das palavras, o mistério dos sons e dos olhares que tantas vezes cantamos e onde tudo fica por dizer. Ardendo no desejo e sorrindo de cumplicidade, a custo nos fornos despedindo. Hoje conheço-te, como se pode conhecer alguém que chora as mesmas lágrimas que nós. Se te sentires presente em algum compasso, acorde ou palavras que aqui te trago, é porque és tu de quem falo em tais momentos. Agarra as rédeas deste cavalo que cavalga selvagem e se bate livre dentro de mim. Procura-me por entre as vagas melodias das canções, ou nos concertos em que o palco é o céu e o chão maré. As vossas vozes são ondas e revoltas que dirigem o oceano, os meus acordes os barcos que nele derivam. Vocês são os anjos que habitam anónimos os versos que escrevo. Agradecer é pouco. Que a música esteja sempre convosco. Pedro Abrunhosa.



Tema “Beijo”, de 1999, do álbum “Silêncio”. “O silêncio é a mais perfeita forma de música. Nele eu me escondo, me encanto e pernoito as palavras que te irão encontrar. O silêncio é a minha obsessão, a minha forma de te escutar. Eu sei que estás aí, que me ouves e me percebes. Sei que sentes os meus silêncios. Eles são os teus também.Pedro Abrunhosa.



Tema “Será”, de 1996, do álbum “Tempo”.

De facto Boa Música – Vocal Rock & Roll (II)

(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

Corinne Bailey Rae (26-02-1979 - 20xx) – Nascida e registada com o nome de Corinne Jacqueline Bailey é uma cantora, guitarrista e compositora inglesa que começou em Fevereiro de 2006. Rae foi considerada, a voz número um, pelos críticos de música da BBC “Sound of 2006”. Tornou-se na quarta mulher britânica da história musical britânica a ter o seu primeiro álbum considerado número um. Ganhou dos “Mobo Awards”, o Grammy para “Melhor Álbum do Ano” e “Melhor Álbum de Música de Jazz Contemporânea” pelo seu trabalho com Herbie Hancock, titulado “River: The Joni Letters”. Foi casado com o músico Jason Rae de 2001 até à sua morte em 2008. Lançou o seu segundo álbum “The Sea” em 26 de Janeiro de 2010. O álbum foi produzido por Steve Brown e também por Steve Chrisanthou, o qual tinha produzido o seu primeiro álbum em 2006.

Tema “Paris Nights / New York Mornings”, de Março de 2010, composta pela própria Corinne.



Tema “Steady As She Goes”, de 2006, e faz parte do “single” de lançamento da banda de “Rock & Roll” “The Raconteurs” e faz parte do primeiro álbum da banda “Broken Boy Soldiers”.



Tema “Since I’ve Been Loving You”, de 1970. É uma canção de “Blues-Rock” da banda britânica “Led Zeppelin”, lançada em 1970 no álbum “Led Zeppelin III”, e composta por Jimmy Page, Robert Plan e John Paul Jones.



Tema “Enchantment”, de 2006, composta por Corinne e Rod Bowkett, pertença do seu primeiro álbum de 24 de Fevereiro de 2006. Aqui no concerto de Rock & Roll, no Rio de Janeiro (Brasil).

IRS - Interacção Humorística (VI)

Em 26-05-2009. Obrigado.

IRS

Pedro e Maria estão num vôo para a Austrália para comemorar seu 40º aniversário de casamento.
De repente, o comandante anuncia pelos altifalantes:
- Senhoras e senhores, tenho notícias muito más. Os nossos motores estão a deixar de funcionar e vamos tentar uma aterragem de emergência. Por sorte, existe uma ilha não identificada nos mapas logo abaixo de nós e vamos tentar aterrar na praia.
O piloto consegue fazer o avião aterrar com êxito, mas avisou os passageiros:
- Isto aqui é o fim do mundo e é muito provável que nós não sejamos nunca resgatados e tenhamos que viver nesta ilha pelo resto das nossas vidas !
Nesse momento, Pedro pergunta à mulher:
- Maria, entregaste o nosso IRS antes de viajarmos ?
- Ai, perdoa-me Pedro. Eu esqueci-me completamente !
Pedro, eufórico, agarra a mulher e “afinfa-lhe” o maior beijo de todos os 40 anos de casamento. A Maria não entende e pergunta:
- Pedro ! Porque me beijaste desta maneira ?
E ele responde:
- Eles vão encontrar-nos !!!

segunda-feira, 14 de março de 2011

Recolha de Lixo

Porque será que tão poucas vezes copiamos as coisas boas ?
Se calhar, isto era bem mais útil que o TGV, ou não ?!

sexta-feira, 11 de março de 2011

Jazz Standards (V)

O que é um “Jazz Standard” ?

Os termos “standards” ou “jazz standards” são muitas vezes usados quando nos referimos a composições populares ou de músicas de jazz. Uma rápida pesquisa na Internet revela, contudo, que as definições desses termos podem ser muito variar muito.
Então o que é um “standard” ?
Comparando definições de alguns dicionários e de estudiosos de música e baseando-nos naquilo que for comum e que estiver em acordo, será razoável dizer que:

“Standard” (padrão) é uma composição mantida em estima contínua e usada em comum, por vários reportórios.

… e …

Um “Jazz Standard” (padrão de jazz) é uma composição mantida em estima contínua e é usada em comum, como a base de orquestrações/arranjos de jazz e improvisações.

Algumas vezes, o termo “jazz standard” é usado para sugerir que determinada composição se torna um “standard”. Palavras e frases têm muitas vezes múltiplos significados e esta não é excepção. Neste sítio http://www.jazzstandards.com/ nós vamos usar a definição que tem maior aceitação geral, uma que aceita composições seja qual for a sua origem.

(Dados Biográficos In Wikipédia e In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

(Sobre o tema em questão, algumas palavras retiradas de “in
http://www.jazzstandards.com/compositions/index.htm” - adaptação e tradução por Ricardo Santos)

The Man I Love (#18) - Música de George Gershwin e Letra de Ira Gershwin.
Algumas vezes e contra todas as probabilidades, uma canção tem sucesso. Quando a partitura de “The Man I Love” estava no seu caminho para a produção, ela foi desviada sem cerimónias, do musical da Broadway “Lady, Be Good!”, de 1924. A canção foi incluída por duas vezes fora do seu espectáculo, na “Strike Up The Band” em 1927, nas eliminatórias, e para o sucesso de Ziegfeld “Rosalie” de 1928. Assim teve um sucesso mesmo que modesto em 1930, e isto talvez porque Gershwin acedeu na sua divulgação antes da estreia do espectáculo, onde deveria ter sido apresentada pela primeira vez.

Ella Fitzgerald (Newport News, 25-04-1917 — Beverly Hills, 15-06-1996) - Numa emissão da televisão alemã (“ZDF Theater”), em 1974, com Ella Fitzgerald (vocal), Joe Pass (guitarra), Tommy Flanagan (piano), Keeter Betts (contrabaixo), Bobby Durham (bateria), Roy Eldridge (trompete), Eddie Lockjaw Davis (saxofone alto), Peter Herbolzheimer Rhythm Combination & Brass (Herb Geller, Art Farmer, etc.).



Letra (versão de Ella Fitzgerald) extensível a Caetano Veloso e Kate Bush

Someday he'll come along, the man I love
And he'll be big and strong, the man I love
And when he comes my way
I'll do my best to make him stay

He'll look at me and smile,
I'll understand
And in a little while he'll take my hand
And though it seems absurd
I know we both won't say a word

Maybe I shall meet him Sunday
Maybe Monday, maybe not
Still I'm sure to meet him one day
Maybe Tuesday will be my good news day

He'll build a little home, just meant for two
From which I'll never roam; Who would, would you?
And so all else above I'm waiting for the man I love

Billie Holiday (Filadélfia, 07-04-1915 — New York, 17-07-1959).



Letra (versão de Billie Holiday)

Someday he'll come along, The man I love
And he'll be big and strong, The man I love
And when he comes my way
I'll do my best to make him stay

He'll look at me and smile, I'll understand
Then in a little while, He'll take my hand
And though it seems absurd
I know we both won't say a word

Maybe I shall meet him Sunday,
Maybe Monday, maybe not
Still I'm sure to meet him one day
Maybe Tuesday will be my good news day

He'll build a little home, That's meant for two
From which I'll never roam, Who would, would you?
And so all else above
I'm dreaming of the man I love

Caetano Veloso (Santo Amaro da Purificação, 07-08-1942 - 20xx) – Em ritmo Bossa-Nova.



Kate Bush (Bexleyheath, Inglaterra, 30-07-1958 - 20xx) – Com Larry Adler (Harmónica).

Um grande Atleta

Francis Obikwelu, aos 32 anos, vitória nos 60 metros, do Campeonato da Europa de Atletismo Pista Coberta, disputado em França.

Pois é ! Alguém que nem sequer é Português e está aqui a representar-nos e a pagar os seus impostos. Depois de bastantes dificuldades nos primeiros anos no nosso país, aqui temos um homem que não desistiu e lutou para ter aqui um lugar. Aqui, onde não respeitam quem trabalha honestamente.



Obrigado Hélio !

De facto Boa Música – Vocal (IV)

(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

Sara Tavares (Lisboa, 01-02-1978) - É uma cantora e compositora portuguesa com ascendência cabo-verdiana. A música que ela interpreta é definida como música do mundo “World Music”. Sara ganhou a final da 1ª. edição (1993/1994) do concurso “Chuva de Estrelas” da “SIC” onde interpretou um tema de Whitney Houston.
Foi convidada por Rosa Lobato de Faria para participar no “Festival RTP da Canção de 1994” com a canção "Chamar a Música". A canção recebeu o máximo de pontuação de todos os jurados, ganhando assim um lugar no Festival Eurovisão da Canção de 1994, onde alcançou a 8ª. posição.
Em 1996 editou o seu primeiro disco que contou com a colaboração do coro “Shout”, além de gravar a música "Longe do Mundo", uma adaptação de "God Help The Outcasts”, de Heidi Mollenhauer, para o filme da Disney, “O Corcunda de Notre-Dame”, que viria a merecer uma menção honrosa da Disney como a melhor versão, sem contar com a versão inglesa.
Na Expo'98, Sara Tavares participou no espectáculo de tributo a Gershwin, ao lado da Rias Big Band Berlin.

5 Álbuns, 8 Singles, 5 Compilações e 7 Álbuns em colaboração.

Tema “Bom Feeling”, de 2005, do álbum “Balancê”.



Tema “One Love”, de 2005, do álbum “Balancê”.



Tema “Longe do Mundo”, de 1996, do álbum “Sara Tavares”, seu primeiro trabalho com o grupo “Shout”.



Tema “Bué (Você é)”, de 2009, do álbum “Xinti”.



Rui Veloso (30-07-1957 - 20xx) – É um cantor, compositor e guitarrista português, embora nascido em Lisboa, mudou-se para o Porto com apenas três meses. Considerado por muitos como o Pai do Rock Português, movimento musical surgido no início da década de 80, foi como intérprete de “Blues” que começou a sua carreira numa banda de garagem chamada “Magara Blues”.
Toca harmónica desde os 6 anos. Diz-se apreciador de B.B. King e Eric Clapton, entre outros nomes consagrados. Actuou por duas vezes com o primeiro no Coliseu do Porto e no de Lisboa, em concertos aplaudidos pela crítica. É reconhecido internacionalmente como o mais autêntico “bluesman” português.
A sua obra é notável e foi já reconhecida pelo Estado Português na figura do então Presidente da República, Mário Soares, que lhe atribuiu a Grã-Cruz da Ordem do Infante. É o segundo nome da música portuguesa que mais páginas tem destinadas na "Enciclopédia da Música Portuguesa", só ultrapassado por Amália Rodrigues.

10 álbuns, mais 3 “ao vivo” e 2 compilações.

Tema “Paixão”, de 1980, do álbum “Mingos & Samurais”. Composto por Rui Veloso e Carlos Tê.



Tema “O Prometido É Devido”, de 1980, do álbum “Mingos & Samurais”. Composto por Rui Veloso e Carlos Tê.



Tema “Não Me Mintas”, de 2000, do álbum ”Vinte Anos Depois”. Composto por Rui Veloso e Carlos Tê.



Tema “Todo O Tempo Do Mundo”, de 1998, do álbum “Avenidas”. Composto por Rui Veloso e Carlos Tê.

Convencimento - Interacção Humorística (V)

Em 25-05-2009. Obrigado.

Convencimento ?!

De manhã o marido acorda, dá um beliscão na nádega da mulher e diz:

- Se fizesses exercício para dar firmeza a esse rabo, podias livrar-te
dessas cuecas!'

No dia seguinte o marido acorda, dá um apalpão nas mamas da mulher e diz:

- Se conseguisses dar-lhes firmeza, podias livrar-te desse soutien!

Ela já "lixada" virou-se para ele, agarra-lhe no pénis e diz:

- Se tu conseguisses dar firmeza a esta merda podias livrar-te dos cornos!!

terça-feira, 8 de março de 2011

Dia Internacional da Mulher 2011

Duas homenagens, a primeira ao dia internacional da Mulher que se comemora hoje. A segunda, obviamente, a John Lennon, o autor deste tema dedicado a todas elas.

sexta-feira, 4 de março de 2011

Jazz Standards (IV)

O que é um “Jazz Standard” ?

Os termos “standards” ou “jazz standards” são muitas vezes usados quando nos referimos a composições populares ou de músicas de jazz. Uma rápida pesquisa na Internet revela, contudo, que as definições desses termos podem ser muito variar muito.
Então o que é um “standard” ?
Comparando definições de alguns dicionários e de estudiosos de música e baseando-nos naquilo que for comum e que estiver em acordo, será razoável dizer que:

“Standard” (padrão) é uma composição mantida em estima contínua e usada em comum, por vários reportórios.

… e …

Um “Jazz Standard” (padrão de jazz) é uma composição mantida em estima contínua e é usada em comum, como a base de orquestrações/arranjos de jazz e improvisações.

Algumas vezes, o termo “jazz standard” é usado para sugerir que determinada composição se torna um “standard”. Palavras e frases têm muitas vezes múltiplos significados e esta não é excepção. Neste sítio http://www.jazzstandards.com/ nós vamos usar a definição que tem maior aceitação geral, uma que aceita composições seja qual for a sua origem.

(Dados Biográficos In Wikipédia e In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

(Sobre o tema em questão, algumas palavras retiradas de “in
http://www.jazzstandards.com/compositions/index.htm” - adaptação e tradução por Ricardo Santos)

Honeysuckle Rose (#15) Música de Fats Waller e Letra de Andy Razaf
Honeysuckle Rose” foi introduzida, pelo seu compositor, como música de dança na revista musical “Load of Coal” em 1929, no “Connie’s Inn” em Harlem. “Honeysuckle Rose” e “Ain’t Misbehavin’”
Esta última também escrita nesse ano, para o musical “Hot Chocolates”, tornar-se-iam as duas mais duradouras composições, nascidas da longa colaboração entre o músico Fats Waller e o letrista Andy Razaf.

Django Reinhardt (Liberchies, Pont-à-Celles, 23-01-1910 - Fontainebleau, 16 May 1953) – Com Duke Ellington.



Anita O'Day (Chicago, Illinois, 18-10-1919 - Los Angeles, 23-11-2006) – Do DVD “Live in Tokyo 63”.



Letra (versão de Anita O’Day)

Every honey bee fills with jealousy
When they see you out with me
I don't blame them goodness knows
Honeysuckle rose

Flowers droop and sigh
When you're passing by
And I know the reason why
You're much sweeter goodness knows
You're my honeysuckle rose

Don't buy sugar you just have to touch my cup
You're my sugar it's so sweet when you stir it up
On the avenue people look at you
And I know just why they do
You're perfection goodness knows
And you're my honey honey

Every honey bee fills with jealousy
When they see you out with me
I don’t blame them goodness knows
Honey

Oh flowers droop an sigh
When you're passing by
And I know the reason why
You're much sweeter goodness knows
You're my honey honey

I don't buy sugar you just have to touch my cup
You're my sugar it's so sweet when you stir it up
On the avenue people look at you
And I know just why they do
You're much sweeter goodness knows
Honey

You're much sweeter goodness knows
My honeysuckle rose

Erroll Garner (Pittsburgh, Pennsylvania, 15-06-1921 – Los Angeles, California, 02-01-1977).



Ella Fitzgerald (Newport News, 25-04-1917 — Beverly Hills, 15-06-1996) – No Festival de Jazz de Montreux (Suiça) em 1979.



Letra (versão de Ella Fitzgerald)

Every honeybee.... fills with jealousy
When they see you out with me
I don’t mind them goodness knows
You’re my Honeysuckle rose

Flowers drop and sigh when they pass you by.
And I know the reason why
You’re goodness knows
You’re my Honeysuckle rose

Don’t buy sugar....you just have to touch my cup
You’re my sugar....it’s so sweet when you stir it up

Send the honey drip...from your tasty lips
And I know the reason why
You're much and sweetness knows
You’re my Honeysuckle rose

Every honeybee.... fills with jealousy
When they see you out with me
I don’t mind them goodness knows
You’re my Honeysuckle rose

De facto Boa Música – Vocal Portuguesa (III)

(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

Jorge Manuel de Abreu Palma (Lisboa, 04-06-1950 – 20xx) – É um compositor e cantor português. Aos seis anos, e ao mesmo tempo que aprendia a ler e a escrever, iniciou os seus estudos de piano. Foi no Conservatório Nacional a sua primeira audição, aos oito anos, numa altura em que era aluno de Maria Fernanda Chichorro. Venceu o segundo prémio do Concurso Internacional de Piano, integrado no Festival das Juventudes Musicais, em Palma de Maiorca, em 1963, com uma menção honrosa do Júri. Nos seus estudos cruzou-se com o Liceu Camões e um Colégio Interno, nas Mouriscas, perto de Abrantes. Durante a adolescência e a par da formação erudita, começa a interessar-se pelo “rock & roll”, e, de um modo geral, pela música popular americana e inglesa. É por esta altura que descobre a guitarra. Bob Dylan, Led Zeppelin e Lou Reed são algumas das suas influências.

14 Álbuns, 9 Colectâneas, 1 DVD, entre outros.

Tema “Tudo Por Um Beijo”, de 2010, canção da banda sonora do filme “A Bela e o Paparazzo”.



Tema “Dá-me Lume”, de de 1989, do álbum “O Bairro do Amor”. Ao vivo em Santarém, a 18 Março de 2007.



Tema “Bairro Do Amor”, de de 1989, do álbum com o mesmo nome. Na Reitoria da Universidade de Aveiro, em 16 de Dezembro de 2006.



Tema “Frágil”, de de 1989, do álbum “O Bairro do Amor”. No Concerto, no Coliseu dos Recreios, em Lisboa (2007).

De facto Boa Música – Vocal Brasileira (III)

(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

Maria Rita (09-09-1977 - 20xx) – Filha de Elis Regina e César Camargo Mariano. Inicia a sua carreira com 24 anos. Pelo facto de ser filha da grande cantora que foi a “Pimentinha” isso influenciou no adiamento da sua obra. Maria Rita diz “… sempre tive a consciência de ser a única filha mulher de uma grande cantora”. Já com vários prémios atribuídos (6 Grammy Latinos), ela também é uma intérprete extraordinária. 11 álbuns editados até 2010 e 3 DVD’s. É óbvio, para quem conhece, que ela nos faz lembrar muito a Elis Regina (mãe), mas vamos dar-lhe a hipótese de ser a Maria Rita, uma cantora com um enorme futuro, e já uma voz querida em todo o Brasil. Mais de 1 milhão e meio de discos vendidos.

Tema “Não Deixe O Samba Morrer”, de Alcione.



Tema “Caminho Das Águas”, de 2005, composto por Rodrigo Maranhão, e aqui no programa “Altas Horas”.



Tema “A Festa”, de 2004, composto por Milton Nascimento, do álbum “Maria Rita”.



Tema “Agora Só Falta Você”, de 2004, composto por Luiz Sérgio e Rita Lee, do álbum “Maria Rita”.

Os malefícios de comer galinha - Interacção Humorística (IV)

Em 25-05-2009. Obrigado.

Os malefícios da galinha

O Zézinho e a Mariazinha partilham o lanche no recreio:

Puxa pá...outra vez panadinhos de galinha! Como galinha a toda a hora!
Sempre galinha, sempre galinha... Vê lá tu que até já estou a criar penugem!
O Zézinho, curioso, pede à Mariazinha que lhe mostre.
A Mariazinha levanta a saia e...
Ai... tás! tás! Mariazinha! Sabes uma coisa? A minha mãe também tem a mania da galinha. Eu também já estou a criar uma penugem!
Tás? Ora mostra lá, para ver se é como a minha...
O Zézinho baixa as calças e...
Ai Zézinho... Tu tás pior que eu! Já tens pescoço e moelas!